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Introdução à Programação Web com ASP: Interface e Variáveis, Notas de estudo de Automação

Neste documento, aprenda sobre a interface em asp, onde colocamos nossos componentes de interação com o usuário, e como declarar e utilizar variáveis no código asp. Você encontrará exemplos de código e sintaxes para melhor compreensão.

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 07/04/2012

maciel-duda-12
maciel-duda-12 🇧🇷

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Módulo 4 – Active Server Pages
Objetivos
Denir o padrão ASP;
Compreender a arquitetura ASP;
Denir uma plataforma mínima e ideal para o uso da tecnologia ASP;
Introdução a programação em ASP;
Denir e compreender a arquitetura ADO (ActiveX Data Objects)
Acessar banco de dados com ASP;
Utilizar Cookies com ASP;
Compreender o uso de Objetos, Eventos e Propriedades do Active
Server Pages;
Criar uma aplicação ASP para demonstrar sua utilização.
Teoria
1. Introdução
Em Novembro de 1996, a Microsoft introduziu formalmente a
tecnologia Plataforma Ativa no “Site Builders Conference and the
Professional Developers Conference”. Nesse evento, foi
apresentado um diagrama que demonstra claramente os objetivos
e visão da Microsoft em relação a esta tecnologia.
Figura 1: Visão da Microsoft sobre o Active Platform.
A Plataforma Ativa (Active Platform) é a visão da Microsoft
sobre a nova geração de distribuição computacional, em relação
a dados. Ela explora o melhor do modelo de programação
centralizada com o melhor da programação descentralizada. A
visão da Microsoft tem uma profunda implicação para a Internet
e outros sistemas desenvolvidos e em desenvolvimento. O modelo
de aplicações criado pela Microsoft, apresenta uma centralização
no aspecto lógico e uma descentralização no aspecto físico. A
centralização lógica de sistemas pode ser administrada de
qualquer lugar. Quanto a descentralização do aspecto físico, é
apresentada uma grande quantidade de vantagens, onde
destacamos: sistemas mais ecientes, tolerância a falhas, maior
poder de processamento, escalabilidade, etc.
Dois paradigmas surgem em relação a tecnologia apresentada:
1) Antes do advento do Active Server, programadores
preocupavam-se com tempo de acesso e infra-estrutura a
ser implementada em grades sistemas de armazenamento,
além das diculdades em estabelecer conexões conáveis
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Módulo 4 – Active Server Pages

Objetivos

Definir o padrão ASP; Compreender a arquitetura ASP; Definir uma plataforma mínima e ideal para o uso da tecnologia ASP; Introdução a programação em ASP; Definir e compreender a arquitetura ADO (ActiveX Data Objects) Acessar banco de dados com ASP; Utilizar Cookies com ASP; Compreender o uso de Objetos, Eventos e Propriedades do Active Server Pages; Criar uma aplicação ASP para demonstrar sua utilização.

Teoria

  1. Introdução

Em Novembro de 1996, a Microsoft introduziu formalmente a tecnologia Plataforma Ativa no “Site Builders Conference and the Professional Developers Conference”. Nesse evento, foi apresentado um diagrama que demonstra claramente os objetivos e visão da Microsoft em relação a esta tecnologia.

Figura 1: Visão da Microsoft sobre o Active Platform.

A Plataforma Ativa (Active Platform) é a visão da Microsoft sobre a nova geração de distribuição computacional, em relação a dados. Ela explora o melhor do modelo de programação centralizada com o melhor da programação descentralizada. A visão da Microsoft tem uma profunda implicação para a Internet e outros sistemas desenvolvidos e em desenvolvimento. O modelo de aplicações criado pela Microsoft, apresenta uma centralização no aspecto lógico e uma descentralização no aspecto físico. A centralização lógica de sistemas pode ser administrada de qualquer lugar. Quanto a descentralização do aspecto físico, é apresentada uma grande quantidade de vantagens, onde destacamos: sistemas mais eficientes, tolerância a falhas, maior poder de processamento, escalabilidade, etc.

