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Saiba como derivar funcções parciais, encontrar vetores gradientes, planos tangentes e retas normais, calcular derivadas direcionais e maximizar ou minimizar funções sem e com restrições. Este resumo contém dicas práticas e exercícios resolvidos passo a passo.
Tipologia: Exercícios
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Derivadas Parciais e o Vetor Gradiente
Para “derivar parcialmente” uma função, trate todas as variáveis como constantes, exceto aquela em relação a qual você está derivando. E, então, é só derivar!
E quando te pedirem o vetor gradiente? De boa, vai ser uma parada assim:
Lembre-se também de que uma função é contínua se o limite quando (𝑥, 𝑦) → (𝑥 0 , 𝑦 0 ) é igual ao valor que a função assume em (𝑥 0 , 𝑦 0 ). Sabendo disso, se perguntarem qualquer coisa sobre continuidade, tudo se resume em:
(ℎ,𝑘)→(0,0)^ lim
existe, então garantimos que a função é diferenciável no ponto.
Derivadas Direcionais
Te pediram a derivada de uma função 𝑓, num ponto 𝑃 0 , e no sentido de um vetor 𝑢⃗? Só fazer: 𝜕𝑓 𝜕𝑢
Mas aqui vai um detalhe que geral esquece, existe uma situação que você não pode usar essa fórmula, e aí qual vai ser?
Aqui vai outra dica, de maximizar ou minimizar a derivada direcional:
Máximos e Mínimos sem Restrição
Pediram os pontos máximos e mínimos da função? Então:
Máximos e Mínimos com Restrição
(Multiplicadores de Lagrange)
Grande LaGrange! Finalmente chegamos nele! Quando tivermos que encontrar máximos ou mínimos de uma função 𝑓 em uma região 𝑔, vamos fazer: ∇𝑓(𝑥, 𝑦) = 𝜆∇𝑔(𝑥, 𝑦) Procedimento: