







































Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Esse arquivo contém alguns pontos cantados usados durante a gira de umbanda nós terreiros.
Tipologia: Redação
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 26/11/2020
5
(4)1 documento
1 / 47
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!








































Em oferta
O Senhor me dá licença De entrar nesse gongá Saravando os Orixás E os guias do gongá! Pai Eterno Senhor, nos abençoe! Os filhos que aqui estão Iluminando a todo povo Que procura o gongá! O Senhor me dá licença...(refrão) ................................................................ ABERTURA Abrindo a nossa gira, Pedimos de coração, Ao nosso Pai Oxalá Para cumprir nossa missão. ................................................................ Eu abro a nossa gira Com Deus e Nossa Senhora Eu abro a nossa gira Sambore Pembas de Angola. Já abri a nossa gira Com Deus e Nossa Senhora Já abri a nossa gira Sambore Pembas de Angola. ................................................................ Eu vou abrir minha missão Missão de tanta valia, Já abri minha missão Com Deus e a Virgem Maria. Eu já abri minha missão Missão de tanta valia, Já abri minha missão Com Deus e a Virgem Maria. ................................................................ Eu abro a nossa gira Com Iara Ogum, Eu abro a nossa gira Com a proteção de Oxum Já abri a nossa gira com Iara e Ogum Já abria nossa gira Com a proteção de Oxum. ................................................................ Baixai, baixai, Ó Virgem da Conceição Sois, Maria Imaculada Pra tirar perturbação Se tiveres pragas de alguém Desde de já seja retirada, Levando pro mar adentro Pras ondas do mar sagrado. ................................................................ Abre a porta com a Chave Quem quiser pode passar Mas quem ficar aqui dentro Fica na fé de Oxalá. ................................................................ Da licença meu pai No seu terreiro eu entrar Da licença meu pai No seu terreiro eu sarava. ................................................................ Oi salve a pemba, Também salve a toalha Salve a coroa, é de nosso Zambi, É o maior. ................................................................ Se vais entrar no reino Vê lá o que vai fazer Reinado do Seu Flexeiro É preciso obedecer. ................................................................ Vou abrir minha Jurema Vou abrir meu Juremá Com a licença de mamãe Iansã De nosso Pai Oxalá. ................................................................ Abre a porta gente, que aí vem Jesus Ele vem cansado com o peso da cruz Vem de porta em porta,
Vem de rua em rua, Vem salvando as almas Sem culpa nenhuma. ................................................................ Vou abrir o meu terreiro Quem mandou foi Deus Meu terreiro está aberto Com nosso Ogum guerreiro. ................................................................ Quem vem, Quem vem lá de tão longe São nossos guias que vem trabalhar Oi daí-me forças nos trabalhos meus. ................................................................ Ó que estrela é aquela, Que vem das lavras diamantinas Ela vem vindo pela vossa coroa E com mais três pessoas divinas. ................................................................ Nesta casa tem quatro cantos Cada canto tem um Santo Pai e filho, Espírito Santo Nesta casa tem quatro cantos. ................................................................ Jesus é nosso pai, Jesus que é o nosso rei, Seus filhos lhe chamam No terreiro de Umbanda, No terreiro de Umbanda, nos proteger Na banda do seu Flexeirinho Todos nós vamos pedir Pelos nossos caminhos santos, Pela luz vamos seguir. ................................................................ ENCERRAMENTO Vamos encerrar a nossa gira Com licença de Oxalá Salve Iemanjá, salve Xangô, Mamãe Oxum, Nanã Boroquê, Salve Cosme e Damião, Oxósse, Ogum, Oxumaré. ................................................................ Eu fecho nossa gira Com Deus e Nossa Senhora Eu fecho nossa gira Sambore Pembas de Angola Já fechei a nossa gira Com Deus e Nossa Senhora Já fechei a nossa gira Sambore Pembas de Angola. ................................................................ Fechando a nossa gira Pedimos de coração, Ao nosso pai Oxalá Para cumprir nossa missão. ................................................................ Vou fechar minha Jurema Vou fechar meu Juremá Com a licença de mamãe Iansã De nosso Pai Oxalá. ................................................................ Deus salve os nossos guias Pela glória deste dia Eles vieram aqui, pedir a Oxalá E a estrela guia, Que aumente as nossas luzes Que possam alcançar As graças que passou neste gongá ................................................................ OXALÁ Ai quantas forças Tem meu pai no céu, Quanta grandeza Tem meu pai no mar Ai quantas forças, Quantas forças têm meu Pai, Quanta grandeza tem meu pai Oxalá ................................................................ Pombinho branco, Mensageiro de Oxalá Leve essa mensagem, De todo coração até Jesus Diga que somos soldados de Aruanda,
Com estrelas e luar Oxalá criou o mundo, Onde reinam os Orixás! ................................................................ HINO DOS ORIXÁS Penso no dia, que logo vai nascer E o meu peito se enche de emoção A esperança invade o meu ser Eu sou feliz e gosto de viver Pela beleza dos raios da manhã Eu te saúdo mamãe Iansã Pela grandeza das ondas do mar Me abençoe mamãe Iansã Pela grandeza das ondas do mar Me abençoe mamãe Iemanjá A mata virgem tem seu semeador Ele é Oxóssi, Okê, Okê Arô Nas cachoeiras eu vou me refazer Nas águas claras de Oxum aiê-iêu Se a injustiça faz guerra de poder Vale a espada de Ogum, Ogunhê Não há doenças que venham me vencer Sou protegido de Obaluaê Eu sou de paz, mais sou lutador A minha Lei quem dita é Xangô A alegria já tem inspiração Na inocência de Cosme e Damião Não tenho medo, vou ter medo do que Tenho ao meu lado Nanã Boroquê E essa luz que vem de Oxalá Tenho certeza que vai me iluminar ................................................................ OXÓSSE Chama os cablocos das matas Que é pra trabalhar Se a mata for alta ataba Ogum vai derrubar. ................................................................ Caboclo que vem das matas, Das matas traz seu poder Arreia caboclo arreia, Arreia que eu quero ver. ................................................................ Cauquê caboclo, Chama Seu Cobra Coral Abre os trabalhos na mata virgem Chama seu Cobra Coral. Se meu pai é Oxóssi, Eu quero ver balancear Oi balanceia O capangueiro da Jurema Lá no Juremá. ................................................................ Balanceou as matas virgens Cidade do Juremá Foi seu Oxóssi que chegou no reino Oi saravou seus filhos Oi saravou o gongá. ................................................................ Olha o vento que venta Que venta na mata Olha as matas quebrando E os cablocos chegando. ................................................................ Rolinha vôo...sentou no pegí Quem tiver caboclo Está na hora de cair. ................................................................ Oxóssi vem, Vem chegando de Aruanda Oxóssi vem, Vem salvar filhos de Umbanda ................................................................ Chama os caboclos das matas Que é pra trabalhar Se a mata for alta, Caboclos vão derrubar. ............................................................ Quando a aldeia abrir Para os caboclos passar, É hora, é hora É hora caboclo, é hora de trabalhar ................................................................ As matas estavam escuras
Os anjos iluminaram Aos pés das matas virgens Foi seu Oxósse que aqui chegou Mas ele é o rei, ele é o rei, ele é o rei Mas ele é o rei, na Umbanda Ele é o rei ................................................................ Oxóssi é rei no céu Oxóssi é rei na terra, Ele não desce do céu sem coroa Sem sua lança de guerra. ................................................................ Que tiroteio foi aquele em Aruanda Que sua cabana Oxóssi quis abandonar Mas ele é o caboclo forte De Aruanda Mais ele é o rei Ele é o rei do Jurema. ................................................................ Se a coral é sua cinta E a jibóia sua laça Oi quizua, quizua, quizua ê Caboclo mora nas matas. ................................................................ Oxóssi assobio Pra passar no Humaitá Foi falar com Ogum Megê Mensageiro de Oxalá. ................................................................ Seu Caçador na beira do caminho Mas não me mate Essa coral na estrada Ela abandonou Sua choupana, Caçador Foi no romper da madrugada Oi seu caçador ................................................................ Atira, atira, eu atirei No gongá, vou atirar Veado no mato é corredor Pai Oxóssi nas matas é caçador. ................................................................ Eu corri terra, eu corri mar Até que eu cheguei em meu país Olha viva Oxóssi das matas As folhas da Jurema ainda não caíram. ................................................................ Estava no alto da serra Quando eu ouvi uma cobra piar Mas não me mate essa linda jiboia Que ela é de Oxóssi E seu Tupinambá. ................................................................ Oxóssi ê, Oxóssi á Oxóssi ê, maringo lê, maringo lá Chora calunga ê, cho, cho, cho Chora calunga ê, cho, cho, cho. ................................................................ Estrela que clareia o mundo A estrela que vai clarear A estrela que clareia as matas Que clareia Oxósse lá no Jurema Okê, Okê, Okê Okê meus caboclos, Okê. ................................................................ Oxóssi mora na raiz da gameleira Oxóssi nas matas, Xangô lá nas pedreiras. ................................................................ Eu vi chover, eu vi relampear Mais mesmo assim o céu estava azul Sambore pemba as folhas de Jurema Oxóssi reina de norte a sul. ................................................................ Caboclo roxo da pele morena É seu Oxóssi, é a cabocla Jurema Ele jurou, ela jurará Pelos concelhos Que a Jurema nos vai dar. ................................................................ Atira sua flecha Oxóssi Atira, atira no gongá Se a sua flecha é de penas,
Lá nas matas para Oxóssi E peça a ele, e ele vem te socorrer ................................................................ JUREMA Aos pés da mata virgem Oi daí licença eu venho sarava Cabocla Jurema e seus caboclos Nas matas virgens na fé de Oxalá Jurema...são seus filhos Que te chamam Jurema salve o povo de Aruanda ................................................................ (cruzado) Cai Jurema, cai Jurema, cai Jurema Quem foi quem te chamou Foi Oxalá, foi Xangô, Foi a Jurema Pai Oxalá...foi quem mandou Salve o sol, salve a lua E as estrelas Afirmamento a clarear Salve os cablocos Das setes Encruzilhadas, Salve Moema e Beira Mar. ................................................................ As matas estavam escuras Lá dentro uma coral piou E a cabocla Jurema Com seu saiote de penas douradas Que vem trabalhar. ................................................................ Chamou Jurema, No terreiro ela baixou A cabocla vem sorrindo, Demonstrando o seu amor A cabocla Jurema está Protegendo este gongá Salve a cabocla Jurema, Salve meu pai Oxalá. ................................................................ Ô Juremi, ô Jurema Sua flecha caiu serena Jurema Neste gongá Salve São Jorge guerreiro Salve São Sebastião Saravá povo da Umbanda Com a sua proteção, ô Jurema. ................................................................ Ô Jurema preta, senhora rainha É dona da cidade, Mais a chave é minha. ................................................................ Tenho o meu passarinho azulão, Quando voa não pousa no chão Eu vi a cabocla Jurema De peito de ema e bodoque na mão Quem pode me levar não me leva, Quem não pode é que quer me levar Eu vi a cabocla jurema De peito de ema ela vai me ajudar Voo, Voo meu passarinho azulão Quem está na terra é cabocla, Afirma ponto no chão É a cabocla Jurema Com seu bodoque na mão ................................................................ Sindo lê lê auê Cauíza Sindo lê lê sangue real Se ela é filha, eu sou neta da Jurema Sindo lê lê, auê Cauíza Se Cauíza é uma cabocla Ela é Orixá, na hora de Deus amém Ela é real ................................................................ Jurema seu saiote é muito lindo Seu capacete de pena, Brilha como diadema Jurema é filha de Tupinambá Jurema é uma cabocla Da raiz do Orucá. ................................................................ Pau que não bambeia é Jurema Pau que não bambeia Pau que não bambeia é Jurema Pau que não bambeia. ................................................................
