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DPOC doença pulmonar obstrutiva crônica
Tipologia: Notas de estudo
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1. Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é a quinta maior causa de morte no Brasil e a sexta no mundo, conforme a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Não tem cura e pode levar à morte, já que as alterações ocorridas nos pulmões durante os estágios da doença são irreversíveis. Mas há tratamento para melhorar a qualidade de vida do paciente, melhorar a falta de ar, retardar o tempo até a 1ª exacerbação, reduzir o número de exacerbações e as internações causadas por elas, reduzir os dias de internação devidos às exacerbações, aumentar a tolerância aos exercícios e reduzir o uso de broncodilatadores de alívio. As informações contidas no site fornecem uma noção geral sobre a DPOC, não sendo base para o autodiagnóstico, nem para a automedicação.
2. As causas da DPOC
O tabagismo e os poluentes ambientais, aliados à predisposição genética, são as principais causas da DPOC. Os fumantes têm 90% de riscos porque o fumo contém irritantes que inflamam as vias aéreas e causam alterações que podem levar à DPOC ou até o câncer de pulmão. O mesmo dano é proporcionado pela poluição. Raramente, a DPOC pode ser desencadeada pela deficiência congênita de uma proteína denominada alfa-1 antitripsina, presente nos pulmões.
3. Os sintomas da DPOC
Os sintomas da DPOC aparecem de maneira lenta e aumentam com o passar do tempo. Alguns não percebem que estão doentes e só procuram o médico em estágio avançado, o que dificulta a recuperação. O principal sintoma é a tosse, geralmente acompanhada de catarro cuja expectoração é mais intensa pela manhã e durante infecções respiratórias (ex.: gripe). Outros sinais da doença são:
Falta de ar e cansaço inicialmente aos grandes esforços. Chiado no peito. Dificuldade em realizar tarefas do dia-a-dia, como tomar banho, vestir- se, pentear-se e caminhar quando a doença já está mais avançada. Nos casos mais graves há aumento da tosse e da quantidade de catarro, que se torna amarelado ou esverdeado, e surgimento de falta de ar ou piora da falta de ar habitual. É a chamada crise de DPOC. Também podem aparecer inchaço nos pés e pernas e fraqueza no funcionamento do coração.
O diagnóstico da DPOC
4. O diagnóstico da DPOC
Para facilitar o diagnóstico, a DPOC é dividida em quatro estádios, de acordo com a gravidade, com a função pulmonar e os sintomas. A divisão foi definida pela Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (GOLD). São eles:
Estádio 0 - em risco. Estádio 1 - leve. Estádio 2 - moderado. Estádio 3 - grave. Tais estádios são identificados pelos sintomas e pela espirometria. Alguns outros exames (ex.: radiografia de tórax) podem ser utilizados para afastar outras possíveis doenças.
5. A prevenção e o tratamento da DPOC
O mais importante na prevenção da DPOC é não fumar, mas outras atitudes podem ajudar:
Alimentar-se 280
Conversar 280
Vertir-se e despirse 460
Lavar mãos e rosto 500
Dirigir carro 560
Tomar banho 840
Descer escadas 1040
Dançar 1100
Jogar tênis 1420