Dois paradigmas surgem em relação a tecnologia apresentada:

  1. Antes do advento do Active Server, programadores preocupavam-se com tempo de acesso e infra-estrutura a ser implementada em grades sistemas de armazenamento, além das dificuldades em estabelecer conexões confiáveis

aos DBMS, exigindo um alto grau de competência por parte dos administradores e um alto grau de conhecimento de acesso a DBMS por parte dos programadores de front-end’s ;

  1. Problemas na compatibilidade dos DBMS com as diversas linguagens de programação existentes no mercado, onde muitas das vezes, elas são hostis, quando deveriam ser amigáveis, visando a facilidade e eficiência no desenvolvimento.

O problema é resolvido por uma tecnologia de suporte ao desenvolvimento na Plataforma Ativa (Active Platform), o Active Server Pages. A tecnologia ASP (também assim chamada), é um recurso para servidores Microsoft que permite o processamento de comandos no servidor, com a conseqüente geração dinâmica de páginas HTML para o cliente.

É possível abrir bancos de dados para leitura ou alteração de registros como se fosse uma aplicação desenvolvida em Visual Basic. Usando somente ASP, podemos dispensar outras soluções como CGI, IDC/HTX, ISAPI e OLEISAPI, tornando assim mais simples o ambiente de desenvolvimento.

Com isso, resolvemos o problema da interface (front-end’s) para bancos de dados, pois o browser nos fornecerá tudo o que precisamos, já que o HTML possui uma série de tag’s responsáveis pela geração de formulários. Como instruções ASP não possuem uma interface, o programador não se sentirá seduzido pelos detalhes, dedicando todo o seu tempo ao centro da aplicação que é, na maior parte das vezes, o acesso ao banco de dados.

A segurança é fornecida pelo próprio servidor e/ou pelo DBMS, mas nada impede que sejam tomadas algumas precauções em relação a falhas e ao acesso, fazendo o uso de objetos internos do ASP e até de protocolos de segurança encontrados na Internet como SSL (Secure Socket Layer) e SET (Secure Eletronic Transaction).

E para finalizar, toda a tecnologia ASP está fundamentada no ActiveX, que por sua vez está fundamentada no COM/DCOM. Como linguagem, é claro que o padrão usado é o VBScript, realizando o controle dos objetos, propriedades e eventos, tanto do lado servidor como do lado cliente. ASP - Arquitetura

Quando falamos em arquitetura do Active Server Pages, devemos nos lembrar como funciona a arquitetura COM/DCOM, já que o ASP

conforme a necessidade, e por isso, apresentaremos uma plataforma mínima e outra ideal para o uso da tecnologia ASP.

3.1. Plataforma Mínima

Para os desenvolvedores autônomos, é bastante difícil obter recursos computacionais e software devido ao problema de custo. Por esse motivo, apresentaremos nesse tópico um ambiente de baixo custo e de simples implementação para os testes em uma única máquina, mas com a capacidade de produzir aplicações profissionais.

O equipamento mínimo é: 486 DX2 66 MHz, 8 MB de RAM, HD com 1.2 GB e um Modem de 28.800 bps.

O software necessário é: Windows 95, com IE 3.0 instalado, Personal Web Server 1.0a, recurso ASP (ASP.EXE) instalado sobre o PWS (obtido no Option Pack para Windows NT no site da Microsoft - www.microsoft.com, Banco de Dados Microsoft Access 97 instalado, juntamente com os drives ODBC.

Um detalhe a ser observado é que o PWS 1.0a possui um bug, que ao ser instalado em um sistema em Português, o diretório criado após a instalação é o Progra~1 ao invés do Program Files. O desenvolvedor mais afoito, criará então o diretório antes da instalação (eu fiz isso) e o instalará posteriormente. Esse método provocará o aparecimento de outro bug e o sistema de segurança passará a não permitir o cadastramento de novos grupos e usuários, assim como não deixará configurar as permissões de acesso aos recursos compartilhados.

Para solucionar o problema acima, é necessário que o primeiro bug ocorra, ou seja, instale o PWS 1.0a sem a existência do diretório Program Files. Após a primeira instalação, certifique-se de que o diretório Progra~1 foi criado. Agora, antes de reinstalar o PWS, crie manualmente o diretório Program Files, e só então instale o novamente o PWS. Pronto, resolvido o problema dos bugs.

