









Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Este artigo explora o desenvolvimento dos drones militares para vigilância e reconhecimento, desde a era militar até a atualidade civil. O autor discute como a diminuição de tamanho e complexidade dos drones permitiu que se tornassem acessíveis para a produção de imagens aéreas, intensificando a prática do selfie. Os drones reframam o ato de autoretratar, introduzindo a nova forma do drone-selfie, que produz vídeos em movimento e inserção na paisagem. Este artigo faz parte da pesquisa sociotramas da puc-sp, que aborda games, hiper-realidade na imagem e o novo olhar com os drones.
Tipologia: Resumos
1 / 15
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!










LIMA, Carlos William Ferreira de. Os Drones e a ressignificação do selfie: uma nova forma de se autorretratar. de Tecnologias Cognitivas , TIDD | PUC-SP, São Paulo, n. 15, p. 60-74, jan-jun. 2017. Teccogs: Revista Digital
Carlos William Ferreira de Lima 1
Resumo: O presente artigo estabelece um breve estudo sobre o desenvolvimento dos Drones militares para vigilância e reconhecimento, desde quando eram apenas usados por forças militares até os dias atuais, em que são usados para atividades civis. O artigo debruça-se ainda sobre como esses equipamentos estão passando por grande evolução tecnológica, não somente nas atividades militares. Hoje qualquer um pode adquirir um exemplar e ter acesso à possibilidade de produzir imagens aéreas, sem precisar estar abordo de um veículo aéreo. Seu uso tem se intensificado. A partir de 2006, com o barateamento da tecnologia, o Drone tornou-se acessível a qualquer pessoa e o ato de se retratar, como fazemos no selfie , assunto já estudado por Sobrinho (2014), ficou ainda mais intensificado. Não se retrata mais apenas a imagem do próprio rosto no quadro fotográfico, mas o corpo inteiro. E este é inserido na paisagem. O Drone , a nosso ver, ressignifica o ato do selfie , por meio da introdução de uma nova forma de praticá-lo: o Drone - Selfie. E ele é intensificado ainda mais quando ao invés de se produzir apenas uma foto, produz-se um vídeo, mostrando em movimento o ato de estar inserido na paisagem. O surgimento dessa característica só foi possível porque os Drones estão cada vez menores, sendo possível levá-los dentro de pequenas mochilas, diferentemente dos primeiros exemplares, que ainda se assemelhavam a um avião, em tamanho e complexidade.
Palavras-chave : Drones. Selfie. Autorretrato. Fotografia. Drone-Selfie.
Abstract: This article sets out a brief initial study on the development of military Drones for surveillance and reconnaissance, during the period in which they were used only by military forces to the present day, in which are used for civilian activities. Article lies also on how these devices are in great technological evolution, but not only in the military activities. Today it is possible to anyone purchase a Drone and access the possibility of aerial images, without necessarily being inside an aerial vehicle. The use of Drones has intensified in recent years. From 2006, with the cheapening of the technology, it became accessible to anyone and the act of self-portraying, as we do in the selfie , as studied by Sobrinho (2014), was further intensified, no longer with the image of our own face in the photo frame, but now with all our body and inserted into the landscape. The Drone , in our view, reframes the act of selfie , introducing a new form, the Drone - selfie , further intensified when, instead of just producing a picture, produces a video showing moving and the insertion in the landscape. This feature was
(^1) Carlos William Ferreira de Lima, doutorando em Comunicação e Semiótica, pela PUC-SP. Atua como professor nos cursos Publicidade e Propaganda e Produção Publicitária na Universidade Anhembi Morumbi e ministra aulas de Design Multimídia no curso de Sistemasde Informação e Gestão na ESPM. Faz parte do grupo de pesquisa Sociotramas, da PUC-SP, entre suas pesquisas estão os games e a hiper-realidade na imagem e a nova forma do olhar com os Drones. E-mail: [email protected].
