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Curso de Linux, Manuais, Projetos, Pesquisas de Pedagogia

Pra quem quer sair da mesmice do Windows, e quer aprender sobre o Sistema Linux, este é o curso ideal.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 22/01/2010

eudimar-chaves-de-souza-1
eudimar-chaves-de-souza-1 🇧🇷

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Módulo I
Parabéns por adquirir um curso dos
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esperamos que o curso traga os melhores
resultados possíveis.
Atenciosamente
Equipe Cursos 24 Horas
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Baixe Curso de Linux e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Pedagogia, somente na Docsity!

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Módulo I

Parabéns por adquirir um curso dos Cursos 24

Horas****. Você está investindo no seu futuro! Nós

esperamos que o curso traga os melhores resultados possíveis.

Atenciosamente Equipe Cursos 24 Horas

1 - INTRODUÇÃO

Nos anos 50, quem dissesse que Rockefeller um dia perderia toda a sua fortuna seria tido como um louco. Um cidadão da década seguinte não conseguiria imaginar nada mais assombroso que a TV em preto e branco. Imagine então com o computador!!!

Os anos 80's e 90's viram surgir um dos maiores impérios empresariais de todos os tempos, dirigido por um pacato sujeito chamado William Henry Gates III, que veio a tornar-se o homem mais rico do mundo.

Sr. Gates conseguiu o feito graças a uma de suas invenções, um programa de computador que facilitava a operação desses intrincados aparelhos. As inegáveis qualidades da criação de Bill Gates foram notadas no mundo todo, e seu programa, chamado Windows, dominou 90% das máquinas em atividade.

Desde simples usuários, passando por programadores e analistas, chegando aos gerentes, todos só enxergavam uma solução para todos os problemas propostos pela computação: aquela que vem daquela empresa (diga-se Microsoft).

Haviam naquela época (e ainda há!!!) outras opções de sistemas (Unix, Xenix, BSD, por exemplo), mas eram de custos inacessíveis, além de não ser aquilo que todo mundo sonhava. Todos procuravam alguma alternativa que fosse confiável, barata, adequada à situação, à prova de falhas e extensível para futuras mudanças de realidade. Até que um dia...

Mais propriamente no mês de Agosto de 1991, um pacato e jovem geek de 21 anos de idade, iniciou o projeto "LINUX". Seu nome: Linus Torvalds, então estudante de Ciência da Computação da Universidade de Helsinque, capital da Finlândia, um mero "nerd".

Usando o Assembler (ou Assembly, como queira...), Linus iniciou cortando(hacking) o kernel como um projeto particular, inspirado em sua paixão pelo Minix, um pequeno sistema UNIX, desenvolvido por Andy Tannenbaum.

O estudante universitário desejava desenvolver uma versão do Unix que rodasse em micros PC AT e compatíveis, mas que fosse diferente dos sistemas Unix já existentes, cujo preço era exorbitante para o usuário comum.

Linus chegou a divulgar a idéia num newsgroup de que participava (sem êxito...) e embalado pelo projeto, programou sozinho a primeira versão do kernel do Linux(núcleo do sistema operacional).

Ele se limitou a criar, em suas próprias palavras, "um Minix melhor que o Minix" ("a better Minix than Minix").

computadores Alpha Digital com Linux, ligas em rede, renderizaram as cenas do filme "Titanic", durante 3 meses, ininterruptamente. Em quase todas as grandes empresas do mundo, há pelo menos um sistema Linux instalado.

Quem utiliza Linux?

Ao redor do planeta se estima que tenhamos mais de vinte milhões de usuários Linux. Sendo que no Brasil, o País que apresentou o maior índice de crescimento no primeiro semestre de 99, este número gira ao redor de 400 mil usuários. Dentre os mais diversos usuários, podemos ressaltar alguns mais conhecidos: NASA, Exército Americano, Governo da Itália, Governo da Califórnia, fábricas de robôs na Suécia, hospitais na França, praticamente todas as Universidades, Ministério da Saúde, Correio Norte Americano, etc... No Brasil é bastante difundido no meio acadêmico, em empresas de desenvolvimento de softwares, bancos, hospitais, órgãos públicos, indústrias, comércio, provedores de acesso, usuários domésticos e estações de trabalho em redes corporativas.

O Futuro do Linux

Confira abaixo um pequeno trecho de uma entrevista com o criador de Linux, Linus Torvalds:

No futuro do Linux temos dois possíveis cenários. No primeiro, daqui a quatro anos, Linux dominará as aplicações científicas e técnicas e se tornará o sistema operacional preferido para servidores Web e estações de trabalho. ...Pelas suas vantagens de custo e performance, tornar-se-á o sistema padrão para os computadores desktop. O segundo cenário é bem mais dramático. Com o número de usuários de Linux crescendo, a Microsoft e outros desenvolvedores de software admitem a ascensão nesse mercado e começam a escrever programas para ele. Logo, a completa vantagem no preço e da performance de Linux movem o sistema para o mercado de desktops.

E ele estava certo...

O LINUX COMO SISTEMA OPERACIONAL

Por causa da abertura do código fonte aos quatro cantos do mundo, não existe uma, mas muitas versões do Linux no mercado. Todas tem características especiais que as diferenciam entre si. Na verdade, não existe "o Linux", existem "os Linux". Mas, apesar de singulares, todas essas versões são compatíveis, por que utilizam o mesmo kernel. A palavra kernel significa núcleo ou cerne, e essas duas palavras expressam muito bem o que ele é: a parte central do sistema operacional, capaz de manter as aplicações, dispositivos e conexões funcionando e comunicando-se entre si. Essa parte delicada do sistema operacional só é atualizada por um membro restrito de experts em Linux, dentre os quais está o próprio Linus Torvalds. Essa parte do sistema é tão importante que as novas versões do kernel só podem ser distribuídas depois que passam pelo aval de Linus. O desenvolvimento do kernel do Linux costuma ocorrer em duas séries separadas: uma

delas é a de produção, ou estável, cujo segundo número é sempre par: 2.0.x, 2.2.x, 2.4.x, etc. A outra série é a de desenvolvimento, que não é garantida para ser utilizada em sistemas em produção, e tem o segundo número sempre ímpar: 2.1.x, 2.3.x, etc. Quando a série de desenvolvimento atinge a maturidade, ela muda de numeração e se transforma na nova série de produção, e uma nova série de desenvolvimento tem início. O número da versão do kernel não tem nada a ver com o número da versão das distribuições de Linux. Assim, o Conectiva Linux 7.0 usa o kernel 2.2.5, o Red Hat Linux 7.0 usa o kernel 2.2.12 e o SuSE Linux 6.2 usa o kernel 2.2.10. As principais versões disponíveis mundo afora são: Slackware Linux, Debian Linux, Open Linux, LinuxWare, RedHat Linux, e o Conectiva Linux(em português).

Então LINUX = UNIX?

Limpo, claro e definitivo: O Linux "NÃO" é Unix O Linux é "UM" Unix

Você deve estar pensando: "Que loucura...", mas calma, não é bem assim :)

O Unix é uma marca registrada do Unix Lab. (parece que andou até mudando de nome e até fechado, mas ninguém sabe ao certo !!!). Então todos os sistemas baseados naqueles códigos são chamados de uma forma geral de Unix.

O Linux de Linus Torvalds, não contem nenhuma linha de código do Unix. Mas o Linux foi escrito para ser de acordo com o padrão API POSIX, o mesmo do Unix (uma espécie de ISO ou ABNT). Por isso se diz que o Linux é um Unix.

Por causa da API POSIX, do conjunto de utilitários e do uso do X-Window, o Linux é tão parecido com o Unix que existem empresas que usam o Linux para desenvolver para Unix que não seja o dela mesma (por exemplo, a IBM). Veja que a Microsoft está tentando transformar o NiceTry em um Unix .Ela espera que algum dia no futuro seja um Unix melhor que os outros, algos assim tipo o Linux. E para isto está aproximando-o do padrão API POSIX.

O Linux possui todas as características que você pode esperar de um Unix moderno, incluindo:

  • Multitarefa Real;
  • Memória Virtual;
  • Biblioteca compartilhada;
  • "Demand loading";
  • Gerenciamento próprio de memória;
  • Executáveis "copy-on-write" compartilhados;
  • Rede TCP/IP (incluindo SLIP/PPP/ISDN);
  • X Window; etc.

Posso até fazer uma bela analogia com o Windows: Sabe aquela moça linda que passa por você todas manhãs junto com uma outra que você nem presta atenção? Depois de conhecer as duas você acaba se apaixonando pela outra por ela ser confiável(fiel), robusta(saudável :)) e inteligente, enquanto a bonita é flácida, burra, e

ONDE ADQUIRIR O LINUX?

