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esquema eletrico ford cargo extra pesado part2
Tipologia: Notas de estudo
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Desativação das funções de aterro. MIL: Não ativa. CAUSA Detectado curto no sinal +15 do comutador de ignição. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Falha é ativada caso o sinal seja interrompido durante o funcionamento do motor. DESATIVAÇÃO Necessário, desligar e religar a chave do veículo. DIAGNOSTICO Verifique a ligação do comutador de ignição, verifique a presença de curto ou danos no comutador. INTERVENÇÕES RECOMENDADAS COMUTADOR DE IGNIÇÃO. Verifique a conexão com o comutador, (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique o sinal de saída +15 do comutador.
Caso comutador apresente alguma falha que impossibilite a transmissão do sinal +15 proceda com a substituição do mesmo, caso contrário com o auxílio do esquema elétrica, verifique ponto a ponto o recebimento do sinal.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
MIL: Ativa. CAUSA Hardware detecta fiação quebrada ou MIL defeituoso. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Relatório de contato aberto retornado pelo hardware. DESATIVAÇÃO Hardware não retorna erro DIAGNOSTICO Verificação do chicote ou substituição da lâmpada.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
MIL: Ativa. CAUSA Curto circuito na fiação ou sobre tensão. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Relatório de erro ‘curto‐circuito’ retornado pelo hardware. DESATIVAÇÃO Durante o funcionamento é realizado cinco tentativas de desativação, caso o curto ainda esteja presente será necessário corrigir o problema e limpar a falha. DIAGNOSTICO Verificação do chicote ou substitua a lâmpada.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
MIL: Ativa. CAUSA Alta tensão da bateria, carga elevada ou alta temperatura. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Relatório de erro ‘excesso de temperatura’ retornado pelo hardware. DESATIVAÇÃO Hardware não informa mais excesso de temperatura. DIAGNOSTICO Verificação do chicote ou substitua a lâmpada.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
Redução de injeção de ARLA; Erro de longterm MIL: Não ativa CAUSA Envelhecimento térmico devido ao tempo submetido a altas temperaturas CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Falha ativa após tempo de trabalho em alta temperatura superior a 3000hrs DESATIVAÇÃO Após substituição sistema reinicia a contagem. DIAGNOSTICO INTERVENÇÕES RECOMENDADAS Substitua o catalisador e redefinir o valor de tempo de envelhecimento através do instrumento de diagnóstico.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
Verifique a saída do rele e o fusível conforme diagrama elétrico, se o chicote estiver sendo alimentado e não esteja alimentando o sensor, proceda com a análise/substituição do chicote. Caso contrário, verifique a integridade do rele e fusível de alimentação do circuito. Se a alimentação estiver de acordo com o especificado, e esta falha esteja presente, verifique o barramento da rede CAN, a resistência do mesmo deverá ser de 60 Ω. Em hipótese alguma se deve violar o chicote de ligação do sensor de NOx para testes, caso seja violado corre‐se o risco de perda do componente.
1º. Verifique a leitura do sensor Utilizando o equipamento de diagnóstico, verifique os valores informados pelo sensor, com o motor frio os valores de temperatura e umidade deverão ser iguais ao do ambiente. 2º. Verifique funcionalidade do sensor Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique a alimentação, massa e sinais do sensor.
Pin‐out: 1 – Alimentação – 5V; 2 – % de umidade do ar; 3 – Massa; 4 – Sinal de temperatura Ω.
Com o sensor conectado, verifique o sinal de porcentagem de umidade informado pelo sensor, a tensão retornada deve estar de acordo com o quadro abaixo. Com o sensor desconectado, verifique o sinal de temperatura informado pelo sensor, a resistência retornada deve estar de acordo com o quadro abaixo.
Se os valores estiverem diferentes do especificado, proceda com a substituição do sensor. 3º. Verifique o chicote de ligação sensor/módulo
Verifique se os valores lidos no sensor se repetem na conexão com o módulo do motor nos pin‐out descritos no desenho acima, caso os valores estejam divergentes proceda com a analise ou substituição do chicote. SENSOR DE PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique a resistência do sensor.
RH % Uo (Mv) 10 1205 ± 60 15 1355 ± 61 20 1500 ± 60 25 1640 ± 57 30 1770 ± 53 35 1905 ± 57 40 2030 ± 61 45 2155 ± 65 50 2275 ± 68 55 2400 ± 72 60 2520 ± 76 65 2640 ± 79 70 2770 ± 83 75 2895 ± 87 80 3020 ± 106 85 3150 ± 126 90 3285 ± 148 95 3410 ± 170
‐40 42172 ± 2458 ‐30 24760 ± 1319 ‐20 14995 ± 727 ‐10 9348 ± 411 0 5988 ± 238 10 3933 ± 141 20 2644 ± 84 30 1817 ± 58 40 1274 ± 45 50 910 ± 35 60 662 ± 28 70 489 ± 22 80 367 ± 18 90 279 ± 14
MIL: Não ativa CAUSA A bobina do solenóide esta danificada ou agindo fora da tolerância, defeito na fiação. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO A pressão de sobrealimentação está se alternando entre 1,38 – 0,69. DESATIVAÇÃO Nenhum erro de pressão retornado pelo hardware DIAGNOSTICO Certifique‐se de que o solenóide não tem defeitos internos. INTERVENÇÕES RECOMENDADAS SOLENÓIDE DE COMANDO DO VGT; Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique o funcionamento do solenóide. Utilizando o multímetro, verifique a resistência entre os pinos 1 e 2, que deve estar entre 20 e 30Ω.
Caso os valores de resistência estejam diferentes do especificado, proceder com a substituição do solenóide. Caso os valores estejam de acordo com o esperado, proceda com a analise do chicote do motor, verifique se os mesmo valores retornados pelo sensor estão chegando ao módulo do motor.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
Medição de NOx imprecisa. Redução de potência. Avaria Longterm ativa MIL: Ativa CAUSA Defeito ou comportamento anormal do sistema de injeção de ARLA CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO DCU não ativa o estado operacional e permanece em stand‐by. DESATIVAÇÃO DCU atinge e permanece em estado ativo de funcionamento. DIAGNOSTICO Verifique a memória de falha da DCU e proceda conforme o troubleshooting da falha.
NOTA: Quando a causa do código de falha for corrigida, limpe o código de falha e teste se o sistema opera normalmente. Caso a falha persista entre em contato com o Hotline Ford Caminhões.
Caso contrário, verifique a integridade do rele e fusível de alimentação do circuito. Se a alimentação estiver de acordo com o especificado, e esta falha esteja presente, verifique o barramento da rede CAN, a resistência do mesmo deverá ser de 60 Ω. Em hipótese alguma se deve violar o chicote de ligação do sensor de NOx para testes, caso seja violado corre‐se o risco de perda do componente.
1º. Verifique a leitura do sensor Utilizando o equipamento de diagnóstico, verifique os valores informados pelo sensor, com o motor frio os valores de temperatura e umidade deverão ser iguais ao do ambiente. 2º. Verifique funcionalidade do sensor Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique a alimentação, massa e sinais do sensor.
Pin‐out: 1 – Alimentação – 5V; 2 – % de umidade do ar; 3 – Massa; 4 – Sinal de temperatura Ω.
Com o sensor conectado, verifique o sinal de porcentagem de umidade informado pelo sensor, a tensão retornada deve estar de acordo com o quadro abaixo. Com o sensor desconectado, verifique o sinal de temperatura informado pelo sensor, a resistência retornada deve estar de acordo com o quadro abaixo.
Se os valores estiverem diferentes do especificado, proceda com a substituição do sensor. 3º. Verifique o chicote de ligação sensor/módulo
Verifique se os valores lidos no sensor se repetem na conexão com o módulo do motor nos pin‐out descritos no desenho acima, caso os valores estejam divergentes proceda com a análise ou substituição do chicote. SENSOR DE PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique a resistência do sensor.
RH % Uo (Mv) 10 1205 ± 60 15 1355 ± 61 20 1500 ± 60 25 1640 ± 57 30 1770 ± 53 35 1905 ± 57 40 2030 ± 61 45 2155 ± 65 50 2275 ± 68 55 2400 ± 72 60 2520 ± 76 65 2640 ± 79 70 2770 ± 83 75 2895 ± 87 80 3020 ± 106 85 3150 ± 126 90 3285 ± 148 95 3410 ± 170
‐40 42172 ± 2458 ‐30 24760 ± 1319 ‐20 14995 ± 727 ‐10 9348 ± 411 0 5988 ± 238 10 3933 ± 141 20 2644 ± 84 30 1817 ± 58 40 1274 ± 45 50 910 ± 35 60 662 ± 28 70 489 ± 22 80 367 ± 18 90 279 ± 14
Redução de injeção de ARLA MIL: Não ativa CAUSA Eficiência medida no catalisador é inferior ao estimado , medição de NOx imprecisas, degradação do catalisador, ou depósitos de ureia excessivas no sistema de escape. CONDIÇÃO DE FALHA ATIVAÇÃO Eficiência do catalisador superior ao esperado. DESATIVAÇÃO Eficiência dentro do delta de variação esperado. DIAGNOSTICO Verifique o sistema de dosagem de ARLA para a quantidade de dosagem correta, verifique a precisão de sensor de NOx, os sensores de umidade, pressão do turbo e temperatura. INTERVENÇÕES RECOMENDADAS SENSOR NOX. Não é possível testar o sinal do sensor sem equipamento especifico, sendo necessária à utilização do equipamento de diagnóstico. 1º. Leitura do sensor Não é possível realizar a leitura com o veículo estático devido a estratégia de funcionamento do módulo. Com o veículo estático ou caso apresente alguma falha no sistema SCR, o sinal do sensor é ignorado pelo módulo que passa a assumir o valor de referência 500ppm. Para realizar a leitura do sensor é necessário que o veículo esteja em movimento por mais de 8s, e sem a presença de falhas. Durante a rodagem com o veículo, caso o equipamento não seja capaz de retornar os valores ou caso os valores estejam congelados em 500ppm, verifique a alimentação/comunicação do sensor. 2º. Ligação sensor/módulo Verifique se há alimentação no sensor pin‐out 1 e 2. 1 – Alimentação +15, 24 V; 2 – Massa; 3 – CAN L; 4 – CAN H; 5 – Livre.
Verifique a saída do rele e o fusível conforme diagrama elétrico, se o chicote estiver sendo alimentado e não esteja alimentando o sensor, proceda com a análise/substituição do chicote. Caso contrário, verifique a integridade do rele e fusível de alimentação do circuito.
Se a alimentação estiver de acordo com o especificado, e esta falha esteja presente, verifique o barramento da rede CAN, a resistência do mesmo deverá ser de 60 Ω. Em hipótese alguma se deve violar o chicote de ligação do sensor de NOx para testes, caso seja violado corre‐se o risco de perda do componente.
1º. Verifique a leitura do sensor Utilizando o equipamento de diagnóstico, verifique os valores informados pelo sensor, com o motor frio os valores de temperatura e umidade deverão ser iguais ao do ambiente. 2º. Verifique funcionalidade do sensor Verifique conexão do sensor (se estiver oxidada, limpar com produto específico), em seguida utilizando um multímetro, verifique a alimentação, massa e sinais do sensor.
Pin‐out: 1 – Alimentação – 5V; 2 – % de umidade do ar; 3 – Massa; 4 – Sinal de temperatura Ω.