Iara, onde está Jurema? Iara, Jurema onde está? (2x) As tribos estão procurando, Aqui, ali, acolá Iara está dizendo Que jurema e seu povaréu, Foi pra Paraguaçu Em uma nuvem para o céu Desce formosa cabocla, Desce formosa Jurema Vem defumar o terreiro Com seu cheiro de Alfazema Desce formosa cabocla Traz consigo diacuí, Vem defumar o terreiro, Que o seu lugar é aqui. ................................................................
Eles vão embora, eles vão Eles vão girar... Na sua aldeia Indaiá mandou chamar. ................................................................ É madrugada cantou Siriema, Os meus cablocos já vão embora Eles vão pra sua aldeia, A cidade da Jurema Lê r ere vão pra cidade da Jurema. ................................................................ Cambone, camboninho meu, Meus cambones, Olha que ele vai ao ló, Ele vai, vai, vai Meus cambones, ele vai Numa gira só. ................................................................ Adeus meus cablocos adeus, As suas matas lhe chamam E ele vai ao ló... Pegue a pemba, deixe a pena Nas praias, praianas E vai num giro só, Mais vai num giro só. ................................................................ A mata onde eu moro, ela é minha só Eu tenho uma casinha Amarradinha de cipó, Já deu a noite o galo já cantou, Os cablocos já vão em bora que a aruanda já chamou. Eu já vim, já fui Eu já vou voltar Eu já vou meu Pai me chama Eu já vou me arretirar. ................................................................ Os cablocos já vão embora Aleluia aê... Vão com Deus e Nossa Senhora Aleluia aê... Ah...ah...ah... Aleluia aê... ................................................................ OGUM Aí vem Ogum, em seu cavalo Com sua espada na mão, Se és filha de Ogum Eu quero ver a incorporação. ................................................................ Ogum em seu cavalo corre E a sua espada reluz Ogum, Ogum Megê Sua bandeira cobre os filhos de Jesus Ogum iê. ................................................................ Sua espada brilha no arraia do dia, Seu beira mar Ele é filho da Virgem Maria Beira Mar... beirando a areia. Seu Beira Mar Das ondas do Mar a aldeia. ................................................................ Estava na beira da praia Quando eu vi sete ondas rolar Abre a porta, Ó gente! Que aí vem Ogum Em seu cavalo marinho Ele vem saravá. ................................................................ O meu São Jorge Guerreio Que venha para me ajudar Quem está de fora não entra, não sai Bota fogo nas matas Chama, chama que ele vem. ................................................................ Oi salve Ogum Megê, Ogum Rompe Mato, Ogum Beira Mar Ele trabalha na areia meu pai, Ele trabalha no mar Ele trabalha na areia meu pai É Ogum Beira Mar. ................................................................
