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Exercicio Aerobico
Tipologia: Exercícios
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CURSO: Fisioterapia TURMA: G
DISCIPLINA: Cinesioterapia
DOCENTE: Jader Rodrigues Figueiredo
1.0 Metodologia..................................................................................... 2.0 Resultado......................................................................................... 9 3.0 Discursão....................................................................................... CONCLUSÃO.................................................................................................... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................
O exercício aeróbico é aquele que refere-se ao uso de oxigênio no processo de geração de energia dos músculos. Esse tipo de exercício trabalha uma grande quantidade de grupos musculares de forma rítmica, andar, correr, nadar e pedalar, são alguns dos principais exemplos de exercícios. Os exercícios típicos são contínuos e prolongados, realizados com movimentos não muito rápidos. Esta categoria de exercício, é a que traz mais benefícios ao organismo, diminuindo a chance de doenças cardiovasculares e melhorando qualidade e expectativa de vida, pois somente os exercícios aeróbicos de longa duração queimam as reservas de gordura do corpo humano. Quando se pratica exercícios aeróbicos, ocorre que as células musculares consomem mais oxigênio para produzir energia. Comparando com o exercício anaeróbico, que são de maior intensidade e de menor duração ocorre que, neste caso, nos primeiros segundos o organismo quebra o ATP (molécula que armazena energia) que existe em estoque dentro das células musculares e só depois passa a transformar a glicose existente no corpo em ATP para poder continuar a usá-la. Em exercícios aeróbicos, que são de menos intensidade porém de grande duração, o corpo irá exigir muito mais energia porém terá mais tempo para produzi-lá. Neste caso a glicose se transforma em ácido pirúvico que entra na mitocôndria (uma estrutura da célula) e produz a enzima Aacetil-coA que por fim reage com o oxigênio da respiração e produz em torno de dezoito vezes mais ATP do que os exercícios anaeróbicos. Mas, como a glicose é uma substância vital para o funcionamento do cérebro, o corpo evita utilizá-la em grande quantidade e então passa a utilizar às moléculas de gordura no lugar da glicose para produzir energia. Por isso, o exercício aeróbico consome não só a gordura dos músculos como também a de outras partes do corpo. E assim é feito o esquema dos músculos. Trazem alguns benefícios a saúde tais como uma diminuição a pressão arterial, melhora na circulação sanguínea, aumento do fluxo sanguíneo nos músculos, fortalecimento e aumento do músculo cardíaco, etc...
da subtração de 220 com sua idade. (220 – 26 = 194 bpm FC máxima). Em seguida, descobrimos a FC treino, que foi descoberto com a seguinte fórmula: FC repouso + 70% (FC máxima – FC repouso) – 80 + 70% (14) = 160 bpm de treino.
A FC foi medida de 2 em 2 minutos, e obtivemos os seguintes resultados:
O funcionamento do sistema cardiovascular depende da manutenção de algumas variáveis para a plena função do organismo humano. Neste sentido a frequência cardíaca tem um papel importante para o sistema cardiovascular.
Segundo Roque (2009) a frequência cardíaca expressa em ciclos por minuto depende normalmente do nódulo SA, que se encontra situado na parede posterior da aurícula direita. No entanto, se o pacemaker normal do coração não funciona, existem outros mecanismos capacitados de iniciar a atividade
automática pacemaker ectópicos. Estes podem ser encontrados em todas as regiões cardíacas, isto é, aurículas, ventrículos e nódulo AV. Durante o exercício aeróbico a FC pode ter várias alterações no início, sendo que sua maior probabilidade é de que aumente, mas, tem casos que ao longo do exercício essa frequência pode continuar aumentando ou em determinados momentos ela pode diminuir e em seguida aumentar novamente até que se atinja a frequência cardíaca de treino. Na nossa prática, quando a acadêmica estava em repouso sua FC foi de 80 bpm, quando se passaram 2 min de treino essa FC aumentou para 100 bpm. Segundo Almeida e Araújo (2003), a FC aumenta por inibição da atividade vagal, que não só aumenta a contratilidade dos átrios, mas também eleva a velocidade de condução da onda de despolarização dos ventrículos a partir do nódulo AV, independentemente do nível de intensidade do esforço e do nível de condicionamento aeróbico de indivíduos saudáveis. De 4 a 6 minutos já teve uma diminuição da FC, na qual foram 96 bpm e 84 bpm respectivamente. Segundo os autores, essa diminuição ocorreu devido a eferência autônoma colinérgica ou parassimpática, que declina imediatamente após o início de uma prática física, permite o aumento imediato da freqüência cardíaca nos primeiros 10 segundos dessa atividade. Quando essa eferência sofre incremento, o que é bastante evidente na fase de recuperação da atividade física, ela promove um retardo nos disparos do nó sinoatrial, culminando em uma queda brusca na freqüência cardíaca. (FILHO & CÂMARA 2006, p.21) Dos 8 min aos 20 min, houve um aumento dessa FC. Esse aumento teve devido a frequência ter sido influenciado pelo incremento autônomo simpático na qual ela alcança um platô chamado steady-state para a freqüência cardíaca (LEITE, 2000 citado por FILHO & CÂMARA 2006, p. 22). Quando se atingiu a frequência cardíaca de treino o exercício foi encerrado lentamente porque o organismo estava acompanhando todo o ritmo de frequência e exercício mais forte. Sendo assim, é preciso fazer uma redução progressiva dos movimentos, a parada brusca pode causa mal estar e lesões musculares além de tontura. Com isso o recomendado é diminuir aos poucos para que também o organismo e todo o corpo vai reduzir a frequência cardíaca e normalizando o organismo em geral.
V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS