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Algebra II- Exercicios Resolvidos, algebra-2-Exercicios-resolvidos, Algebra-Exercicios-Resolvidos-5-Lenimar-
Tipologia: Exercícios
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25 de Fevereiro de 2004 (versão 1.0)
Notas Prévias ii
Faremos uso dos seguintes símbolos para representar os conjuntos usuais: ; o conjunto vazio N = f 0 , 1 , 2 , 3 , ¢ ¢ ¢g o conjunto dos números naturais Z = f¢ ¢ ¢ , ¡ 2 , ¡ 1 , 0 , 1 , 2 , ¢ ¢ ¢g o conjunto dos números inteiros Q =
nx y 2 R^ :^ x^2 Z^ ^^ y^2 Z^ n f^0 g
o o conjunto dos números racionais R o conjunto dos números reais C o conjunto dos números complexos
Sendo X 2 fN, Z, Q, Rg, representaremos por X> 0 , X≥ 0 e X 6 =0, respectivamente, os seguintes conjuntos:
X> 0 := fx 2 X : x > 0 g X≥ 0 := fx 2 X : x ¸ 0 g X 6 =0 := fx 2 X : x 6 = 0g.
Como exemplos, o conjunto
R≥ 0 := fx 2 R : x ¸ 0 g = [0, + 1 [,
representa o conjunto dos números reais não negativos, enquanto que o conjunto
R 6 =0 := fx 2 R : x 6 = 0g = R n f 0 g ,
representa o conjunto de todos os números reais, excepto o zero. Faremos também uso do símbolo C 6 =0, para representar o conjunto C n f 0 g. De um modo geral, o símbolo K representa um corpo qualquer e o símbolo ‘:=’ quer designar a igualdade de duas entidades por definição. Iremos representar por card(A) o cardinal do conjunto A. O símbolo ‘v’ representa uma subestrutura de uma dada estrutura algébrica. Por exemplo, sendo R um anel e A um subconjunto de R, para abreviar a expressão ‘A é um subanel de R’, usamos o simbolismo A v R.
iii
Tabela de Símbolos
Y X^ o conjunto de todas as aplicações de X em Y Inj(X, Y ) o conjunto de todas as aplicações injectivas de X em Y Surj(X, Y ) o conjunto de todas as aplicações sobrejectivas de X em Y Bij(X, Y ) o conjunto de todas as aplicações bijectivas de X em Y Mor(R, S) (= Hom(R, S)) o conjunto de todos os morfismos de R em S End(R) o conjunto de todos os endomorfismos em R Mono(R, S) o conjunto de todos os monomorfismos de R em S Epi(R, S) o conjunto de todos os epimorfismos de R em S Bim(R, S) o conjunto de todos os bimorfismos de R em S Sect(R, S) o conjunto de todas as secções de R em S Retr(R, S) o conjunto de todas as retracções de R em S Iso(R, S) o conjunto de todos os isomorfismos de R em S Aut(R) o conjunto de todos os automorfismos em R Emb(R, S) o conjunto de todos os mergulhos de R em S Ul(R) (resp., Ur(R), U (R)) o conjunto de todos as unidades (esq., direitas, bilaterais) de R Il(R) (resp., Ir(R), I(R)) o conjunto de todos os ideais (esq., direitos, bilaterais) de R R (A)^ (resp.,^ (A)R,^ (A))^ ideal esquerdo (resp., direito, bilateral) gerado por^ A P (R) o conjunto de todos os elementos primos de R hAi (resp., (^) R hAi) o subanel (resp., R-submódulo) gerado por A
iv
1.1.6) Considere-se a relação » definida para todo o elemento de N^2 por:
(a, b) » (c, d) () a + d = b + c. Mostre que é uma relação de equivalência e diga o que é [(a, b)]. Com esta relação define-se Z := N ∼^2 e à classe de equivalência [(a, b)] chama-se número inteiro.
1.1.7) Seja A := fa, b, c, d, eg e consideremos as relações ρi, i = 1,... , 8 definidas em A.
a) Das relações seguintes, quais são reflexivas, simétricas, transitivas e equivalências:
1.1.8) Considere os conjuntos A := fa, b, cg, B := fd, e, fg e C := fg, hg e as relações:
R := f(a, d), (b, e), (c, d)g e S := f(d, g), (e, h), (f, h)g
definidas, respectivamente, em A £ B e B £ C. Determine S ± R.
1.1.9) Sejam S := Z £ Z 6 =0 e < := f((r, s), (t, u)) 2 S^2 : r ¢ u = s ¢ tg. Mostre que < é uma relação de equivalência em S.
