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Evolução dase comunicações, Manuais, Projetos, Pesquisas de Geografia

Definir o conceito comunicação Historial da origem das comunicações Importância das comunicações Evolução das comunicações. Lugar das comunicações na actualidade

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2021

Compartilhado em 04/08/2021

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ALEX MONITO NHANCOLOLO
EVOLUÇÃO DAS COMUNICAÇÕES
Maputo, Outubro, 2020
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ALEX MONITO NHANCOLOLO

EVOLUÇÃO DAS COMUNICAÇÕES

Maputo, Outubro, 2020

Índice

Índice de Figuras ........................................................................................................................ ii Folha de Feedback .....................................................................................................................iii

iii

Folha de Feedback

Categorias Indicadores Padrões

Classificação Pontuação máxima

Nota do tutor

Subtotal

Estrutura

Aspectos organizacionais

 Capa 0.  Índice 0.  Introdução 0.  Discussão 0.  Conclusão 0.  Bibliografia 0.

Conteúdo

Introdução

 Contextualização (Indicação clara do problema)

 Descrição dos objectivos 1.  Metodologia adequada ao objecto do trabalho 2.

Análise e discussão

 Articulação e domínio do discurso académico (expressão escrita cuidada, coerência/coesão textual)

 Revisão bibliográfica nacional e internacionais relevantes na área de estudo

 Exploração dos dados 2. Conclusão (^)  Contributos teóricos práticos

Aspectos gerais Formatação

 Paginação, tipo e tamanho de letra, parágrafo, espaçamento entre linhas

Referências Bibliográficas

Normas APA 6 a edição em citações e bibliografia

 Rigor e coerência das citações /referências bibliográficas

iv

Folhas para recomendações de melhorias

































1.2 Metodologias

Para execução de qualquer actividade, é necessário ter o caminho e os procedimentos que o guiarão ao alcance dos objectivos previamente traçados.

Contudo o trabalho em estudo não distancia-se do legado, assim sendo, para sua realização recor-se-á:

 Pesquisa Bibliográfica quanto aos procedimentos;  Ao estudo de caso quanto ao método;  Pesquisa qualitativa quanto á abordagem.

A opção por esta metodologia é pelo facto de permitir o fornecimento minucioso dos dados ou material para o alcance dos objectivos previamente traçados e por não ter limitação.

Segundo Magibire (2019, p.62), pesquisa Bibliográfica é aquela desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente por livros e artigos científicos.

Segundo Teixeira (2000, p.124), na Pesquisa Qualitativa o pesquisador procura reduzir a distância entre a teoria e dados, em contexto de acção usando a lógica fenomenológica, isto é, da compreensão dos fenómenos pela sua descrição e interpretação.

Segundo Canastra, Haanstra e Vilanculos (2015, p.12) método de estudo de caso é um método privilegiado para estudar fenómenos ou acontecimentos sociais que revelem uma singularidade e, ao mesmo tempo, uma complexidade, em termos de apreensão global.

Obs. Importa salientar que a opção pelo método qualitativo não invalida a utilização de alguns dados qualitativos (Oliveira, 2011, p.29).

2.0 Fundamentação Teórica 2.1 Definição dos conceitos 2.1.1 Evolução O termo evolução é polissémico. Isto é, tem muitos significados, de acordo com a área onde é aplicado. No contexto biológico, é o processo através do qual ocorrem as mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espécies novas (Titoce & Cossa, 2015, p.11).

2.1.2 Comunicação O conceito de comunicação vem do latim communicatio, do qual distinguimos três elementos: uma raiz munis, que significa „ estar encarregado de’ , que acrescido do prefixo co , o qual expressa simultaneidade, reunião, temos a ideia de uma ‘actividade realizada conjuntamente’ , completada pela terminação tio , que por sua vez reforça a ideia de actividade (Martino, 2008, p. 12, & santos, 2011, P. 3.). A comunicação é um processo que envolve a troca de informações entre dois ou mais interlocutores por meio de signos e regras semióticas mutuamente entendíveis. Vide a Figura

Figura 1. 1: Requisitos para que haja Comunicação. Fonte: Teixeira, 2012, p.

2.1.3 Evolução das Comunicações Tomando em consideração as definições acima da evolução e comunicação, então pode se definir evolução das comunicações do seguinte modo: Evolução das comunicações é o processo que compreende a todas mudanças ou transformações que a troca de informações (comunicação) teve desde os primórdios da humanidade, até a actualidade. Grifo do autor (2020).