Carlos William Ferreira de Lima
only possible because the Drones are getting smaller, being taken in small backpacks, unlike the first copies, which still resembled a plane in size and complexity.
Keywords : Drones. Selfie. Self Portrait. Photography. Drone-Selfie.
Introdução As máquinas voadoras sempre encantaram o ser humano e o simples fato de poder desligar-se do solo e voar para ver e chegar até um local mais distante, sempre fascinou o homem. E esse foi um dos motivos para a realização do tão sonhado voo. De Leonardo Da Vinci a Santos Dumont, muitas foram as tentativas para se alcançar os céus, mas somente em 1906 isso tornou-se possível. A possibilidade de ver do alto a paisagem beira a visão dos deuses, que somen- te a mitologia pode retratar. Mas, para os humanos normais, essa possibilidade só pode ser alcançada por meio do avião e das demais máquinas voadoras que conseguiram desafiar a lei da gravidade. Nosso estudo debruça-se exatamente sobre as máquinas voadoras que não le- vam seres humanos, aquelas que são máquinas de extensão do olhar, com câmeras e sensores que possibilitam ver ao longe, mesmo que o piloto, aqui denominado opera- dor, não esteja na máquina. Pois ele a opera como se estivesse, quase como uma simulação do real (LIMA, 2008), assim como fazemos nos videogames. A partir dos anos de 1960, com o amplo desenvolvimento dos Drones militares e, a partir de 2006, com sua chegada ao mercado civil, já com o uso de câmeras de alta resolução, eles se tornaram uma nova plataforma de observação e, principalmente, de produção de imagens em movimento ou estáticas. E nosso artigo pretende abordar o ato de se auto fotografar, como fazemos com o selfie , mas inseridos em uma paisagem ainda maior, a partir da observação do alto.
O começo das máquinas teleguiadas Logo após o desenvolvimento dos aviões, no começo do século XX (Santos Du- mont, em 1906), os Drones , mais especificamente os UAVs ( Unmanned Aerial Vehicle )^2 , tiveram seus primeiros experimentos datados de 1916, durante a Primeira Guerra Mun-
(^2) Notas dos editores: O autor usa as siglas UAVs (Unmanned Aerial Vehicle) e VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) de forma intercambiável durante o texto, sem explicar que trata-se da mesma coisa. UAV é a sigla em inglês, VANT a sigla em português, paradesignar os chamados Drones ).
Carlos William Ferreira de Lima
A partir de 1946, logo após a segunda guerra, durante a corrida nuclear, uma grande variedade desse tipo de aeronave foi desenvolvida para sobrevoar áreas de tes- tes nucleares, com a intenção de avaliar o quanto de radiação essas aeronaves suporta- vam durante suas incursões. Acredita-se que a União Soviética (1922-1991) desenvol- veu alguns modelos para testes com o mesmo objetivo (FOSTER, 2015, p. 142). Seu desenvolvimento pareceu ser descartado durante os anos de 1950, porém, John W. Clark, professor de física nuclear, desenvolveu os primeiros esboços do que viria ser um Drone. Ele possuía características similares às que encontramos em alguns equipamentos usados em ambientes hostis, semelhantes àqueles que realizam mergu- lhos em grandes profundidades, tais como, utilização de braços para manipular objetos e propulsão elétrica. Os VANTs tiveram um amplo desenvolvimento a partir da guerra do Vietnã (1965-1974), com modelos envolvendo mais tecnologia e com um alcance cada vez maior, não necessitando mais de um operador com contato visual. Esses modelos já possuíam câmeras de vídeo e transmitiam o sinal em tempo real para uma base, a quilômetros de distância, onde os operadores estavam em total segurança (CHAMAYOU, 2015, p.28). As câmeras, além de servirem para controle de voo, também eram usadas para monitoramento de áreas de guerra. A imagem abaixo mostra um mo- delo utilizado pela Força Aérea Norte Americana durante o conflito no Vietnã, modelo que posteriormente viria a ser utilizado pela indústria de desenvolvimento israelense.