1.2.1) Sejam A e B conjuntos quaisquer e f : A! B uma aplicação e considere a relação para todo x, y 2 A xρf y () f (x) = f (y). Mostre que ρf é uma relação de equivalência.
1.2.2) Considere uma relação de equivalência qualquer, <, definida em A.
a) Mostre que existe uma aplicação h : A! A/< sobrejectiva. b) Considere uma aplicação f : A! B qualquer, tal que f é compatível com <, ou seja, 8 x, y 2 A : x<y =) f (x) = f (y). Defina g ,i.e., a sua lei de transformação, de modo que o diagrama A h-^ - A <
?
f g
¡ ¡ ¡ ¡ª¡
seja comutativo, ou seja, g ± h = f. c) Mostra ainda que, nestas condições, g é sobrejectiva se, e só se, f é sobrejectiva. d) Mostre também que, f é bicompatível com < se, e só se, g é injectiva.
1.2.3) Seja f : A! B uma aplicação que preserva as relações, ou seja,
8 a, b 2 A : a<b =) f (a)<^0 f (b). a) Mostre que existe uma única aplicação f ∗^ : A/<! B/<^0 tal que o seguinte diagrama
B (^) νB^ - <B 0
A νA^ - A <
?
f ?
f ∗
é comutativo. Diz-se que f ∗^ é a aplicação induzida por f. Reciprocamente, se para duas quaisquer aplicações f e f ∗^ o diagrama é comutativo, então f é a aplicação que preserva a relação e, f ∗^ é a aplicação induzida por f. b) Sejam A = B := Z, < :=
(a, a^0 ) 2 Z^2 : a ´ a^0 (mod 4)
(b, b^0 ) 2 Z^2 : a ´ a^0 (mod 2)
e f : A! B uma aplicação que preserva a relação, definida por f (n) := n. Sendo f∗^ : A/<! B/<^0 mostre que:
1.2.4) Mostre que se f : X! Y é uma aplicação qualquer, então f induz as seguintes aplicações:
1.2.9) Considere A e B dois conjuntos quaisquer. O conjunto A diz-se equivalente ou equipo- tente a B e representa-se por A » B se, e só se, existe uma aplicação bijectiva de A em B. Mostre que a seguinte relação: A » B () 9f : A! B tal que f é bijectiva
é uma relação de equivalência. Diz-se que os conjuntos A, B tem a mesma cardinalidade se card(A) = card(B) () A » B.
1.2.10) Sejam A e B conjuntos quaisquer. Mostre que a relação ∙ definida por:
card(A) ∙ card(B) () 9f : A! B tal que f é injectiva
é uma relação de ordem parcial. (Sugestão: Use o teorema de Schröder-Bernstein para conjuntos infinitos. Se tivermos aplicações injectivas de A em B e de B em A, então card(A) = card(B)).
2.1.1) Mostre que num anel com elemento identidade (R; +, ¢, (^0) R) tem-se que (^0) R = 1R se, e só se, o conjunto suporte de (R; +, ¢, (^0) R) tem um único elemento.
2.1.2) Mostre que se num conjunto singular definirmos duas operações binárias, então ele é uma anel multiplicativo e comutativo.
2.1.3) Verifique se os seguintes conjuntos com as operações indicadas são anéis e, indique os que são comutativos e os que tem identidade: a) (Mn×n(R); +, ¢, On×n), onde R é um anel. Em particular, com R := Z, obtemos o anel Mn×n(Z). b)
Zn; +, ¢, (^0) n, (^1) n
, onde n 2 N. c)
£p p
, onde Q
£p p
x + ypp 2 R : x, y 2 Q ^ p 2 P (N≥ 2 )
e as operações binárias são definidas por: (a + bpp) + (c + dpp) := (a + c) + (b + d) pp (a + bpp) ¢ (c + dpp) := (ac + pbd) + (ad + bc) pp.
Em particular, conclua que Z £pp¤^ é um anel. d) (2Z; +, ¤), onde + é a soma usual e a operação binária ¤ é definida por:
m ¤ n :=^12 mn.
e) R com as operações binárias θ e θ^0 definidas por: xθy := x + y e xθ^0 y := 2xy.
f) A := f(x, 1) 2 R^2 : x 2 Rg e as operações θ e θ^0 definidas por: (x, 1)θ(x^0 , 1) := (x + y, 1) e (x, 1)θ^0 (x^0 , 1) := (xy, 1).
g) fa, bg com as operações binárias “+” e “¢” definidas através das seguintes tabelas:
e
¢ a b a a a b a b
2.1.4) Seja (R; +, (^0) R) um grupo abeliano no qual se introduz a operação binária “¢” definida para todo o a, b 2 R por a ¢ b = 0R. Mostre que (R; +, ¢, (^0) R) é um anel e verifique se este anel tem identidade.
