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ergonomia e a enfermagem
Tipologia: Notas de estudo
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A IMPORTÂNCIA DA ERGONOMIA NO TRABALHO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM RELACIONADO AO CUIDADO COM O PACIENTE TOTALMENTE DEPENDENTE. ROCHA Rosana O. ¹ VIEIRA Nilton S.¹ FERREIRA Lucinete D. S. ²
The importance of ergonomics in professional nursing work related to the care with the totally dependent patient
pre - hospital that can maximize existing risks in care to the totally dependent patient. Thus enabling the nurse fits ergonomic approach practice on the problem while respecting the specificities of each team / sector.
La importância de la ergonomia em los trabajos de enfermeria profesional relacionada con el cuidado del pacienteeternamente dependiente
INTRODUÇÃO Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), na área da saúde em 2005 cerca de 270 milhões de pessoas sofreram acidentes no trabalho e 160 milhões contraíram doenças. No que diz respeito aos acidentes e doenças do trabalho, 2,2 milhões de pessoas por ano, no mundo morreram em decorrência destes agravos. Conforme dados estatísticos do Ministério da Previdência Social, no Brasil, a saúde ocupa o primeiro lugar referente a registros de acidentes de trabalho ultrapassando até mesmo áreas consideradas de alto risco, como a da construção civil. Em 2004, do total de 458.956 acidentes notificados, 30.161 correspondiam ao setor de saúde. Atualmente o Brasil agrega cerca de 2,5 milhões de profissionais na área da saúde, e a maioria não possui uma cultura prevencionista, por desconhecerem os riscos presentes no ambiente de trabalho e que podem acarretar danos à saúde GEILSA et al, 2010. A situação se torna mais preocupante, pois de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (2006), os mais de 1,3 milhões de trabalhadores de enfermagem representam o maior contingente de profissionais da área de saúde, e consequentemente o profissional de saúde mais envolvido nessa dinâmica GEILSA et al, 2010.
formação dos profissionais de enfermagem para a cobertura assistencial nas instituições de saúde. Parâmetros estes que representam normas técnicas mínimas, constituindo-se em referências para orientar os gestores e gerentes das instituições de saúde no planejamento, programação e priorização das ações de saúde a serem desenvolvidas COFEN 293/2004. Prevenção de lesões nessa dinâmica constitui o maior desafio ergonômico, pois segundo Pasa; Magnago; Silva et al, 2015 é necessário considerar o uso de acessórios e equipamentos. Ainda, deve-se observar a utilização desses itens durante o processo de movimentação e remoção do paciente para que haja adequação ao meio de transporte. Isso requer do enfermeiro o planejamento das atividades junto aos demais membros da equipe de enfermagem, que deve sempre priorizar a segurança do paciente e a saúde do trabalhador. Portanto, nos cabe questionar como os fatores ergonômicos podem contribuir para a saúde do trabalhador na dinâmica dos serviços de enfermagem? No que tange a enfermagem, observa - se que a mecânica corporal desses profissionais diuturnos nem sempre é respeitada de forma a desprezar relevantes fatores que predispõem a um comprometimento funcional da saúde do trabalhador. Dessa forma, é de fundamental importância uma análise da ergonomia no trabalho do profissional de enfermagem relacionado ao cuidado do paciente totalmente dependente. Objetivo Geral Compreender os riscos ergonômicos relacionados ao comprometimento da saúde dos profissionais de enfermagem atuantes com pacientes totalmente dependentes. Objetivos Específicos Analisar na literatura os principais sinais e sintomas de agravos à saúde dos profissionais de enfermagem.
Sugerir uma reflexão sobre a importância das estratégias organizacionais na prevenção das lesões musculoesqueléticas. Identificar as possíveis soluções para os problemas de saúde dos profissionais de enfermagem. REFERENCIAL TEÓRICO Segundo Silva; Valença; Germano et al, 2013 a palavra ergonomia deriva do grego ergon (trabalho) e nomos (regras), tem como objetivo aprimorar o conforto, saúde, segurança e a eficiência no trabalho e, de um modo mais amplo, as condições de vida deste trabalhador, levando em conta suas capacidades, limitações físicas e psicológicas. Atuando desta forma na prevenção de acidentes a ergonomia estuda vários aspectos da relação da pessoa com as condições de trabalho, observando postura, movimentos corporais, fatores ambientais, equipamentos cargos e tarefas desempenhadas. Segundo a Associação Brasileira de Ergonomia (ABERGO), a ergonomia, também denominada de fatores humanos, é uma disciplina científica relacionada com o entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema. Nesse contexto, a Norma Regulamentadora (NR 17) visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar o máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente MERGULHÃO; ARAÚJO; VASCONCELOS et al, 2010. A partir da promulgação da Constituição Federal que houve a preocupação legal em relação à saúde do trabalhador, onde as leis orgânicas foram se atualizando e resultaram em portarias, leis e decretos modificados com o objetivo de adequar a saúde do trabalhador ao ambiente laboral, o qual consiste na promoção de cuidados e proteção em seu local de trabalho, possibilitando minimizar riscos a que estão expostos, fazendo com que participem do seu processo de saúde MERGULHÃO; ARAÚJO; VASCONCELOS et al, 2010.