Figura 2. O AQM-34 Ryan Firebee (EUA 1960). Fonte: . O desenvolvimento dos VANTs intensificou-se a partir de 1973, ano em que Israel passou a se interessar pelos primeiros projetos descartados pelos Estados Unidos da América (CHAMAYOU, 2015, p.28) após a guerra do Vietnã, pois estes não
Os Drones e a ressignificação do selfie
viam aplicabilidade para esses equipamentos em guerras. O exército israelense adap- tou câmeras de vídeo com melhor qualidade e sensores, que garantiram mais facilidade de uso. Esses modelos foram testados com êxito contra as defesas do Egito, enga- nando-as. Após o envio dos VANTs, as defesas egípcias abriram fogo antiaéreo, possibilitando ao exército israelense localizar as posições de artilharia e, posterior- mente, neutralizá-las com bombardeio feito por aviões de combate. A guerra do Yom Kippur teve um novo agente, o VANT, que permitiu não colo- car em risco a vida de pilotos e levou a visão de seus agentes aos lugares mais distan- tes, sem a necessidade de equipamentos ópticos, como binóculos e lunetas, os quais têm seu alcance limitado. Também dispensou a visão via satélite, que é cara e necessita de uma órbita regular para captar imagens. O VANT está no meio dos acontecimentos, dando a seu operador, tal qual um jogador de videogame, a possibilidade de interagir em tempo real com os agentes envolvidos, permitindo a ele viver ativamente o momento.
Drones abrem a sua imagem sobre nós Cada dia mais presentes no cotidiano das pessoas, os Drones passaram a po- voar, não somente o dia a dia nos noticiários, mas também a vida das pessoas nas cidades. Mesmo que meramente como “brinquedo”, os Drones têm feito parte da vida cotidiana, tanto como assunto das conversas, quanto como elementos envolvidos em ações que auxiliam na vigilância, na busca de vítimas e, até mesmo, na produção de notícias. A palavra Drone vem da língua inglesa e que quer dizer “zangão” ou “enxame de abelhas”, pois o som produzido por essas máquinas voadoras, quando estão em funcionamento, assemelha-se muito ao de um enxame de abelhas. Mas a correta nomenclatura delas seria UAVs ou, em português, VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), denominação adotada pela FAA ( Federal Aviation Administration ), nos Estados Unidos, e pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), no Brasil. Após essa introdução histórica e cronológica do desenvolvimento dos VANTs, gostaríamos de remeter a uma nomenclatura mais adequada ao que conhecemos sobre o veículo aéreo estudado neste artigo. A denominação mais conhecida em todos os
Os Drones e a ressignificação do selfie
Figura 3. Esboços do desenvolvimento de um projeto fomentando a ideia dos Drones. Fonte: CHAMAYOU, Grégorie. Teoria do Drone. São Paulo: Cosac Naify, 2015. p. 22. A partir desses primeiros passos, o desenvolvimento tecnológico permitiu che- gar mais recentemente às armas bélicas teleguiadas, consideradas como o “topo” da tecnologia de equipamentos controlados remotamente. São os Drones de combate, tais como o Predator I, o Predator II e os demais aparelhos desenvolvidos com finalida- des armamentistas, utilizados para a busca e a destruição de alvos militares e para o combate ao terrorismo. Esses VANTs estão em poder da Força Aérea Norte Americana.