2.1.10) Seja R um anel e a, b 2 R elementos permutáveis. Mostre que se tem:
a) a(¡b) = (¡b)a. b) (¡a)(¡b) = (¡b)(¡a). c) (a + b)n^ = an^ +
¡n 1
an−^1 b +
¡n 2
an−^2 b^2 + ¢ ¢ ¢ +
¡ (^) n n− 1
abn−^1 + bn, onde
¡n k
:= (^) k!(nn−!k)!.
2.1.11) Prove que num anel R são válidas as seguintes regras usuais da aritmética, para todo o m, n 2 Z e a, b 2 R: a) (m + n)a = ma + na. b) (mn)a = m(na). c) m(a + b) = ma + mb. d) n(ab) = (na)b = a(nb).
2.1.12) Prove que num anel R são válidas as seguintes regras usuais da aritmética, para todo o m, n 2 N e a, b 2 R: a) anam^ = an+m. b) (an)m^ = anm. c) Se R é comutativo, então (ab)n^ = anbn.
2.1.13) Mostre que para todo o a, b 2 R, a^2 ¡ b^2 = (a + b)(a ¡ b) se, e só se, R é um anel comutativo.
2.1.14) Sejam R um anel (resp., anel unitário) e A μ R. Mostre que A é um subanel (resp., subanel unitário) de R se, e só se, verifica o seguinte: i) (^0) R 2 A (resp., (^1) R 2 A); ii) 8 x, y 2 R : x, y 2 A ) x + (¡y) 2 A; iii) 8 x, y 2 R : x, y 2 A ) xy 2 A.
2.1.15) Verifique nas alíneas seguintes se os subconjuntos são subanéis do respectivo anel e, indique, os que são comutativos e os que tem identidade: a) Considere o anel R[a,b]^ e o subconjunto A :=
f 2 R[a,b]^ : f(1) = 0
b) Considere o anel RR^ e o subconjunto C(R, R) de todas as funções contínuas reais de variável real. c) Considere o anel (M 2 × 2 (Z); +, ¢, O 2 × 2 ) e os seguintes subconjuntos dele:
½∙ (^) a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : c = d = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : c = 0
½∙ (^) a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : b = c = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : b = d = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : b = c = 0 ^ d = 1
2.1.16) Sejam R uma anel (resp., anel unitário), A, B v R e X, Y μ R. Mostre que:
a) A \ B v R, i.e, a intersecção de dois subanéis de R ainda é um subanel (resp., subanel unitário) de R. Generalize para uma família infinita (Ai)i∈I de ideais de R. b) A [ B v R , A μ B _ B μ A, i.e., a união de dois subanéis (resp., subanéis unitários) de R ainda é um subanel (resp., subanel unitário) de R se, e só se, um deles está contido no outro. c) Se A ¢ B μ A ^ B ¢ A μ B ) A + B v R, i.e., a soma de dois subanéis (resp., subanéis unitários) de R é um subanel (resp., subanel unitário) de R se eles comutam. d) Se B ¢ A μ A ¢ B ) A ¢ B v R, i.e., o produto de subanéis (resp., subanéis unitários) de R é um subanel (resp., subanel unitário) de R se B ¢ A μ A ¢ B. Mostre que se tem a recíproca só no caso de R ser anel unitário.
2.1.17) Sejam R um anel R e X μ R. Mostre que hXi é um subanel de R.
2.1.18) Sejam R um anel e A μ R. O centralizador de A em R é definido como sendo o conjunto CR(A) := fx 2 R : 8 a 2 R, ax = xag. a) Mostre que o centralizador é um subanel de R. No caso particular de A := R, chama-se centro do anel R e representa-se por: Z(R) := fx 2 R : 8 r 2 R, xr = rxg. b) Indique qual é o centro se o anel for comutativo.
2.1.19) Sejam (R; +, ¢, (^0) R, (^1) R) um anel unitário e Rop^ := (R; +, ¢op, (^0) R, (^1) R) onde para todo o x, y 2 R, x ¢op^ y := y ¢ x. Mostre que Rop^ é um anel unitário. Ao anel unitário Rop^ chama-se anel oposto do anel R.
