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como aprender a digitar
Tipologia: Notas de estudo
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Nenhuma
informação do
poderá ser copiada, movida ou modificada sem
autorização prévia e escrita do Programador Roberto Oli-veira Cunha.
Programador:
Roberto Oliveira Cunha
Este manual se destina a você que deseja aprender
“Digitação” corretamente com os dez dedos e sem olharpara o teclado nem para a tela.
O programa mais utilizado para digitação de textos é
o Microsoft Office Word 2003, Clique em
Iniciar
Todos os
programas
Microsoft
Office
Microsoft
Office
Word
Os exercícios de 1 até 40 são mais indicados para
serem feitos no Word Pad e Bloco de Notas por causa doverificador de ortografia e gramática do Microsoft OfficeWord 2003 sublinha todas as palavras “ASDFG” da Lição1, todas as palavras “HJKLÇ“ da Lição 2, etc... até a Lição40.
Para iniciar o Word Pad, Clique em
Iniciar
Todos
os programas
Acessórios
Word Pad
Para iniciar o Bloco de Notas, Clique em
Iniciar
To-
dos os programas
Acessórios
Bloco de Notas
Vídeo
Dispositivo que exibe textos e imagens gerados pelo
computador, semelhante a uma tela de TV. Impressora
Dispositivo que produz cópia em papel das informa-
ções do computador.
Microfone
Dispositivo de entrada que permite gravar o som na
memória do computador. Caixa de som
Dispositivo de saída que permite executar o som
gravado na memória do computador.
São programas (
conjunto de instruções
) necessários
para que o computador possa realizar tarefas, auxiliando eagilizando o trabalho do usuário. Exemplo: Windows XP,Word System, Excel System, etc. Windows XP
Ambiente operacional que oferece interface gráfica
melhor que a interface do DOS
) e permite que se aprenda
a usar um programa muito mais intuitivamente e de manei-ra mais fácil. Com o Microsoft Windows pode-se gerenciaro sistema de computador, executar programas, copiar ar-quivos etc. Word System
Crie e edite texto e elementos gráficos em cartas, re-
latórios, páginas da Web ou mensagens de e-mail usandoo Microsoft Office Word. Excel System
Efetue cálculos, analise informações e gerencie lis-
tas em planilhas ou páginas da Web usando o Microsoft Of-fice Excel.
Bit
Os computadores trabalham com as informações em
forma de códigos, os quais são constituídos de apenas doiselementos que denominam-se Códigos Binários e podemser representados, utilizando-se os dígitos 0 e 1. Cada umdesses dígitos é chamado
Binary Digit
), dígito binário
e representa a menor unidade de informação do computa-dor. Byte
Os
microcomputadores
geralmente
operam
com
grupos de bits. Um grupo de oito bits é denominado
Este pode ser usado na representação de caracteres comouma letra (
), um número (
) ou outro símbolo qual-
quer (
), entre outros.
Múltiplos do Byte
1 KB
1 Kilo Byte
1.024 Bytes
1 MB
1 Mega Byte
1.024 x 1.024 Bytes
1 GB
1 Giga Byte
1.024 x 1.024 x 1.024 Bytes
1 TB
1 Tera Byte
1.024 x 1.024 x 1.024 x 1.024 Bytes
8 Bits = 1 Byte = 1 Caractere
Disquete
Dispositivo removível que armazena magneticamen-
te os dados. Também chamado de DISQUETE. CD-ROM
Compact Disc - Read Only Memory
), é
um disco compacto onde as informações só podem ser li-das, mas não gravadas pelo usuário, pois já é fabricadocom um determinado conteúdo (
são gravadas apenas pelo
fabricante
). Ele tem a tecnologia óptica dos CDs de música,
mas possui um formato de trilha diferente, para armazena-rem dados. O CD de computador armazena grandes quan-tidades de informações, cerca de 700 MB de capacidade eutiliza um feixe de raio laser para gravá-las de uma manei-ra compacta.
