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Exercicios de Hitoria, Exercícios de História

Exercicios de Historia do ENEM

Tipologia: Exercícios

Antes de 2010

Compartilhado em 08/11/2009

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helen-bezerra-8 🇧🇷

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TESTES DO ENEM
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TESTES DO ENEM

e de febre amarela. Santos. – É aqui! Buenos Aires é aqui! – Tinham trocado o rótulo das bagagens, desciam em fila. Fa- ziam suas necessidades nos trens dos animais onde iam. Joga- vam-nos num pavilhão comum em São Paulo. – Buenos Aires é aqui! – Amontoados com trouxas, sanfonas e baús, num car- ro de bois, que pretos guiavam através do mato por estradas esburacadas, chegavam uma tarde nas senzalas donde acaba- va de sair o braço escravo. Formavam militarmente nas madru- gadas do terreiro homens e mulheres, ante feitores de espin- garda ao ombro.

ANDRADE, Oswald de.Marco Zero II – chão. Rio de Janeiro: Globo, 1991.

Levando em consideração o texto de Oswald de Andrade e a pintura de Antonio Rocco reproduzida acima, relativos à imi- gração europeia para o Brasil, é correto afirmar que: a) a visão da imigração presente na pintura é trágica e, no texto, otimista. b) a pintura confirma a visão do texto quanto à imigração de argentinos para o Brasil. c) os dois autores retratam dificuldades dos imigrantes na chegada ao Brasil. d) Antonio Rocco retrata de forma otimista a imigração, des- tacando o pioneirismo do imigrante. e) Oswald de Andrade mostra que a condição de vida do imi- grante era melhor que a dos ex-escravos.

  1. (Enem 2007)

Considerando a linha do tempo acima e o processo de abo- lição da escravatura no Brasil, assinale a opção correta. a) O processo abolicionista foi rápido porque recebeu a ade- são de todas as correntes políticas do país. b) O primeiro passo para a abolição da escravatura foi a proibição do uso dos serviços das crianças nascidas em cativeiro. c) Antes que a compra de escravos no exterior fosse proibi- da, decidiu-se pela libertação dos cativos mais velhos. d) Assinada pela princesa Isabel, a Lei Áurea concluiu o processo abolicionista, tornando ilegal a escravidão no Brasil. e) Ao abolir o tráfico negreiro, a Lei Eusébio de Queirós bloqueou a formulação de novas leis antiescravidão no Brasil.

  1. (Enem 2003) O mapa abaixo apresenta parte do contorno da América do Sul destacando a Bacia Amazônica. Os pontos as- sinalados representam fortificações militares instaladas no sé- culo XVIII pelos portugueses. A linha indica o Tratado de Torde- silhas revogado pelo Tratado de Madri, apenas em 1750.

Adap.: MATTOS, Carlos de Meira. Geopolítica e teoria de fronteiras.

OCEANO PACÍFICO

OCEANO ATLÂNTICO

TORDESILHAS

km

0 830 1660

Adap.: MATTOS, Carlos de Meira.Geopolítica e teoria de fronteiras.

Pode-se afirmar que a construção dos fortes pelos portugue- ses visava, principalmente, dominar: a) militarmente a bacia hidrográfica do Amazonas. b) economicamente as grandes rotas comerciais. c) as fronteiras entre nações indígenas. d) o escoamento da produção agrícola. e) o potencial de pesca da região.

  1. (Enem 2007)

Os imigrantes, de Antonio Rocco, 1910. Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Um dia, os imigrantes aglomerados na amurada da proa che- gavam à fedentina quente de um porto, num silêncio de mato

Testes do Enem

PINACOTECA DO ESTADO, SãO PAULO

d)

Nossa Senhora Auxiliadora e Dom Bosco

e)

A Boba

  1. (Enem 2006) Os mapas a seguir revelam como as fronteiras e suas representações gráficas são mutáveis.

Essas significativas mudanças nas fronteiras de países da Eu- ropa oriental nas duas últimas décadas do século XX, direta ou indiretamente, resultaram: a) do fortalecimento geopolítico da URSS e de seus países aliados, na ordem internacional. b) da crise do capitalismo na Europa, representada principal- mente pela queda do Muro de Berlim. c) da luta de antigas e tradicionais comunidades nacionais e religiosas oprimidas por Estados criados antes da Segun- da Guerra Mundial. d) do avanço do capitalismo e da ideologia neoliberal no mundo ocidental. e) da necessidade de alguns países subdesenvolvidos am- pliarem seus territórios.

ALEMANHA ÁUSTRIA

URSS

Guerra Fria (1945-1989) Pós-Guerra Fria

IUGOSLÁVIA

HUNGRIA HUNGRIA

POLÔNIA POLÔNIA

TURQUIA TURQUIA

NEGRO^ MAR

ALEMANHA ÁUSTRIA

UCRÂNIA

MONTENEGROSÉRVIA E

CROÁCIAHERZEGOVINABÓSNIA E ESLOVÊNIA

REP. TCHECAESLOVÁQUIA

NEGRO^ MAR

T C H E C O S L O V Á Q U I A

km

0 470 940 km

0 470 940

  1. (Enem 2005) Um professor apresentou os mapas a seguir numa aula sobre as implicações da formação das fronteiras no continente africano.

Atualidades/Vestibular 2005, 1.º sem. São Paulo: Abril, p. 68.

Com base na aula e na observação dos mapas, os alunos fi- zeram três afirmativas: I. A brutal diferença entre as fronteiras políticas e as fron- teiras étnicas no continente africano aponta para a artifi- cialidade em uma divisão com objetivo de atender ape- nas aos interesses da maior potência capitalista na época da descolonização. II. As fronteiras políticas jogaram a África em uma situação de constante tensão ao desprezar a diversidade étnica e cultural, acirrando conflitos entre tribos rivais. III. As fronteiras artificiais criadas no contexto do colonialis- mo, após os processos de independência, fizeram da Áfri- ca um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos. É verdadeiro apenas o que se afirma em: a) I. b) II. c) III. d) I e II. e) II e III.

  1. (Enem 2000) O quadrinho publicado na revistaNewsweek (23 set. 1991) ilustra o desespero dos cartógrafos para dese- nhar o novo mapa-múndi diante das constantes mudanças de fronteiras.

Levando em consideração o contexto da época em que a char- ge foi publicada, dentre as frases abaixo, a que melhor com- pleta o texto da fala, propondo outra correção no mapa, é:

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   COLEçãO PARTICULAR

MUSEU DE ARTE CONTEMPORâNEA DA USP, SãO PAULO

a) “A Albânia já não faz parte da Europa”. b) “O número de países só está diminuindo”. c) “Cuba já não faz parte do Terceiro Mundo”. d) “O Casaquistão acabou de declarar independência”. e) “Vamos ter de dividir a Alemanha novamente”.

  1. (Enem 1999) Leia um texto publicado no jornalGazeta Mer- cantil. Esse texto é parte de um artigo que analisa algumas situações de crise no mundo, entre elas a quebra da Bolsa de Nova York em 1929, e foi publicado na época de uma imi- nente crise financeira no Brasil. Deu no que deu. No dia 29 de outubro de 1929, uma terça- -feira, praticamente não havia compradores no pregão de Nova York, só vendedores. Seguiu-se uma crise incomparável: o Pro- duto Interno Bruto dos Estados Unidos caiu de 104 bilhões de dólares em 1929, para 56 bilhões em 1933, coisa inimaginável em nossos dias. O valor do dólar caiu a quase metade. O de- semprego elevou-se de 1,5 milhão para 12,5 milhões de tra- balhadores – cerca de 25% da população ativa – entre 1929 e 1933. A construção civil caiu 90%. Nove milhões de aplica- ções, tipo caderneta de poupança, perderam-se com o fecha- mento dos bancos. Oitenta e cinco mil firmas faliram. Houve saques e norte-americanos que passaram fome. Gazeta Mercantil, 5 jan. 1999.

Ao citar dados referentes à crise ocorrida em 1929, em um artigo jornalístico atual, pode-se atribuir ao jornalista a se- guinte intenção: a) questionar a interpretação da crise. b) comunicar sobre o desemprego. c) instruir o leitor sobre aplicações em bolsas de valores. d) relacionar os fatos passados e presentes. e) analisar dados financeiros americanos.

  1. (Enem 1999)

Os 45 anos que vão do lançamento das bombas atômicas até o fim da União Soviética, não foram um período homo- gêneo único na história do mundo. [...] dividem-se em duas metades, tendo como divisor de águas o início da década de

  1. Apesar disso, a história deste período foi reunida sob um padrão único pela situação internacional peculiar que o do- minou até a queda da URSS. HOBSBAwM, Eric J.Era dos extremos. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. O período citado no texto e conhecido por “Guerra Fria” pode ser definido como aquele momento histórico em que houve: a) corrida armamentista entre as potências imperialistas eu- ropeias ocasionando a Primeira Guerra Mundial. b) domínio dos países socialistas do Sul do globo pelos paí- ses capitalistas do Norte. c) choque ideológico entre a Alemanha Nazista/União Sovi- ética Stalinista, durante os anos 1930. d) disputa pela supremacia da economia mundial entre o Oci- dente e as potências orientais, como a China e o Japão. e) constante confronto das duas superpotências que emergi- ram da Segunda Guerra Mundial.
    1. (Enem 1998) Os efeitos abomináveis das armas nucleares já foram sentidos pelos japoneses há mais de 50 anos (1945). Vários países têm, isoladamente, capacidade nuclear para comprometer a vida na Terra. Montar o seu sistema de defesa é um direito de todas as nações, mas um ato irresponsável ou um descuido pode desestruturar, pelo medo ou uso, a vida ci- vilizada em vastas regiões. A não proliferação de armas nucle- ares é importante. No 1.º domingo de junho de 1998, Índia e Paquistão re- jeitaram a condenação da ONU, decorrente da explosão de bombas atômicas pelos dois países, a título de teste nuclear e comemorada com festa, especialmente no Paquistão. O go- verno paquistanês (país que possui maioria da população muçulmana) considerou que a condenação não levou em conta o motivo da disputa: o território de Caxemira, pelo qual já travaram três guerras desde sua independência (em 1947, do Império Britânico, que tinha o Subcontinente India- no como colônia). Dois terços da região, de maioria muçul- mana, pertencem à Índia e um terço ao Paquistão. Sobre o tempo e os argumentos, podemos dizer que: a) a bomba atômica não existia no mundo antes de o Pa- quistão existir como país. b) a força não tem sido usada para tentar resolver os proble- mas entre Paquistão e Índia. c) Caxemira tornou-se um país independente em 1947. d) os governos da Índia e do Paquistão encontram-se numa perigosa escalada de solução de problemas pela força. e) diferentemente do século anterior, no início do século XX, o Império Britânico não tinha mais expressão mundial.
    2. (Enem 1998) As diferentes formas em que as sociedades se or- ganizam socioeconomicamente visam a atender suas necessi- dades para a época. O liberalismo, atualmente, assume papel crescente, com os Estados diminuindo sua atuação em várias áreas, inclusive vendendo empresas estatais. Da ideia de inter- ferência estatal na economia, do “Estado de Bem-Estar”, da assistência social ampla e emprego garantido por lei e, às vezes, à custa de subsídios (na Europa defendido pela Social-Demo- cracia), caminha-se para um Estado enxuto e ágil, onde a ma- nutenção do progresso econômico e uma maior liberdade na conquista do mercado são as formas de assegurar ao cidadão o acesso ao bem-estar. Nem sempre a população concorda. Nesse contexto, as eleições gerais na Alemanha, em 1998, poderão levar Helmuth Kohl, com longa e frutuosa car- reira à frente daquele país, a entregar o posto ao social-de- mocrata Gerhard Schroeder. O desemprego na Alemanha atinge seu ponto máximo. A moeda única europeia será o fim do marco alemão. A ima- gem de Helmuth Kohl começa a desvanecer-se. Conseguirá vencer este ano? Seja como for, ele luta. Mas recebeu um novo e tremendo golpe: o Partido Liberal (FDP) deixou Kohl. O secretário-geral do FDP, Guido westerwelle declarou: Co- meçou o fim da era Kohl! A Alemanha ajuda a concretizar o bloco econômico da União Europeia. A participação nesse bloco implica a adoção de um sistema socioeconômico que: a) dificulte a livre iniciativa econômica, inclusive das grandes empresas na Alemanha.

Respostas – Testes do Enem

  1. d
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