O usuário do Windows 98, não necessitará instalar o PWS 1.0a e o arquivo ASP.EXE da Microsoft, pois o Personal Web Server 4. (que acompanha o Windows 98) já possui todos os recursos necessários para executar ASP localmente, e detalhe, sem bugs.

Vale lembrar que não é necessário ter uma placa de rede instalada, basta instalar o recurso Acesso a Rede Dial-Up (você deve ter um modem) e os protocolos TCP/IP, e configura-los corretamente.

Para programar em ASP, não é necessário nenhum software especial, tudo pode ser feito com o Bloco de Notas e com o Access

  1. Se você possuir o InterDev, será mais fácil, mas não o livrará de conhecer o padrão a fundo, pelo contrário, será necessário conhecer o padrão ASP e o ambiente de programação.

3.2. Plataforma Ideal

O hardware necessário deve ser dois computadores no mínimo, um para o servidor de banco de dados e o outro para receber o acesso dos clientes via rede local ou Internet. A configuração deve ser: Pentium II 266 MHz, 64 MB RAM, HD SCSI de 4 GB, Modem de 56 K (em apenas uma das máquinas) para a linha privativa, Placa de Rede PCI e unidade de backup, podendo ser Jaz Drive ( GB), Fita DAT (4 GB) ou unidade de CD regravável.

O software necessário é o Windows NT 4.0 ou superior, com o Internet Information Server 3.0 ou superior, SQL Server 6.5 ou superior e browser IE 3.0 ou superior.

Esses recursos descritos acima devem ser usados em sistemas onde o fluxo de dados é constante, em situações de acesso casual ou em rajadas, o sistema pode ser o Windows NT Workstation (insisto no ambiente NT pela segurança oferecida) e o próprio Access 97, usando ODBC. Apenas tome cuidado, pois o Access 97 possui a limitação de 64 acessos simultâneos a uma banco de dados, se o seu caso o número de acessos não puder ser limitado, então faça a opção por um DBMS existente no mercado como SQL Server, DB2, Oracle, Sybase, etc.

Introdução a Programação em ASP

Uma aplicação ASP podemos ter diversos elementos como: Script’s, ActiveX, Applets Java, Objetos internos do ASP, etc.

O ponto fundamental é termos em mente que todo o controle de rotinas e acessos a bancos de dados serão feitos por script’s, para ser mais exato, um dialeto do VBScript (nada impede que nas páginas de resposta enviemos comandos JavaScript). Outro ponto a ser observado, é que em ASP, não existe uma interface como uma shell ou um form onde colocamos nossos componentes de interação com o usuário; na verdade, a interface está contida em tag’s HTML e objetos Java e/ou ActiveX. Dessa forma, os comandos de controle do ASP não poderão criar se quer um msgbox/msgbox() do VB, como estamos acostumados, a resposta deverá ser dada através de uma página HTML preexistente ou on the fly.

4.1. Script’s

Se você é um bom observador e curioso, verificou que ao examinar o código fonte, a rotina ASP não aparece, mas somente a página formatada. Agora você pode esconder como é que são feitas as suas páginas (somente o código script).

Outra forma de produzir código ASP, é através de blocos de script’s. Estes estão sempre entre as tag’s . Então como diferencia-los dos blocos que serão processados no cliente?

Fácil, basta você declara-los sempre da seguinte forma:

O detalhe, é que você é obrigado a declarar os comandos a serem executados no servidor dentro das tag’s <%%> ou no formato acima, qualquer outra forma, não será interpretada no servidor, mas sim no cliente.

Outro detalhe, é que você pode diferenciar os script’s de comandos isolados colocando na primeira linha do código ASP a seguinte isntrução:

<% @ LANGUAGE = VBScript|JavaScript %>

Mais detalhes, nunca coloque comandos isolados (aqueles <%%>) dentro de blocos de script’s, pois poderá ocorrer erros de execução.

Vejamos um exemplo do uso de blocos de script’s.

Arquivo: Teste3.asp Código: <% @ LANGUAGE=VBScript %>

Teste 2 para ASP

<%

‘Comando imediato Call Calc (5) %>

Mais uma vez, se você foi bom observador, viu após a execução do código acima que o comando imediato entre os delimitadores <%%>, tem prioridade em relação a execução dentro do bloco. Observou também que fora do bloco, é necessário usar os parênteses para a passagem do parâmetro.