Digital Versatile Disc
), ou disco digital
versátil, surgiu após o CD-ROM, já que a tecnologia evoluia cada dia e busca aperfeiçoar os dispositivos e recursospara a utilização do microcomputador. Ele pode conter pro-gramas, arquivos e permite ouvir músicas e rodar aplica-ções multimídia com melhor fidelidade de som e imagem,nestes discos com capacidade de sete a vinte e seis vezesmaiores que a dos CDs convencionais. Sua rotação é trêsvezes mais veloz que a do CD-ROM.
Numa unidade de DVD, pode-se rodar discos apre-
sentando um filme com 2 horas de duração, ouvindo somestéreo e imagem de tela de cinema, ou ainda rodar umlonga-metragem com vários idiomas dublados e legenda-dos. A imagem produzida por ele é melhor que a do video-cassete. Cada disco armazena 4,7 GB de cada lado e al-guns aparelhos de DVD quando fabricados no formato deduas camadas e dois lados, o disco pode armazenar até 17GB, permitindo a reprodução de até oito horas de filme.
Este manual se destina a você que deseja aprender
“Digitação” corretamente com os dez dedos e sem olharpara o teclado nem para a tela.
Esperamos que você, ao final deste curso, torne
Existem, no Brasil, três layout’s de teclado:
Teclado Português (ABNT2)
Este
curso
está
baseado
no
teclado
usado
pela
grande
maioria
dos
computadores
do
Brasil,
conhecido
como Teclado Português (
ABNT2 “Associação Brasileira de
Normas Técnicas”
O Teclado Português (
ABNT2 “Associação Brasileira
de Normas Técnicas”
), é mais semelhante ao da máquina
de escrever por apresentar a tecla cedilha (
ç
Teclado Português (Portugual)
Ele é bem menos usado aqui no Brasil, mas, caso o
digitador venha a utilizá-lo, não deverá encontrar proble-mas. A adaptação é muito rápida.
e e e
c c c
l l l
a a a
d d d
o o o
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g g g
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Teclado Português (Padrão Internacional)
Teclado
Português
Padrão
Internacional
é
bem
menos usado que o Teclado Português (
), mas, ca-
so o digitador venha a utilizá-lo, não deverá encontrar pro-blemas. A adaptação é muito rápida.
Onde está a cedilha (ç) no Teclado Português (Padrão
Internacional)?
A cedilha, no Teclado Português (
Padrão Internacio-
nal
) é digitado por uma combinação de teclas: digite nor-
malmente a apóstrofe (
) e, logo a seguir, digite a letra “
A cedilha aparecerá. Portanto, não esqueça:
Uma visão geral do Teclado Português (ABNT2)
Teclas de funções (F1 a F12)
São as teclas para funções operacionais. Servem
para agilizar determinadas operações. Por exemplo, paraacessar a ajuda de determinados programas (
) ou para
repetir o último fragmento digitado (
). Estas teclas são
muito usadas em conjunto com Ctrl, Alt e Shift.
Teclas de digitação
São as teclas alfanuméricas normais, encontradas
em qualquer máquina de escrever. Englobam as 04 fileirasbásicas do teclado, de A a Z e de 0 a 9, além dos símbolose caracteres especiais, como o famoso arroba (
), utiliza-
díssimo no ambiente Internet.
É a tecla usada para avançar marcas
de tabulação. Sua função mais utilizada é de-marcar o início do parágrafo. A tecla Tab é
muito útil, também, para avançar campos. Por exemplo,saltando para a próxima célula de uma tabela. Para retor-nar à célula anterior, usa-se Shift + Tab.
Tecla
de
acionamento
de
maiúsculas.