Senhor Ogum é de babaluê, o lê lê Senhor Ogum é de babaluá Ele ronda de noite de dia, Mas ele gira no seu canzua Na lua ele é São Jorge, Na terra ele é Ogum, Nas praias ele é Beira Mar Mas ele gira no seu canzua. ...................................................... Quem está de ronda é São Jorge, Deixe São Jorge rondar É São Jorge guerreiro, Que ronda na terra, Que ronda no mar Saravá meu pai, sarava meu pai Oi girar é bom, girar é bom, Girar é bom como é bom girar. ................................................................ Nos campos de batalha, Ogum Megê Eu vi uma estrela corre, Ogum Megê Ogum, Ogum Iara Ogum, Ogum Megê, Ogum Megê. ................................................................ Ogum de Ronda, ronda ronde Ogum de Ronda ronde ronda Oi corre a gira Nos caminhos meu pai Não deixe seus filhos tombar. ................................................................ O meu São Jorge Guerreiro Veio de lança na mão Montado em seu cavalo Para matar o dragão O meu São Jorge guerreiro Veio de lança na mão Salve, salve Meu São Jorge Guerreiro Lutou e matou o dragão ................................................................ Ogum de lei lê lê Ogum de lá lá lá Ogum de lei lê lê Lá na beira do mar é maré Quando Ogum partiu pra guerra Oxalá deu carta branca, Quando Ogum voltou da guerra Seus filhos venceram demanda. ................................................................ Senhor Ogum já jurou a bandeira Seu Rompe Mato tornou a jurar Ele tem o peito de aço, Venceu a guerra no Humaiatá. ................................................................ Ele venceu a guerra, ele tocou clarim Sua falange é grande, E comandada por eles São dois guerreiros pela madrugada Seu Ogum Iara Seu Ogum da Matinada. ................................................................ Senhor general, Ogum Ele foi praça de cavalaria Ele ia para os campos de batalha E lá nos defendia. ................................................................ Que cavaleiro é aquele Que vem navegando pelo céu azul Ele é Ogum de Beira Mar Ele é o defensor do Cruzeiro do Sul. ................................................................ Em seu cavalo branco, Ele vem montado Com botas e esporas Muito bem armado Vide, vide, vide São Jorge é o nosso protetor Vide, vide, vide São Jorge é o nosso salvador. ................................................................ Ogum não devia beber Ogum não devia fumar A fumaça é a nuvem que passa E a cerveja é a espuma do mar Ogum Iê. ................................................................
Eu tenho Ogum, Em minha compainha Ogum é... meu pai Ogum é... meu guia Ogum vai baixar na fé de Zambi E da Virgem Maria. ................................................................ Ogum de lei, Não me deixe sofrer tanto assim Quando eu morrer Vou passar em Aruanda Vou saravá, Todos meus filhos de Umbanda. ................................................................ (demanda) Vai rondar em outro lugar Que aqui meu pai não deixa Vai rondar em outro lugar. Olha Ogum Rompe Mato,auê É Ogum quem vai rondar Olha Ogum Rompe Mato,auê É Ogum quem vai rondar. ................................................................ No alto da Romaria, Eu vi um cavaleiro de ronda Trazia a espada e a lança na mão, Ogum Megê guerreou e venceu O dragão A primeira espada quem ganhou foi ele Mais ele é, ele é Ogum Megê Ele vem de Aruanda Pra seus filhos proteger. ................................................................ Ogum e mãe sereia São 2 cabos de guerra, Sereia é a rainha do mar E Ogum é o rei da terra. ................................................................ Ouvi um toque de clarim na lua E era o toque do maior do dia Ele foi praça de cavalaria, Foi ordenança da Virgem Maria Ele tinha 7 espadas, 7 lanças, Sete escudos e 7 estrelas Que nos defendia. ................................................................ Mamãe quem é esse cavaleiro, Quem pisa com avanço nessa terra Mas ele é... Ogum Megê, Mas ele vem Com a sua lança de guerra Ogum, Ogum, Ogum, Ogum, Ogum Ogum Megê, Ogum venceu demanda, Demanda hei de vencer. ................................................................ Beira Mar, auê Beira Mar Beira Mar quem está de ronda É militar, Ogum já jurou bandeira, Nas praças de Humaitá Ogum venceu demanda, Vamos todos saravá Beira Mar, auê Beira Mar Beira Mar quem está de ronda É militar, Estava na minha aldeia, Estava no meu gongá Estava lá na calunga Porque me mandou chamar Beira Mar, auê Beira Mar Beira Mar quem está de ronda É militar. ................................................................ Cavaleiro que bateu na minha porta Eu passei a mão na pemba Para ver quem é Mas ele é São Jorge Guerreiro Minha gente Cavaleiro da força e da fé. ................................................................ São Jorge Santo guerreiro, Combate á força do mal Por isso em nosso terreiro, Sempre a de ser general São Jorge Guerreiro, Guerreiro de Umbanda São Jorge guerreiro é um bom cavaleiro É São Jorge quem manda
São Jorge guerreiro É grande Orixá São Jorge guerreiro É do nosso terreiro, É do nosso gongá. ................................................................ Olha Ogum, está de ronda dá Quem está chamando é São Miguel Réu réu na linha de Umbanda Quem está chamando é São Miguel. ................................................................ Ogum Megê general de Umbanda Com seu cavalo, Ogum Megê, Foi guerrear, Com sua lança Ogum Megê Venceu demanda Vencendo a guerra No campo de Humaitá. ................................................................ Ogum meu pai, Quem é da linha de Umbanda Traz sempre a pemba na mão. ................................................................ Pisa na linha de Umbanda Que eu quero ver Ogum Sete Ondas Oi pisa na linha de Umbanda Que eu quero ver Seu Martinada, Ogum Megê Olha a banda aruê. ................................................................ Quando Ogum partiu pra guerra Ogum tocou clarim, o exército todo Foi comandado por Sr. Ogum Salve Ogum Iara Salve Ogum Megê Salve Ogum Rompe Mato, Oi salve Ogum Naruê. ................................................................ Se a sua espada é de ouro, Sua coroa é de rei Ogum foi praça na Umbanda, Na canjira de Umbanda Ogum iê.
