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Verificar experimentalmente o equilíbrio estático de forças e a sua caracterização
Tipologia: Notas de estudo
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Verificar experimentalmente o equilíbrio estático de forças e a sua caracterização a partir dos vínculos que agem no sistema.
num sistema de forças convergentes. Determinar analiticamente parâmetros de situações de equilíbrio estático. Determinar o erro percentual entre resultados experimentais e resultados analíticos, de situações de equilíbrio estático.
OBSERVAÇÃO: Nesta aula não avaliaremos as incertezas nas medidas.
Mesa de forças; Corpos com massas identificadas e respectivos suportes; Balança analógica.
Os fundamentos teóricos utilizados nesta experiência foram já estudados e aplicados nas aulas de teoria e exercícios.
A condição básica para o equilíbrio de forças que convergem num único ponto é:
1 2 ...^0 1
F F F Fn R
n
i
Para um sistema de duas forças, pode-se encontrar uma terceira força, que somada às duas anteriores, equilibra o sistema. Esta força é
denominada força equilibrante E
.
1 2 0
F F E ^ (^2 )
A resultante das forças F 1
e F 2
, é R
. Portanto, sendo R F 1 F 2
,
pode-se concluir que:
0
R E ^ R^ E
Ou seja, a força resultante possui mesmo módulo, mesma direção e sentido oposto da força equilibrante.
%
Grupo Turma Laboratório Equipe Data Nota
Atividade 1 - Coleta de Dados
QUADRO 1 – Condições das situações de equilíbrio a serem reproduzidas experimentalmente
Experimento (^) Fio Massa (g) Força correspondente ao peso da massa (N)^ º
Obs.:
a) A força peso é dada por P = m.g, sendo g = 9,81m/s^2. b) Lembre-se que 1 N = 1 kg.m/s^2.
QUADRO 3 – Resultado para a determinação analítica dos valores do experimento 1.
Fio Massa (g) Força correspondente massa (N)^ ao peso da^ º 1 105,0 0 2 100
3 230
OBS.: A força no fio 3 corresponde ao valor da força que equilibra as forças F1 e F2. Esta força F3 é conhecida como equilibrante.
QUADRO 4 – Erro percentual entre valores obtidos experimentalmente e analiticamente. Valor Calculado Valor Experimental E% m 2 (kg) m 3 (kg)
QUADRO 5 – Dados relativos ao experimento 2 de equilíbrio.
Fio Massa (g) Força correspondente (N)^ ao peso da massa^ º 1 105,0 0 2 80,
3 50,
OBS.: A força no fio 3 corresponde ao valor da força que equilibra as forças F1 e F2. Esta força F3 é conhecida como equilibrante.
Represente o DCL referente ao experimento 2.
Como exemplo, o EXPERIMENTO 3 está resolvido na sequencia.
QUADRO 8 – Síntese de dados e resultados do experimento 3.
Fio Massa (g) Força correspondente massa (N)^ ao peso da º 1 105,0 1,03 0 2 55,0 0,540 90 3
A configuração experimental do equilíbrio desta situação pode ser visualizada na Figura 1.
Figura 1 – Configuração do experimento realizado na Mesa de Força.
Figura 2 – Representação dos vetores e sistema de eixos para o experimento.
Equacionando o equilíbrio da situação da Figura 1 , para um diagrama cartesiano com eixo x coincidente com a força a 0º, como indicado na Figura 2 , teremos:
0 1
(^)
n
i
R Fi
1 2 3 0
^ R F F F
2 3 0
1
3 0
1 2
y y y
x x x
2 3
1 3
y y
x x
3
3
y
x
3
3
3
3
3
Como se pode observar, o vetor deve estar no 3º quadrante, uma vez
que suas componentes são negativas. Portanto, devemos somar ao ângulo
encontrado 180º, o que dá:
Substituindo em x, teremos:
Para g=9,81m/s^2 , teremos:
para a massa 3 e o ângulo 3.
QUADRO 9 – Erro percentual entre valores obtidos experimentalmente e analiticamente. Valor Calculado Valor Experimental E% m 3 (kg)