Atenção! A Caps Lock acionada (
luz indicadora
acesa
) mantém todo o texto em maiúsculo. No-
vamente, atenção! A Caps Lock acionada não habilita ossinais gráficos secundários (
aqueles que ficam em cima
dos números na quarta fileira ou em teclas de acentuaçãoe pontuação
). Para digitá-los, mesmo com a Caps Lock a-
cionada, você precisará do Shift.
Tecla usada, normalmente, para gra-
farem
iniciais
em
maiúsculas
mantendo
pressionada Shift e apertando a tecla da le-
tra que se deseja em maiúscula
). Com Shift, como expli-
camos, você também digita os sinais gráficos secundáriose de acentuação e pontuação.
Embora normalmente se utilize o mouse para sele-
cionar fragmentos de texto, um digitador rápido pode fazerisso muito melhor com o Shift em conjunto com uma dasteclas de cursor, aquelas setinhas que ficam entre o tecla-do numérico e o alfanumérico. Basta levar o cursor com e-las até o final da palavra que se deseja selecionar (
para
negritar, apagar, etc.
), pressionar Shift e continuar correndo
a tecla de cursor até cobrir a palavra inteira. Com o tempo,ganha-se muito mais velocidade do que com o uso domouse, que obriga o digitador a tirar as mãos do teclado.
A tecla Ctrl (
Control
) é muito usada para
determinadas
operações
especiais
teclas
de
atalho
). Para isso, ela é combinada com outras
teclas. O bom uso da tecla Ctrl aumenta enormemente avelocidade do digitador, que passa dispensar o uso domouse.
A tecla Alt costuma ser pouco usada pelo
digitador no ambiente dos editores de texto. Po-de servir, por exemplo, para acionar um caracte-re especial ou terceiro símbolo de uma tecla (
ob-
serve que algumas têm três símbolos
), como se fosse um
Shift secundário. Saindo do editor de texto, o digitador des-cobre, por exemplo, que Alt + Tab permite “saltar” de umaplicativo aberto para o outro dentro do Windows. Pode-seir do Word para o Excel, daí para o Access, e assim por di-ante.
A tecla Backspace retorna o cursor, apagan-
do o que foi digitado até o início do parágrafo. Sevocê continuar pressionando, ela saltará para o pa-
rágrafo seguinte e continuará “comendo” o texto. Muitos di-gitadores apagam textos inteiros assim, o que não é umasolução muito inteligente. Para isso, existe a tecla Delete.
A maior tecla do teclado. Usada pa-
ra marcar o final de um parágrafo. Ou se-ja: ao concluir um período digitado, pres-sione Enter para saltar para o parágrafoseguinte e, a seguir, Tab para avançar pa-ra a primeira tabulação.
Atenção! Lembre-se de que o editor de textos salta
normalmente para a próxima linha. Portanto, não use a te-cla Enter como se fosse a tecla de retorno de uma máquinade escrever, pois o editor reconhecerá este comando comouma quebra de texto, colocando a próxima linha num novoparágrafo. Mas se esquecer e digitar, nenhum problema:use o comando desfazer. Lembra-se? Ctrl + Z. Print Screen SysRq, Scroll Lock e Pause Break
São teclas muito utilizadas em ambiente DOS, ser-
vindo para avanço e interrupção da “rolagem” de dados pe-la tela do micro.
No ambiente Windows, a tecla Print Screen SysRq
serve para capturar integralmente a tela que está sendo vi-sualizada, jogando-a na área de transferência. Depois, épossível editar essa tela através, por exemplo, da ferra-menta Paint.
A tecla Esc é muito utilizada para interromper
a execução de determinados programas em ambi-ente Windows, sem a necessidade dos procedimen-
Cada tipo de aplicativo foi criado para que o compu-
tador realize uma forma de trabalho já existente. Os pro-cessadores de textos funcionam coma uma máquina deescrever sofisticada e com múltiplos recursos.
Basicamente, um processador de texto é um pro-
grama que faz com que o computador funcione como umamáquina de escrever sofisticada, com a vantagem de umamaior flexibilidade na elaboração de trabalhos.
