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Drogas abuso 3, Notas de estudo de Farmácia

DROGAS ABUSO

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 20/01/2011

andre-tomaz-terra-junior
andre-tomaz-terra-junior 🇧🇷

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Curso de
Drogas de Abuso
(Lícitas e Ilícitas)
MÓDULO III
Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para
este Programa de Educação Continuada, é proibida qualquer forma de comercialização do
mesmo. Os créditos do conteúdo aqui contido são dados aoa seus respectivos autores
descritos na Bibliografia Consultada.
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Curso de

Drogas de Abuso

(Lícitas e Ilícitas)

MÓDULO III

Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para este Programa de Educação Continuada, é proibida qualquer forma de comercialização do mesmo. Os créditos do conteúdo aqui contido são dados aoa seus respectivos autores descritos na Bibliografia Consultada.

MÓDULO III

OS ALUCINÓGENOS

As drogas alucinógenas são conhecidas da humanidade já há milênios e até hoje ainda estão presentes em alguns grupos humanos em sua forma mais primitiva, através do consumo direto de certos tipos de cactos e cogumelos. Os alucinógenos constituem um grupo de drogas, na sua maioria de origem vegetal, que modificam por completo a capacidade de ideação. Há modificações do curso do pensamento. São as drogas mais potentes, pois são usadas na quantidade de micro- gramas (milésimo do miligrama). É um dos tipos de drogas mais antigas conhecidas, no entanto, foi apenas na década de 60 que os alucinógenos deram um impulso decisivo para a já então irrefreável queda da humanidade. Foi a época da chamada contracultura. Tendo como pano de fundo o objetivo nobre do pacifismo, jovens do mundo inteiro protestavam viciando-se numa droga alucinógena chamada LSD, o ácido lisérgico. O LSD é a mais comum das drogas alucinógenas e foi descoberto em 1938 pelo Dr. Albert Hofmann sendo considerada uma das mais potentes drogas químicas. O LSD é utilizado na quantidade de 50 a 200 microgramas. Todas as substâncias oriundas de cogumelo (exemplo: psilocibina), de casto (mescalina), de animais (exemplo: bufotenima), de arbusto (exemplo: jurema) ou sintéticos (exemplo: LSD-25) têm aminas em sua composição. Em virtude deste fato elas desencadeiam no usuário uma sintomatologia semelhante. A pessoa que usa alucinógeno apresenta modificações no curso do pensamento. O indivíduo assiste, relativamente, consciente a um desenrolar quase automático de seu pensamento: as associações de idéias se fazem livremente, de maneira caprichosa, às vezes absurda. Os pensamentos estão relacionados com a imaginação do usuário e suas preocupações mais ou menos consciente o que explica a freqüência dos temas cósmicos, morais e culpabilizantes do adolescente.

CHÁ DO SANTO DAIME (AYAHUASCA) O Daime é um chá extraído de duas plantas alucinógenas: do "cipó da vida" (Banisteriopsis Caapi) e de uma folha (Psychotria Viridis). Há referências, também, da utilização da planta Chacrona. Essas plantas, das quais se produz o chá, são utilizadas

LSD E ECSTASY

O LSD é uma droga relativamente nova. As primeiras notícias de uso vêm do final da década de 30 e início dos anos 40. Inicialmente, como a maioria das drogas, foi utilizada para fins medicinais, no tratamento de doenças psiquiátricas como a esquizofrenia, mas se mostrou ineficiente e caiu em desuso medicinal. Nos anos 60, teve uma explosão de consumo. Os consumidores buscavam, com a droga, "novas formas de expandir a mente" ou "aumentar o estado de consciência". Hoje, no Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece nenhum uso para a droga e proíbe seu uso, produção e comércio no país. Conforme o Dr. Flávio Rotman, em seu livro “Salvar o Filho Drogado”, o LSD é uma droga sintética, que provoca distorções sérias no funcionamento cerebral; o usuário sente-se um "super-homem", incapaz de avaliar situações de perigo; ilusões, alucinações e desorientação têmporo-espacial são comuns. Ele destaca ainda algumas reações do uso agudo ou crônico do LSD:

  • Alteração das percepções visual, gustativa, tátil, auditiva e olfativa
  • Sensação anormalmente estranha de perda do limite entre o espaço e o corpo
  • Sensação de que os sons podem ser vistos
  • Sensação de pânico e medo
  • Apreensão constante
  • Reações psicóticas representadas por alucinações, delírio, grande labilidade afetiva, depressão psíquica
  • Sensação simultânea de relaxamento e tensão, alegria e tristeza
  • Sensação paranóide de poder voar
  • Morte acidental
  • Aparecimento de surtos de esquizofrenia
  • Distúrbio da memória, reflexos exaltados
  • Tremores corporais
  • Náuseas, tonteira
  • Parestesia (sensação pervertida de formigamento, arranhamento ou queimação da pele)
  • Distúrbios visuais
  • Perda do controle dos pensamentos
  • Aumento da glicose no sangue e da freqüência cardíaca
  • Elevação da pressão arterial e convulsão. A Drª. Gesina L. Longenecker, em seu livro “Como agem as drogas”, cita que o LSD é solúvel em água, pode ser rapidamente absorvido depois de administrado oralmente e é eficaz em quantidades notavelmente pequenas. Uma dose média de 25 microgramas pode produzir efeitos significativos durante 10 a 12 horas. Sua potência é impressionante (300 mil vezes mais ativa que a maconha), porque o tecido cerebral mantém uma baixíssima concentração de LSD em relação a qualquer outro tecido do corpo, durante todo o tempo posterior à ingestão da droga. A tolerância ao LSD ultrapassa a maioria dos outros alucinógenos, incluindo os derivados de anfetamina alucinógena e a mescalina; mas não se estende à maconha. Os usuários de LSD, portanto, repetem as doses após longos intervalos e não o substituem nem o administram simultaneamente com outros alucinógenos. O nome LSD, ou LSD-25 é uma abreviatura de dietilamina do ácido lisérgico. Apenas algumas frações de grama são necessárias para acarretar efeitos no ser humano; 0.05mg podem causar até 12 horas de alucinações. O LSD é consumido normalmente por via oral. A droga se apresenta em cartelas subdivididas em "pontos", que é, efetivamente, onde está o princípio ativo. Para se obter os efeitos da droga, esse "ponto" é ingerido pelo consumidor, ou simplesmente deixado embaixo da língua. Além de poder ser ingerido, o LSD pode ser também fumado, apesar dessa forma de consumo ser pouco comum. O LSD é um alucinógeno e, portanto, produz distorções no funcionamento do cérebro. Os efeitos variam de acordo com o organismo que está ingerindo a droga e de acordo com a ambiente em que ela está sendo consumida. O usuário pode sentir euforia e excitação ou pânico e ilusões assustadoras. A droga dá uma sensação de que tudo ao redor do usuário está sendo distorcido. As formas, cheiros, cores e situações, para a pessoa que está sob o efeito da droga, se alteram, criando ilusões e delírios, como paredes que escorrem, cores que podem ser ouvidas e mania de grandeza ou perseguição. Além disso, uma pessoa sob o efeito do LSD perde o juízo da realidade e com isso a capacidade de avaliar corretamente uma situação qualquer, por mais simples que possa ser. Por perder a noção da realidade, o usuário de LSD pode se julgar capaz de fazer coisas impossíveis como

de ser comercializado por causa de seus efeitos mais prejudiciais do que benéficos. Os alucinógenos como a mescalina, nunca foram empregados com finalidades terapêuticas sendo sempre considerados ilegais. O ecstasy possui características farmacológicas e efeitos psicológicos semelhantes a uma mistura da anfetamina com mescalina. Produz um aumento do estado de alerta, maior interesse sexual, sensação de estar com grande capacidade física e mental, atrasa as sensações de sono e fadiga. Muitos usuários sentem também euforia, bem-estar, aguçamento sensório-perceptivo, aumento da sociabilização e extroversão, aumenta a sensação de estar próximo às pessoas (no sentido de intimidade) e aumenta a tolerabilidade. Os efeitos de longo prazo são desagradáveis e prejuízos são observados com o uso. As altas concentrações de serotonina na fenda sináptica provocadas pelo ecstasy provocam lesões celulares irreversíveis. Os neurônios não se regeneram e quando são lesadas suas funções só se recuperam se outros neurônios compensarem a função perdida. Quando isso não é possível a função é definitivamente perdida. Estudos em animais têm demonstrado isso. Nos seres humanos apenas estudos pos-mortem são possíveis, e nestes, identifica-se uma acentuada diminuição das concentrações de serotonina, que variam de 50 a 80% em diferentes regiões do cérebro indicando uma insuficiência no funcionamento desses neurônios. Estudos realizados com usuários vivos através de indicadores confirmam essa perda de atividade serotoninérgica nos usuários de longo prazo de ecstasy. A deficiência de serotonina é proporcional ao tempo e a quantidade de ecstasy usados. Quanto mais tempo ou maior a dose, maior a deficiência da serotonina. Esses resultados sugerem uma propriedade neurotóxica do ecstasy que levam seus usuários a perturbações mentais ou comportamentais. Os problemas resultantes mais comuns são:

  • Dificuldade de memória, tanto verbal como visual.
  • Dificuldade de tomar decisões
  • Impulsividade e perda do autocontrole
  • Ataques de pânico
  • Recorrências de paranóia, alucinações, despersonalização.
  • Depressão profunda

AS ANFETAMINAS

A anfetamina foi preparada pela primeira vez por Edellano, em 1887 e sintetizada no final da década de 1920; sendo introduzida na prática médica apenas em 1936. A substância foi amplamente utilizada na segunda Guerra Mundial por soldados aliados, alemães e japoneses com a finalidade de aumentar a coragem e reduzir a fadiga. Tais efeitos eram realmente percebidos por seus usuários, mas em 1943 as autoridades médicas britânicas proibiram o uso de anfetamínicos por parte de pilotos da Royal Air Force, incorrendo em sucessivos erros fatais quando sob o efeito destas drogas.

Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein

Após o término da guerra em 1945, o mundo foi invadido pela anfetamina e especialmente por dois de seus derivados: a melanfetamina (Pervitin) e a fenmetrazina (Perludin). Os objetivos almejados pelos usuários eram: a redução da fadiga, do sono e do apetite, além do aumento da capacidade de trabalho. Logicamente os que se deixaram

  • Retirado do mercado brasileiro, mas encontrado no Brasil graças à importação ilegal de outros países sul-americanos. Nos USA cada vez mais usado sob o nome de ICE. As anfetaminas agem de uma maneira ampla afetando vários comportamentos do ser humano. A pessoa sob sua ação tem insônia (isto é, fica com menos sono) inapetência (ou seja, perde o apetite), sente-se cheia de energia e fala mais rápido ficando "ligada". Assim, o motorista que toma o "rebite" para não dormir, o estudante que ingere "bolinha" para varar a noite estudando, um gordinho que as engole regularmente para emagrecer ou ainda uma pessoa que se injeta com uma ampola de Pervitin ou com comprimidos dissolvidos em água para ficar "ligadão" ou ter um "baque" estão na realidade tomando drogas anfetamínicas. A pessoa que toma anfetaminas é capaz de executar uma atividade qualquer por mais tempo, sentido menos cansaço. Este só aparece horas mais tarde quando a droga já se foi do organismo; se nova dose é tomada as energias voltam embora com menos intensidade. De qualquer maneira as anfetaminas fazem com que um organismo reaja acima de suas capacidades exercendo esforços excessivos, o que logicamente é prejudicial para a saúde. E o pior é que a pessoa ao parar de tomar sente uma grande falta de energia (astenia) ficando bastante deprimida, o que também é prejudicial, pois não consegue nem realizar as tarefas que normalmente fazia antes do uso dessas drogas. As anfetaminas não exercem somente efeitos no cérebro. Assim, agem na pupila dos nossos olhos produzindo uma dilatação (o que em medicina se chama midríase); este efeito é prejudicial para os motoristas, pois à noite ficam mais ofuscados pelos faróis dos carros em direção contrária. Elas também causam um aumento do número de batimentos do coração (o que se chama taquicardia) e um aumento da pressão sangüínea. Aqui também pode haver sérios prejuízos à saúde das pessoas que já têm problemas cardíacos ou de pressão, que façam uso prolongado dessas drogas sem o acompanhamento médico, ou ainda que se utilizarem doses excessivas. Se uma pessoa exagera na dose (toma vários comprimidos de uma só vez) todos os efeitos acima descritos ficam mais acentuados e podem começar a aparecer comportamentos diferentes do normal: ela fica mais agressiva, irritadiça, começa a suspeitar de que outros estão tramando contra ela: é o chamado delírio

