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ética e profissionalismo, Provas de Ética

Avaliação 3 - 1º semestre Essa avaliação é sobre casos em que a professora propôs para a turma como forma de "prática" em casos reais.

Tipologia: Provas

2020

Compartilhado em 28/05/2020

laisrioos
laisrioos 🇧🇷

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Curso: Psicologia – Barra - Manhã
Disciplina: Ética e profissionalismo em psicologia
Avaliação 2
Professora: Juliana Rangel Sabatini
Aluna: Lais de Souza Rios
Matr.: 2020106774
Questão 1:
Analisem os casos abaixo e escrevam que atitudes tomariam como psicólogos,
embasados no Código de Ética e nas legislações pertinentes a cada caso.
• Dois casos de atendimento infantil: (5 pts)
1) Uma menina de 10 anos escreveu uma carta contando que era abusada
sexualmente pelo pai. Pedia ajuda e que a mãe não fosse informada disso, porque não
obteve apoio quando contou a história.
Atitude: Visto que a criança não obteve apoio da mãe quando revelou a sua história,
não chamaria a família para uma conversa. Em um primeiro instante eu a perguntaria
se teria alguém em que ela confiasse para eu averiguar se é possível obter contato
(uma outra pessoa da família), feito isso, eu consultaria imediatamente as medidas a
serem tomadas de acordo com o código de ética do psicólogo e o ECA (Estatuto da
Criança e do Adolescente) que diz no Art. 13. [...] obrigatoriamente comunicados ao
Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
(Redação dada pela Lei 13.010, de 2014) e também no Art. 18. É dever de todos
velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer
tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor, então a
acompanharia de acordo com sua necessidade. Faria isso prevendo o menor prejuízo
e o bem-estar da mesma.
2) Laura é uma menina de 6 anos que foi encaminhada para atendimento psicológico
através da escola que estuda. A escola refere ter observado mudanças no
comportamento da menina, que recentemente passou a apresentar sintomas de
agressividade e inibição. Está apresentando dificuldades de concentração e
aprendizagem, além de mudanças nos seus desenhos, que passaram de coloridos
para desenhos escuros com figuras assustadoras. Recentemente Laura passou a
morar com seu pai, que após uma briga judicial ganhou a guarda da menina após
comportamentos de negligência por parte da mãe. Laura refere não ter bom
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Curso: Psicologia – Barra - Manhã Disciplina: Ética e profissionalismo em psicologia Avaliação 2 Professora: Juliana Rangel Sabatini Aluna: Lais de Souza Rios Matr.: 2020106774

Questão 1: Analisem os casos abaixo e escrevam que atitudes tomariam como psicólogos, embasados no Código de Ética e nas legislações pertinentes a cada caso.

  • Dois casos de atendimento infantil: (5 pts) 1) Uma menina de 10 anos escreveu uma carta contando que era abusada sexualmente pelo pai. Pedia ajuda e que a mãe não fosse informada disso, porque não obteve apoio quando contou a história. Atitude: Visto que a criança não obteve apoio da mãe quando revelou a sua história, não chamaria a família para uma conversa. Em um primeiro instante eu a perguntaria se teria alguém em que ela confiasse para eu averiguar se é possível obter contato (uma outra pessoa da família), feito isso, eu consultaria imediatamente as medidas a serem tomadas de acordo com o código de ética do psicólogo e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que diz no Art. 13. [...] obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais. (Redação dada pela Lei nº 13.010, de 2014) e também no Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor, então a acompanharia de acordo com sua necessidade. Faria isso prevendo o menor prejuízo e o bem-estar da mesma. 2) Laura é uma menina de 6 anos que foi encaminhada para atendimento psicológico através da escola que estuda. A escola refere ter observado mudanças no comportamento da menina, que recentemente passou a apresentar sintomas de agressividade e inibição. Está apresentando dificuldades de concentração e aprendizagem, além de mudanças nos seus desenhos, que passaram de coloridos para desenhos escuros com figuras assustadoras. Recentemente Laura passou a morar com seu pai, que após uma briga judicial ganhou a guarda da menina após comportamentos de negligência por parte da mãe. Laura refere não ter bom

relacionamento com sua madrasta, a acusa de tratá-la como uma “estranha”, não permitindo com que a criança se adaptasse adequadamente na nova rotina. Conta que recentemente sua madrasta a deixou sem comida por 2 dias como um castigo por mau comportamento. Atitude: Inicialmente eu contataria o pai (que é o responsável legal da Laura) , sem a presença da sua madrasta, e então tentaria conversar para obter uma visão melhor da história, após isso, eu entraria em contato com o conselho tutelar mais próximo como ordena o Art.13 do ECA, para que analisassem devidamente a situação, pois, de acordo com as respectivas consultas, Laura informa fatos que afirmam que ela estava sofrendo maus tratos pela madrasta.

  • Um caso de atendimento de adolescente: (2,5 pts) 3) Carlos é um adolescente de 15 anos que procurou atendimento psicológico sem que a família soubesse. Contou que era gay e que os pais não aceitavam sua orientação sexual, por causa da religião. Temia ser levado para curar seu problema na igreja, como foi ameaçado algumas vezes. Atitude: Imediatamente entraria em contato com o conselho tutelar, pois já que o Carlos está sozinho e sem a permissão da família não é possível seguir com um tratamento, mas teria que acolhe-lo por ser uma situação de emergência. Ao que se refere ao Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Portanto, visando o menor prejuízo, alertaria ao Carlos sobre os seus direitos, informaria que adolescente também tem direito à liberdade, ao respeito e à dignidade também o apresentaria a Lei da Escuta e o Art. 5º/ IV - ser protegido contra qualquer tipo de discriminação, independentemente de classe, sexo, raça, etnia, renda, [...] ou qualquer outra condição sua, de seus pais ou de seus representantes legais.
  • Um caso de atendimento de Idoso e Interdito: (2,5 pts) 4) Maria é uma senhora de 65 anos, cadeirante, tutelada por sua filha mais velha, pois precisou ficar na cadeira de rodas devido a um acidente que a deixou tetraplégica. Ela é acompanhada por você em seu consultório. Ela é lúcida, mas não consegue realizar nenhuma atividade sem depender de alguém, que vai desde os cuidados básicos com higiene e alimentação, até a ida a lugares de que precisa e quer, ou mesmo para assistir algo na TV, etc, precisando assim de um cuidado integral. No último mês vem relatando situações que sugerem sintomas depressivos, tais como diminuição de