As versões mais modernas dos processadores de
textos oferecem, por exemplo, a possibilidade de inseririmagens em um documento, a criação automática de malasdiretas e recursos para corrigir erros de digitação e degramática.
As sofisticadas ferramentas de editoração melhoram
a apresentação visual dos documentos, tornando a leituramais fácil e agradável. Processadores de texto
Este é um dos programas mais usados pela maioria
das pessoas que trabalham com computador e tambémuma boa forma de familiarizar-se com seu equipamento.
O que é um processador de texto
O processador de texto é o programa usado para
escrever no computador. Com ele, é possível escrever deuma simples carta até um livro inteiro.
Um processador de texto é essencialmente um pro-
grama que simula o funcionamento de uma máquina deescrever, mas com recursos que facilitam e agilizam a pro-dução, edição e finalização de textos.
Grande parte dessas vantagens se traduz em flexibi-
lidade. Na máquina de escrever, o texto digitado é escritoimediatamente no papel. Se o documento fica na memóriaRAM e o usuário pode alterar rapidamente o texto de váriasmaneiras, inserindo ou reposicionando parágrafos inteiros,substituindo palavras, transferindo texto de todas as formasimagináveis. Mesmo depois de gravar o documento em umarquivo no disco rígido ou em um disquete, é possível car-rega-lo novamente na memória RAM e muda-lo quantasvezes quiser.
O documento pronto pode ser impresso em alta qua-
lidade e em cores, dependendo da impressora disponível,ou publicado em mídias eletrônicas, como CD-ROMs, re-des locais e Internet. Recursos especiais
Com o tempo, recursos cada vez mais sofisticados
foram acrescentados aos processadores de textos para fa-cilitar o trabalho, aumentar a produtividade, reduzir o núme-ro de erros e embelezar o documento. Os resultados sãoprogramas tão cheios de recursos que é necessário umtempo considerável para dominá-los por completo.
Para lembrar:
Dominando apenas os recursos básicos de um pro-
cessador de texto, você já pode criar documentos de quali-dade e com boa apresentação. Com o tempo, poderá ex-plorar o acabamento de seu trabalho e economizar tempo. A digitação
Digitando o texto envolve o conhecimento das teclas
de edição e posicionamento dos cursores disponíveis noteclado: Insert, Delete, Home, End, Page Up, Page Down,Backspace e as setas de direcionamento do cursor (
para
cima, para baixo, esquerda e direita
). O usuário não preci-
Você sabia que o uso prolongado do microcomputa-
dor pode acarretar problemas de saúde se não forem to-mados cuidados com a postura e o tipo de equipamentoutilizado? Entre esses problemas encontram-se as LER –Lesões por esforço repetitivo, muito comum entre digitado-res que se debruçam por horas a fio diante do micro.
Para a quase totalidade dos usuários de informática,
a utilização do microprocessador como ferramenta de tra-balho significa não mais que sentar diante da máquina, li-ga-la e executar suas tarefas. Poucos, no entanto, têm co-nhecimento de que uma cadeira inadequada, um monitorcom luminâncias além do limite aconselhável ou mesmo afalta de um apoio para a mão na utilização do mouse po-dem ser sinônimo de desconforto até mesmo de problemasfísicos. Regiões mais afetadas
Pescoço
Olhos
Região Lombar
Pescoço
Em média, a cabeça de um adulto pesa cerca de 5,
quilogramas. Tem praticamente as mesmas dimensões deuma bola de boliche. Quando movimentada diretamentesobre os ombros durante uma sessão de trabalhos, múscu-los do pescoço ajudam-se com facilidade e suportam seupeso. Entretanto, quando inclinada muito à frente ou paratrás, os músculos esticam-se ou se contraem, causandodores incômodas como cãibras e fadigas. Por isso, a posi-ção correta do monitor é essencial para reduzir a tensãonos músculos do pescoço.
