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Desenho Tecnico 2 Modulo 1, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Desenho Tecnico 2 Modulo 1

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 18/03/2011

saul-delgado-coutinho-11
saul-delgado-coutinho-11 🇧🇷

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DESENHO TÉCNICO
MECÂNICO II
Unidade 1
Esboço em perspectiva
Perspectiva isométrica
Perspectiva cavaleira
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DESENHO TÉCNICO

MECÂNICO II

  • (^) Unidade 1
  • (^) Esboço em perspectiva
  • (^) Perspectiva isométrica
  • (^) Perspectiva cavaleira

Esboço em perspectiva

  • (^) Leitura por meio do esboço. Uma das melhores maneiras de ler um desenho consiste em recorrer ao esboço em perspectiva do objeto. Normalmente, antes de estar terminado o esboço, as projeções ortogonais já estão perfeitamente esclarecidas. Em vista da importância que o esboço a mão livre tem para o engenheiro, este deve cedo iniciar a sua prática, para adquirir facilidade de execução. Já foram dados exercícios práticos para a execução de esboços em projeção ortogonal. A prática do esboço em perspectiva requer o estudo preliminar da técnica de execução.
  • (^) Esboço em perspectiva. O traçado dos esboços em perspectiva tem por base um sistema de três eixos de referência, dos quais um é vertical e os dois outros fazem um ângulo de 30° com a horizontal. Representam três linhas do espaço perpendiculares entre si. Sobre estes eixos marcam-se as dimensões proporcionais à largura, profundidade e altura de qualquer objeto em forma de paralelepípedo. As circunferências são traçadas com o auxílio dos quadrados circunscritos.
  • (^) ESBOÇO DAS VISTAS ORTOGRÁFICAS

PRINCIPAIS

  • (^) O esboço deverá respeitar a proporção da peça e

ser executado em traço firme e uniforme.

  • (^) Para a representação das vistas ortográficas

principais de uma peça em esboço a partir de sua

perspectiva cotada, deve-se primeiramente

considerar as dimensões totais de cada vista,

delimitando seu espaço através de linhas estreitas

e claras, que possam ser eliminadas ao final do

trabalho se for necessário.

  • (^) Antes de delimitar, é recomendado prefixar uma

unidade de medida referencial, para que o esboço

fique todo proporcional

  • (^) PROCESSO DO SÓLIDO ENVOLVENTE
  • (^) Dadas as vistas principais de um objeto, parte-se

de um ponto que representa o vértice frontal do

sólido envolvente e traçam-se os três eixos, que

farão entre si ângulos de 120°.

  • (^) Em seguida, constrói-se o paralelepípedo com as

maiores dimensões de comprimento, largura e

altura, segundo a visibilidade desejada para os

três planos.

  • (^) Analisando as vistas ortográficas, fazem-se cortes

no sólido envolvente de acordo com as formas e

dimensões dadas nas referidas vistas, adaptando,

separadamente, cada vista no seu plano, até que

se tenha o objeto desejado.

  • A figura ilustra o que foi dito, mostrando que os eixos paralelos ao quadro são OX e OZ. O eixo a ser perspectivado seria O(Y), cuja perspectiva aparece no quadro, segundo OY.
  • (^) A perspectiva desse eixo não paralelo ao quadro recebe o nome de fugitiva.
  • (^) COEFICIENTE DE ALTERAÇÃO - É a cotangente do ângulo ângulo este, formado pelas projetantes com o eixo perspectivado.
  • (^) Na Fig. anterior chamando de o ângulo que as projetantes fazem com o eixo pespectivado OY, temos: O triângulo O1 (1) é retângulo. Então:
  • (^) A perspectiva ou seja, o real multiplicado por um coeficiente de deformação.
  • (^) Tirando partido da propriedade da perspectiva Cilíndrica Oblíqua, sempre que duas dimensões do objeto ficam paralelas ao quadro, tem-se que perspectivar somente a terceira dimensão. Para isso, usam-se as seguintes regras práticas:
    1. O objeto deve ser colocado com o contorno irregular paralelo ao quadro;
    2. A maior dimensão deve ser, de preferência, também paralela ao quadro. Como a vista que normalmente atende a esses requisitos é a frontal, esta será a vista tomada como referência, na maioria das vezes, para a representação de um objeto.
  • (^) Coeficiente de alteração

Para proporcionar uma forma agradável e

reconhecível ao objeto, usa-se um coeficiente de

alteração ou redução (K) no eixo das larguras que

varia de acordo com o seu ângulo de inclinação

podendo ser de 30°, 45° ou 60°.

  • (^) A principal vantagem do emprego da perspectiva

cavaleira está na representação de objetos cuja

face frontal contém detalhes circulares ou

irregulares que aparecerão em verdadeira

grandeza (VG), como mostram os dois exemplos a

seguir.

  • (^) Observação: na prática a representação mais

usada é a perspectiva cavaleira à 45° devido a

facilidade de execução

  • (^) A posição do terceiro eixo determina quais faces

do sólido serão representadas na perspectiva; em

geral, são usadas as duas primeiras posições

mostradas na figura abaixo, que apresentam a

face superior do sólido.

  • (^) EXERCÍCIOS: Desenhar num formato A4, utilizando a escala 2:1, as vistas de frente, superior e lateral esquerda da peça em perspectiva cavaleira.