Uma opção é fazer o download na internet Mas, se você preferir não gastar suas horas na internet (uma noite inteira e mais um pouco), você pode optar pelo pacote distribuído pela Conectiva (www.conectiva.com.br). O valor cobrado de R$ 88,00 se refere a 3 CD's contendo o Linux em português e com mais de 800 aplicativos + manual de instalação em português

  • Guia do Usuário com mais de 750 páginas de documentação Linux em português. Quem preferir apenas os CD's, o preço é de R$ 28,00. Lógico que para quem estiver iniciando, o pacote completo seria o mais adequado. Dentre os aplicativos, encontra-se a suíte Star Office 5.1 traduzida para o português, e cujos programas lêem arquivos do Microsoft Office (...que beleza !!!). O site da Conectiva é:

http://www.conectiva.com.br

Você deve estar se perguntando: "Mas o Linux não é de graça ?" Sim...o Linux é de graça. O que a Conectiva cobra se refere apenas ao trabalho de traduzir o Linux, passar mais de 800 programas para os CD's, editar e imprimir um manual de quase 800 paginas em português pra gente. Só isso ...!!! Não acho que você iria gastar uma noite inteira na Web (+ conta telefônica) pra pegar uma versão em inglês, não é?

O que é Software Livre?

Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.

Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.

Richard Stallman

O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.

Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:

As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:

A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)

A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).

A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código- fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão , uma vez que esteja de posse do programa.

Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.

A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.

A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.

Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.

Dú Dúvviiddaass ee eennggaannooss ccoommuunnss ssoobbrree ssooffttwwaarree lliivvrree ssoobb aa

lilicceennççaa GGPPLL

Posso distribuir comercialmente ou cobrar por software livre, de minha autoria ou de terceiros?

Note que a definição de liberdade apresentada acima não faz nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não. Nada impede que um software livre obtido por você seja copiado e vendido, tenha ela sido modificado ou não por você. Ou seja, software livre não necessariamente precisa ser gratuito.

Portanto, você pode ter pago para receber cópias de um software livre, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias - ou distribuí-las gratuitamente.

"Software Livre" não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.

Se eu distribuo um software livre, tenho que fornecer cópias a qualquer interessado, ou mesmo disponibilizá-lo para download público?

A resposta curta seria "não". Seria uma atitude em sintonia com a filosofia da liberdade de software se você o disponibilizasse para qualquer interessado, preferencialmente em um formato de fácil manipulação (exemplo: imagens ISO de CD-ROMs, pacotes tar.gz com os códigos-fonte ou outros formatos para código executável instalável), mas você não tem esta obrigação.

Entretanto, você tem que deixar o código-fonte à disposição de quem vier a receber o código-executável (caso você não os distribua em conjunto, que é a forma mais apropriada), nos termos da licença. E, naturalmente, tem que respeitar todos os demais termos da licença livre adotada.

Se eu uso um software livre, tenho que disponibilizar meus próprios softwares para o público?

Não. Mesmo se você fizer alterações em um software GPL e guardá-las para seu próprio uso, você não estará infringindo a licença. A obrigação básica da GPL, no que diz respeito a disponibilização de software, é que se você for disponibilizar para terceiros algum software obtido sob os termos da GPL (modificado por você ou não), esta disponibilização deve ocorrer sob os termos da GPL.

Assim, é perfeitamente legal e normal um mesmo desenvolvedor disponibilizar alguns softwares com licenças livres e outros com licenças proprietárias, ter softwares livres e não-livres instalados no mesmo computador, usar softwares livres (como o compilador GCC) como ferramentas de desenvolvimento de softwares proprietários, ou incluir softwares livres e não-livres no mesmo CD-ROM, para citar alguns exemplos.

Outras dúvidas comuns

Veja a resposta a muitas dúvidas freqüentes de desenvolvedores, distribuidores e usuários de Software Livre na GPL FAQ (em português).

SSooffttwwaarree lliivvrree XX CCóóddiiggoo aabbeerrttoo

Em 1998, um grupo de personalidades da comunidade e do mercado que gravita em torno do software livre, insatisfeitos com a postura filosófica do movimento existente e acreditando que a condenação do uso de software proprietário é um instrumento que retarda, ao invés de acelerar, a adoção e o apoio ao software livre no ambiente corporativo, criou a Open Source Initiative, que adota o termo Open Source (Código Aberto) para se referir aos softwares livres, e tem uma postura voltada ao pragmatismo visando à adoção do software de código aberto como uma solução viável, com menos viés ideológico que a Free Software Foundation.

Ao contrário do que muitos pensam, Código Aberto não quer dizer simplesmente ter acesso ao código-fonte dos softwares (e não necessariamente acompanhado das " liberdades" do software livre). Para uma licença ou software ser considerado como Código Aberto pela Open Source Initiative, eles devem atender aos 10 critérios da Definição de Código Aberto, que incluem itens como Livre Redistribuição, Permissão de Trabalhos Derivados, Não Discriminação, Distribuição da Licença e outros.

