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Trabalho de Ótica e Física Moderna
Tipologia: Trabalhos
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Ganhou o premio Nobel em Ganhou o premio Nobel em
pela descoberta do Efeito pela descoberta do Efeito
Compton, junto com Compton, junto com Charles
Thomson Rees Wilson
Arthur Holly Compton Arthur Holly Compton *1892, † 1962
(Estados Unidos) (Estados Unidos)
Quanto maior é o ângulo em que a medição
Quanto maior é o ângulo em que a medição
é feita, maiores comprimentos de onda são é feita, maiores comprimentos de onda são
observados. Esse efeito foi chamado de
observados. Esse efeito foi chamado de
deslocamento Compton. deslocamento Compton.
Se o raio X for considerado como uma onda, então não existe explicação para esse Se o raio X for considerado como uma onda, então não existe explicação para esse
efeito. efeito.
A solução foi encontrada quando se considerava o raio X como se fosse uma partícula. A solução foi encontrada quando se considerava o raio X como se fosse uma partícula.
Lembramos que, na cinemática Einsteiniana, a
velocidade de uma partícula é dada, em termos da sua
energia total E e do seu momentum linear p por:
como é o caso do fóton, isto resulta em:
energia e momentum para
uma onda eletromagnética
pode ser derivada da teoria
de Maxwell.
massa de repouso denotamos por massa de repouso denotamos por me me , a relação , a relação
Einsteiniana entre momentum e energia total fica: Einsteiniana entre momentum e energia total fica:
de Planck
obtem-se: obtem-se:
Aqui, podemos observar que o aumento do Aqui, podemos observar que o aumento do
comprimento de onda é função apenas do comprimento de onda é função apenas do
espalhamento e não depende da energia inicial espalhamento e não depende da energia inicial
ou do comprimento de onda inicial do fóton. ou do comprimento de onda inicial do fóton.
Assim, o espalhamento de uma onda Assim, o espalhamento de uma onda
eletromagnética por um elétron pode ser eletromagnética por um elétron pode ser
visualizado como uma "colisão" entre a visualizado como uma "colisão" entre a
onda e o elétron, uma vez que implica em onda e o elétron, uma vez que implica em
uma troca de energia e quantidade de uma troca de energia e quantidade de
movimento. movimento.
acontecer: acontecer:
Efeito fótoelétrico:
Efeito fótoelétrico: Toda
Toda energia do fóton é
energia do fóton é
absorvida pelo elétron absorvida pelo elétron
Efeito Compton:
Efeito Compton: Parte
Parte da energia do fóton é
da energia do fóton é
absorvida pelo elétron. absorvida pelo elétron.
Energia de um fóton E= hf ,onde f é a frequência
da luz e h é a constante de Planck
Quanto maior for a freqüência, maiores são a
energia e o impulso do fóton mais evidentes se
tornam as propriedades corpusculares da luz.
h
c
hf
c
E
c
mc
p mc
2
EE hfhf
pro-
vam a natureza ondulatória da luz dualismo das pro-
priedades da luz
Durante a propagação da luz põem-se em evidência
s suas propriedades ondulatórias, enquanto que a
sua interação com as substâncias (radiação e
absorção) se manifestam as propriedades
corpusculares
A energia cinética e, por conseqüência, a velocidade dos elétrons
aumenta com o aumento da freqüência da luz incidente, mas não
varia com a variação da intensidade da luz.
De acordo com a teoria ondulatória, quanto mais intensa é a
luz, mais energéticos (rápidos) deveriam ser os fotoelétrons
ejetados da superfície.
Porém, o aumento da intensidade da luz só aumentava o número
de elétrons liberados, mas não a velocidade de cada um.
No modelo do fóton, se duplicarmos a intensidade da luz simples-
mente duplicaremos o número de fótons mas não alteraremos a
energia de cada fóton individualmente.
hf K
hf = Ø + K
Onde hf é a energia do fóton e K é a energia cinética
transmitida ao elétron fotoelétrico.
A intensidade da luz, segundo Einstein, é proporcio-
nal ao número de quantos de energia contido no feixe
luminoso e, por conseguinte, determina o número de
elétrons arrancados da superfície metálica.
hf K
hf K