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Material do curso de autocoaching.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Competência é um conjunto de conhecimentos (“saber o quê”), habilidades (“saber como”) e atitudes (“querer fazer”). Esses três elementos compõem o modelo chamado de CHA.
A competência interpessoal está relacionada à forma como nos comunicamos com as pessoas e depende da nossa forma de pensar, de agir e de ser.
Pessoas que conseguem desenvolver competências técnicas e comportamentais se destacam nas organizações.
“O pro ssional talentoso é aquele que realmente traz um resultado diferenciado para a organização e por isso é fundamental na equipe” (AVONA, 2015, p. 33, grifo nosso).
O ciclo de desenvolvimento de talentos envolve: investimento em aprendizado; criação de plano de desenvolvimento; cumprimento de metas; e avaliações constantes.
Capital intelectual é o conjunto de conhecimento, inteligência e criatividade de uma empresa.
Ao aprendermos a lidar com as mudanças e crises, podemos nos desenvolver tanto pessoal como pro ssionalmente, buscando novas soluções e novos caminhos.
A motivação pode ser de nida como “os motivos ou forças (internas ou externas) que estimulam uma pessoa” (CINTRA; DALBEM, 2016, p. 70).
Frederick Herzberg desenvolveu a Teoria dos Dois Fatores.
Herzberg identi cou que a motivação para o trabalho estava relacionada a fatores intrínsecos e que a falta de motivação estava ligada a fatores extrínsecos (CINTRA; DALBEM, 2016).
A Pirâmide das Necessidades de Maslow está dividida em seis categorias: necessidades siológicas; necessidades de segurança; necessidades de pertencimento e amor; necessidades de estima; necessidades de autorrealização; e necessidades de autotranscendência.
A emoção é composta por seis componentes: avaliação cognitiva; experiência subjetiva; tendências de pensamento e ação; mudanças corporais internas; expressão facial; e respostas à emoção (NOLEN- HOEKSEMAet al., 2018).
A inteligência emocional consiste na “capacidade de identi car nossos próprios sentimentos e os dos outros, de motivar a nós mesmos e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos” (GOLEMAN, 1999, p. 337).
A psicologia positiva objetiva “contribuir para o orescimento e o funcionamento saudável das pessoas, grupos e instituições, preocupando-se em fortalecer competências ao invés de corrigir de ciências” (PALUDO; KOLLER, 2007, p. 12).
A autoe cácia no trabalho se refere à maneira como o indivíduo percebe suas potencialidades para fazer frente às demandas ligadas ao trabalho, como trabalho em equipe, liderança ou con itos.
Quanto maior é a percepção de autoe cácia, mais os indivíduos se propõem a assumir metas desa adoras e comprometer-se para alcançá-las.
A resiliência no trabalho pode ser de nida como “a habilidade para delinear e implementar rapidamente comportamentos adaptativos positivos que respondam à adversidade enfrentada no trabalho” (MALLAK, 1998 apud MARTINS, 2013, p. 6).
O engajamento no trabalho “consiste em uma energia positiva, que desperta no indivíduo a vontade genuína de contribuir para o trabalho e para as atividades extra papel necessárias à sua organização” (ALBRECHT, 2010apud OLIVEIRA; FERREIRA 2016, p. 748).
Trabalhadores engajados dedicam maior investimento de energia e foco em suas tarefas, são mais proativos, assumem responsabilidade por seu desenvolvimento pessoal e compromisso com padrões elevados de desempenho (SIQUEIRAet al., 2014).
O envolvimento com o trabalho diz respeito ao grau de identi cação psicológica que o indivíduo estabelece com seu trabalho e à importância do trabalho para a autoestima da pessoa.
Na visão organizacional, o envolvimento com o trabalho é considerado um fenômeno importante na ativação da motivação dos trabalhadores e a base para o estabelecimento de vantagens competitivas.
O comprometimento organizacional está ligado à relação estabelecida entre colaborador e empresa.