4.2. Objetos Internos do ASP

Ao programar em ASP, os objetos do browser do cliente não estão disponíveis. Em contra partida, objetos de interação do ambiente (Objetos Internos) estão disponíveis para o uso, e são definidos como internos porque nós não os criamos, mas simplesmente os utilizamos.

Não deve ser feita nenhuma confusão entre objetos internos do ASP (que não podem ser criados ou destruídos) com objetos ActiveX do servidor (que são instâncias de objetos).

A lista abaixo apresenta os objetos internos do ASP:

Application Representa uma aplicação ASP (Conjunto de páginas ASP de um diretório virtual do servidor); Request Representa os dados enviados para a página ASP por um formulário ou link do browser do cliente; Response Linhas da página de resposta gerada para o browser do cliente; Server Representação do servidor Web onde a página ASP está sendo executada. Permite o acesso a algumas propriedades e a criação de instâncias de componentes Servidores ActiveX; Session Representa uma sessão aberta com um cliente via browser. Quando uma sessão se fecha, todas as variáveis pertencentes a sessão encerrada são perdidas.

Todos objetos apresentados podem possuir propriedades, eventos, métodos e coleções.

Para resolver esse problema, em ASP, devemos usar variáveis de nível de sessão. A cada acesso, é criada uma Sessão onde o usuário possui informações exclusivas, que não estarão disponíveis para outros usuários que estejam usando a mesma aplicação. Uma Sessão é iniciada quando um usuário acessa uma aplicação ASP, e termina quando ele fecha o seu browser ou encerra a conexão.

Do mesmo modo que existem variáveis de Aplicação e Sessão , podemos ter Componentes Servidores ActiveX dos dois níveis. A inicialização desses componentes é feita através dos eventos Application_OnStart , Application_OnEnd , Session_OnStart e Session_OnEnd , no arquivo GLOBAL.ASA.

4.4. Objeto Application

Esse objeto nos permite manipular dados relativos a toda aplicação ASP. Esses dados podem ser compartilhados em diversas sessões por vários usuários, através de variáveis e objetos de nível de aplicação.

O objeto Application tem a duração e o escopo da aplicação ASP, ou seja, enquanto o servidor Web estiver no ar, o objeto estará ativo desde o primeiro acesso a aplicação.

Não possuindo propriedades, esse objeto é capaz de armazenar qualquer tipo de variável em seu interior (encapsular). Exemplo:

Sintaxe: Application(“

Uso: <%Application(“NomeDoUsuario”) = “João”%>

Também podemos criar instâncias de Componentes Servidores ActiveX no interior do objeto Application. Veja a sintaxe:

<% Set Application(“”) Application(“”).NomeDoM étodo %>

Em determinados casos, pode ser necessário criar instâncias locais de componentes inseridos dentro do objeto Application.

<%

Set = Application(“”) . %>

É considerado componente, todo e qualquer objeto ActiveX registrado na máquina, e exportado por um Servidor ActiveX (antigo Servidor OLE).

O objeto Application também suporta o armazenamento de Arrays em seu interior. Exemplo:

<% Dim Vet(3) Vet(0) = “Papel” Vet(1) = “Lápis” Vet(2) = “Borracha”

Application(“Material”) = Vet %>

Estojo = Application(“Material”) For i = 0 to 2 Response.write Estojo(i) Next %>

O objeto Application possui apenas dois métodos: LOCK e UNLOCK. A função desses métodos é controlar o acesso simultâneo a variáveis e componentes armazenados dentro do objeto Application.

Como páginas ASP são executadas em ambiente compartilhado, ou seja, vários usuários acessam a mesma aplicação ao mesmo tempo, o risco do uso simultâneo de uma mesma variável é quase 100%, podendo causar efeitos não desejáveis. Por exemplo:

Imaginem que um usuário acessa uma página com o seguinte código:

<% Application(“Cont”) = Application(“Cont”) + 1 %>

Se um outro usuário acessar o mesmo código ao mesmo tempo, tentando incrementar o valor da variável, o resultado seria imprevisível. O correto é refazer o código da seguinte forma:

data Data de expiração do cookie; path Diretório virtual do servidor. Sempre que o ccokie acessar alguma página deste diretório, deverá enviar este cookie de volta ao servidor; domínio Domínio do servidor. Sempre que o browser acessar alguma página deste domínio, deverá enviar este cookie para o servidor.

