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EXERCÍCIOS DE
PILATES E FUNCIONAL
NA PREVENÇÃO
LOMBAR
SOBRE O AUTOR
Keyner Luiz é fisioterapeuta formado pela UNISANTA, Pós-Graduado em Fisiologia do Exercício (CEFE), Especialista em Acupuntura (CEATA), Especialista em Quiropraxia (Ins tuto Physion).
Possui Formação em Mat Pilates, Pilates Studio, Pilates Fisioterapêu co, Pilates Original Clássico, Pilates Avançado Aplicado a Coluna Vertebral, Pilates Aplicado a reabilitação músculo-esquelé ca, Pilates Avançado na Atuação do Instrutor em Studio, Power Pilates e Pilates Aplicado ao Treinamento Funcional.
KEYNER LUIZ
ESTABILIDADE DA
COLUNA
- Segundo Panjabi, a estabilidade da coluna decorre da interação de três sistemas: passivo, a vo e neural. O sistema passivo é composto das vértebras, discos intervertebrais, ar culações e ligamentos, que fornecem a maior parte da estabilidade pela limitação passiva no final do movimento. O segundo, a vo, cons tui-se dos músculos e tendões, que fornecem suporte e rigidez no nível intervertebral, para sustentar forças exercidas no dia-a-dia. Em situações normais, apenas uma pequena quan dade de co-a vação muscular - cerca de 10% da contração máxima - é necessária para a estabilidade. Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão discal, um pouco mais de co-a vação pode ser necessária. O úl mo sistema, o neural, é composto pelos sistemas nervosos central e periférico, que coordenam a a vidade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica. Esse sistema deve a var os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de lesões e permi r o movimento.
KEYNER LUIZ
LOMBALGIA
- A dor lombar crônica não-específica (dor lombar com duração de pelo menos, 12 semanas) é um importante problema de saúde e de ordem socioeconômica, responsável por um alto índice de absenteísmo no trabalho, redução do desempenho funcional, alterações emocionais, além de um alto custo econômico para o seu tratamento. A prevalência pontual de dor lombar varia entre 12 e 33%; a prevalência de dor lombar nos úl mos 12 meses varia entre 22 e 65%; e a prevalência em algum momento da vida varia entre 11 e 84%. Um estudo de corte envolvendo 406 pacientes com dor lombar crônica observou que 43% dos pacientes com dor lombar aguda desenvolveram dor lombar crônica, e apenas um terço desses se recuperou no prazo de um ano (COSTA, et al, 2011).
KEYNER LUIZ
- A chave principal para o sucesso no tratamento, é você descobrir onde está o problema do seu paciente / aluno.
KEYNER LUIZ
DESEQUILÍBRIO
MUSCULAR
- Deficiências no padrão de movimento e na regulação motora desempenham o principal papel no desenvolvimento da disfunção músculo-esquelé ca, especialmente na parte periférica do sistema locomotor. Vários estudos sugerem que as disfunções da coluna vertebral estão relacionadas principalmente à desequilíbrios músculoesquelé cos e, atualmente, tem sido considerado importante a ngir uma a vidade coordenada entre todos os grupos musculares dentro de um sistema muscular balanceado, para a prevenção e tratamento da dor lombar crônica
KEYNER LUIZ
TRANSVERSO
ABDOMINAL
- Origem: Face Interna das úl mas 6 car lagens costas, fáscia tóracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal
- Inserção: Linha Alba e Crista do Púbis
- Ação: Aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar.
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TRANSVERSO
ABDOMINAL
- Devido à distribuição de seus pos de fibras, sua relação com os sistemas fasciais, sua localização profunda e sua possível a vidade contra as forças gravitacionais durante a postura está ca e a marcha, possui uma pequena par cipação nos movimentos, sendo um músculo preferencialmente estabilizador da coluna lombar. Como os músculos abdominais possuem uma grande importância na estabilização da região lombo-pélvica, a diminuição da a vação destes músculos faz com que a flexão do quadril fique desequilibrada, permi ndo que o músculo psoas exerça tração sobre o aspecto anterior das vértebras lombares, levando à uma ante-versão pélvica e um aumento da lordose lombar. Com o passar do tempo, essas disfunções podem gerar uma série de patologias, entre elas: a espondilolistese e as degenerações discais e facetarias.
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DIAFRAGMA
- Separa as cavidades torácica e abdominal. Origina-se na face posterior do processo xifóide, na face interna das 6 úl mas car lagens costais, das quatro úl mas costelas e dos processos transversos e dos corpos das vértebras T1 a L2.
KEYNER LUIZ
ASSOALHO PÉLVICO
- Os músculos do assoalho pélvico são um grupo de músculos de controle voluntário em forma de rede, que s e l o c a l i z a m n a p o r ç ã o i n f e r i o r d a b a c i a especificamente entre as coxas, e tem a função de sustentar os órgãos internos. Os MAP originam-se no osso púbico (localizado na região baixa do abdômen) e nas paredes laterais dos ossos da bacia e, se dirigem para o cóccix (um osso localizado na fenda que separa as nádegas, a ponta do cóccix pode ser palpada no final da fenda interglútea).
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RETO ABDOMINAL
- Reto do abdômen: origina-se da sínfise e crista púbica e se insere no processo xifóide e da 5ª à 7ª car lagens costais. Comprime e contém o conteúdo abdominal e flete o tronco.
KEYNER LUIZ
- O músculo reto abdominal é um músculo longo e plano formado por duas bandas musculares que se estendem por todo comprimento da face ventral do abdômen. É separado lado a lado da linha mediana pela linha Alba. Está con do em uma bainha aponevró ca formada pelas aponevroses de terminação dos músculos largos da parede abdominal (GRAY, 1995 KAPANDJI, 1990).
KEYNER LUIZ
- Oblíquo Externo: origina-se das faces externas das 5ª e 12ª costelas e se insere na linha alba e metade anterior do lábio externo da crista ilíaca. Agindo bilateralmente, aproxima o processo xifóide ao púbis (flete o tronco); agindo unilateralmente, leva o tronco à inclinação lateral e à rotação (gira o tronco, trazendo o ombro do mesmo lado para frente).
OBLÍQUO EXTERNO
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- Oblíquo Interno: origina-se da fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento iguinal e se insere nas bordas inferiores da 10ª à 12ª costelas, linha alba e púbis. Agindo bilateralmente, flete o tronco; agindo unilateralmente, leva o tronco à inclinação lateral e à rotação (gira o tronco trazendo o ombro do lado oposto para frente)
OBLÍQUO INTERNO