Figura 4. UAV - UnmannedAerialVehicle – aeronave Predador Força Aérea dos Estados Unidos. Fonte: . Esses equipamentos consumiram milhares de dólares no seu desenvolvimento e horas de trabalho, para que suas ações, controladas remotamente, pudessem tornar- se confiáveis, de modo que seus controladores, também denominados pilotos, mantivessem total controle do equipamento à longa distância, diminuindo o risco de
Carlos William Ferreira de Lima
perdas humanas e reduzindo custos com perdas materiais. Estes equipamentos, em especial, são controlados a partir do território norte americano, via satélite. Os Drones sobrevoam regiões monitoradas, por exemplo, Paquistão e Afeganistão, países envolvi- dos em conflitos, direta ou indiretamente, com os Estados Unidos. Somente em 2014, foram formados mais pilotos de Drones do que de aeronaves militares (CHAMAYOU, 2015, p.15). Estima-se que a Força Aérea Norte Americana conte com mais de 6 mil Drones diferentes e cerca de 160 Predators em seu arsenal, desde o início de suas operações, em meados dos anos 2000. Como se pode ver, os equipamentos militares deram os primeiros passos nesse desenvolvimento e só no início dos anos de 2000 4 é que essa tecnologia passou a ser acessível e disponível para qualquer desenvolvedor civil. O que buscamos tratar aqui não é seu uso militar, mas este nos dá indícios de suas finalidades e desenvolvimentos, para compreendermos melhor sua aparição na sociedade civil. Extrapolando as fronteiras militares, o Drone vem atuando em diversas áreas, desde o desenvolvimento de tecnologia de voo, passando pela comunicação, esporte e chegando mais recentemente as artes. Desde 2013, o número de equipamen- tos disponíveis para o consumidor traz consigo um investimento anual de cerca de US$ 6,5 bilhões 5 , tornando esse mercado extremamente promissor para diversos usos comerciais, educacionais e recreativos.
Na mão do povo Estima-se que, em 2024, os investimentos ultrapassem a casa de US$ 94 bi- lhões, ou seja, assim como os games, os Drones , antes considerados “brinquedos”, têm se mostrado um objeto instrucional muito interessante para o desenvolvimento de tecnologia e para novos mercados de trabalho. O produto mais conhecido nesse mercado foi desenvolvido pela DJI, empresa localizada em Hong Kong, que produziu, desde 2006, cerca de 4 modelos diferentes de seu equipamento mais vendido, o Phantom. Esse equipamento tem como ponto posi-
(^4) O início das atividades comerciais da empresa DJI e a consequente comercialização de seu equipamento no mercado consumidor. Disponível em: . Acessoem: 12 set. 2016. (^5) Disponível em: . Acesso em: 12 set. 2016.
Carlos William Ferreira de Lima
gens acima. Esses modelos contam com uma câmera acoplada e possibilita um novo ângulo de visão ao piloto. O uso de câmeras de vídeo e foto de alta resolução nesses Drones tem impactado as atividades realizadas. Não servem mais para a vigilância mili- tar, mas agora fazem o papel de câmeras voadoras. O fato desses equipamentos contarem com uma câmera foi o que mais atraiu os usuários, pois, além da mudança de ângulo de visão, tal como Ícaro (MACHADO,
Figura 6. Foto feita a partir de um Drone Phantom professional 3. Fonte: Autor, disponível em: .
Os Drones e a ressignificação do selfie
O interesse dessas empresas mostra que o mercado tende a um crescimento ainda maior e, ao mesmo tempo, à incorporação de novas tecnologias de controle, de imagem e de produção de conteúdo para essas novas plataformas, tornando o Drone ainda mais amigável ao público, transformando-o de produto para entusiastas em pro- duto de desejo no mercado de consumo. O que mais nos chama atenção são as novas possibilidades que surgem com os Drones. O piloto agora pode explorar seu entorno, próximo ou mais distante, sem a necessidade de estar na aeronave, voando por paisagens e fotografando, tal como fa- ria utilizando um satélite, porém com uma visão muito mais aproximada, quase como um pássaro, que voa próximo ao chão e perto de sua casa.
