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Curso virtual de Latim Basico Curso Virtual de Latim Básico
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!
















































O latim deriva de línguas arcaicas faladas na região do Lácio antes da fundação da cidade de Roma, principalmente o osco, o umbro e o etrusco, consolidando-se gramaticalmente a partir do século III a.C. Do local de origem (Lácio = Latium, no idioma deles) provém o nome LATIM.
No apogeu do império romano, sofreu muita influência do idioma grego, predominante então na região do mediterrâneo. Teve seu período clássico entre os anos 81 a.C e 17 d.C., época dos principais escritores latinos: Cícero, César, Vergílio, Horário, Ovídio, Tito Lívio, dentre outros.
As guerras de conquistas do exército romano levaram o latim popular, falado pelos soldados romanos, para outras regiões da Europa, onde interagindo com idiomas locais, deu origem às atuais línguas neolatinas (português, espanhol, italiano, francês, catalão, romeno).
Como acontece em todo idioma, havia, na Roma antiga, a língua culta, gramaticalmente correta dos literatos e a língua popular, falada pelo povo de pouca instrução e sem preocupação com a correção gramatical. Foi esta última que se espalhou pela Europa e, no caldeirão dos dialetos regionais, comandou a formação das linguas neolatinas.
O português foi o resultado da mistura do latim com o galego, principal lingua falada na região do Condado Portucalense, que hoje corresponde a Portugal. Foi uma das linguas derivadas do latim que mais demorou a se formar, sendo provavelmente este o motivo de ser o português tão dessemelhante ao latim, diferentemente das outras línguas neolatinas, que mais se aproximam da sua origem, sobretudo o romeno.
O latim literário continuou a ser adotado e utilizado durante muitos séculos pelos escritores cristãos, mesmo depois de não ser mais falado como linguagem corrente na sua região de origem. E por influência dos monges, o latim era utilizado também como idioma dos intelectuais, filósofos e cientistas, que escreviam suas obras em latim, pela facilidade de serem lidos em qualquer parte da Europa. Somente a partir do século XVII, a literatura filosófica e científica passou a ser produzida em lingua vernácula.
Atualmente, o latim é a língua oficial da Igreja Católica, utilizado na produção dos documentos oficiais do Vaticano, seja da Cúria Romana, seja das entidades agregadas. As Universidades Pontifícias de Roma, por exemplo, expedem seus Diplomas em latim ainda hoje. Os documentos oficiais da Igreja Católica, originalmente escritos em latim, são imediatamente traduzidos no próprio Vaticano e distribuídos pelos diversos países já no idioma de cada um.
Nos Seminários religiosos, até os anos 70, aqui mesmo no Ceará, ainda se estudava filosofia e teologia em livros escritos em latim, editados na Itália.
Fora das instituições eclesiásticas, a língua latina continua a ser adotada na notação científica dos seres vivos, além de ter uso esporádico no ambiente forense.
Convém observar ainda que há divergências entre os gramáticos quanto a algumas das informações acima expostas. Vocês poderão encontrar pequenas variações, dependendo do autor da gramática que pesquisarem. Isso é bastante compreensível, uma vez que não se sabe exatamente como era pronunciado o latim, porque a pronúncia original não foi conservada, mas sofreu diversas influências ao longo dos séculos.
O latim é uma língua embasada fundamentalmente na sintaxe, ou seja, na função relativa que as palavras ocupam nas frases. Em razão disso, a maioria das palavras latinas são compostas de uma parte fixa (radical) e uma parte variável (terminação ou desinência), excetuados os advérbios, preposições e conjunções. A terminação ou desinência varia de acordo com a função sintática da palavra. Por isso, diz-se que o latim é declinável.
Todas as palavras variáveis (excetuados os verbos) são classificadas em cinco declinações , cada uma com seis casos. Os verbos classificam-se em quatro conjugações. Os ' casos ' indicam a função sintática da palavra e a ' declinação ' indica o agrupamento de palavras em torno de um tema que caracteriza a sua origem morfológica. Cada declinação tem suas desinências próprias, tanto no singular quanto no plural.