De modo geral, as licenças que atendem à já mencionada Definição de Software Livre (da Free Software Foundation) também atendem à Definição de Código Aberto (da Open Source Initiative), e assim pode-se dizer (na ampla maioria dos casos, ao menos) que se um determinado software é livre, ele também é de código aberto, e vice-versa. A diferença prática entre as duas entidades está em seus objetivos, filosofia e modo de agir, e não nos softwares ou licenças.

Segundo a Free Software Foundation, em sua página sobre o assunto:

O movimento Free Software e o movimento Open Source são como dois campos políticos dentro da comunidade de software livre.

Grupos radicais na década de 1960 desenvolveram uma reputação de facções: organizações que se dividem devido a discordâncias em detalhes das estratégias, e aí se tratavam mutuamente como inimigas. Ou ao menos esta é a imagem que as pessoas têm delas, seja ou não verdadeira.

O relacionamento entre o movimento Free Software e o movimento Open Source é justamente o oposto deste. Nós discordamos nos princípios básicos, mas concordamos (mais ou menos) nas recomendações práticas. Assim nós podemos e de fato trabalhamos juntos em diversos projetos específicos. Nós não vemos o movimento Open Source como um inimigo. O inimigo é o software proprietário.

Na seqüência, insira outro disquete formatado com nome Disco 2 :

Quando a criação dos dois discos for concluída, insira o disco 1 na unidade de disquete, reinicie a máquina, entre no BIOS/SETUP e configure o micro para inicializar através de disquete. Salve as alterações e espere que o sistema operacional do disquete seja carregado. Depois, insira o disco 2 quando ele for solicitado. Aguarde enquanto o Partition Magic é carregado Depois, selecione a partição que você deseja diminuir No menu Operations selecione a opção Resize No campo Free Space After selecione o espaço da partição que você deseja liberar para o Linux (o mínimo aconselhável é de 2GB). Prossiga com OK e Apply para aplicar as mudanças Depois, aguarde pelo processo de redimensionamento da partição Na seqüência, prossiga com OK e Exit Depois, reinicie o computador para que as mudanças tenham efeito Pronto! Sua partição do Windows já foi diminuída e agora você tem 2GBs não particionados no disco rígido para serem usados pelo Linux

Instalando o Conectiva Linux 7.

Tudo que você tem que fazer é inserir o CD do Conectiva Linux 7.0 na unidade de CD-ROM e inicializar a máquina pelo CD-ROM: Após alguns segundos será exibido um menu solicitando a seleção do perfil da instalação. Selecione Conectiva Linux 7.0 Server Edition (Expert)

Na seqüência, aparece uma caixa de diálogo perguntando se você quer carregar algum módulo adicional para dar suporte a um dispositivo especial - como uma interface SCSI por exemplo. Se não houver nenhuma, pressione Done Em seguida, escolha qual interface você prefere utilizar na instalação (texto ou gráfica). Selecione a opção NEWT Frontend Text interface for the installer por ser esta uma opção compatível com todas as placas de vídeo Depois, selecione o idioma que você deseja instalar o Linux ( Português do Brasil) Após a detecção do mouse pressione OK e Próximo Em seguida, selecione o layout do seu teclado. No Brasil, iremos nos deparar principalmente com 3 layouts Teclado americano (International) Brasileiro (ABNT2) Português de Portugal Selecione o layout que corresponde ao seu teclado e prossiga pressionando Próximo :

Em seguida, o instalador perguntará se você deseja criar um disco de boot de segurança. Crie o disco para poder inicializar o Linux através do disquete caso ocorra algum problema de inicialização no disco rígido. Na seqüência, o Conectiva Linux irá executar os scripts de pós instalação e apresentará uma mensagem informando que o sistema foi instalado com sucesso.

INICIANDO O LINUX Ao reiniciar a máquina após a instalação do seu Linux você se surpreendera com o novo visual do LILO. Agora você pode selecionar o sistema operacional que deseja iniciar usando uma barra de seleção luminosa.

Se não houver problemas na inicialização, o Linux concluirá o seu carregamento exibindo a tela de login:

Chegamos ao momento em que todos queriam: ver a cara do Linux. Antes o veremos no modo texto, e mais a frente veremos a interface gráfica.

Ligue a máquina e aguarde a inicialização do sistema.