Os dados do cookie são enviados como parte do Request HTTP. Os cookies podem ser gerados e verificados pelos objetos Request Response.

O objeto Session possui duas propriedades: SessionID e Timeout. A propriedade SessionID , retorna o identificador da sessão em que o usuário Web se encontra. A propriedade Timeout , define o tempo máximo (default de 20 minutos) de espera por solicitações (comandos), antes de encerrar a ssessão.

<% Session.Timeout = 10 %>

O único método encontrado no objeto Session é o ABANDON. Sua função é encerrar uma sessão já estabelecida. Pode parecer redundante, já que ao encerrar (fechar) o browser, uma sessão também é encerrada. Agora, imagine um quiosque de acesso a uma intranet da empresa X, onde acessos ao seu banco de dados é intermediada por um username e um password , e o usuário ao sair não tem permissão de fechar o browser. Nesse cenário, poderia ocorrer um desastre, pois um próximo usuário mau intencionado, poderia fazer estragos no banco de dados excluindo e alterando registros sem permissão. Por motivos como esse, é necessário fornecer um mecanismo de encerramento de sessão (logout) em uma aplicação ASP.

Para ilustrar melhor os objetos Application e Session, vamos implementar um contador que funciona apenas enquanto servidor Web estiver no ar, ou seja, a cada reinicialização do servidor o contador zera. Outro detalhe muito importante, é que o contador deve contar apenas quantas pessoas visitaram o site, e não quantas visitas foram feitas ao site. O mesmo usuário não deve ser contabilizado simplesmente porque ele navegou pelo site e voltou a página inicial; e se isso acontecer o contador estará errado.

Arquivo: GLOBAL.ASA Código:

Sub Session_OnStart Application.Lock If Application(“x”) = “” then Application(“x”) = 0 End if

Application(“x”) = Application(“x”) + 1 Application.Unlock Session(“Hora_Sessao”) = time End Sub

Arquivo: CONTADOR.ASP Código: <%@ LANGUAGE=VBScript%>

Contador ASP

Hora do Início da Aplicação: <%=Application(“Hora_Inicio”)%>

Hora da Sessão: <%=Session(“Hora_Sessao”) %>

Número de visitantes: <%=Application(“x”)%>

4.6. Objeto Server

Este objeto é de suma importância na tecnologia ASP, pois ele permite a criação de instâncias de Componentes ActiveX no Servidor Web.

Sua única propriedade é ScriptTimeout , que determina o tempo máximo em que um script ASP poderá ficar executando no servidor. Essa propriedade é extremamente útil, pois evita que loop’s inválidos ocupem o servidor permanentemente. O tempo é determinado em segundos, e o default é de 90 segundos. Exemplo:

<%Server.ScriptTimeout=20%>

Os métodos desse objeto estão listados abaixo:

CreateObject Cria uma instância de um componente servidor ActiveX, e é somente executado no servidor Web por um Servidor

Quando um browser se conecta a um servidor Web, é solicitado através de um comando interno do browser uma página HTML. Ao chamar uma aplicação ASP o mesmo ocorre, sendo assim, é enviado o Request HTTP para o servidor, podendo ser de duas formas: direta e indireta.

Quando a chamada é direta, simplesmente foi digitado a URL da página desejada. Na forma indireta, o usuário clicou em um link de uma página, que faz referência a uma URL diferente a local (link externo).

Independente da forma usada para chamar a página ASP, serão enviados algumas informações, e amaneira de coletar essas informações é através do objeto Request e suas variáveis (coleções). Vejamos alguns exemplos de chamada a uma página ASP:

Formato Indireto (Link e Form)

**Access

**

Livro 2 – Internet

O objeto Request não possui métodos, eventos ou propriedades apenas sua coleção de variáveis enviadas pelo usuário. A forma de acesso a essas variáveis é descrito abaixo:

<% x = Request.(“”) %>

Pode acontecer de não nos lembrarmos do nome da coleção a ser acessada, mas apenas do nome da variável; e nesse caso, usamos o mesmo artifício da sintaxe abaixo:

<% x = Request(“”) %>

O ASP se encarregará de “varrer” toda a coleção do objeto para procurar pela variável com o nome especificado e retornar o seu valor.

As variáveis da coleção do objeto Request estão apresentadas abaixo:

QueryString Valores recebidos através de um Request HTTP do tipo GET.

Form Contém todos os campos de um formulário enviado através do método POST.

ServerVariables Contém todas as variáveis CGI do servidor.

Cookies Permite o acesso aos cookies do usuário Web que foram enviados. Exemplo:

<% x = Request.Cookies(“usuario”) %>

Para verificar o número de cookies existentes, podemos varrer a coleção usando a instrução For Each ... Next. Exemplo:

<% For Each CK in Request.Cookies%>

<%=CK%>= <%>Request.Cookies(CK)%> <%Next%>

No exemplo anterior, para cada cookie existente, seu nome será exibido seguido do seu valor, no browser do cliente.

ClienteCertificate Permite verificar se o cliente (browser) possui certificação digital (SSL – Secure Socket Layer), assim como coletar informações a respeito da certificação. Vejamos um exemplo que verifica se o usuário possui uma certificação SSL:

<% if len(Request.ClienteCertificate) = 0 then%> Cliente sem certificado <%else%>

Usuário:

No caso de usar a esta propriedade, será necessário o uso dos métodos **FLUSH** ou **END** para enviar os comandos armazenados.

ContentType É o ContentType do formato MIME da página de resposta.

Expires Usado para definir o tempo em que a página ficará no cache do usuário. No caso de páginas estáticas é bastante vantajoso que o tempo seja o mais longo possível, mas para páginas ASP, o ideal é que a atualização seja constante. Exemplo:

Response.Expires = 0 ‘Sempre atualizada Response.Expires = 5 ‘5 minutos no cache

ExpiresAbsolute Contém a data e hora da expiração da página. Exemplo:

Response.ExpiresAbsolute = “#Jan 10, 1999 12:00:00#”

Status Altera as linhas de status gerada pelo servidor Web (não é a mesma coisa da barra de status do browser). São aquelas mensagens recebidas dentro da janela do browser quando alguma coisa não funciona no servidor. Exemplo:

Response.Status = “500 – Erro”

Para o objeto Response foi definida apenas uma única coleção de dados, Cookies. Ele nos permitirá criar e alterar os cookies do browser dos usuários. Como essa coleção altera o Header HTTP, ele deverá ser usado antes de qualquer comando HTML em uma página ASP, a não ser que seja usada a propriedade Buffer = True. Vejamos então como criamos um cokie no browser do cliente:

<%Response.Cookies(“”) = “”%>

Podemos também acessar um atributo de um cookie e alterar o seu valor. Veja quais atributos estão disponíveis:

Expire Data e hora de validade de um cookie. Path Path (caminho) do cookie na máquina do cliente.

Domain Será enviado um cookie para todas as páginas contidas no domínio especificado.

Vejamos um exemplo da criação de um cookie e vamos também verificar se ele realmente foi criado:

<% Response.Cookie(“Logado”) = “Sim” Response.Cookie(“Logado”).Domain = “dwrp.eti.br” %>

Para controlar e enviar informações para o browser do usuário, devemos usar os métodos do objeto Response, vejamos a lista a seguir:

AddHeader Adiciona um Header HTTP à página gerada.

AppendToLog Nos permite marcar informações de acesso ou segurança, adicionando um texto ao log do servidor.

BinaryWrite Envia um dado binário para o browser. É usado quando desejamos enviar uma imagem, som, etc. Mas deverá ser informado o ContentType também. Exemplo:

<% Response.ContentType = “image/gif” Figura = VerImag(“num.gif”) ‘Você deve cria essa função para ler um arquivo. Response.BinaryWrite Figura %>

Clear Apaga o conteúdo do buffer de resposta do servidor ASP.

End Encerra (termina) uma página ASP.

Flush Envia o conteúdo do buffer de resposta.

Redirect Redireciona o browser do cliente para outro endereço. Esse método altera o Header HTTP, por esse motivo deve ser