Os seis casos são os seguintes: a) nominativo – quando a palavra é sujeito ou predicado deste; b) genitivo – é o adjunto ou complemento restritivo, em geral, regido em português pela preposição 'de'; c) dativo – quando a palavra é objeto indireto de um verbo; d) acusativo – quando a palavra é objeto direto de um verbo; e) vocativo – é um chamamento ou interpelação; f) ablativo – é um adjunto adverbial indicando tempo, lugar, modo, causa, instrumento, quase sempre regido em português pelas preposições 'em', 'com', 'por'.
As declinações são identificadas pela desinência do genitivo singular, desta forma: a) genitivo singular em 'ae' (æ) – 1a. Declinação; b) genitivo singular em 'i' – 2a. Declinação; c) genitivo singular em 'is' – 3a. Declinação; d) genitivo singular em 'us' – 4a. Declinação; e) genitivo singular em 'ei' – 5a. Declinação.
Por exemplo: no dicionário, você encontra a palavra 'águia' assim 'aquila, ae', indicando que pertence à primeira declinação. A palavra 'bom' está escrita 'bonus, i', indicando que é da segunda declinação. A palavra 'trabalho' está assim 'labor, is', indicando que é da terceira declinação. E assim por diante.
Outras observações importantes: a) em latim, não há artigos definidos ou indefinidos, contudo na hora da tradução deve-se adotar o correspondente em português, conforme o sentido; b) além dos verbos, também alguns adjetivos e todas as preposições têm regência sobre as palavras que os acompanham, interferindo assim na sua desinência.
Ao final deste módulo, apresentarei alguns exemplos práticos e exercícios.
Do que já apresentamos até aqui, conclui-se que o “caso” indica a função sintática da palavra na frase. Vejamos alguns exemplos. Analisemos a frase seguinte: AQUILA VOLAT. (pronúncia: áquila vólat), Teremos: aquila, ae – substantivo da 1a. Declinação (águia) volat – 3a pessoa singular do verbo “volare” (voar). Tradução: A ÁGUIA VOA. Note que, em latim, não há artigos, mas na tradução deve-se colocar. No caso, poderia ser também UMA ÁGUIA VOA, mas em algumas situações não se pode trocar o artigo sem causar algum conflito. Agora, uma pergunta clássica: quem voa? Resposta: a águia, portanto, águia é sujeito e sendo sujeito, fica no caso nominativo.
Outro exemplo: AQUILAM HABEO. (pronúncia: áquilam hábeo), Teremos: aquila, ae – substantivo da 1a. Declinação (águia) habeo – 1a pessoa singular do verbo “habere” (ter). Tradução: Eu tenho a águia (ou uma águia). Agora, vamos às perguntas: 1 quem tem a águia? Resposta: eu (sujeito oculto); 2. o que eu tenho? Resposta: a águia (uma águia) (objeto direto do verbo ter). Portanto, sendo águia objeto direto, vai para o caso acusativo, mudando sua desinência ou terminação para “aquilam”.
Mais um exemplo: ALA AQUILÆ (=ALA AQUILAE) (pronúncia: ála áquileh). Coloquei este 'h' no final para lembrar que o 'e' não deve ser pronunciado como 'i'. Teremos: aquila, ae (explicado acima) ala, ae – substantivo da 1a. Declinação (asa). Tradução: A ASA DA ÁGUIA. A expressão “da águia” é um complemento restritivo de “asa”, regido pela preposição “de”. Por isso, fica no caso genitivo (aquilae), enquanto “ala” permanece no caso nominativo (forma original).
Examine agora a seguinte frase: ALAM AQUILAE VIDEO. (pronúncia: álam áquileh vídeo). Sendo “video” a 1ª pessoa singular do verbo “videre” (ver), diremos que a tradução será: EU VEJO A ASA DA ÁGUIA. Por que? Vamos às perguntas clássicas: pergunta 1 – quem vê? Resposta: eu (sujeito oculto); pergunta 2 – o que eu vejo? Resposta: a asa (objeto direto); pergunta 3 – asa de quem? Resposta: da águia (complemento restritivo); Portanto: eu – sujeito oculto, pode até ser omitido na tradução; asa – objeto direto, vai para o caso acusativo (alam); da águia – complemento restritivo, vai para o caso genitivo (aquilae)
A título de fixação, proponho os seguintes exercícios inspirados nos exemplos acima: Faça a tradução e a análise sintática das frases seguintes: 1.Habeo mensam et cathedram. 2.Rosa pulchra est. 3.Puella habet rosam pulchram. 4.Video puellam et rosam. 5.Avia puellae cantat. 6.Puella dat rosam aviae.
