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Apostila de Hardware Completa
Tipologia: Notas de estudo
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O que é Hardware, 01. Sistema Binário Regras Formais Revisão dos Componentes Placa Mãe Processador Tipos mais atuais de Processadores Memória Memórias Voláteis Memórias Não Voláteis Armazenamento Corporativo Memória Cache Memória RAM, 13 Memória ROM Memória FERAM Disco Local (HD), 15 Tipos de HD Fonte de Alimentação Fontes de Alimentação Digitais e Lineares Coolers Tipos de Coolers Aplicativo SpeedFan Periféricos, 25 Funções Básicas Tipos de Dispositivos Formas de Comunicação Unidades de Entrada Unidade de Saída Periféricos Fundamentais Chipset Principais Características do Chipset Principais Chipsets e seus fabricantes Diagrama de um Chipset, 34 Instalação de Software de Chipsets Intel Disco Rígido (HD) Como são gravados e lidos os dados
Formatação Setor de Boot Unidades de Alocação Capacidade do Disco Rígido Controlador de Disco Desfragmentar demais o disco, pode estragá-lo?, 47 Quando devo desfragmentar? Expandir Memória Trocando a RAM na prática Instalando na Teoria Verificar Memória Memória Virtual Configurar Memória Virtual Montando seu PC Ferramentas Necessárias Gabinete, 57 Placa Mãe no Gabinete Conectar Processador na Placa Mãe Conectar o Cooler sobre o Processador Conectar a Memória na Placa Conectar Cabo Flat na Placa Conectar o Cabo Flat na HD Conectar Fonte Conectar Placa de Rede, 66 Minha Placa Mãe Diagrama Placa Mãe Configuração do Computador Windows 7: Instalação Limpa e Segura, 69 Instalar o Windows 7. Como criar uma nova partição Utilizando o CD de Recuperação do S.O, 76 Comandos do Windows Bios Configuração do Bios, 78 Introdução ao MS-DOS
Tópicos do Curso O que é Hardware
1% (^) Sistema Binário
3% (^) Regras Formais
4% (^) Revisão dos Componentes
5% (^) Placa Mãe
6% (^) Processador
9% (^) Tipos mais atuais de Processadores
10% (^) Memória
11% (^) Memórias Voláteis
11% (^) Memórias Não Voláteis
12% (^) Armazenamento Corporativo
12% (^) Memória Cache
13% (^) Memória RAM
14% (^) Memória ROM
15% (^) Memória FERAM
16% (^) Disco Local (HD)
19% (^) Tipos de HD
20% (^) Fonte de Alimentação
21% (^) Fontes de Alimentação Digitais e Lineares
Participação no Grupo de Estudo do curso
22% (^) Exercício 1
22% (^) Coolers
23% (^) Tipos de Coolers
25% (^) Aplicativo SpeedFan
27% (^) Periféricos
28% (^) Funções Básicas
29% (^) Tipos de Dispositivos
29% (^) Formas de Comunicação
Participação nas Atividades Reflexivas
30% (^) Unidades de Entrada
31% (^) Unidade de Saída
32% (^) Periféricos Fundamentais
33% (^) Chipset
33% (^) Principais Características do Chipset
34% (^) Principais Chipsets e seus fabricantes
35% (^) Diagrama de um Chipset
41% (^) Instalação de Software de Chipsets Intel
43% (^) Disco Rígido (HD)
44% Como são gravados e lidos os dados
Participação no Grupo de Estudo do curso
46% (^) Formatação
46% (^) Setor de Boot
O que é Hardware INTRODUÇÃO
CONCEITO
O primeiro componente de um sistema de computação é o HARDWARE (Ferragem), que corresponde à parte material, aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito.
O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em SISTEMA CENTRAL E PERFIFÉRICOS. Tanto os periféricos como o sistema central são equipamentos eletrônicos ou elementos eletromecânicos.
O QUE É HARDWARE? O hardware, circuitaria, material ou ferramental. É a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em complemento ao hardware, o software é a parte lógica, ou seja, o conjunto de instruções e dados processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, que é a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo útil para o ser humano. Além de todos os componentes de hardware, o computador também precisa de um software chamado Sistema Operacional.
O Sistema Operacional torna o computador utilizável. Ele é o responsável por gerenciar os dispositivos de hardware do computador (como memória, unidade de disco rígido, unidade de CD) e oferecer o suporte para os outros programas funcionarem (como Word, Excel etc.). O termo "hardware" não se refere apenas aos computadores pessoais, mas também aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como os dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, automóveis, aparelhos celulares (em Portugal portátil), entre outros.
Sistema Binário O sistema de numeração binário É importante ressaltar que o objetivo de qualquer sistema de numeração é representar quantidades, e que uma mesma quantidade pode ser representada em qualquer sistema de numeração.
O que será visto agora é como representar uma quantidade em um sistema de numeração que não é o sistema decimal. Esta seção trata especificamente de representação de quantidade no sistema binário. Porém, antes de iniciar, é imprescindível entender que:
Quando uma quantidade é representada em binário, é importante lembrar que somente dois dígitos são utilizados e que convencionalmente utiliza-se os símbolos 0 e 1. Utilizando estes dois dígitos, é possível enumerar os números em binário da seguinte forma:
A primeira linha indica que a quantidade vazio corresponde ao símbolo 0 em decimal e ao símbolo 0 em binário. De maneira análoga, a quantidade de um elemento corresponde ao símbolo 1 tanto em decimal quanto em binário. As coisas começam a ficar interessantes para representar uma quantidade de dois elementos. Neste caso, precisamos de mais de um símbolo binário. O problema é análogo ao que ocorre para representar uma quantidade maior do que nove no sistema decimal. A solução adotada para o sistema binário é a mesma para o sistema decimal: acrescenta-se maior quantidade de símbolos. Intuitivamente, é possível perceber que ao somar. (01) 2 + (01) 2 = (10) (^2) Observe a notação adotada. Para evitar confusões, usamos o subscrito para indicar a base do número entre parênteses. Assim, (10) 2 indica um número na base binária, enquanto que (10) 10 indica um número na base decimal.
A equação geral para representar uma quantidade na representação binária é a seguinte: Essa fórmula adota ainda o sistema de numeração decimal (o dígito dois está representado como 2, que não existe em binário), e ajuda a converter quantidades representadas em binário para decimal. Como exemplo disso, considere o número (1100) 2. Para convertê-lo para decimal, basta utilizar a seguinte equação:
Ou seja, (1100) 2 = (12) 10 Para converter um número decimal para binário, basta somar as potências de dois que compõem o número decimal. Por exemplo, os números (14) 10 e (9) 10 podem ser convertidos em somatório de potências de dois da seguinte forma: (14) 10 = 8 + 4 + 2 = 2 3 + 2 2 + 2^1 = (1110) 2 (09) 10 = 8 + 1 = 2^3 + 2^0 = (1001) 2 O processo descrito acima é a base para a conversão entre quantidades, e é normalmente usada quando o número é pequeno. Quando o número é grande, outro mecanismo é utilizado.
Regras Formais Esta seção apresenta “meio automáticos para fazer a conversão entre bases, e podem ser facilmente implementadas em computador.
Ao invés de se usar somente as conversões entre as bases decimal, binária e hexadecimal, a abordagem adotada permite converter qualquer quantidade representada em uma base para qualquer outra base.
Os mecanismos de conversão são basicamente algébricos, e exigem cálculos. Porém, se estamos lidando com sistemas de numeração diferente do decimal, como fazer cálculos em decimal? Por exemplo, se quisermos converter (65) 7 → (?) 11 , como fazer os cálculos se nenhuma das bases é a base decimal?
Algumas raras pessoas serão capazes de fazer os cálculos na base 7. Outras, também raras, saberão fazer os cálculos na base 11. Porém, não deve-se considerar que estes casos irão corresponder à situação normal, e acreditamos que a maior parte das pessoas irão preferir fazer os cálculos na base 10.