Aerorretrato O selfie , já estudado por Marcelo Mattos^6 , antes tão comum para aprisionar a imagem recortada (MACHADO, 1983, p.68) e para compartilhá-la nas redes sociais (SOBRINHO, 2014), mas também para demonstrar a presença em eventos, lugares e viagens, agora toma nova forma. Os Drones não apenas possibilitam o selfie , mas tam- bém ampliam esse espaço pela sua hipermobilidade (SANTAELLA, 2007, p.173), mos- trando muito mais do que apenas a câmera pequena de um smartphone pode registrar. Ele coloca o seu ator na cena e no ambiente, compartilhando em tempo real, e não mais em um único espaço reduzido e limitado.
Figura 7. O selfie e “ DroneSelfie ”. O ato de se autorretratar pelo personagem à frente na foto com seu smartphone e o piloto ao fundo, retratando-se juntamente com o primeiro personagem, retratando-se a partir do Drone. Na foto à direita, o local visto do alto a partir do Drone. Fonte: Autor, disponível em: .
(^6) Disponível em: . Acesso em: 22 ago. 2016.
Os Drones e a ressignificação do selfie
a partir dela que fazemos o selfie , ato de se registrar em imagem e compartilhá-la posteriormente, colocando-se de corpo inteiro em um ambiente ainda maior. Essas demonstrações têm se tornado cada vez mais frequentes e nos levam a compreender como a imagem não abandona o imaginário humano, trazendo consigo os desejos e inquietações para a construção de novas imagens, ao mesmo tempo em que buscamos a compreensão desses fenômenos no nosso cotidiano. O olhar humano agora tenta imitar o olhar da ave, sobrevoando todas as paisagens possíveis em busca da imagem perfeita e se colocando nela por inteiro. Não basta mais se “espremer” na imagem e se inserir no quadro recortado. O mais importante é estar na ação e em meio aos atores dessa ação, como acontece na visão em terceira pessoa dos videogames, em que nos vemos e nos inserimos na paisa- gem, com o controle da câmera à nossa disposição, como um diretor de TV, selecio- nando, recortando e editando o melhor ângulo.
Enviado: 9 março 2017 Aprovado: 21 março 2017
Carlos William Ferreira de Lima
Referências
CHAMAYOU, Grégorie. Teoria do Drone. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
FOSTER, Brenda. DRONES: unmanned aeriel vehicles – get the thuth (governement conspiracy, off the grid, air force, personal aircraft, military drones, how to spy). EUA: Create Space, 2015.
GOOGLE EARTH. Disponível em: < https://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Earth>. Acesso em: 06 mai. 2016
GUSTERSON, Hugh. DRONE: remote control warfare. Londres: MIT Press, 2015
LAFLOUFA, Jacqueline. Tudo sobre Drones: os robozinhos voadores que fazem mais parte da sua vida do que você imagina. Disponível em: . Acesso em 06 mai. 2016.
LIMA, Carlos W. F. de. Quadriciclo em Monte Verde. Disponível em: . Acesso em: 06 mai. 2016.
LIMA, Carlos W. F. de. A construção da imagem realista em jogos videogame: um estudo sobre as representações imagéticas nos games de nova geração. Dissertação de Mestrado. Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica. São Paulo: PUC-SP, 2008.
MACHADO, Arlindo. A imagem especular. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós- Graduados em Comunicação e Semiótica. São Paulo: PUC-SP, 1983.
MACHADO, Luciano Vieira. O voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005.
MÜLLER, Leonardo. DJI pode ser a primeira empresa a vender US$ 1 bilhão em Drones em um ano. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2016.
PRATES, Isabel. A Indústria de 91 bilhões de dólares. Disponível em: . Acesso em 24 abr. 2016.
SANTAELLA, Lucia. Linguagens líquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus, 2007.
_________________. Temas e dilema do Pós-Digital: a voz da política. São Paulo: Paulus,
_________________. Comunicação ubíqua: repercussões na cultura e na educação. São Paulo: Paulus, 2013.