7.Historia magistra vitæ est.
Glossário auxiliar: Substantivos – mensa (mesa), cathedra (cadeira), pulchra (bela), puella (garota), avia (avó), magistra (mestra); Verbos – est (é), habet (tem), cantat (canta), dat (dá).
Inicialmente, convém lembrar que os gêneros das palavras em latim nem sempre corresponde ao que elas são em português. Na primeira declinação, com terminação ‘a’ no nominativo e ‘æ’ no genitivo, a maioria das palavras é do gênero feminino em latim, mas não todas. Há também as terminadas em 'a' que são do gênero masculino, como por ex: ‘incola’ (pron: íncola) = habitante; ‘nauta’ = marinheiro; ‘athleta’ = atleta; ‘agricola’ (pron: agrícola) = agricultor; ‘pöeta’ = poeta (note-se que esta palavra tem um trema no ‘o’, para evitar que seja pronunciado ‘e’, assim como em ‘coelum’, que se pronuncia célum’). Há ainda aquelas palavras que só existem na forma plural, não têm singular, como por ex: ‘Nuptiæ’ (pron: núpcie) = núpcias; ‘divitiæ’ (pron: divície) = riquezas; ‘Athenae’ (pron: aténe) = Atenas (a cidade grega). Há algumas palavras que têm um sentido no singular e outro diferente no plural. Por ex: ‘copia’ (pron: cópia) = no singular, abundância; já ‘copiæ’ (pron: cópie) = no plural, tropas, exército; ‘littera’ (pron: lítera) = no singular, letra; ‘litteræ’ (pron: lítere) = no plural, carta, correspondência; Há também dois casos excepcionais em que não se faz o genitivo em ‘æ’, como é a regra. São duas expressões do latim arcaico, que se conservaram pela tradição. São elas: ‘paterfamilias’ e ‘materfamilias’, respectivamente, pai de família e mãe de família, que são consideradas corretas ao lado de ‘pater familiæ’ e ‘mater familiæ’, as formas que seguem a regra gramatical. É curioso notar que não há palavras do gênero neutro na primeira declinação. Só há palavras masculinas ou femininas.
É oportuno observar ainda que a língua latina é muito pródiga em exceções. Neste estudo, evitarei descer a muitos detalhes, destacando apenas algumas formas excepcionais mais usadas.
Pequeno glossário da primeira declinação: Ancilla (f., pron: ancíla) = escrava; Ara (f.) = altar; Cicada (f., pron: cicáda) = cigarra; Magistra (f.) = mestra, professora; Ostia (f., pron: óstia) = porta; Iracundia (f., pron: iracúndia) = cólera, indignação. Ostiaria ancilla (pron: ostiária ancíla) = porteira; Regina (f.) = rainha Pirata (f.) = pirata Fenestra (f.) = janela Lætitia (f., pron: letícia) = alegria Umbra (f.) = sombra Procella (f., pron: procéla) = tempestade Silva (f.) =floresta Schola (f., pron: scóla) = escola Angustiæ (f., pron: angústie, usa-se só no plural) = desfiladeiro
A segunda declinação em latim abrange as palavras terminadas no nominativo em ‘er’, ‘us’ e ‘um’ e que no genitivo singular têm a desinência ‘i’. As palavras terminadas em 'er' e 'us' são do gênero masculino e as terminadas em 'um' são do gênero neutro. Isto se aplica aos substantivos, adjetivos, numerais e aos particípios dos verbos.
Exemplos: ‘puer’ (pronúncia: púer), ‘pueri’ (gen., pron: púeri) = menino; ‘piger’ (pron: píger) ‘pigri’ (gen.pron:pígri). = preguiçoso; ‘bonus’ (pron. bónus), ‘boni’ (gen.pron:bóni) = bom; ‘verbum’ (paroxítona), ‘verbi’ (gen.pron:vérbi) = palavra.
Observa-se que há uma maior diversidade de formas do caso nominativo, porém, a desinência no genitivo singular é sempre em ‘i’. Note que algumas palavras com nominativo em ‘er’, fazem o genitivo apenas acrescentando o ‘i’, no entanto, outras trocam o ‘er’ por ‘ri’. Estes detalhes sempre aparecem nos dicionários e são facilmente perceptíveis na hora da consulta.