Mesa
É preciso que tenha regulagem independente de al-
tura para monitor e teclado. A borda superior da tela temque estar na altura dos olhos e o teclado coincidir com a al-tura do cotovelo. Tela anti-reflexiva
88 por cento dos monitores apresentam nível de re-
flexão acima do aceitável. Ora os olhos se habilitam com oclaro, ora com o escuro, o que provoca o cansaço da vista.Aconselha-se a utilização de tela de nylon fina importada. Apoios para pulsos e palma da mão
Se a mesa dispuser de apoio para pulso, deve ser
providenciado um. De preferência de espuma. O pulso nãopode ficar em posição quebrada quando da digitação –uma das agravantes da tenossinovite. No manuseio domouse é necessário um apoio de mão, também para man-ter o pulso neutro. Suporte para documento
Deve ficar preso ao monitor. A alternância do foco,
ora 50, ora 70 centímetros, cansa a vista.
Lesões por Esforço Repetitivo (
) e estresse cu-
mulativo proveniente da utilização de computadores têmsido alguns dos problemas mais comentem enfrentados portrabalhadores nos dias de hoje. Os micros se tornaram pe-ças indispensáveis em inúmeros segmentos do mercado.Mas as precauções tomadas para evitar os males decor-rentes da utilização exagerada dessas máquinas não têmacompanhamento o ritmo de seu emprego.
Pesquisas na área de ergonomia têm demonstrado
que o design inadequado não só do microprocessador,mas também do mobiliário em que o aparelho está inseridoprovoca desconforto a tal ponto ao trabalhador que diminuisua capacidade produtiva. O usuário, quando não dispõede condições apropriadas para realização do trabalho demodo seguro e confortável, tende a apresentar problemasprincipalmente no pescoço, na região lombar, nos olhos enos tendões das mãos e dos pulsos. Dados do Ministérioda Saúde revelam que, nos últimos anos, dos trabalhado-res licenciados por motivo de saúde, 20% sofrem de pro-blemas músculos-esqueléticos, ou seja, conseqüências do(
mau
) uso da informática.
Para a ergonomia Venétia Santos, o mundo assiste
a uma evolução no modo de trabalho. “Hoje, o homempassa muito tempo sentado. É preciso que o mercado seadapte a essa evolução”. “O ser humano não está prepara-do para permanecer oito horas contínuas na mesma posi-ção”. Ainda na opinião de Venétia, o trabalhador vive sobconstante pressão. Ela diz que por isso necessário que sedê a ela a estrutura necessária em seu local de trabalho.“Vão forçar cada vez mais a produtividade nas empresas.
O trabalhador será ainda mais exigido. Temos que encon-trar uma fórmula para melhorar suas condições de traba-lho, se não ele não agüenta”, comenta.
Ela recomenda que para cada hora de trabalho a
pessoa descanse pelo menos de cinco a dez minutos. Eressalta a importância do relaxamento. Acrescenta que ca-da um, no entanto, tem seu modo próprio de relaxar, comoassistir à TV, ouvir música ou fazer exercícios.
As inovações para os teclados começaram a surgir
para tentar combater os males que afetam números cadavez maiores de trabalhadores em centrais de atendimento,digitadores e jornalistas – profissionais que sobrecarregamos tendões em jornadas que excedem até seis horas inin-terruptas de trabalho. Estes males são as lesões por Esfor-ço Repetitivo (
). A tenossinovite é a mais conhecida
delas. Em estágio avançado, ela pode provocar espasmosde dor que impedem que a pessoa segure até mesmo umobjeto leve, como uma caneta.
Os principais meios para evitar as LER são fazer e-
xercícios com as mãos a cada hora de trabalho e utilizarum apoio para pulso nos teclados.
