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Curso de electromagnetismo clássico para engenheiros
Tipologia: Resumos
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Ari Duque de Caxias Ari Washington Soares Ari Aldeota Da 7ª Série ao Pré-Vestibular Sede Hildete de Sá Cavalcante (da Educação Infantil ao Pré-Vestibular) Rua Monsenhor Catão, 1655 Av. Duque de Caxias, 519 - Centro - Fone: (85) 3255.2900 Av. Washington Soares, 3737 - Edson Queiroz - Fone: (85) 3477.2000 (Em construção) (Praça do Carmo) Clubinho do Ari - Av. Edílson Brasil Soares, 525 - Fone:(85) 3278.
As histórias da Eletricidade e do Magnetismo se desenvolveram de forma independente durante muito tempo. Entretanto, a partir de certo momento, descobriu-se a conexão entre ambos, que acabou dando origem ao Eletromagnetismo. Segundo conta a lenda, foi na Magnésia, região da Grécia antiga, que o primeiro fenômeno “magnético” foi observado: um pastor de ovelhas teria notado que a ponta de ferro de seu cajado ficava presa quando encostava em determinadas pedras. Presume-se que tais pedras eram pedaços de magnetita, que é um ímã natural, conhecido como óxido de ferro (Fe 3 O 4 ). A maioria dos ímãs utilizados atualmente é artificial e apresentam inúmeras aplicações práticas. Segundo alguns autores, o nome Magnetismo deriva de Magnésia, região onde foi observado o primeiro fenômeno “magnético”. Para outros autores, o termo Magnetismo advém de Magnes, o nome do pastor de ovelhas que teria constatado o primeiro fenômeno “magnético”.
Colocando-se um ímã em contato com limalha (fragmentos) de ferro, observa-se que ela adere ao ímã, predominantemente nas regiões extremas, conforme a figura abaixo. Essas regiões são os pólos do ímã.
Suspendendo-se um ímã pelo seu centro de gravidade, de modo que possa girar livremente, nota-se que ele se orienta aproximadamente na direção norte-sul geográfica do local. O pólo norte (N) do ímã é a região que se volta para o norte geográfico (NG) e o pólo sul (S), a região que se volta para o sul geográfico (SG) de acordo com a figura a seguir.
O fato de um ímã se orientar permitiu aos chineses a invenção da bússola, um instrumento constituído de um ímã leve em forma de losango, denominado agulha magnética, que gira em torno de um eixo fixo em uma caixa dotada de pontos cardeais.
Experimentalmente, constata-se que pólos de mesmo nome (norte e norte ou sul e sul) colocados próximos, repelem- se e pólos de nomes contrários (norte e sul), atraem-se.
Ao serrarmos um ímã reto transversalmente, cada parte obtida não apresenta um pólo único (inexistência de um monopólo magnético). Surgem na região de corte pólos de nomes contrários aos dos extremos, de modo que cada parte obtida é um novo ímã, completo. Isso significa que não é possível separar os pólos de um ímã e obter partes com um pólo somente.
Se serrarmos transversalmente as partes obtidas, teremos partes menores que ainda são ímãs completos. Assim, procedendo sucessivamente, chegaremos aos átomos, no caso de um ímã de ferro. Deste modo, os átomos funcionam como pequenos ímãs. São os ímãs elementares.
Existem corpos constituídos de certos materiais que, ao serem aproximados de um ímã, facilmente se magnetizam, isto é, convertem-se em outros ímãs. Tais materiais são chamados ferromagnéticos. É o caso, por exemplo, do ferro, do
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cobalto do níquel e de ligas especiais, como o alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto).
Observe na figura acima que o pólo norte do ímã “induz”, na região do corpo que lhe está próxima, um pólo sul e, na região mais afastada, um pólo norte. Entre o corpo e o ímã ocorre atração: o corpo sofre imantação. Se afastarmos o ímã, o corpo magnetizado perde imediatamente a imantação, estamos diante de um ímã temporário. É o que acontece com o ferro doce (ferro com baixo teor de carbono). Se o corpo mantiver a imantação, ele será um ímã permanente. É o que ocorre com certos tipos de aço e com o alnico.
O campo magnético de um ímã
Ao aproximarmos um ímã de uma agulha magnética, esta sofre um desvio. Isso significa que o ímã modifica, de algum modo, as propriedades dos pontos do espaço que o envolve. Dizemos que ele origina nesse espaço um campo magnético. Para medir a ação do ímã, associamos, a cada ponto do campo, uma grandeza vetorial denominada vetor indução magnética ou, simplesmente, vetor campo magnético,
representado por B
Colocada num ponto P de um campo magnético, uma agulha magnética assume certa posição de equilíbrio, de acordo com a figura da esquerda.
A direção do vetor B
em P é aquela em que se dispõe
a agulha magnética e o sentido de B
é aquele para onde seu pólo norte aponta, conforme a figura da direita.
As linhas de indução
A cada ponto do campo magnético associa-se um vetor
indução magnética B
. As linhas que tangenciam o vetor B
em cada ponto são denominadas linhas de indução. O sentido das
linhas de indução acompanha o sentido dos vetores B
. Elas partem do pólo norte do ímã e chegam ao pólo sul.
Se dobrarmos um ímã em forma de barra, as linhas de indução tornam-se retas paralelas, só deformando-se nas extremidades. O campo magnético entre as faces paralelas pode ser considerado uniforme.
Vimos que um ímã, suspenso pelo seu centro de gravidade, orienta-se aproximadamente na direção norte-sul geográfica do local. Isso significa que existe um campo magnético criado pela Terra, na direção do qual o ímã suspenso se orienta. É o campo magnético terrestre. Em seu livro De magnete (Sobre o ímã) , publicado em 1600, William Gilbert (1544-1603), explicando a orientação que as bússolas adquirem, afirma que “o próprio globo terrestre é um grande ímã”. De fato, podemos associar a Terra a um grande ímã, com o pólo sul magnético aproximadamente no norte geográfico e o pólo norte magnético aproximadamente no sul geográfico.
Corpo constituído de material ferromagnético
Ao ser aproximado do ímã o corpo se magnetiza Ímã
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a) eles se atrairão, pois x é pólo norte e y é pólo sul. b) eles se atrairão, pois x é pólo sul e y é pólo norte. c) eles se repelirão, pois x é pólo norte e y é pólo sul. d) eles se repelirão, pois x é pólo sul e y é pólo norte.
Nestas condições, podemos afirmar que os pedaços 1 e 3 se ________________, pois P assinala um pólo __________ e Q um pólo __________________.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas na afirmativa anterior é: a) atrairão — norte — sul b) atrairão — sul — norte c) repelirão — norte — sul d) repelirão — sul — norte e) atrairão — sul — sul
Indicando por “nada” a ausência de atração ou repulsão da parte testada, os resultados das quatro experiências são, respectivamente, a) I — repulsão; II — atração; III — repulsão; IV — atração. b) I — repulsão; II — repulsão; III — repulsão; IV — repulsão. c) I — repulsão; II — repulsão; III — atração; IV — atração. d) I — repulsão; II — nada; III — nada; IV — atração. e) I — atração; II — nada; III — nada; IV — repulsão.
F 1 é a força que o ímã II exerce sobre o ímã I, enquanto
que este exerce uma força F 2 , sobre o ímã II. Considerando que F 1 e F 2 representam os módulos dessas duas forças, podemos afirmar que: a) F 1 = F 2 ≠ 0. b) F 1 = F 2 = 0. c) F 2 < F 1 , pois o pólo Norte atrai o pólo Sul. d) F 2 > F 1 , pois o pólo Sul atrai o pólo Norte. e) as forças são diferentes, embora não se possa afirmar qual é a maior.
Para explicar a existência de uma força igual e oposta ao peso do ímã, e que o mantém suspenso, pode-se imaginar que a função do supercondutor equivale a se colocar um “ímã imagem” em seu lugar, igual ao ímã real e convenientemente orientado dentro da região tracejada. O “ímã imagem”, em conjunto com o ímã real, criaria na região externa ao supercondutor a configuração de linhas de campo indicada na figura. A representação adequada do “ímã imagem” dentro da região tracejada é:
a)
b)
c)
d)
e)
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Passou, então, a fazer os seguintes testes: I. aproximou o extremo B da barra 1 com o extremo C da barra 2 e percebeu que ocorreu atração entre elas; II. aproximou o extremo B da barra 1 com o extremo E da barra 3 e percebeu que ocorreu repulsão entre elas; III. aproximou o extremo D da barra 2 com o extremo E da barra 3 e percebeu que ocorreu atração entre elas.
Verificou, ainda, que, nos casos em que ocorreu atração, as barras ficaram perfeitamente alinhadas. Considerando que, em cada extremo das barras representado por qualquer uma das letras, possa existir um único pólo magnético, o menino concluiu, corretamente, que: a) as barras 1 e 2 estavam magnetizadas e a barra 3 desmagnetizada. b) as barras 1 e 3 estavam magnetizadas e a barra 2 desmagnetizada.
c) as barras 2 e 3 estavam magnetizadas e a barra 1 desmagnetizada. d) as barras 1, 2 e 3 estavam magnetizadas. e) necessitaria de mais um único teste para concluir sobre a magnetização das três barras.
Logo em seguida ao corte, pode-se observar que os pedaços resultantes: a) se repelem, se o corte for na linha a ou na linha b. b) se atraem, se o corte for na linha a ou na linha b. c) se repelem, se o corte for na linha a , e se atraem, se o corte for na linha b. d) se atraem, se o corte for na linha a , e se repelem, se o corte for na linha b. e) não interagem, se o corte for na linha a , e se atraem, se o corte for na linha b.
Nessas figuras, os ímãs estão representados pelos retângulos. Com base nessas informações, é correto afirmar que as extremidades dos ímãs voltadas para a região entre eles podem corresponder às seguintes polaridades: a) norte e norte na figura I e sul e norte na figura II. b) norte e norte na figura I e sul e sul na figura II. c) norte e sul na figura I e sul e norte na figura II. d) norte e sul na figura I e sul e sul na figura II.
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SOMA: ________
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