2.3 Características de cada fase da evolução das comunicações

2.3.1 Fase ou Era dos Símbolos e Sinais

A era dos Símbolos e sinais começou com os hominídeos, e como sabe-se, hominídeos não falavam, nesta era utilizavam gestos, sons e alguns outros sinais padronizados, os quais eram passados às novas gerações para que se pudesse viver socialmente (Figueirôa, 1987, p.11).

Devido às dificuldades de codificação, descodificação e memorização, conclui-se que não era possível, nesta era, a formação de uma cultura relativamente complexa.

A comunicação era realizada por meio de ruídos e movimentos corpóreos que constituíam símbolos e sinais mutuamente entendidos, claro que utilizavam um número limitado de sons que eram fisicamente capazes de produzir, tais como rosnados, roncos e guinchos (não falavam pois eram fisicamente incapazes de fazê-lo) era um modo lento e primitivo de comunicação, comparado com a fala humana baseada em linguagem, e provavelmente não era possível realizá-la de forma complexa e extensa (Tavares, 2014, p.53).

Os processos interiores de abstracção, classificação, síntese, indução do geral a partir do particular, e o raciocínio a partir de premissas para chegar a conclusões, eram sem dúvidas prejudicados e quase invalidado pela limitação comunicativa, atrasando grandes descobertas científicas e a difusão da informação. O ritmo da troca de informações era lento e impreciso gerando um lapso de tempo, em milhões de anos, de uma evolução cultural tão vagarosa.

Figura 1. 3: Meus de comunicação usados nos diferentes lugares na era dos símbolos e sinais Fonte: Figueirôa, 1987, p.

2.3.2 Era da fala De acordo com Tavares, (2014, p.113), a era da fala inicia-se cerca de 35 e 40 mil anos atrás, e acredita-se que com o aparecimento do “ Cro-Magnon ” que é marcado pela cultura oral. A fala possibilitou o homem dar um salto no desenvolvimento humano, pois através da fala foi possível transmitir mensagens complexas, como também contestar aquilo que foi exposto. Foi nesta época que o homem começou a incluir a arte, sendo as pinturas rupestres as primeiras tentativas de armazenar informações. Vide a figura abaixo.

Figura 1. 4: Pinturas Rupestres Desenvolvidas pelo homem, com tentativas de armazenar as informações Fonte: Cruz, 2009, p.

2.3.4 Era da Escrita

Segundo Figueirôa (1987, p.4), a era da escrita apareceu a 3000 A.C., com os Sumérios na

Mesopotâmia sobre a forma cuneiforme, a mais antiga língua humana escrita conhecida. A sua invenção deve-se às necessidades de administração na época (cobrança de impostos, registos de cabeças de gado, medidas de cereal, etc.). Obs. A escrita cuneiforme é a designação geral dada a certos tipos de escrita feitos com o auxílio de glifos em formato de cunha. Apesar de tudo, a escrita suméria era feita por símbolos que tinham um significado, logo depois e passando um pouco pela influência da Suméria, surgem os hieróglifos egípcios. Os hieróglifos egípcios surgiram por volta do ano 3000 a.C., sendo praticamente contemporâneos da escrita cuneiforme dos sumerianos. De acordo Parles (2016, p.16), só mais tarde surgiria um sistema que levasse em conta unicamente a linguagem, isto é, que lembrasse ao ouvido os sons significativos das palavras, tomando em geral o som inicial da palavra representada pelo pictograma ou ideograma. Daí se chegou ao alfabeto e, depois, à decomposição da sílaba em letras, com a representação

utensílios por eles criados, levou o homem a desenvolver suportes mais adequados para as representações gráficas. Com esta finalidade, a história regista o uso de tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversos, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel (Tavares, 2014, p.31). Este processo consistia como afirma Grande (2015) em um cozimento forte de fibras, após eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certa quantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Precedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material e deixando- a pendurada ao ar (p.6). Vide as figuras abaixo

Figura 1. 8: Primeiro material usado para produzir cadernos Fonte: Figueirôa, 1987, p.