em seu Art. 8º regulamenta dispor de 3 a 5% do quadro geral de profissionais para cobertura de ausências com esta finalidade. Na atividade laboral da enfermagem, durante a assistência prestada ao paciente, o profissional fica exposto a inúmeros riscos ocupacionais causados por fatores químicos, físicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais, que podem ocasionar doenças e acidentes decorrentes da ocupação exercida. Nessa ótica, o fator ambiental que ocasionar lesão, doença ou inaptidão ou afetar o bem- estar dos trabalhadores é caracterizado como risco ocupacional. E dentro desse universo dos riscos ocupacionais, encontram-se os riscos ergonômicos que incidem na adaptação entre trabalho e trabalhador onde sobrecargas dão origem à fadiga, lombalgia, doenças osteomusculares como (LER) Lesão por Esforço Repetitivo e (DORT) Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho GARDÊNIA; ROSENDO; SOARES et al, 2010. Santos e Valois, 2011 pontuam que os profissionais de enfermagem merecem destaque devido à complexidade do seu processo de trabalho, iminência dos riscos ocupacionais no cotidiano prático da categoria profissional de enfermagem deve-se a algumas características que lhe são próprias, como ser o maior grupo entre os profissionais de saúde, por prestar assistência ininterrupta durante as 24 horas do dia, por ser responsável pela execução de cerca de 60% das ações de saúde e por ser a categoria que mais entra em contato físico com os pacientes. Mesmo em face do desenvolvimento da tecnologia, o cuidado ao paciente ainda exige muito esforço físico da equipe de enfermagem. Sendo a enfermagem uma das profissões com elevado número de fatores de risco para acidentes de trabalho, dentre eles, os ergonômicos não são raros os gastos financeiros e longos períodos de afastamentos nas instituições de saúde MERGULHÃO; ARAUJO; VASCONCELOS et al, 2010. Souza; Silva; Cortezs et al, 2011 associam (DORT) Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho às condições no trabalho, destacando os fatores ergonômicos como uma das principais causas da prevalência desses distúrbios. Já Passos; Figueredo; Tocantins et al, 2011 afirmam que nos serviços de saúde, temos “olhado” o trabalho da enfermagem sem perceber o não visível. Isto se retrata nas pequenas coisas, nos pequenos detalhes, nos pequenos movimentos e
simples procedimentos diários que estão no espaço de cuidar, como caminhar, caminhar, caminhar para dar conta de tudo que deve ser feito. E esse caminhar aumenta quando o cliente é dependente de cuidados totais. Como exemplo pode-se citar as expressões de surpresa dos profissionais de enfermagem quando Passos; Figueredo; Tocantins et al, 2011 apresentaram o resultado de sua pesquisa, onde para realizar um único procedimento (desprezar diurese), durante trinta dias o percurso andado por dois técnicos de enfermagem foi de 132km 720m. Justificando entre outros sintomas como pés latejantes e dores nas pernas relatadas pelos profissionais. Em relação ao ambiente de trabalho Valente; Gomes e Greco, 2010 discorrem sobre o desconhecimento por parte dos profissionais dos riscos aos quais se encontram expostos durante o trabalho, a saber: os espaços físicos inadequados para a realização das atividades, inadequação da altura das bancadas no posto de enfermagem, assim como a altura das camas e macas, as distâncias percorridas durante a jornada de trabalho, propiciando dores na coluna, além dos equipamentos que não favorecem a movimentação e levantamento de pacientes somada a falta de manutenção dos mesmos. Valente; Gomes e Greco, 2010 afirmam que é importante que sejamos capazes de analisar estes ambientes identificando as condições que interferem ou prejudicam no desenvolvimento do trabalho de enfermagem, objetivando intervir na relação entre o trabalho, ambiente e o processo saúde-doença dos trabalhadores a fim de evitar doenças, absenteísmo, sofrimentos, estresse e acidentes de trabalho. Nesse contexto, Alencar; Schultze e Souza, 2010 redigem que os trabalhadores de enfermagem devem sempre avaliar as circunstâncias dos pacientes como o peso, altura, consciência, nível de dependência (parcial ou total) assim como também os acessórios e equipamentos conectados ao paciente. Sendo importante que a movimentação e o transporte de obesos sejam minuciosamente avaliados e planejados, usando sempre que possível os auxílios mecânicos. Pois, Alencar; Schultze e Souza 2010 revelam que as lesões ocupacionais que afetam diretamente a coluna vertebral ocorreram com maior frequência com os técnicos de enfermagem, no próprio quarto do paciente, principalmente durante a manipulação de equipamentos, pacientes obesos e dependentes.