Os algoritmos apresentados nesta seção permitem que todos os cálculos sejam feitos na base decimal a custo de algum trabalho "extra". No caso que citamos acima ((65) 7 → (?) 11 ), será necessário usar a base decimal como intermediária, ou seja, (65) 7 → (?) 10 → (?) 11. Na primeira parte da conversão ((65) 7 → (?) 11 ) , desejamos usar a base decimal para os cálculos (a base destino), enquanto que na segunda parte da conversão, ((?) 10 → (?) 11 ), desejamos usar a base decimal para os cálculos (a base origem).
Os dois algoritmos que serão mostrados a seguir mostram como fazer a conversão de forma a fazer os cálculos na base origem ou na base destino.
Revisão dos Componentes
É fundamental que se conheça os componentes do computador, você verá que cada um tem uma função diferente, onde todos dependem praticamente um do outro.
Placa-mãe, também denominada mainboard ou motherboard, é uma placa de circuito impresso, que serve como base para a instalação dos demais componentes de um computador, como o processador, memória RAM, os circuitos de apoio, as placas controladoras, os slots do barramento e o chipset. FUNCIONAMENTO A placa-mãe realiza a interconexão das peças componentes do microcomputador. Assim, processador, memória, placa de vídeo, HD, teclado, mouse, etc. estão ligados diretamente à placa-mãe. Ela possui diversos componentes eletrônicos (circuitos integrados, capacitores, resistores, etc.) e entradas especiais (slots) para que seja possível conectar os vários dispositivos.
Registrador de Instrução (IR) – Registra a execução da instrução; Memory management unit: A MMU (em inglês: Memory Management Unit) é um dispositivo de hardware que transforma endereços virtuais em endereços físicos e administra a memória principal do computador.
Unidade de ponto flutuante: Nos processadores atuais são implementadas unidades de cálculo de números reais. Tais unidades são mais complexas que ULAs e trabalham com operações maiores, com tamanhos típicos variando entre 64 e 128 bits.
Freqüência de operação: O relógio do sistema (Clock) é um circuito oscilador a cristal (efeito piezo elétrico) que tem a função de sincronizar e ditar a medida de tempo de transferência de dados no computador. Esta freqüência é medida em ciclos por segundo, ou Hertz. A capacidade de processamento do processador não está relacionada exclusivamente à frequência do relógio, mas também a outros fatores como: largura dos barramentos, quantidade de memória cache, arquitetura do processador, tecnologia de co-processamento, tecnologia de previsão de saltos (branch prediction), tecnologia de pipeline, conjunto de instruções, etc.
O aumento da frequência de operação nominal do processador é denominado overclocking. Arquitetura: Existem duas principais arquiteturas usadas em processadores: A arquitetura de Von Newmann. Esta arquitetura caracteriza-se por apresentar um barramento externo compartilhado entre dados e endereços. Embora apresente baixo custo, esta arquitetura apresenta desempenho limitado pelo gargalo do barramento.
A arquitetura de Harvard. Nesta arquitetura existem dois barramentos externos independentes (e normalmente também memórias independentes) para dados e endereços. Isto reduz de forma sensível o gargalo de barramento, que é uma das principais barreiras de desempenho, em detrimento do encarecimento do sistema como um todo.
Existem dois modelos de computação usados em processadores: CISC (em inglês: Complex Instruction Set Computing, Computador com um Conjunto Complexo de Instruções), usada em processadores Intel e AMD; possui um grande conjunto de instruções (tipicamente centenas) que são armazenadas em uma pequena memória não-volátil interna ao processador. Cada posição desta memória contém o micro instruções, ou seja, os passos a serem realizados para a execução de cada instrução. Quanto mais complexa a instrução, mais micro instruções ela possuirá e mais tempo levará para ser executada. Ao conjunto de todo o micro instruções contido no processador denominamos micro código. Esta técnica de computação baseada em micro código é denominada micro programação.