Casos da segunda declinação: Singular Nom: puer ager bonus verbum Gen: pueri agri boni verbi Dat: puero agro bono verbo Acus: puerum agrum bonum verbum Voc: puer ager bone verbum Abl: puero agro bono verbo
Plural: Nom: pueri agri boni verba Gen: puerorum agrorum bonorum verborum Dat: pueris agris bonis verbis Acus: pueros agros bonos verba Voc: pueri agri boni verba Abl: pueris agris bonis verbis
Exemplos:
Traduzir:
1.Historia est magistra vitae. 2.Britania est insula Europae. 3.Minerva erat dea sapientiae. 4.Victoria est semper causa laetitiae. 5.In silvis est sempre aqua. 6.Sapientia est domina et regina vitae. 7.Artemisia erat regina Cretae. 8.Rarae sunt verae amicitiae. 9.Fortuna est insana et caeca. 10.Ubi concordia, ibi victoria semper est.
Magistra – mestra Insula – ilha Dea – deusa Silva – bosque, floresta Sapientia – sabedoria Domina – senhora Regina – rainha Amicitia – amizade Caeca – cega Ubi – onde Ibi – ali
1.Sicilia erat patria nautarum et agricolarum 2.In silvis est copia herbarum. 3.Statuae dearum sunt aureae. 4.Uva matura non est acerba. 5.Araneae et formicae sunt sedulae. 6.Mira est patientia agricolarum. 7.Comae incolarum Africae nigrae et crispae sunt. 8.Olim medicina fuit scientia paucarum herbarum. 9.Luna et stellae sunt rotundae. 10.Magnae coronae ornant aras dearum.
Nauta – marinheiro Agricola – agricultor, camponês Copia – multidão, grande quantidade Herba – erva, planta Acerba – azeda, ácida Aranea – aranha Formica – formiga Sedula – diligente, trabalhadora Mira – admirável Coma – cabeleira Olim – outrora Luna – lua Stella – estrêla Rotunda – redonda Corona – coroa Ara – altar
Fonte: COSTA, Aída, Segundo livro de latim, Editora do Brasil, SP, 1960, pag. 28.
Minerva intelligentiae dea est. Discipulae pulchras rosas violasque Minervae offerunt. Poetae deae aram rosis et violis quoque ornant. Numa Romam Minervam, Graecam deam, portavit. Minerva, ab Athenarum incolis, Athena appellatur. Minervae statua sinistra hastam et dextra victoriae statuam habet. Minerva, Romae incolarum magna dea es.
Glossário auxiliar:
Viola - violeta (flor); Offerunt - do verbo 'offere', irregular da 3a. Conj. Tempos primitivos: offero, offeris, obtuli, oblatum, offerre. = oferecer Quoque - preposição 'também' Ornant - do verbo 'ornare', regular da 1a. Conj. (orno, ornas, ornavi, ornatum, ornare) = ornar Numa = Numa Pompilio, um dos reis da Roma antiga. Portavit - do verbo 'portare', regular da 1a. Conj. = levar (para algum lugar), em latim é transitivo direto. Appellatur - voz passiva de 'appellare', regular da 1a. Conj. (no caso, = chama-se) Sinistra - esquerda Dextra - direita Hasta - lança Habet - do verbo 'havere', regular da 2a. Conj. (habeo, habes, habui, habitum, habere) = ter
Observações sobre os pronomes pessoais: 1.No genitivo plural, há duas formas possíveis. A forma 'nostrum' = dentre nós; a forma 'nostri' = de nós. Do mesmo modo, 'vestrum' = dentre vós e 'vestri' = de vós. 2.Quando é necessário usar a preposição 'cum', esta se coloca após. Ex: cum + me = mecum (comigo), cum + te = tecum (contigo); cum + se = secum (consigo); cum + nobis = nobiscum (conosco); cum + vobis = vobiscum (convosco).
(Fonte: GARCIA, Janete M., Introdução à Teoria e Prática do Latim, Ed. UnB)
Populus Romanus semper proeliis bellisque se dedicavit. Bella intestina aut externa erant. Romani ante pugnam in templi ara diis plantas, victimas hostiasque sacrificabant. In castris, disciplina severa erat. Praefectus suo imperio copias suas castigabat aut illis praemia dabat. Romani pugnare amabant; inimicum superabant et praefectos suos myrto coronabant.
