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Dureza da água, Provas de Cultura

Relatório sobre a Dureza da água

Tipologia: Provas

2012

Compartilhado em 12/10/2012

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ludy-albuquerque-5 🇧🇷

4.3

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Relatório da aula de laboratório – Dureza da água
Aluna: Ludimilla Costa de Albuquerque – Meio Ambiente Integrado – 2483B
04 de Novembro de 2009 – Cuiabá/MT
Introdução
Dureza é a concentração total de íons alcalino-terrosos na água. Como as
concentrações de Ca+2 (íons de cálcio) e Mg+2 (íons de magnésio) são normalmente
muito maiores que as concentrações dos outros íons alcalino-terrosos, então dureza
pode referir-se à concentração de íons de cálcio e magnésio presentes na água. A
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Relatório da aula de laboratório – Dureza da água

Aluna: Ludimilla Costa de Albuquerque – Meio Ambiente Integrado – 2483B 04 de Novembro de 2009 – Cuiabá/MT

Introdução

Dureza é a concentração total de íons alcalino-terrosos na água. Como as concentrações de Ca+2^ (íons de cálcio) e Mg +2^ (íons de magnésio) são normalmente muito maiores que as concentrações dos outros íons alcalino-terrosos, então dureza pode referir-se à concentração de íons de cálcio e magnésio presentes na água. A

dureza é normalmente expressa como número de equivalente de miligramas de CaCO 3 por litro.

O índice da dureza da água é usado para avaliar sua qualidade. Existem dois tipos de dureza: a temporária e a permanente. A temporária é aquela devido à presença dos bicarbonatos de cálcio e magnésio, e que pode desaparecer com o calor. A permanente é aquela devido a presença de outros sais de cálcio e magnésio, como sulfatos e cloretos, não podendo assim ser removidos com o calor. A soma das durezas temporárias e permanentes é conhecida como dureza total da água e é expressa em mg.L-1^ de CaCO 3.

Classificação da água quanto a sua dureza:

  • 0 – 75 mg/L – mole
  • (^) 75 – 150 mg/L – moderadas
  • 150 – 300 mg/L – dura
  • (^) Acima de 350 mg/L – muito dura

Um dos métodos para a determinação dessa dureza é a volumetria de complexação, que utiliza solução padronizada do sal dissódico do ácido etilenodiaminatetracético, muito conhecido como EDTA. Para detecção visual do ponto de equivalência, utiliza-se um indicador metalocrômico.

Objetivo

Parte 1

(Titulante) H 2 O Bebedouro 1 0, 01 N 4, 6 mL 2 0, 01 N 3, 6 mL H 2 O Torneira 3 0, 01 N 3, 9 mL 4 0, 01 N 4,0 mL

  • Cálculo:

Dureza total (mg de CaCO 3 ) = mL de EDTA x f x 1000 mL

mL da amostra

III.

Resultados Erlenmeyer Dureza Total H 2 O Bebedouro 1 0, 92 mg de CaCO (^3) 2 0, 72 mg de CaCO (^3) H 2 O Torneira 3 0, 78 mg de CaCO (^3) 4 0, 8 mg de CaCO (^3) Média 0, 805 mg de CaCO 3

Parte 2

  1. Determinação do Ca+2^ :

a. Carregar a bureta com solução de EDTA.

b. Transferir 50 mL da água (de torneira e de bebedouro) a ser analisada num erlenmeyer de 250 mL.

c. (^) Adicionar 2 mL de solução de NaOH (hidróxido de sódio) 1, 0 mol/L, para elevar o pH entre 12 e 13, testando com o papel indicador universal ou pHmetro. d. Adicionar 0, 1 a 0, 2 de murexida à amostra e agitar até completa dissolução.

e. Titular lentamente com a solução de EDTA com agitação constante até mudança da coloração.

f. Anotar o volume gasto e repetir o procedimento com uma nova alíquota da amostra.

IV.

Resumo de dados

Erlenmeyer NaOH (1, 0 mol/L)

Murexida pH

H 2 O

Bebedouro

1 2 mL 0, 2 g 10 2 2 mL 0, 2 g 10 H 2 O Torneira 3 2 mL 0, 2 g 10 4 2 mL 0, 2 g 10

F.C. NaOH = 0, 102 N.

V.

Dados Erlenmeyer N (EDTA) Volume gasto (Titulante) H 2 O Bebedouro 1 0, 01 N 2, 5 mL 2 0, 01 N 2, 2 mL H 2 O Torneira 3 0, 01 N 2, 8 mL 4 0, 01 N 4 mL

  • Cálculo: (mg/L de Ca+2) = 40, 08 x mL de EDTA x 0, 01 x 1000.f
  1. (^) Como você classifica a água analisada? R: Sabendo que a dureza total da água é expressa em mg.L-1^ de CaCO 3 , e considerando que a dureza total das quatro amostras de água, sendo que duas são do bebedouro, as outras duas são da torneira e são expressas em mg.mL -1, estão entre 0 a75 mg/L de CaCO 3 , então a água das amostras podem ser consideradas moles.

Bibliografia

  • QUÍMICA TOTAL – Editora: FTD – Autor: Geraldo José Covre – Capítulo 23 e