RISC (em inglês: Reduced Instruction Set Computing, Computador com um Conjunto Reduzido de Instruções) usada em processadores PowerPC (da Apple, Motorola e IBM) e SPARC (SUN); possui um conjunto pequeno de instruções (tipicamente algumas dezenas) implementadas diretamente em hardware. Nesta técnica não é necessário realizar a leitura em uma memória e, por isso, a execução das instruções é muito rápida (normalmente um ciclo de clock por instrução). Por outro lado, as instruções são muito simples e para a realização de certas tarefas são necessárias mais instruções que no modelo CISC.
CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO DOS PROCESSADORES A capacidade de processamento de um microprocessador é de certa forma difícil de medir, uma vez que esse desempenho pode se referir a quantidade máxima teórica de instruções que podem ser executadas por segundo, que tipos de instruções são essas, tendo também a influência de sua arquitetura e de sua comunicação externa, mas num contexto geral a capacidade máxima teórica de processamento é medida em Flops (instruções de ponto flutuante), podendo essa ser de precisão simples, dupla, quádrupla, dependendo do contexto, e em MIPS (milhões de instruções por segundo), sendo essas operações com números inteiros. Somente a capacidade máxima teórica de um microprocessador não define seu desempenho, somente dá uma noção da sua capacidade, uma vez que sua arquitetura, barramento com a memória entre outros também influenciam no seu desempenho final, sendo assim, sua capacidade de processamento é medida comparando a velocidade de execução de aplicativos reais, podendo assim, testar seu desempenho em atividades comuns.
Tipos mais atuais de Processadores Existem diversos tipos de processadores, é uma lista enorme, neste caso, iremos conhecer apenas os tipos mais atuais.
Memória Memória são todos os dispositivos que permitem a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente. TIPOLOGIA Podemos distinguir os vários tipos de memórias:
Às vezes faz-se uma diferença entre memória secundária e memória terciária. A memória secundária não necessita de operações de montagem (inserção de uma mídia ou média em um dispositivo de leitura/gravação) para acessar os dados, como discos rígidos; a memória terciária depende das operações de montagem, como discos ópticos e fitas magnéticas, entre outros.
Memórias Voláteis
Memórias voláteis são as que requerem energia para manter a informação armazenada. São fabricadas com base em duas tecnologias: dinâmica e estática.
Memória SRAM de 64MB Memória dinâmica A memória dinâmica é a mais barata delas e, portanto, a mais utilizada nos computadores e são aquelas que foram popularizadas como memórias RAM. Este atributo vem do nome inglês Randomic Acess Memory (memória de acesso aleatório), que significa que os dados nela armazenados podem ser acessados a partir de qualquer endereço. As memórias RAM se contrapõem com as de acesso sequencial, que exigem que qualquer acesso seja feito a iniciar pelo primeiro endereço e, sequencialmente, vai “pulando” de um em um até atingir o objetivo. Na realidade, existem outras memórias de acesso aleatório nos computadores, inclusive não voláteis, portanto, é importante ter o conhecimento de que o nome RAM é apenas uma popularização do nome da memória principal dos computadores, utilizada para armazenar os programas e dados no momento da execução.
apropriado seria Memória de Leitura e Escrita.
Apesar do conceito de memória de acesso aleatório ser bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo eletrônico que o implementa, basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso, também fica implícito que é uma memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada.
Algumas memórias RAM necessitam que os seus dados sejam frequentemente refrescados (atualizados), podendo então ser designadas por DRAM (Dynamic RAM) ou RAM Dinâmica. Por oposição, aquelas que não necessitam de refrescamento são normalmente designadas por SRAM (Static RAM) ou RAM Estática.
