












Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Este documento aborda a doença pulmonar obstrutiva crônica (dpoc), uma condição pulmonar caracterizada por obstrução crônica e recorrente do fluxo de ar nas vias aéreas respiratórias. O texto discute os dois tipos de dpoc: enfisema e bronquite obstrutiva crônica, e os sintomas e exacerbações associados. Além disso, o documento discute a importância da avaliação formal dos sintomas usando questionários validados e a estratégia de avaliação combinada proposta pela gold em 2011.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 20
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!













Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC
Caracteriza-se por obstrução crônica e recorrente do fluxo de ar nas vias aéreas respiratórias pulmonares. "DPOC é uma condição pulmonar heterogênea caracterizada por sintomas respiratórios crônicos devido a anormalidades das vias aéreas e/ou alvéolos que causam obstrução persistente, muitas vezes progressiva, do fluxo aéreo." É uma doença progressiva e acompanhada por uma reação inflamatória a partículas ou gases nocivos. A causa mais comum de DPOC é o tabagismo. Outros fatores predisponentes são asma e hiper responsivi- dade. PATOGÊNESE Os mecanismos envolvidos aqui são múltiplos e incluem INFLAMAÇÃO e FIBROSE da parede brônquica; hipertrofia das glândulas submucosas e hipersecreção de muco; e perda de fibras elásticas pulmonares e de tecido pulmonar.
Broblema ima [
E
&NEF (^) I soquemaporand·^ ↓^ NEF^1 ↓CRF An^ ↓ ONF^ -P ·Tem da complainsinallmente pamre 12 es-p^ é^ momente^ quer^ exp^ do^ de^ ar. DPOC - Também (^) a fluxo exp már DPOC I^ asmor unedidorde^ ar^ experiache Nos^ corrente:volume de Se (^) pacientetemunor sua (^) esperam tria) ar (^) que entraesai de Mostraros nomes^ e^ as^ capacidadespulmonares.^ *^ cadar sichvesp. desencor^ crestritivo-comprometimenta^ essa^ um^ bonecclatador,^ se Lavalios. (^) ↑ E do (^) iopacidadeinspiratório. Se melhorar()^ o^ plexo expirar, volumes volones (^) 2P.... (^) Explor↑ *^ " NC+^ VREANRE^ temumano doença^ dest-tern^ significaque^ éASMA,^ pois^ or 60 .........parace (^) & ↑em DAPOC copocidadeexperatorion^ DPOC^ mice^ vergande (^22) I - T
de mesen (^) Exp nit == ar:o^ wa (^) epeometria, vamos .. Miderisendeener
doenellext NEF1 e aspul fazer^ umor^ experovie^ forçada :-PomplacênciaCNA p*^ Ida^ cance vstritiva - "fibration"Restringe -complainein
Como existe apenas uma correlação fraca entre a gravidade da obstrução do fluxo aéreo (Tabela 2.6) e os sintomas experimentados pelo paciente ou o comprometimento de seu estado de saúde, é necessária uma avaliação formal dos sintomas usando questionários validados. Escala de dispneia MRC - usada para avaliar o grau de incapacidade funcional basal devido à dispneia CAT - é um questionário de 8 itens que avalia o estado de saúde em pacientes com DPOC. O ponto de corte equi- valente para o CAT™ é 10 Exacerbação = evento caracterizado por piora da dispneia e/ou tosse com expectoração, com piora dos sintomas nos últimos 14 dias, que pode estar acompanhado por taquipneia e/ou taquicardia, e frequentemente está associado com in- flamação local e sistêmica causada por infecção, poluição ou outro insulto à via aérea. MULTIMOBIRDADE As pessoas com DPOC frequentemente sofrem de outras doenças crônicas concomitantes (multimorbidade). Isso pode ocorrer em pacientes com obstrução leve, moderada ou grave do fluxo aéreo.
Efeitos adversos: Tremor muscular, Taquicardia e palpitações, Hipocalemia (ocorre mais quando p tratamento é combinado com diurético tiazídico). LABA FORMOTEROL e SALMETEROL – 2x ao dia melhoram significativamente o VEF1 e os volumes pulmonares, a dispneia, a taxa de exacerbação, mas não tem efeito sobre a mortalidade. INDACATEROL = 1x ao dia que melhora a falta de ar, o estado de saúde geral e a taxa de exacerbação. Alguns pacientes podem apresentar tosse após a inalação desse. Salmeterol • Adm = por inalador em pó seco – 1 inalação 2x ao dia.