Treinamentos sobre movimentação e transporte adequado de pacientes, adequabilidade de equipamentos e mobiliários ao trabalhador, aquisição de auxílios mecânicos no transporte de pacientes, reorganização da distribuição de atividades de trabalho de acordo com cada categoria profissional e incentivo a realização de pesquisas e aplicação dos resultados das mesmas a fim de adequar a prática profissional e a situação de trabalho. METODOLOGIA A revisão integrativa da literatura também é um dos métodos de pesquisa utilizados que permite a incorporação das evidências na prática clínica. Esse método tem a finalidade de reunir e sintetizar resultados de pesquisas sobre um delimitado tema ou questão, de maneira sistemática e ordenada, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento do tema investigado. Desde 1980 a revisão integrativa é relatada na literatura como método de pesquisa MENDES; SILVEIRA e GALVÃO, 2008. Este estudo baseia-se numa revisão integrativa realizada por discentes do 8° período de enfermagem da UNIVESO (Universidade Salgado de Oliveira) Campus - BH. Confeccionado e apresentado à disciplina orientação ao trabalho de conclusão de curso - TCC, do bacharelado em enfermagem. No processo de desenvolvimento do presente trabalho realizaram-se buscas e pesquisas em sites específicos como Ministério do Trabalho e Emprego, COFEN - Conselho Federal de Enfermagem sendo utilizados também relevantes bancos de dados eletrônicos SCIELO - Scientific Electronic Library online, LILACS- Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, Google Acadêmico e demais sites relacionados ao assunto. Para guiar a busca dos artigos, realizou-se o questionamento: Na dinâmica dos serviços de enfermagem, como os fatores ergonômicos podem contribuir para a saúde do trabalhador? Foram encontrados cerca de 1.500 artigos sobre o tema nos idiomas português, Inglês e espanhol, com descritores intrinsecamente ligados ao tema, a saber: Riscos Ocupacionais, Saúde do Trabalhador , Ergonomia,
Enfermagem, Acidentes de trabalho, Revisão de literatura, entre outros de mesma linha. Posteriormente foi realizada a leitura seletiva através da qual se identificou os artigos que atendiam aos objetivos do estudo. Como critérios de inclusão, além da relação direta entre os temas dos artigos abordados e objetivo do estudo foram implantados uma avaliação da qualidade dos artigos abordados através do qualyse e uma linha de corte temporal 2009 - 2015 justificando a prevalência do comprometimento da saúde do profissional maximizando assim a relevância de se trabalhar o tema. Foram excluídos os artigos que não estavam de acordo com o recorte temporal 2009 – 2015 assim como os que não traziam o qualyse em seu periódico e principalmente os que não tratavam diretamente de da temática. Depois de submetidos aos critérios de inclusão e exclusão adotados na metodologia do estudo chegou-se num universo amostral de vinte artigos e com abordagem de duas (NRs) a Normas Regulamentadoras 17 e a Normas Regulamentadoras 32 obedecendo rigorosamente os critérios de inclusão. Trabalhando os artigos abordados foi feita a leitura interpretativa de cada um a fim compreender os riscos ergonômicos relacionados ao comprometimento da saúde dos profissionais de enfermagem atuantes com pacientes totalmente dependentes bem como formas de minimizar os transtornos patológicos resultante da relação trabalho – trabalhador. Sendo estes, em seguida fichados e organizados. Após análise deste material obtivemos como resultado a proporção de 95% dos artigos, ou seja, dezenove artigos todos com classificação nível 4/ B2 , pois se tratam de artigos com abordagens descritivas. Os últimos 5% da mostra trazem um artigo na classificação nível 3 / B3 com evidencias quase experimental.
