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Efeito Compton, Trabalhos de Engenharia de Materiais

Trabalho em grupo da matéria Física dos Materiais

Tipologia: Trabalhos

Antes de 2010

Compartilhado em 17/04/2010

clarence-barbosa-3
clarence-barbosa-3 🇧🇷

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Efeito
Compton
Adelmo Fernandes Pessoa
Aluizio Clarence L Barbosa
Laura Rosa Gomes França
Reinaldo Trindade Proença
Abril / 2010
Prof.: Fernando Gabriel S. Araujo
Disciplina: Física dos Materiais
Universidade Federal de Ouro
Preto - Escola de Minas
Rede Temática de Engenharia
de Materiais
U F O P - C E T E C - U E M G
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pfe
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Efeito

Compton

Adelmo Fernandes Pessoa

Aluizio Clarence L Barbosa

Laura Rosa Gomes França

Reinaldo Trindade Proença

Abril / 2010

Prof.: Fernando Gabriel S. Araujo

Disciplina: Física dos Materiais

Universidade Federal de Ouro

Preto - Escola de Minas

Rede Temática de Engenharia

de Materiais

U F O P - C E T E C - U E M G

Introdução

Teoria Clássica

Fotón

Interação luz matéria

Experimento Compton – Ensaio

Experimento Compton – Equipamento

Experimento Compton – Resultado

Experimento Compton – Verificação 1 e 2

Experimento Compton – Teoria 1, 2 , 3 e 4

Equações de Compton

Espalhamento de Compton X Efeito fotoelétrico

Aplicação

Referências

Sumário da apresentação

Teoria clássica

Teoria Eletromagnética Clássica de Maxwell

A teoria da luz era sustentada pela abordagem da luz

como onda eletromagnética. Não haveria transmissão

de matéria. O fóton não tem massa.

Mecânica clássica o momento é definido como:

p = m. v (momento = massa x velocidade)

Como o fóton não tem massa, ele não teria momento.

Fóton

Energia do Fóton

E = h. ν

A energia do fóton depende apenas da freqüência (ν).).

v = freqüência associada a uma dada oscilação

h = constante de planck

Momento do Fotón

Nos efeitos Fotoelétrico e Compton o momento do fóton é:

c

λ

h

p  

c = velocidade da luz : 299.792.458 m/s, ou aprox. 3×

8

m s

.

O espalhamento Compton acontece quando um fóton incidente

choca-se inelasticamente com um elétron do átomo sendo

espalhado possuindo energia menor que a original. A energia

perdida é transferida para o elétron que é ejetado com ganho de

energia cinética.

A experiência de Compton consistiu na incidência de fótons de

frequência na faixa de Raios X com comprimento l

0

, em um alvo de

grafite.

As intensidades dos raios X espalhados foram medidas como

função dos comprimentos de onda para vários ângulos de

espalhamento.

Experimento Compton – Ensaio

Experimento Compton –

Equipamento

A relação entre o ângulo de espalhamento

e a diferença de comprimento de onda

Experimento Compton –

Verificação 1

Experimento Compton –

Verificação 2

O aumento do comprimento de onda no espalhamento é uma função

simples do ângulo de espalhamento e é independente do comprimento de

onda (ou energia) inicial.

Experimento Compton – Teoria 2

Os resultados dos experimentos indicaram que, para qualquer

direção de observação que não seja a direção do feixe incidente,

o espectro de raios x espalhados exibia duas linhas, uma de

comprimento de onda igual à dos raios incidentes e a outra de

comprimento de onda maior.

A diferença de comprimento de onda aumentava com o angulo

de espalhamento.

Essas características são incompatíveis com a visão meramente

ondulatória do espalhamento, e qualitativamente consistentes

com a visão corpuscular.

Experimento Compton – Teoria 3

E e E  : energias do fóton antes e após a colisão.

Equação de Compton do fóton:

para a variação do comprimento de onda para a variação de energia

 1 cos 

2

m c

EE

E

e

Experimento Compton – Teoria 4

1

0

) é chamado de deslocamento Compton

A mudança de comprimento de onda (λ‘ – λ) é pelo menos zero

(para θ = 0°) e no máximo duas vezes o comprimento de onda Compton ) e no máximo duas vezes o comprimento de onda Compton

do elétron (para θ = 180 °).).

A diferença entre esses dois comprimentos de onda é tanto maior

quanto maior é o ângulo de espalhamento e que tal diferença é

independente da substância que constitui a amostra.

Equações de Compton - Dedução

Espalhamento

Compton

Efeito fotoelétrico

Interação do fóton Com e

livres Com o átomo

Modo de interação Fóton espalhado Fóton desaparece

Dependência energia Diminui com a energia 1/E

Limiar No No

Coeficiente atenuação

C

Partículas liberadas Elétron Compton fotoelétron

Coeficiente atômico (Z)

Efeito posterior R-X caract., efeito Auger R-X caract.,

efeito Auger

Importância Ao redor de 1MeV. De 0 a 0.5 MeV

Espalhamento Compton X Efeito

Fotoelétrico

Z

a C

 

4

Z

a

 

Espalhamento Compton X Efeito

Fotoelétrico

Energia do fóton

nos processos

competitivos