longa duraçãoI
·
Um beta-agonista de ação prolongada (LABA) ou um antagonista muscarínico de ação prolongada (LAMA; também conhecido como agente anticolinérgico de ação prolongada) é aceitável para pacientes com DPOC do Grupo A. Em nossa prática clínica, preferimos um LAMA a um LABA com base em evidências de eficácia modestamente aumentada na prevenção de exacerbações. SABA + IPATRÓPICO (SN) GRUPO B FÁRMACO E NOME: Para pacientes com sintomas mais graves, mas baixo risco de exacerbações, su- gerimos o uso de terapia broncodilatadora dupla (agonista beta de ação pro- longada/antagonista muscarínico de ação prolongada [LABA-LAMA]) em vez de broncodilatadores de ação rápida ou apenas broncodilatador de ação prolon- gada. Para pacientes do Grupo B com DPOC que não podem fazer uma terapia com- binada LAMA-LABA devido ao custo, disponibilidade ou efeitos colaterais, um LAMA ou um LABA sozinho são alternativas razoáveis. DPOC e asma (também conhecida como DPOC-A ou sobreposição asma-DPOC [ACO]), os sintomas e as exacerbações podem ser melhor controlados com a adição de um glicocorticoide inalatório LABA +ou ANORO(b2 agonista + antimuscarínico) GRUPO E FÁRMACO E NOME: Os pacientes com exacerbações frequentes (Grupo E) apresentam maior risco de hospitalização e morte devido à DPOC. Por causa disso, eles exigem o uso de terapias de combinação potentes antecipadamente para reduzir o risco desses resultados adversos. Terapia broncodilatadora dupla, na maioria dos casos — Em geral, para pacien- tes iniciando terapia de DPOC com alto risco de exacerbações futuras, sugerimos tratamento inicial com terapia combinada de antagonista muscarínico de longa duração (LAMA) e beta-agonista de longa duração (LABA) em vez do que usar o agente sozinho ou a iniciação automática de glicocorticoides inalatórios. Tanto a terapia com LABA-LAMA quanto as combinações de LABA-ICS demonstraram reduções nas exacerba- ções em comparação com a terapia com broncodilatador único. A preferência pelo uso da terapia LAMA- LABA em vez de uma combinação LABA-ICS é amplamente baseada em evidências de melhora da função pulmonar, melhor controle de exacerbações leves e menos episódios de pneumonia (e outros efeitos adversos do CI), embora a melhora dos sintomas varie entre os estudos Pacientes do Grupo E apresentando contagens elevadas de eosinófilos ou hospitalização — Para pacientes com exacerbações frequentes de DPOC (ou seja, ≥2/ano) e eosinófilos sanguíneos ≥300 células/microL, concordamos com o GOLD que o tratamento inicial com terapia broncodilatadora dupla mais um CI é uma terapia inicial razoá- vel com base nos benefícios potenciais do CI nessa população. Informações adicionais sobre o uso de eosinófilos para orientar o uso de CI estão detalhadas em outro lugar. LAMA D ~ SAMA alvoice 2 LAMA-LABA
june
RESUMINDO: Na clínica eu começo um SABA com ipratrópico para se necessário, porém, meu paciente está usando muito aquele que deixei para resgate. Então posso ir considerando a troca para um de longa duração – LABA. ANORO: é a combinação entre um antagonista muscarínico de longa duração + um agonista seletivo do receptor beta2 – cada inalação fornece uma dose de 55mcg de umeclidínio e 22mcg de vilanterol. BRONQUITE CRÔNICA
Os mecanismos que causam a limitação do fluxo aéreo incluem:
O consenso geral é que pacientes com asma mais grave e de início precoce apresentam perda acelerada da função pulmonar devido ao remodelamento das vias aéreas; no entanto, a extensão da progressão e perda da função pulmonar é altamente variável. DIAGNÓSTICO CLÍNICO Clássico sinais e sintomas = dispneia intermitente, tosse e sibilância. - Embora típicos da asma, esses sintomas são inespecíficos, tornando às vezes difícil distinguir a asma de outras doenças respiratórias. O diagnóstico definitivo de asma requer a história ou presença de sintomas respiratórios consistentes com asma, combinado com a demonstração de obstrução variável ao fluxo aéreo expiratório. Ferramentas para diagnóstico de asma:
Determinantes sociais = As condições nos ambientes onde as pessoas nascem, vivem, aprendem, traba- lham, se divertem, adoram e envelhecem que afe- tam uma ampla gama de saúde, funcionamento, e resultados e riscos de qualidade de vida.
DOENÇAS RESTRITIVAS Uma inflamação sistêmica crônica de baixa intensidade causa alterações histológicas e alterações nos vasos e te- cidos adjacentes, levando a aumento da resistência vascular e da resistência pulmonar. Isso diminui a CVF, po- dendo levar a processo sistêmico e manifestações sistêmica de HAS
Iatrogênico – qualquer alteração patoló- gica provocada no paciente pela má prá- tica médica.