atendimento móvel de urgência Ednaldo Cavalcante de Araújo. auxiliares de enfermagem. Será aplicado questionário do tipo check-list, para a coleta dos dados, contemplando variáveis independentes: idade e estado civil; e, variáveis dependentes: jornada de trabalho e ergonomia, incluindo um mapeamento dos sintomas osteomusculares (algias) nas diferentes regiões corporais. Por sua vez, o referido instrumento será validado e testado para se obter maior confiabilidade dos resultados.
profissão, jornada de trabalho, acidente ocupacional, uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), frequência do uso de EPIs, e identificar as condições ergonômicas de trabalho da equipe de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Samu / Recife.
realizada na própria Unidade de Saúde mencionada. Os participantes receberão esclarecimentos sobre eventuais dúvidas. Não haverá exposição a riscos para a população estudada e nem haverá incompatibilidade de interesses. Google Acadêmico Revista de enfermagem UFPE on line. Jan / mar 2010 Condições de trabalho e a ergonomia como fatores de riscos à saúde da equipe de enfermagem do serviço de Bartolome u José dos Santos Júnior. Cibele de Lima Souza Silveira. Ednaldo Cavalcante Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, transversal, de abordagem quantitativa, realizado no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU/Recife, PE. Para a coleta de dados foi aplicado questionário do tipo check-list, com 37 questões, de julho a setembro de 2009, contemplando variáveis independentes tais como: idade, sexo e estatura; e, variáveis dependentes: jornada de trabalho eergonomia, incluindo um mapeamento dos sintomas osteomusculares (algias) Neste contexto, considera-se de vital importância avaliar os sintomas musculoesqueléticos e os riscos ergonômicos aos quais os trabalhadores da área de Saúde do trabalhador; Enfermagem; Dor; Prevenção Ao analisarmos a saúde do trabalhador, obtivemos um resultado de 61,9% dos trabalhadores da equipe de enfermagem que
atendimento móvel de urgência samu/ Recife- PE. de Araújo nas diferentes regiões corporais. 2 0 1 0 saúde estão submetidos, particularmente os envolvidos com transporte de pacientes nos serviços de atendimento móvel de urgência, tendo-se em vista que, a literatura nacional pouco tem discutido sobre o tema
tinham fadiga mental e 65,1% muscular. Em relação aos acidentes de trabalho, 40,3% sofreram algum tipo de acidente e apenas 44,4% foram notificadas. No questionamento se a equipe de enfermagem teria recebido alguma orientação sobre ergonomia, 73% responderam que não receberam qualquer tipo de orientação. Quando questionados sobre o que eles achavam que poderia ajudar a prevenir as doenças ocupacionais relacionadas ao desempenho das atividades, as
efeitos deletérios no bem-estar geral, resultante da exposição crônica ao ambiente do CC. Para realizar a transferência de um paciente corretamente é necessário que se conheça e aplique alguns princípios básicos de mecânica corporal: o dorso deve ser mantido tão retificado quanto possível; os joelhos devem ser flexionados; a base de sustentação do corpo deve ser ampliada, por meio do posicionamento dos pés e a força deve ser feita pelos membros superiores e inferiores. Também,
há de ser observado que a coluna vertebral deve servir de elemento de suporte e nunca como elemento de articulação e que as costas retas asseguram que as pressões nos discos intervertebrais sejam uniformemente distribuídas. Google Acadêmico Revistade enfermagem UFPE on line. Jan/ Riscos ergonômicos e a atividade laboral dos enfermeiros em um hospital público Karla Gardênia Silva Souza. Richardson Augusto Rosendo da Silva IlisdayneT hallita Soares da Silva Diego Bonfada. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, de abordagem qualitativa, realizado no Hospital Regional Aluízio Bezerra – HORAB, localizado no município de Santa Cruz/RN, nordeste do Brasil. Para a análise dos dados utilizou-se a técnica da análise temática categorial segundo Bardin constituídas de três etapas: pré-análise, exploração do material e o tratamento dos resultados obtidos e a sua interpretação. (^) 2 0 1 A pesquisa é relevante à medida que busca produzir subsídios para discussão de estratégias com vista a aprimorar e/ou adequar as condições laborais de enfermeiros que trabalham em instituições hospitalares no Brasil, bem como colaborar para
Enfermagem; Ergonomia; Condições de trabalho. Observou-se que a sobrecarga de trabalho também foi considerada como risco ergonômico presente no ambiente de trabalho dos entrevistados. De acordo com as falas dos participantes
Acadêmico line, mar/2013. trabalhadores de enfermagem: revisão integrativa da literatura. Zenith Rosa Silvino dados: Lilacs, Medline e Scielo. Os critérios de inclusão dos artigos foram: artigos publicados na íntegra online em português, espanhol e inglês, com recorte temporal de 1992-2012 e que possua tema relacionado aos descritores.