Do ponto de vista da sua forma física, uma RAM pode ser constituída por um circuito integrado DIP ou por um módulo SIMM, DIMM, SO-DIMM, etc. Para computadores pessoais elas são normalmente adquiridas em módulos de memória (popularmente conhecido como pente, pelo fato de que seus contatos se parecem com os dentes de um pente de cabelo), que são placas de circuito impresso que já contém várias memórias já montadas e configuradas de acordo com a arquitetura usada na máquina.
A capacidade de uma memória é medida em Bytes, kilobytes (1 KB = 1024 ou 210 Bytes), megabytes (1 MB = 1024 KB ou 220 Bytes) ou gigabytes (1 GB = 1024 MB ou 230 Bytes).
A velocidade de funcionamento de uma memória é medida em Hz ou MHz. Este valor está relacionado com a quantidade de blocos de dados que podem ser transferidos durante um segundo. Existem, no entanto algumas memórias RAM que podem efetuar duas transferências de dados no mesmo ciclo de clock, duplicando a taxa de transferência de informação para a mesma frequência de trabalho. Além disso, a colocação das memórias em paralelo (propriedade da arquitetura de certos sistemas) permite multiplicar a velocidade aparente da memória.
A memória principal de um computador baseado na Arquitetura de Von-Neumann é constituída por RAM. É nesta memória que são carregados os programas em execução e os respectivos dados do utilizador. Uma vez que se trata de memória volátil, os seus dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de dados, é necessário salvar a informação para suporte não volátil (por ex. disco rígido), ou memória secundária.
Há também quem diga que uma memória volátil pode ser "burlada" ou "congelada" com hidrogênio liquido, ou seja, mesmo a memória sendo desligada, ela não perderia seus dados.
Memória ROM A memória somente de leitura (acrônimo ROM (em inglês)) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas, somente acessadas. São memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente.
Uma memória somente de leitura propriamente dita vem com seu conteúdo gravado durante a fabricação. Atualmente, o termo Memória ROM é usado informalmente para indicar uma gama de tipos de memória que são usadas apenas para a leitura na operação principal de dispositivos eletrônicos digitais, mas possivelmente podem ser escritas por meio de mecanismos especiais. Entre esses tipos encontramos as PROM, as EPROM, as EEPROM e as memórias flash. Ainda de forma mais ampla, e de certa forma imprópria, dispositivos de memória terciária, como CD-ROM, DVD-ROMs, etc., também são algumas vezes citados como memória ROM.
Apesar do nome memória ROM ser usado algumas vezes em contraposição com o nome memória RAM, deve ficar claro que ambos os tipos de memória são de acesso aleatório.
Memória FERAM Cristais e cerâmicas ferroelétricas têm sido estudadas desde a primeira metade do século 20, com a descoberta, em 1921, do tartarato tetra hidratado de sódio e potássio (NaKC4H4O6.4H2O), conhecido como Sal de Rochelle, que é um material que apresenta polarização espontânea abaixo do ponto de Curie, que pode ser revertida com a aplicação de um campo externo. Foram estes estudos que conduziram ao que conhecemos hoje de ferroeletricidade1. O principal interesse nessas pesquisas reside no fato que tais materiais apresentam propriedades com grande potencial para aplicações tecnológicas.
Disco Rígido ou Hard Disk (HD)
A dinâmica de funcionamento do disco rígido é bastante complexa, embora ele efetue apenas dois comandos, leitura e gravação. Quando o usuário digita um comando de gravação, este envia o arquivo a ser gravado na forma de impulsos eletrônicos por um circuito lógico que movimenta a agulha sobre uma ou varias laminas revestidas por uma película magnetizável e então o arquivo é magneticamente gravado.
O disco rígido é composto basicamente por quatro partes bem distintas, são elas:
CONTROLADORA OU CIRCUITO LÓGICO
Esta é a parte eletrônica onde é conectado o cabo da fonte e o cabo de comunicação do disco com o computador. Todo o movimento do disco rígido é controlado por este circuito lógico.
A maioria dos componentes usados nos circuitos lógicos são ultra- miniaturizados o que reduz bastante o tamanho da controladora. A partir disto, surgiram discos rígidos menores.
AGULHA É a conexão entre a película magnetizável e a controladora. A agulha é a responsável pela leitura e gravação dos dados na película.
A agulha é formada basicamente por micro bobinas que ficam em suas pontas, estas são denominadas cabeças de leitura e gravação. Um disco de três pratos possui uma agulha de cinco ha seis cabeças ou bobinas responsáveis pela leitura dos dados. Estas bobinas são conectadas por intermédio de fios muito finos ao circuito integrado que fica preso na parte lateral do suporte da agulha ou ao lado do mesmo e este é conectado na controladora.
É o responsável pelo movimento do disco. O motor é constituído de aproximadamente treze pequenas bobinas que geram campo eletromagnético sobre um aro feito de imã, onde o choque de forças entre as polaridades produzem o movimento. É devido a sua arquitetura que o pequeno motor consegue arranque rápido e desempenho adequado.
Fontes de Alimentação Digitais e Lineares
Responda às Perguntas abaixo.
Pergunta 1: O que é a placa mãe?
Sua resposta: É uma placa de circuito impresso, que serve como base para a instalação dos demais componentes de um computador.
Resposta Correta: É uma placa de circuito impresso, que serve como base para a instalação dos demais componentes de um computador.
Explicação: A placa-mãe realiza a interconexão das peças componentes do microcomputador.
Pergunta 2: As memórias voláteis são fabricadas em duas tecnologias. São elas:
Sua resposta: Dinâmica e estática.
Resposta Correta: Dinâmica e estática.
Explicação:
A memória dinâmica é a mais barata delas e, portanto, a mais utilizada nos computadores e são aquelas que foram popularizadas como memórias RAM. E a memória estática não necessita ser analisada ou recarregada a cada momento.
Pergunta 3: Quais são os 4 blocos de componentes elétricos que formam uma fonte de alimentação?
Sua resposta: Transformador de força, circuito retificador, filtro capacitivo e/ou indutivo e regulador de tensão.
Resposta Correta: Transformador de força, circuito retificador, filtro capacitivo e/ou indutivo e regulador de tensão.
Explicação:
Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão), um circuito retificador, um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão.
Além de ter um cooler adequado para sua necessidade, há alguns programas que podem ajudar a controlar a temperatura do seu computador. O SpeedFan é um ótimo aplicativo para você controlar a velocidade, temperatura e voltagem do cooler e outros componentes do seu PC.
Aplicativo SpeedFan O programa funciona em computadores que possuem chip de monitoramento de hardware. O SpeedFan analisa a temperatura do PC e a velocidade e voltagem do ventilador. Você marca a temperatura máxima. Se o sistema atingir esse nível, o SpeedFan informa da necessidade de se evitar o superaquecimento.
CABO FLAT Cabo flat é um componente que faz a interação entre o seu HD e a placa-mãe, ou então a interação entre dois HDS, ou entre HD e CD/DVD. Ele serve para transferência dos dados. O cabo Flat possui três conectores com espaços padronizados. São fabricados de forma a ter fios finos, unidos, e ficando paralelo uns aos outros. Estes fios são denominados de “vias”. Nestas “vias” é que trafegam os dados. Os cabos flat possuem 18 polegadas de comprimento, o que corresponde a 45 centímetros. À esquerda cabo Flat Cable de 40 vias e 80 vias.
CABOS FLATS 40 VIAS O cabo flat de 40 vias pode atingir uma velocidade de transferência de dados de 44Mb/s. O plugue de conexão será sempre igual, ao de 80 vias.
Observe que este cabo contém 39 furos. Um furo está vedado para evitar que pessoas “menos experientes” conectem o cabo de forma errada. Na placa mãe também faltara este pino de conexão.
Este cabo flat possui 18 polegadas de comprimento, o que dá 45 centímetros. CABOS FLATS 80 VIAS O cabo de 80 vias foi desenvolvido para substituir o cabo flat de 40 vias. Porém este cabo flat de 80 fios condutores tem os mesmos conectores do cabo de 40 vias. Este cabo de 80 pinos é compatível com o modelo anterior de 40 vias. Nenhuma troca foi feita nos conectores IDE/ATA, exceto seu código de cores.
