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Efeitos da TFD, Manuais, Projetos, Pesquisas de Fisioterapia

Análise dos benefícios conseguidos com a Terapia Física Descongestiva. Apresentação do artigo: Efeitos da terapia física descongestiva na cicatrização de úlceras venosas.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2012

Compartilhado em 25/09/2012

jhosemar-ramos-10
jhosemar-ramos-10 🇧🇷

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Universidade Federal de Pernambuco
Centro de Cncias da Saúde
Departamento de Fisioterapia
Disciplina: Fisioterapia Aplicada a Angiologia
Efeitos da terapia física descongestiva
(TFD) na cicatrização de úlceras
venosas.
Ambulatório (Sexta de 13:00 às 15:00)
Anna Karollyna; Angélica Marques; Elizabeth; Elza Caroline; Josemar Ramos; Lélio
Russell; Patrícia Nogueira e Rafaela Araújo
Recife
Maio/2012
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Baixe Efeitos da TFD e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Fisioterapia, somente na Docsity!

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Fisioterapia Disciplina: Fisioterapia Aplicada a Angiologia

Efeitos da terapia física descongestiva

(TFD) na cicatrização de úlceras

venosas.

Ambulatório (Sexta de 13:00 às 15:00) Anna Karollyna; Angélica Marques; Elizabeth; Elza Caroline; Josemar Ramos; Lélio Russell; Patrícia Nogueira e Rafaela Araújo Recife Maio/

AUTORES

  • (^) Roberta Azoubel (Fisioterapeuta);
  • (^) Gilson de Vasconcelos Torres (Enfermeiro);
  • (^) Luzia Wilma Santana da Silva (Enfermeira);
  • (^) Fabiano Veloso Gomes (Fisioterapeuta);
  • (^) Luciana Araújo dos Reis (Fisioterapeuta).
  • (^) 2010.

Epidemiologia

  • (^) Estudo Europeu: Prevalência de 1% de úlcera venosa na população adulta e essa aumenta dramaticamente em indivíduos com idade maior que 80 anos.
  • (^) Em países desenvolvidos: 10 a 20% da população possuem veia varicosa, e como complicação prevalente destaca-se a úlcera venosa (0,5 a 2% da população mundial.)
  • (^) Estudo realizado em Botucatu (SP): Aproximadamente 1,5% de casos de úlceras venosas ativas ou cicatrizadas.

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA DESTRUIÇÃO DO SISTEMA VALVULAR REFLUXO VENOSO HIPERTENSÃO VENOSA COMUNICAÇÕES ARTERIOVENOSAS ISQUEMIA TECIDUAL

ÚLCERA

FISIOPATOLOGIA

  1. DLM “A drenagem Linfática Manual (DLM) tem como objetivo criar diferenciais de pressão para promover o deslocamento da linfa e do fluido intersticial, visando à sua recolocação na corrente sanguínea, reabsorvendo os edemas e tratando diferentes patologias. Isso se consegue por meio de movimentos suaves em círculos com as mãos aplicadas sobre a área a ser tratada, de forma rítmica e lenta.” (GODOY, 2004)
  1. Compressão Elástica
    • (^) Diminui o volume do sistema venoso superficial e o diâmetro da veia dilatada, restaurando temporariamente a competência valvular, impedindo o refluxo venoso por via das perfurantes incompetentes.
    • (^) Aumenta a contração dos músculos da panturrilha, esvaziando as veias profundas, desde que o fluxo arterial se mantenha inalterado.
    • (^) Na microcirculação: Aceleração do fluxo sanguíneo nos capilares. Redução da filtragem capilar. Aumento da reabsorção pelo aumento da pressão do tecido, melhorando a drenagem linfática local e os efeitos dos mediadores envolvidos na resposta inflamatória local

A terapia compressiva, associada ao repouso e elevação dos membros inferiores, estimula a cicatrização das úlceras venosas, contudo não é comum se observar a eleição de exercícios e nem da drenagem linfática manual como tratamento de úlcera venosa, mesmo sabendo que ambas as técnicas também estimulam o retorno venoso e linfático.

OBJETIVO Verificar a efetividade da terapia física descongestiva (TFD) na cicatrização de úlceras venosas.

  • (^) POPULAÇÃO DO ESTUDO: Pacientes portadores de úlceras venosas atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da UESB.
  • (^) AMOSTRA: Tipo não probabilístico, sendo composta por 20 pacientes que procuraram a clínica voluntariamente, no período de junho de 2007 a maio de 2008.
  • (^) O estudo foi realizado com dois grupos: Grupo controle (CG) e grupo de intervenção (GI), cada grupo com 10 pacientes.

Composição dos grupos: Pareamento

Para cada admissão em um dos grupos, foi feita alocação para o

grupo oposto do próximo paciente com a mesma codificação.

Critérios de exclusão

  • (^) Pacientes diabéticos portadores de úlceras neuropáticas ou arteriais, ou qualquer outro tipo de úlcera nos membros inferiores, que não estivesse relacionada com a insuficiência venosa crônica;
  • (^) Presença de infecção local e/ou sistêmica;
  • (^) Trombose venosa profunda (TVP);
  • (^) Pacientes que apresentaram 3 (três) faltas consecutivas ou 6 (seis) alternadas e a não anuência na participação da pesquisa por livre e espontânea vontade.

Todos os pacientes foram encaminhados para o nutricionista a fim de controlar a obesidade, a hipertensão arterial, utilizando-se dieta hiposódica, além de controlar outras patologias inerentes à condição de cada paciente. O estudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Protocolo nº 59/2007).

Os pacientes do GI foram submetidos tanto ao curativo diário

da úlcera quanto ao tratamento com a terapia física

descongestiva, três vezes por semana em dias alternados,

com duração de 40 minutos cada sessão, sendo executada

sempre pela mesma equipe da fisioterapia. Nos finais de

semana, os pacientes foram acompanhados em domicílio.

TERAPIA

  • (^) Elevação dos membros inferiores a 30°, associado à drenagem linfática manual.
  • (^) Compressão com bandagens elásticas, até região abaixo dos joelhos.
  • (^) Exercícios Miolinfocinéticos, que são exercícios realizados sob compressão elástica do membro, no caso flexo-extensão dos tornozelos, joelhos e quadris, 3 vezes com 30 repetições.
  • (^) A bandagem elástica foi mantida diariamente, sendo retirada apenas para dormir, e recolocada pela manhã, ao acordar