Figura 1. 9: Fabricação de Papel na china usando tecidos de fibra

Figura 1. 7: Utensílios desenvolvidos pelo homem Fonte: Figueirôa, 1987, p. 9

Fonte: Figueirôa, 1987, p. 2.3.6 Era da impressão Segundo Cruz (2009, p.4), a era da impressão, tem como elo marcante o Gutenberg que modificou a forma como desenvolve-se e preserva-se nossa cultura, mesmo com a perda do monopólio da escrita por padres, escribas, elites e eruditos, não era possível falar uma grande massa alfabetizada. Segundo McLuhan ( Os meios de comunicação como extensão do homem, 1964), o caminho do progresso humano deve ser investigado a partir da evolução tecnológica pois os avanços técnicos marcam as diversas fases e estágios de civilização. Para ele, uma das maiores “ mutações” da história da civilização foi a invenção da imprensa com tipos móveis, creditada a Gutenberg, em torno de 1450. Decorria o ano de 1438, quando Gutenberg, ferreiro Alemão, desenvolveu a prensa de Gutenberg que revolucionaria toda a impressão dos documentos, ele usava moldes de letras em chumbo, embebidos em tinta e ordenados de maneira a formar o texto pretendido, a necessidade de Gutenberg em criar uma máquina que reproduzisse livros nasce em 1434, quando se associou a um comerciante que o financiou para realizar a impressão da bíblia. A imprensa de Gutenberg é uma adaptação daquelas usadas para espremer o suco das uvas na fabricação do vinho, com as quais Gutenberg estava familiarizado, pois onde nasceu e viveu, está no vale de uma região vinícola (Grande, 2015, p.27). O invento de Gutenberg barateou o livro, tornando a cultura acessível a um maior número de pessoas. Os livros manuscritos eram caríssimos porque exigiam sempre o mesmo trabalho, qualquer fosse o número de exemplares produzidos, com a tipografia, tudo muda e Depois de feita a composição do texto com os tipos de metal, infinitas cópias podiam ser tiradas com o aproveitamento da mesma mão-de-obra inicial, cujo custo vai se diluindo nos exemplares sucessivos. Os periódicos tipografados demandariam a formação de uma experiência jornalística, que tem sua raiz na implantação das linhas de correio. Contudo, através das transformações proporcionadas foi possível a difusão da alfabetização, a contestação do poder da Igreja Católica, inicia-se a organização de empresas de comunicação, indústria livreiras e imprensa (jornais e revistas). Depois, o Homem passou a utilizar telégrafos de tochas, telégrafos de tambor, telégrafos por sinais de fumo, em 1840, um senhor chamado Morse criou um telégrafo já mais moderno e um código chamado Código Morse.

Veneza, na Itália, as folhas eram vendidas pelo preço de uma gazeta, moeda local, de onde surgiu o nome de muitos jornais publicados na Idade Moderna e na Contemporânea. Em 1500, registava-se a existência de oficinas de impressão em mais de 200 cidades da Europa. Durante o século XVI, os centros mais produtivos eram as cidades universitárias e as cidades comerciais. Veneza continou sendo a capital da imprensa, seguida de Paris, Frankfurt, entre outras.

Figura 1. 16: Modelo de Acta diurna Fonte: Figueirôa, 1987, p.

2.3.7 Era da Comunicação de Massa De acordo com Cruz (2009, p.6), a era da Comunicação de Massa inicia-se no século XIX, com jornais, para pessoas comuns, como também o aparecimento das médias electrónicas, ou seja, comunicação de massa, é aquela destinada ao grande público, tendo a sua maior adopção com o surgimento do cinema, rádio e televisão, o que pode criar uma indústria cultural.

2.3.7.1 Telefone O dispositivo foi inventado por volta de 1860 por Meucci que o chamou de eletrofonecado. Há muita controvérsia sobre a invenção do telefone, sendo esta geralmente atribuída a Alexander Graham Bell. A primeira demonstração pública registada da invenção de Meucci teve lugar em 1860 e sua descrição publicada num jornal em Nova Iorque. Historicamente, Alexander Graham Bell é considerado o inventor do telefone, contudo existem indícios que apontam como legítimo inventor António Meucci, fato este que foi reconhecido em 11 de Junho de 2002 quando o Congresso dos Estados Unidos aprovou a resolução nº 269, na qual se reconheceu como o inventor do telefone (Giovannini, 1987,p.7).

Figura 1. 15 : Modelo de máquina de XVI Fonte: Figueirôa, 1987, p.

Figura 1. 14 : Diário dos Sábios Fonte: Figueirôa, 1987, p.

Figura 1. 18: Grahan Bell, inventor do telefone Fonte: Cruz, 2009, p.

2.3.7.2 O Rádio O rádio em si não teve um inventor único, sendo este um contributo de vários cientistas: James Maxwell contribuiu com a teoria das ondas electromagnéticas, Rudolf Hertz foi o primeiro a gerar essas ondas electricamente, em 1896 o italiano Guglielmo Marconi transmitiu sinais a uma distância de aproximada de 1,6 km, um ano após estava a transmitir para um barco a 29 km da costa (Figueirôa, 1987, p.16). Em 1899 estabeleceu comunicação comercial entre a Inglaterra e a França, ao fazer um sinal de rádio atravessar o oceano Atlântico em 1901, mostrou ao mundo o potencial da sua invenção, porém os primeiros sinais de emissão e receptação de sons, produzidos pela radioeletricidade, tiveram suas origens em diversos países da Europa e no resto do mundo, através das experiências científicas desenvolvidas por seus audaciosos inventores.