2.1.20) Diga, justificando, se é verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações:
a) Se A é subanel de um anel R que contém uma unidade b, então A contém b−^1. b) Num anel de característica 2 , qualquer elemento é simétrico de si próprio. c) Um anel finito pode ter característica zero. d) A característica de um anel é sempre um número primo. e) A característica de um corpo é sempre um número primo.
2.1.21) Seja R um anel unitário. Mostre que:
2.2.1) Indique, quais das seguintes aplicações são morfismos de anéis e, em cada caso afirma- tivo, determine o respectivo núcleo e classifique o respectivo morfismo: a) f : Z! Z definida por f (a) := 3a. b) f : Z! Z definida por f (a) := a^2. c) f : Z 6! Z 3 definida por f ([a] 6 ) := [a] 3. d) f : C! R definida por f (z) := jzj. e) f : C! R definida por f (z) := Re (z). f) f : C! C definida por f (z) := iz. g) f : C! C definida por f (z) := z. h) f : Mn×n (R)! Mn×n (R) definida por f (A) := AT^. i) f : Mn×n (R)! R definida por f (A) := det(A).
2.2.2) Sejam R, S anéis (resp., anéis unitários) e f : R! S um morfismo de anéis (resp., anéis unitários). Mostre que: a) f é injectiva se, e só se, f é um monomorfismo. b) f é sobrejectiva, então f é epimorfismo. Será que a recíproca é verdadeira?
2.2.3) Sejam (R; +R, ¢R, (^0) R), (S; +S , ¢S , (^0) S) anéis e f : R! S um morfismo de anéis. Mostre que: a) f (0R) = 0S. b) 8 n 2 Z, 8 a 2 A, f (na) = nf (a). Em particular, f (¡a) = ¡f (a). c) Se A v R, então f (A) v S. d) Se B v S, então f−^1 (B) v R. e) Se J E S, então f−^1 (J) E R. f) Se f 2 Surj(R, S) e I E R, então f (I) E S. g) f 2 Mono(R, S) se, e só se, Ker(f) = f (^0) Rg.
2.2.4) Sejam R e S anéis (resp., anéis unitários). Mostre que o conjunto Hom(R, S), para as operações de “+” e “¢” de funções é um anel (resp., anel unitário). Em particular, quando S := R, então End(R) é um anel (resp., anel unitário).
2.2.5) Mostre que as seguintes aplicações são morfismos e classifique-os:
a) f : Z
£p 2
£p 2
definida por a + b
p 2 7! a ¡ b
p
b) fn : (Z; +, ¢, 0)!
Zn; +n, ¢n, (^0) n
, onde n 2 N um elemento arbitrário mas fixo e definida por x 7! xn. c) f : C! M 2 × 2 (R) definida por f (a + bi) 7!
∙ (^) a b ¡b a
d) f : Mn×n(R)! Mn×n(R) definida por f (A) 7! P −^1 AP , onde P 2 U (Mn×n(R)).
2.2.6) Sejam (R; +R, ¢R, (^0) R), (S; +S , ¢S , (^0) S) e (T ; +T , ¢T , (^0) T ) anéis. Mostre que:
a) R »= R. b) Se R »= S, então S »= R. c) Se R »= S e S »= T , então R »= T. 2.2.7) Sejam R e S anéis. Mostre que se R »= S, então char(R) = char(S). 2.2.8) Mostre que para qualquer morfismo f : R! R^0 tem-se que: a) 8 b^0 := f (b) 2 f (R), f −^1 (fb^0 g) = fbg + Ker(f ) b) Se A v R, então Ker(f ) μ A + Ker(f ) = f−^1 (f(A)). 2.2.9) Considere o grupo comutativo (M ; +, (^0) M ). Mostre que: a) (End(M ); +, ±, c (^0) M ) é um anel, a que se chama o anel dos endomorfismos de M. b) A relação ρ : R! End(M ) definida por ρ(x) := fx é um morfismo de anéis. Se A v End(M ), então diz-se que ρ : R! A é uma representação do anel R.
2.2.10) Sejam (R; +, ¢, (^0) R), (S; +, ¢, (^0) S ) anéis e f : R! S um isomorfismo de anéis. Prove que:
a) Se R é comutativo, então S é comutativo. b) Se R tem identidade (^1) R, então S tem identidade f (1R). c) Se a 2 U (R), então f (a) 2 U(S). d) Se R é corpo, então S é corpo.