CABO FLAT DISQUETE O Cabo flat de disquete é feito de 5 conectores, sendo 2 para drivers de 5 ¼ (não usuais atualmente), 2 para unidade de 3 ½ e um para conectar á interface.
Periféricos Periféricos são aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do computador. Na informática, o termo "periférico" aplica-se a qualquer equipamento acessório que seja ligado à CPU (unidade central de processamento), ou, num sentido mais amplo, ao computador.
O primeiro Periférico criado foi por um cientista chamado Philipe Brusk. Os exemplos de periféricos são: impressoras, digitalizadores, leitores e ou gravadores de CDs e DVDs, leitores de cartões e disquetes, mouses, teclados, câmeras de vídeo, entre outros.
Cada periférico tem a sua função definida, desempenhada a enviar tarefas ao computador, de acordo com sua função periférica. Os periféricos são: De entrada, de saída, de processamento, de entrada e de saída, de armazenamento e externos).
Existem vários tipos de periféricos:
•De armazenamento: armazenam informações do computador e para o mesmo (pen drive, disco rígido, cartão de memória, etc.).
Outros recursos são adicionados ao computador através de placas próprias: é o caso da Internet, com placa de rede ou modem; televisão, através de uma placa de captura de vídeo, etc.
Funções Básicas
Entre outras diferenças, os dispositivos de entrada e saída são muito mais lentos que o computador, característica essa que impõe restrições à comunicação, de vez que o computador precisaria esperar muito tempo pela resposta do dispositivo.
Outra diferença fundamental diz respeito às características das ligações dos sinais dos dispositivos. Os primeiros computadores, especialmente os de pequeno porte, eram muito lentos e os problemas de diferença de velocidade eram resolvidos sem dificuldade e não representavam problema importante. Dessa forma, a ligação dos dispositivos de E/S era feita através de circuitos simples (as interfaces) que apenas resolviam os aspectos de compatibilização de sinais elétricos entre os dispositivos de E/S e a UCP. Os aspectos relativos a diferenças de velocidade (especialmente tempo de acesso e throughput) eram resolvidas por programa (isto é, por software). Entre esses componentes, trafegam informações relativas a dados, endereços e controle.
Tipos de Dispositivos Os dispositivos de ENTRADA são: teclado, mouses, scanners, leitoras óticas, leitoras de cartões magnéticos, câmeras de vídeo, microfones, sensores etc.
As funções desses dispositivos são:
Como todos os bits são transferidos pelo mesmo meio físico (mesmo par de fios), as eventuais irregularidades afetam todos os bits igualmente. Portanto, a transmissão serial não é afetada por irregularidades do meio de transmissão. No entanto, a transmissão serial é intrinsecamente mais lenta (de vez que apenas um bit é transmitido de cada vez).
Como os bits são transmitidos sequencialmente um a um, sua utilização é normalmente indicada apenas para periféricos mais lentos, como por exemplo teclado, mouse etc ou quando o problema da distância for mandatório, como nas comunicações a distâncias médias (tal como em redes locais) ou longas (comunicações via linha telefônica usando modems).
Obs.: Comparativamente, a transmissão serial tem recebido aperfeiçoamentos importantes que vem permitindo o aumento da velocidade de transmissão por um único par de fios, cabo coaxial ou de fibra ótica. A tendência tem sido no sentido do aperfeiçoamento das interfaces seriais que hoje permitem taxas de transferência muito altas com relativamente poucas restrições de distância.
Em microcomputadores, a interface USB - Universal Serial Bus permite hoje ligar até 128 dispositivos a taxas muito altas (centenas de kbps).