referência para trabalhadores de enfermagem e graduandos no que se refere às condições ergonômicas em hospitais e a prevenção de possíveis agravos relacionados a esta temática
ergonomia em hospitais ainda é um tema escasso, mesmo tendo enorme importância para a saúde dos trabalhadores de enfermagem. Faz- se necessário que outros estudos venham a contribuir no desenvolvimento de pesquisas que abordem a ergonomia em hospitais e que estes envolvam equipamentos, mobiliários, trabalhadores de enfermagem e pacientes Google Acadêmico Revista de enfermagem UFPE on line., Recife, set/ Avaliação dos riscos ergonômicos relacionados à atividade de bombeiros Cinthia Rafaelle do Carmo Santos Marques. Maria da Conceição Cavalcanti Estudo descritivo e exploratório, transversal, de abordagem quantitativa, realizado no Grupamento de Atendimento Pré-Hospitalar de Pernambuco (GBAPH) Olinda/PE. Foram entrevistados 60 militares do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar-GBAPH/
Considera-se de grande importância avaliar os sintomas musculoesqueléticos e os riscos ergonômicos aos quais os bombeiros
Riscos Ocupacionais; Militares. Os resultados desse estudo demonstraram que os trabalhadores relataram ocorrência de sintomas osteomusculares, sendo 70% nos
militares de Lira. Bartolome u José dos Santos Júnior. Simara Lopes Cruz. Bruna Rafaela Dornelas de Andrade Lima. Bruna Rafaela Dornelas de Andrade Lima. Gabriela Cavalcante da Silva. Olinda-PE, Para a coleta de dados foi aplicado questionário do tipo check-list, com 24 questões, entre novembro e dezembro de 2012 a janeiro de 2013, contemplando variáveis independentes tais como: idade, sexo, peso e estatura; e, variáveis dependentes: jornada de trabalho e ergonomia, incluindo um mapeamento dos sintomas osteomusculares (algias) nas diferentes regiões do corpo. 4 que atuam no atendimento pré- hospitalar estão expostos, uma vez que este conhecimento poderá fornecer subsídios para a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar maior conforto e segurança para o desenvolvimento de sua prática profissional
Qualidade de vida. Educação Física e Treinamento últimos 12 meses. Comparado este resultado com outros estudos verificou-se que 90% são comuns em profissionais de enfermagem que realizam esse tipo de serviço orientações posturais, aspectos ergonômicos específicos e considerações sobre os procedimentos de movimentação e transporte de pacientes são fundamentais para prevenção de distúrbios osteomusculares relacionados aos profissionais envolvidos nesse tipo de serviço. Google Acadêmico Ciência enfermagem v.16 n. Concepción Ago. / Riscos ocupacionais e alterações de saúde entre trabalhadores de enfermagem brasileiros de Rita de cássia de marchibarc ellosdalri Maria Lúcia do carmo cruz robazzi Luiz almeida da Estudo retrospectivo, de abordagem quantitativa dos dados coletados por meio da técnica de análise documental dos prontuários dos trabalhadores de saúde, atendidos nas Unidades de PA de um hospital de Londrina, Paraná, Brasil A população de estudo foi constituída por todos os trabalhadores da área da saúde atendidos nas unidades de PA, oriundos de todas as áreas de abrangência, entre o mês de janeiro de 2008 a dezembro de 2010. Este estudo teve por objetivo Idêntificar os Riscos Ocupacionais existentes no ambiente de trabalho em Unidades de Urgência e Emergência e as Equipe de enfermagem, Enfermagem em emergência, Constatou-se que os Riscos Psicossociais foram os mais destacados. Foram identificados e mencionados pelos