O problema tornou tão sério ultimamente que o Mar-
cello Alencar, sancionou em agosto do ano 96 uma lei (
n.º
) que estabelece normas de prevenção das doen-
ças e critérios de defesa da saúde dos trabalhadores emrelação às atividades que possam desencadear lesões poresforço repetitivo. A lei define as LER como provocadaspor atividades que exigem do trabalhador, de forma combi-nada ou não: “a) utilização repetitiva, continuada e forçada,de grupos musculares; b) manutenção de posturas inade-
quadas; c) tensão psicológica decorrente do ritmo, intensi-dade, duração da jornada ou mecanismos do controle dotrabalho; e d) fatores relacionais aos postos de trabalho,aos equipamentos e às condições de trabalho que limitama autonomia dos trabalhadores sobre os movimentos dopróprio corpo e reduzem sua criatividade e liberdade deexpressão.
O designer Freddy van Camp, reforça a tese de Ve-
nétia Campos em relação à importância do mobiliário parao usuário de informática. Diz que a ergonomia não deve es-tar apenas no computador, mas também no suporte. “Oconforto no posto de trabalho não é apenas um problemade medida, postura, tipo de teclado. O computador hoje fazparte de um sistema e precisa estar inserido nele”, obser-va.
Ele cita a questão da altura adequada da mesa. Se-
gundo van Camp, a mesa-padrão de trabalho deve medir75 cm de altura, mas o teclado tem de estar a 68 cm. “Oque se fez? Produziram-se mesas de 72 cm, que não aten-dem a nenhuma das duas recomendações, e outra de altu-ra variável, uma boa solução, mas que cai no problema doaumento do custo. Têm de ser encontradas soluções paraproblemas como esse”, afirma.
O Próprio van Camp criou uma saída: desenvolveu
uma mesa de 75 cm de altura, mas com um suporte retrátilde 68 cm para o teclado. “O problema é que o consumidorgasta até R$ 3 mil com o computador, mas se recusa a pa-gar R$ 100,00 para o suporte adequado. Então compraprodutos de baixa qualidade e que não atendam as ques-tões fundamentais”, comenta.
Uso do dedo polegar
Bate-se o espaço com o dedo polegar quer da mão
esquerda, quer da mão direita, conforme a facilidade decada aluno para tal emprego.
Você inicia agora seu curso de digitação. Ele lhe se-
Nesta fase, a mais importante do aprendizado, você
conhecerá a posição das letras do teclado alfabético ABNT.Todo o desenvolvimento posterior dependerá do bom de-sempenho nas lições seguintes.
Ao copiar os exercícios a seguir, tecle ENTER ao fi-
nal de cada linha para saltar para linha seguinte.
Os exercícios deverão ser feitos como a Lição 1 a-
baixo. Os espaços devem ser dados corretamente, pois fa-zem parte dos exercícios.
Lição 1 - ASDFG asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfgasdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfgasdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfgasdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfgasdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg Lição 2 - HJKLÇ hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklçhjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklçhjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklçhjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklçhjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç hjklç Lição 3 - GFDSA gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsagfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsagfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsagfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsagfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa gfdsa Lição 4 - ÇLKJH çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjhçlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjhçlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjhçlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjhçlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh çlkjh Lição 5 - ASDFGHJKLÇ asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklçasdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklçasdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklçasdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklçasdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç asdfghjklç
Lição 6 - ÇLKJHGFDSA çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsaçlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsaçlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsaçlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsaçlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa çlkjhgfdsa Lição 7 - GFDSAÇLKJH gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjhgfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjhgfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjhgfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjhgfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh gfdsaçlkjh Lição 8 - HJKLÇASDFG hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfghjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfghjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfghjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfghjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg hjklçasdfg Lição 9 - AÇSLDKFJGH açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjghaçsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjghaçsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjghaçsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjghaçsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh açsldkfjgh Lição 10 - GHFJDKSLAÇ ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaçghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaçghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaçghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaçghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç ghfjdkslaç