Figura 1. 19: Os primeiros rádios a serem produzidos e utilizados Fonte : Figueirôa, 1987, p.

2.3.7.3 O Cinema Em 1895, os irmãos Lumiére criam o cinematógrafo que possibilitava a gravação de imagens em movimento, através da gravação sucessiva de várias imagens consecutivas, o cinematógrafo era bastante versátil, pois permitia gravar e projectar os filmes (Grancho, 2005).

Figura 1. 17 : Primeiro Aparelho de Telefone Fonte: Cruz, 2009, p.

imagens por meio de equipamentos eletro-eletrônicos, tanto pelo emprego de fios quanto pelo uso da onda electromagnética. A fibra óptica é outra inovação revolucionária. Surgida no final do século XX, essa tecnologia da informação permite a transmissão rápida e simultânea de milhares de chamadas telefónicas e dezenas de imagem por um filamento de vidro, sílica, náilon ou silicone de altíssima transparência e da espessura de um fio de cabelo humano A comunicação espacial começa a surgir com a construção dos satélites. Actualmente estão em órbita satélites de comunicações, científicos e militares. Os satélites de comunicações são os que retransmitem sinais entre pontos distantes da Terra. Estes satélites servem para retransmitir dados, sinais de televisão, rádio ou mesmo Telefone (Parles, 2016, p.35).

2.5 O surgimento do computador De acordo com Pierre Lévy, em Cibercultura (2000), “os primeiros computadores (calculadoras programáveis capazes de armazenar os programas) surgiram na Inglaterra e nos Estados Unidos em 1945”. Reservados aos militares para cálculos científicos, seu uso civil começa a disseminar nos anos 60.

Figura 1. 24: A era dos computadores Fonte: Parles, 2016, p.

2.6 O surgimento da Internet A Internet nasceu em 1969 nos EUA e denominava-se originalmente ARPAnet e pertencia ao Departamento de Defesa dos EUA e interligava laboratórios de pesquisa. Devido á Guerra Fria era pretendida uma rede em que os seus pontos não fossem dependentes uns dos outros.

Figura 1. 23 : Satélite sputinik (russo) Fonte: Parles, 2016, p.

Figura 1. 22 : Satélite enviado ao espaço para o desenvolvimento das comunicações Fonte: Parles, 2016, p.

Surgiu então o conceito central de internet, uma rede onde se B deixar de funcionar, A, C e D comunicam-se normalmente (Parles, 2016, p.40). Sendo assim, a internet não tem nenhum centro de comando nem nenhum entroncamento. Só em 1987, é que a Internet deixou de estar restrita ao ambiente científico e passou a ser liberalizada para uso comercial nos EUA. Em 1992 deu-se o “boom” do acesso à internet e hoje em dia, centenas de milhares de pessoas põem todos os dias nova informação na internet. Hoje em dia, sobre a internet usam-se inúmeros serviços, entre os quais:  A WWW, que nasceu em 1991, na Suíça com o propósito de interligar computadores de laboratório e documentos de forma facilmente acessível, hoje é muito usada para navegar através das inúmeras páginas presentes na internet;  O correio electrónico ou e-mail que é o recurso mais antigo e que possibilita o envio de mensagens de um ponto para outro do Mundo de forma rápida e acessível;  O IRC, criado em 1988 na Finlândia e que hoje serve para pessoas de todo o mundo e idades comunicarem em tempo real numa comunicação de duas vias ao preço de uma chamada local. E que hoje já existem as salas de bate-papo, skype, msn, etc.

2.7 Contributo das pinturas rupestres na comunicação NA era fala possibilitou o homem dar um salto no desenvolvimento humano, pois através da fala foi possível transmitir mensagens complexas, como também contestar aquilo que foi exposto. Foi nesta época que o homem começou a incluir a arte, sendo as pinturas rupestres as primeiras tentativas de armazenar informações (Grande, 2015, p.27). O que pode se deduzir que o homem usou as pinturas rupestres como arte e para armazenar informações, informações estas deixadas pelos antepassados que em algumas circunstancias actuais podem ser encontradas.

Figura 1. 26 : Correio Electrónico Fonte: Figueirôa, 1987, p.

Figura 1. 25 : Estrutura do IRC Fonte: Figueirôa, 1987, p.

Figura 1. 27 : Serviço WWW Fonte: Figueirôa, 1987, p.