Glossário auxiliar: os verbos (dedicare, sacrificare, castigare, dare, pugnare, amare, superare, coronare) são todos da 1a. Conjugação e o significado é intuitivo. proelium, i (neutro) = combate bellum, i (neutro) = guerra pugna, ae (feminino) = luta Intestinus, a, um = interno externus, a, um = externo victima, ae (feminino) = animal levado ao sacrifício hostia, ae (feminino) = vítima sacrificada, podendo ser tb pessoas castra, orum (neutro plural) = acampamento praefectus, i (masculino) = literalmente, administrador, aqui no sentido de comandante suo imperio = expressão em ablativo absoluto = ao seu arbítrio copiae, copiarum (fem. Plural) = tropas (obs: copia, no sing. = abundância) praemium, ii = benefício, vantagem myrtus, i (tb murta, ae) = murta, arbusto usado para fazer coroas de folhas.
IURISPRUDENTIA ROMANA
Graecia magna et pulchra terra est. Incolae Graeciae scientiam et litteras valde amant. Incolae Romae immo vitam cotidianam tantum curant. Ideo sunt natura agricolae et nautae. Graecia multis doctrinis, ut geometria, grammatica, rhetorica, philosophia et medicina Romam superat. Roma autem nota est iurisprudentia. Incolae cunctarum terrarum iurisprudentiam Romanam laudant, quia iustitia semper conscientiae humanae carissima est. Nos quoque linguam et iurisprudentiam Romae amamus. Excellentia iurisprudentiae magnam gloriam patriae Romanae dat.
VER
Ver iucundissimum tempus anni est. Novis variisque coloribus margines rivorum, fluminum et viarum, prata, agros, totam tellurem decorat. Tempore veris arbores, arbusta, herbae florent, silvae frondent, in palmite gemmae tument. Tunc hirundines revertunt et nidos sub imbrice tecti ponunt. Per aerem alauda vernat, in dumetis canoram lusciniam audimus. Ridet tota natura cincta veris floribus. Tam laeti animi hominum sunt!!
Acusativo Ablativo
illum illo
illam illa
illud illo
Nominativo (plural) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
illi illorum illis illos illis
illæ illarum illis illas illis
illa illorum illis illa illis
Nominativo (sing) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
is eius ei eum eo
ea eius ei eam ea
id eius ei id eo
Nominativo (plural) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
ii eorum iis eos iis
eæ earum iis eas iis
ea eorum iis ea iis
Nominativo (sing) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
ipse ipsius ipsi ipsum ipso
ipsa ipsius ipsi ipsam ipsa
ipsum ipsius ipsi ipsum ipso
Nominativo (plural) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
ipsi ipsorum ipsis ipsos ipsis
ipsæ ipsarum ipsis ipsas ipsis
ipsa ipsorum ipsis ipsa ipsis
Nominativo (sing) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
idem eiusdem eidem eundem eodem
eadem eiusdem eidem eandem eadem
idem eiusdem eidem idem eodem
Nominativo (plural) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
idem eroundem isdem eosdem isdem
eædem earundem isdem easdem isdem
eadem eorundem isdem eadem isdem
Nominativo (sing) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
qui cuius cui quem quo
quæ cuius cui quam qua
quod cuius cui quod quo
Nominativo (plural) Genitivo Dativo Acusativo Ablativo
qui quorum quibus quos quibus
quæ quarum quibus quas quibus
quæ quorum quibus quæ quibus PRONOMES POSSESSIVOS 1a. pessoa 2a. pessoa 3a. pessoa
meus, mea, meum (singular) = meu, minha
mei, meæ, mea (plural) = meus, minhas
tuus, tua, tuum (singular) = teu, tua tui, tuæ, tua (plural) = teus, tuas
suus, sua, suum (sing) = seu, sua sui, suæ, sua (plural) = seus, suas
noster, nostra, nostrum (sing) = nosso, nossa
nostri, nostræ, nostra (plural) = nossos, nossas
vester, vestra, vestrum (sing) = vosso, vossa vestri, vestræ, vestra (plural) = vossos, vossas
suus, sua, suum (sing) = seu, sua sui, suæ, sua (plural) = seus, suas