2.2.11) Mostre que não existe nenhum isomorfismo (de anéis) entre os anéis (Z; +, ¢, 0) e (2Z; +, ¢, 0).
2.3.8) Seja R um anel. Mostre que (fa, bg) = (a) + (b). Generalize para (fx 1 , x 2 ,... , xng) = (x 1 ) + (x 2 ) + ¢ ¢ ¢ + (xn). 2.3.9) Sejam R um anel e a 2 R. a) Prove que (a)R E R (resp., (^) R(a) E R). b) Mostre que é o menor (no sentido de contido) ideal direito (resp., esquerdo) que contém o elemento a. c) Se a é um elemento idempotente, então a 2 (a)R. d) Se R tem identidade, então a 2 (a)R. e) Se I E R tal que a 2 I, então (^) R(a) μ I.
2.3.10) Seja R um anel. Mostre que para qualquer elemento a 2 R tem-se que:
a) (a) =
na + at + pa + Pk i=
riasi 2 R : n 2 Z, t, p, ri, si 2 R, k 2 N 6 =
b) Dê um aspecto mais simplificado no caso de R ser um anel unitário.
2.3.11) Mostre que para qualquer anel R e a 2 R tem-se que:
(a) =
( (^) Xk
i=
riasi 2 R : si, ri 2 R, k 2 N 6 =
= RaR.
2.3.12) Seja R um anel comutativo. Mostre que:
a) 8 a 2 R, (a) = (a)R = (^) R (a). b) se I, I^0 E R tais que I + I^0 = R, então I \ I^0 = I ¢ I^0. c) Z(R) = R. O que conclui quanto à recíproca, i.e., se Z(R) = R, então R é um anel comutativo?
2.3.13) Seja R um anel unitário comutativo. Determine:
a) (1R) e (0R). b) (u), onde u 2 U(R).
2.3.14) Considere o anel unitário (M 2 × 2 (Z) ; +¢, O 2 × 2 , I 2 × 2 ).
a) Determine Z (M 2 × 2 (Z)). b) Será que Z (M 2 × 2 (Z)) E M 2 × 2 (Z)?
2.3.15) Mostre que para todo o n 2 N, o conjunto nZ := fnk 2 Z : k 2 Zg é ideal de (Z; +, ¢, 0).
2.3.16) Em Z, determine os seguintes ideais indicando qual o seu gerador: (a) (2) + (5). (b) (2) + (6). (c) (2) \ ((5) + (6)). (d) (2) ¢ ((5) \ (6)). (e) (8) \ (12). (f) (8) ¢ (12).
2.3.17) Determine os ideais do anel
Zn; +, ¢, 0
no seguintes casos: a) n = 4.
b) n = 11. c) n = 12. d) n = 6, mas somente para
e
2.3.18) Considere os seguintes subconjuntos de matrizes em (M 2 × 2 (Z); +, ¢, O 2 × 2 , I 2 × 2 ):
C :=
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : c = d = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : a = b = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : a = c = 0
a b c d
2 M 2 × 2 (Z) : b = d = 0
a) Mostre que E e D são ideais esquerdos mas não direitos de M 2 × 2 (Z). b) Mostre que C e B são ideais direitos mas não esquerdos de M 2 × 2 (Z). c) Dê exemplos de matrizes que não sejam nem ideais esquerdos nem direitos de M 2 × 2 (Z). d) Determine em M 2 × 2 (Z), os elementos do ideal esquerdo do exercício 2.3.7.a, con- siderando para tal a :=
2.3.19) Sejam R um anel e I E R. Mostre que:
a) O centralizador de I em R, CR(I) := fx 2 R : 8 i 2 I, xi = ixg é um ideal de R. Averigúe, o que acontece, se I é apenas um subconjunto de R. b) Z(R) E R.
2.3.20) Sejam R, S anéis, I, I^0 E R, J E S e f : R! S um morfismo de anéis. Mostre que:
a) Ker(f) E R. b) Se f 2 Surj(R, S), então Im(f ) E S. c) f (I) E Im(f ). d) Se f 2 Surj(R, S) e I E R, então f (I) E S. e) f −^1 (J) E R. f) Se (a)R é um ideal direito de R, então f ((a)R) = (f (a))S. g) f (I + I^0 ) = f (I) + f (I^0 ). h) Se R é anel comutativo, então f (I ¢ I^0 ) = f (I) ¢ f (I^0 ). i) f (I \ I^0 ) μ f(I) \ f(I^0 ), com a igualdade se Ker(f) μ I _• Ker(f) μ I^0.