persecutório. Dependendo do excesso da dose e da sensibilidade da pessoa pode aparecer um verdadeiro estado de paranóia e até alucinações. É a psicose anfetamínica. Os sinais físicos ficam também muito evidentes: midríase acentuada, pela pálida (devido à contração dos vasos sangüíneos) e taquicardia. Essas intoxicações são graves e a pessoa geralmente precisa ser internada até a desintoxicação completa. Às vezes durante a intoxicação a temperatura aumenta muito e isto é bastante perigoso, pois pode levar a convulsões. Finalmente trabalhos recentes em animais de laboratório mostram que o uso continuado de anfetaminas pode levar à degeneração de determinadas células do cérebro. Este achado indica a possibilidade de o uso crônico de anfetaminas produzir lesões irreversíveis em pessoas que abusam destas drogas. Quando uma anfetamina é continuamente tomada por uma pessoa, esta começa a perceber com o tempo que a droga faz a cada dia menos efeito; assim, para obter o que deseja, precisa ir tomando a cada dia doses maiores. Há até casos que de 1-2 comprimidos a pessoa passou a tomar até 40-60 comprimidos diariamente. Este é o fenômeno de tolerância, ou seja, o organismo acaba por se acostumar ou ficar tolerante à droga. Discute-se até hoje se uma pessoa que vinha tomando anfetamina há tempo e pára de tomar, apresentaria sinais desta interrupção da droga, ou seja, se teria uma Síndrome de abstinência. Ao que se sabe algumas pessoas podem ficar nestas condições em um estado de grande depressão, difícil de ser suportada; entretanto, isto não é uma regra geral, isto é, não aconteceria com todas as pessoas. O consumo destas drogas no Brasil chega a ser alarmante, tanto que até a Organização das Nações Unidas vem alertando o Governo brasileiro a respeito. Por exemplo, entre estudantes brasileiros do 1º e 2º graus das 10 maiores capitais do país, 4,4% revelaram já ter experimentado pelo menos uma vez na vida uma droga tipo anfetamina. O uso freqüente (6 ou mais vezes no mês) foi relatado por 0,7% dos estudantes. Este uso foi mais comum entre as meninas. Outro dado preocupante diz respeito ao total consumido no Brasil: em 1995 atingiu mais de 20 toneladas, o que significa muitos milhões de doses.

Fonte: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas – CEBRID

a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo Do cachimbo ao cérebro

  1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
  2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
  3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
  4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
  5. No fígado, ele é metabolizado
  6. A droga é eliminada pela urina Fonte: Globo Ciência/1996 Ano 5 nº 58

OS ANABOLIZANTES

Os esteróides anabolizantes, mais conhecidos apenas com o nome de anabolizantes são drogas relacionadas ao hormônio masculino Testosterona fabricada pelos testículos. Os anabolizantes possuem vários usos clínicos, nos quais sua função principal é a reposição da testosterona nos casos em que, por algum motivo patológico, tenha ocorrido um déficit. Além desse uso médico, eles têm a propriedade de aumentar os músculos e por esse motivo são muito procurados por atletas ou pessoas que querem melhorar a performance e a aparência física. Segundo especialistas, o problema do abuso

dessas drogas não está com o atleta consagrado, mas com aquela "pessoa pequena que é infeliz em ser pequena". Esse uso estético não é médico, portanto é ilegal e ainda acarreta problemas à saúde. Os esteróides anabolizantes podem ser tomados na forma de comprimidos ou injeções e seu uso ilícito pode levar o usuário a utilizar centenas de doses a mais do que aquela recomendada pelo médico. Freqüentemente, combinam diferentes esteróides entre si para aumentar a sua efetividade. Outra forma de uso dessas drogas é tomá-las durante 6 a 12 semanas, ou mais e depois parar por várias semanas e recomeçar novamente. No Brasil não se tem estimativa deste uso ilícito, mas sabe-se que o consumidor preferencial está entre 18 a 34 anos de idade e em geral é do sexo masculino. Nos USA, em 1994, mais de um milhão de jovens já tinham feito uso de esteróides anabolizantes. No comércio brasileiro, os principais medicamentos à base dessas drogas e utilizados com fins ilícitos são: Androxon® Durateston®, Deca-Durabolin®. Porém, além desses, existem dezenas de outros produtos que entram ilegalmente no país e são vendidos em academias e farmácias. Muitas das substâncias vendidas como anabolizantes são falsificadas e acondicionadas em ampolas não esterilizadas, ou misturadas a outras drogas. Alguns usuários chegam a utilizar produtos veterinários à base de esteróides, sobre os quais não se tem nenhuma idéia sobre os riscos do uso. Alguns dos principais efeitos do abuso dos esteróides anabolizantes são: tremores, acne severa, retenção de líquidos, dores nas juntas, aumento da pressão sangüínea, DHL baixo (a forma boa do colesterol), icterícia e tumores no fígado. Além desses, aqueles que se injetam ainda correm o perigo de compartilhar seringas e contaminar-se com o vírus da Aids ou hepatite. Além dos efeitos mencionados, outros também graves podem ocorrer: No homem: os testículos diminuem de tamanho, a contagem de espermatozóides é reduzida, impotência, infertilidade, calvície, desenvolvimento de mamas, dificuldade ou dor para urinar e aumento da próstata. Na mulher: crescimento de pêlos faciais, alterações ou ausência de ciclo menstrual, aumento do clitóris, voz grossa, diminuição de seios.