Característica Custo Distância Throughput Paralelo maior curta alto Serial menor sem limite baixo
Unidades de Entrada É toda e qualquer unidade do computador que utilizamos para entrar com dados. As mais comuns são o teclado, o mouse e o scanner. Veja abaixo algumas coisas sobre eles:
Unidade de Saída Apresentam os resultados finais do processamento, ou seja, a saída de dados. Exemplos: monitores de vídeo, impressoras etc.
Periféricos Fundamentais Existem periféricos que, pelas funções que desempenham, são considerados fundamentais, e são eles os periféricos de entrada Teclado e Rato e o periférico de saída Monitor.
O teclado permite a introdução de dados e informação no computador, através da pressão de teclas que representam caracteres que o utilizador entende, e que são transformados em 0s e 1s que o computador entende.
O rato permite a introdução de dados e informação, sobre a forma de escolha ou seleção de itens existentes no software de aplicação. Os ratos atuais possuem três teclas, duas para seleção e funções e uma central (Scroll), que permite a navegação fácil em páginas.
O monitor permite a recepção da informação de forma a que o utilizador entenda, mostrando, através de feixes de luz, os caracteres visualizados pelo utilizador.
CHIPSET É um grupo de circuitos integrados ou chips, que são projetados para trabalhar em conjunto e que são geralmente comercializados como um produto único.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
O chipset é um dos principais componentes lógicos de uma placa-mãe, dividindo-se entre "ponte norte" (northbridge, controlador de memória, alta velocidade) e "ponte sul" (southbridge, controlador de periféricos, baixa velocidade). A ponte norte faz a comunicação do processador com as memórias, e em alguns casos com os barramentos de alta velocidade AGP e PCI Express. Já a ponte sul, abriga os controladores de HDs (ATA/IDE e SATA), portas USB, paralela, PS/2, serial, os barramentos PCI e ISA, que já não é usado mais em placas-mãe modernas.
Muitas vezes, como em algumas implementações de controladores para processadores AMD K8 (Athlon 64 e Athlon X2, nos quais o controlador de memória está embutido no processador), as duas pontes (bridges) são substituídas por um único chip, o que reduz custos para os fabricantes.
O chipset é quem define, entre outras coisas, a quantidade máxima de memória RAM que uma placa-mãe pode ter, o tipo de memória que pode ser usada (SDRAM, DDR-SDRAM, Rambus, etc.), a freqüência máxima das memórias e do processador e o padrão de discos rígidos aceitos (UDMA/33, UDMA/66, etc.).
Normalmente os leigos não sabem, mas todas as placas-mãe têm marca. As marcas de placas-mãe mais conhecidas são Asus, ASRock, Abit, Soyo, Epox, Zida/Tomato, Pcchips, QDI, ECS, FIC, Tyan, Biostar, Soltek, Phitronics, Gigabyte, Intel, entre outras. É muito comum confundir a marca da placa-mãe com a marca do chipset. Por exemplo, pelo fato de uma placa-mãe usar chipset SiS, isto não significa que a placa foi produzida por essa empresa, pois a SiS fabrica apenas os circuitos usados por motherboards, mas não fabrica placas, algumas pessoas também confundem a marca do processador com a da placa mãe. Por exemplo, uma placa mãe que use um processador Intel pode não ter sido fabricada pela Intel apesar da empresa também fabricar placas-mãe, muitas outras empresas também fazem placas que utilizam os processadores Intel.
Muitas vezes, ocorre de nos depararmos com placas aparentemente "sem marca" sendo vendidas no mercado. Na realidade estas placas têm marca, mas possivelmente o vendedor a desconhece e algumas vezes são falsificações. Para descobrir a marca de uma placa-mãe, você pode usar programas como o CTBios e o Hwinfo. Podemos classificar placas-mãe de acordo com o soquete (soquete 370, soquete A, soquete 478, etc.), o seu chipset, ou seja, com o conjunto de circuitos da placa-mãe, além do tamanho do cache de memória externo, se a motherboard for do tipo socket 7 ou super 7.
PRINCIPAIS CHIPSETS E SEUS FABRICANTES
AMD Notebooks)