Ogum foi praça de cavalaria Guerreou dez anos na infartaria De chofer ele passou a major, Com ordenança da Virgem Maria. ................................................................ É o tatá de Matinada, Que corre gira de madrugada No amanhecer do dia, Corre gira matinada É o meu pai, canjira Ele corre gira no raiar do dia É Ogum megê, Que é o seu Matinada. ................................................................ Iê... iê meu pai..., Filho de Umbanda E de Ogum Megê Quem tiver demanda Pça Ogum para vencer, iê iê Iê ................................................................ Sua capa é encarnada, Seu capacete é de aço, Salve, salve rei São Jorge Nosso guia do espaço Salve São Jorge guerreiro, Seu aniversário é 23 de Abril. ................................................................ No dia 23 de abril de 1810 Morreu em louvor ao senhor, Aquele nosso santo protetor São Jorge guerreiro, Cavaleiro de Umbanda São Jorge guerreiro ele foi pra guerra Ele venceu demanda. ................................................................ Nessa casa de guerreiro (Ogum) Eu vim de longe pra rezar (Ogum) Peço a Deus pelos doentes (Ogum) Na fé de pai Oxalá (Ogum) E Ogum salve a casa santa (Ogum) Salve os presentes e ausentes (Ogum) Salve nossas esperanças (Ogum)
Valei-me meu pai, Valei-me Xangô. ................................................................ Meu pai São João Batista é Xangô Quem manda no meu destino Até o fim Mas quando em mim faltar Á fé em meu senhor Derrube essas pedreiras sobre mim Sai de casa carregada por Xangô, O lugar onde ele passa Corre água e nasce flor ................................................................ Pedra rolou pai Xangô, Lá nas pedreiras Afirma pontos meu pai nas cachoeiras Tenho o meu corpo fechado, Xangô é meu protetor Afirma ponto meu filho Pai de cabeça chegou. ................................................................ Xangô é corisco, Nasceu das trovoadas Ele mora nas pedreiras E acorda de madrugada. ................................................................ Machadinha do cabo de ouro É de ouro, é de ouro Machadinha do cabo de ouro É a machada de Xangô. ................................................................ Das pedreiras de Xangô, Eu catei 7 pedrinhas Pedra branca, pedra roxa E a outra amarelinha Xangô é rei...é rei nagô Vamos bater palma Pra coroa de Xangô. ................................................................ Filho olha sua banda, Aonde o rouxinol cantava Aonde o pai Xangô morava ele é filho da cobra coral, ele é filho da cobra coral, ele é filho da cobra coral... Xangô ô... ................................................................ Eu vi Xangô descendo a serra, Mais ele vem beirando a tribo, Todos os filhos de terreiro gritam Caô, caô cabecine Caô, caô cabecine. ................................................................ Longe, bem longe, o leão roncou Longe, bem longe, o leão roncou Caô, saravá Umbanda Caô, saravá Xangô. ................................................................ Xangô, chamou Vai buscar quem mora longe Oxósse nas matas, Ogum no Humaiatá Meu pai Xangô nas pedreiras Ô Iansã, ô Iemanja ................................................................ Caô, caô... é o rei do ouro Ele é meu pai Xangô Caô, caô lá nas pedreiras Mais uma pedra rolou Caô Umbanda Caô Xangô. ................................................................ Nas pedreiras de Xangô, Eu vi pedra rolar Samambaia pegou fogo Sapecou Tamanduá. ................................................................ Xangô morreu bem de idade Morreu escrevendo na pedra Ele escreveu a justiça, Quem deve paga, Quem mercê recebe. ................................................................ Cachoeira das matas virgens Onde mora meu pai Xangô