A primeira vez que você acessar o sistema Conectiva Linux, o acesso deverá ser realizado com o superusuário root. Este é o nome da conta que tem acesso completo a todos os componentes do sistema. Normalmente, a conta de superusuário é somente utilizada na execução de tarefas de administração do sistema, como a criação de novas contas, desligar o sistema, etc. Isso se deve ao fato de que o acesso irrestrito do superusuário quando mal utilizado poderá provocar grandes estragos ao sistema. Então seja cuidadoso ao acessar o sistema como root , e use a conta de superusuário somente quando realmente for necessário. Para o acesso inicial, informe root na linha de comando login:. Pressione [Enter]. Uma linha de comando password : aparecerá. Digite sua senha e pressione [Enter]. Então deverá surgir algo como:

[root@guarani /root] #

Caso o usuário ou a senha estejam mal informadas, tente novamente até que a linha acima apareça.

Agora...meus parabéns....Você conseguiu acessar o sistema com sucesso. Próximo passo: aprendendo a sair do sistema. Apesar de muitos interpretadores de comandos terem uma instrução logout ou exit, muitos usuários simplesmente teclam [Ctrl]-]D]. Isso deve retornar à linha de acesso ao sistema. Mas não é só isso... Ainda que isso seja um pouco mais complexo que simplesmente desligar o botão de energia, o encerramento do Linux tem alguns detalhes adicionais. Uma vez que você

Contas e Senhas Conforme mencionado anteriormente, não é aconselhável utilizar a conta de superusuário todo o tempo. Inevitavelmente um erro será cometido, e a checagem de acesso que normalmente evita esse tipo de erro, não funcionará, uma vez que ao superusuário é permitido fazer qualquer coisa no sistema. Bem ser você não deve acessar o sistema como superusuário, com que nome deverá acessá-lo? Com o seu nome, obviamente. Para isso, você precisa saber como criar contas no seu Linux.

CONTAS Assim que ligado, o sistema oferece diversas formas de criar novas contas. Usaremos inicialmente o método mais básico: o comando useradd. Basicamente, tudo que se deve fazer é informar (como superusuário):

[root@guarani /root] # useradd aluno

[root@guarani /root] #

Foi muito simples, não? Bem, vamos acessar o sistema:

Conectiva Linux Versão 6.0 (Guarani) Kernel 2.2.5 em um i login: aluno Password: Login incorrect

login:

No campo de senha do usuário aluno , simplesmente pressione [Enter]. Bem, essa não é uma senha muito indicada. Vejamos então como especificar uma senha para uma conta nova.

SENHAS O comando passwd pode ser usado para:

Especificar senhas para contas recém-criadas;

Mudar as senhas de contas já existentes;

Mudar a senha de contas com as quais se esteja acessando o sistema.

As primeiras duas situações são realmente as mesmas; não há realmente uma diferença entre uma conta que já exista e uma que acabou de ser criada. Tudo o que você deve saber é que deve acessar o sistema como superusuário (root), e então especificar o nome da conta cuja senha se deseje alterar. Usando a conta que acabamos de criar, temos o seguinte exemplo:

[root@guarani /root] # passwd aluno New Unix password:

Retype new UNIX password: passwd: all authentication tokens update sucessfully [root@guarani /root] #

Como se pode perceber, a senha não aparece na tela quando informada. Deve-se ainda digitar duas vezes, para garantir que não houve nenhum engano ao informá-la. Vamos acessar o sistema com a conta recém-criada novamente:

Conectiva Linux Versão 6.0 (Guarani) Kernel 2.2.5 em um i login: aluno Password:

[root@guarani /root] #

Uma vez dentro do sistema, pode-se alterar a senha da conta que está sendo usada utilizando-se o comando passwd sem o nome da conta. Neste caso, ele solicitará a senha atual da conta, seguida do comando de nova senha. Por exemplo, para uma conta chamada aluno, teremos:

[root@guarani aluno] # passwd Changing password for aluno (current) UNIX password: Retype new UNIX password: passwd: all authentication tokens update sucessfully

[root@guarani /root] #

É moleza!!!

COMANDO SU Há momentos em que pode ser necessário processar um ou dois comandos como outro usuário. É normal que administradores de sistema tenham esse tipo de demanda eles (como todos os bons administradores de sistemas) usam a sua conta pessoal e sem privilégios especiais a maior parte do tempo. Mas caso uma senha se usuário necessite ser alterada ou as permissões de um determinado arquivo devam ser ajustadas, isso pode não ser possível com uma conta de usuário simples. Tais tarefas não levam mais que um minuto, e pode ser um tanto aborrecido Ter e sair e entrar no sistema diversas vezes, somente para executar pequenas tarefas como superusuário. Uma abordagem mais simples consiste na utilização do comando su. Com este comando, a sessão atual pode transformar-se na sessão do superusuário ou outro usuário. No seguinte exemplo, o usuário aluno decide tornar-se superusuário:

[root@guarani aluno]$ su Password: [root@guarani aluno]#