Pedra rolou Nanã Boroquê, Pedra rolou saravá pai Xangô Saravá pai Xangô... ele é filho de fé bate cabeça nesse gongá. ................................................................ Escureceu a noite chegou Firma ponto nas pedreiras Saravá Xangô, Saravá Xangô ô..., Saravá Xangô. ................................................................ Dizem que Xangô Mora nas pedreiras, Mais não é lá sua morada verdadeira Xangô mora numa cidade de luz, Aonde mora Santa Barbará, Oxumaré e Jesus. ................................................................ Meu pai Xangô é o rei Lá nas pedreiras, Também é o caboclo Das cachoeiras, As suas aldeias tem os seus cablocos, As suas matas têm as cachoeiras, Nos seus saiotes tem penas douradas, Seu capacete brilha na alvorada. ................................................................ (cruzada) Xangô rolou as pedras nas pedreiras Numa assistência Ao manto de Iemanjá Mamãe Oxum cantou nas cachoeiras Entre as espadas de Ogum a batalhar Ogum Megê vem de Aruanda Pras seus filhos proteger. ................................................................ No portão do cariri Foi no portão do cariri Que eu vi Xangô sentado Com Santa Barbará, Iansã E seu Oxósse do lado Oi no portão do cariri. ................................................................ Ô ô ô, o meu pai Xangô, Ô ô ô, o meu protetor Quando eu era criancinha Não sabia nem falar, Minha mãe me ensinava Deus no céu adorar Ô ô ô, o meu pai Xangô Ô ô ô, o meu protetor Cai chuva miúda Na aba do meu chapéu Quem é filho de Umbanda Quando morre vai pro céu. ................................................................ (cruzado) Xangô, Iansã, Ogum e iemanjá Salve Oxósse nas matas, Salve nosso pai Oxalá. ................................................................ Quem rola as pedras nas pedreiras É Xangô, Quem rola as pedras nas pedreiras É Xangô Vivou a coroa de Zambi, vivou A coroa de Zambi, vivou A coroa de Zambi, vivou Vivou a coroa de Zambi, vivou Vamos todos sarava o meu pai Xangô Quem é que vem de Aruanda, Quem é que vence demanda, Quem é o dono das pedras, é Xangô. ................................................................ Lé lé lé, oi caô Lé lé lé, oi caô ô Lé lé lé que bandolé, Lé lé lé, oi caô ô... ................................................................ Xangô...o seu machado é de ouro Xangô...sua coroa é de rei, Xangô...é o dono das pedreiras, Xangô Xangô foi quem me batizou. ................................................................ A noite estava escura Um anjo aluminou No terreiro de Umbanda
Segura o terreiro que eu quero ver ................................................................ Ela é uma ventarola, uma ventarola Que venta no mar Iê parre, parre ô Iansã É Santa Bárbara a rainha do Jacutá. ................................................................ Ela vem descendo a escada de ouro Santa Bárbara é a santa Dos cabelos louros ................................................................ Ô Iansã sambariou, sindo lê lê Eu tenho pai, eu tenho mãe, Eu também tenho Um alguém por mim A minha mãe é nossa senhora E o meu padrinho É o senhor do Bonfim. ................................................................ Iansã tem um leque de penas Pra abanar dia de calor Iansã mora nas pedreiras, Eu quero ver meu pai Xangô. ................................................................ Santa Bárbara Virgem, Seus cabelos louros Mamãe Iansã veio nos visitar Afirmar o pensamento Olha corta essa mironga Faça o que puder na lei do Oxalá. ................................................................ Olha o tempo, segure o tempo E olhe o tempo, que o tempo virou E olhe o tempo, Iansã segure o tempo E olhe o tempo que o tempo virou ................................................................ Gira, gira, gira... Você é filha de Nanã Vem chegando e vem girando Ela é a Iansã. ................................................................ O meu pai é de Aruanda... E a minha mãe é Iansã Canjira deixa a gira girar Oi deixa a gira girar... Saravá Iansã, Que é nossa mãe de Aruanda Oi deixa a gira girar. ................................................................ Iansã cadê Ogum? Foi pro mar Iansã penteia Os seus cabelos macios Quando a luz da lua cheia, Clareia as águas dos rios Ogum sonhava com a filha de Nanã E pensavam que as estrelas, Era os olhos de Iansã Ô Iansã cadê Ogum? Foi pro mar Na terra dos Orixás, O amor se dividia Em um Deus que era de paz, Outro Deus que combatia Como a luta só termina, Quando existe um vencedor Iansã virou rainha Da coroa de Xangô Ô Iansã cadê Ogum? Foi pro mar. ................................................................ Iê parre, minha mãe de Aruanda Mais ela é a dona do seu Jacutá Parre re re...parre re rá... Minha mãe de Aruanda, Tem mirongras pra quebrar. ................................................................ Eram duas ventarolas, Duas ventarolas Que iam para o mar Uma era Iansã, Iê parrê A outra era Iemanjá, adociá. ................................................................ Oiá é moça rica, ela é filha de Xangô Ô Iansã chegou no reino
E no terreiro saravou. ................................................................ Estava sentada na pedra Aparando água e esperando o trovão Clareou, clareou Clareou Santa Bárbara clareou. ................................................................ Santa Bárbara Virgem Minha mãe essa casa é forte, Santa Bárbara Virgem Minha mãe essa casa é forte Oi da licença minha mãe Venha trabalhar... Vem nos ajudar... Venha aqui girar... ................................................................ Parre Iansã, parre Iansã Santa Bárbara é moça virgem Oi Parre Iansã. ................................................................ Iê parre! A minha mãe de Aruanda Mas ela é rainha deste gongá Mas ela veio com a lança na mão Ela veio dar a sua proteção, Mas ela veio com a lança na mão Ela veio dar a sua proteção. ................................................................ Iê, Santa Bárbara Rainha da Umbanda Iê, Santa Bárbara Tire do filho a demanda Iê, Santa Bárbara com sua ventarola Iê, Santa Bárbara Mande todo mal embora Iê, Santa Bárbara Com sua espada em punho Deixe seu filho seguir seu rumo. ................................................................ Eu vi Santa Bárbara Fazendo um milagre E as trovoadas na mata roncou Eu vi Santa Barbára Fazendo um milagre E as trovoadas nas matas roncou Mas eu pedi malei-me, malei-me Meu pai Xangô Xangô meu pai Xangô meu protetor Quem pode com Xangô É só Deus nosso senhor O nosso terreiro é forte Não há como pai Xangô Quem pode com Xangô É só Deus nosso senhor. ................................................................ Ventou nas matas, Ventou nas pedreiras Que vento forte nas cachoeiras Não é Oxósse, nem é Xangô É Iansã com seu badagodô Deusa dos ventos deusa dos trovões E a minha mãe é a sua proteção. ................................................................ Esparrê minha Oyá... Esparrê Oyá, dona do fogo Mensageira de Oxála Saravá grande guerreira Dona do fogo e da luz Minha santa padroeira Que o meu destino conduz Proteção pra sua filha Esparrê minha Oyá! Moça rica da Umbanda Venha nos abençoar... ................................................................ Eu estava na ladeira em poder subir Minha Santa Bárbara veio me acudir Eu estava na ladeira sem poder descer Minha Santa Bárbara veio me valer Não, não, não tem jeito não Tantos filhos que ela tem Não reconhece que ela é mãe. ................................................................ Venta, vento, ventania Vento, raio e trovão Iansã vem chegando Com sua espada na mão Venta, vento, ventania