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Integrais Indefinidas: Cálculo de Volumes e Áreas de Regiões Limítrofes, Notas de estudo de Matemática

Documento contendo soluções de exercícios de cálculo integral indefinido, incluindo cálculo de volumes de sólidos de revolução e áreas de regiões limítrofes definidas por parábolas e equações implicitas.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 07/03/2013

EmiliaCuca
EmiliaCuca 🇧🇷

4.5

(113)

217 documentos

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bg1
e) Temos
2
42 2
1
11
xABCD
xxx
xx x
=+ + +
+−
.
Logo,
2222 2
32
1(1)(1) (1) (1)
()()
xAxx Bx CxxDxx
ABCx BCDx AxB
= −+ −+ −+ +=
=++ ++
00
11
00
10
ABC A
BC D B
AC
BD
+
+= =


+= =


==


=− =

.
Portanto,
2
42 2
111x
IdxdxC
x
xx x
−−
===+
∫∫ .
Exercício 21: Resolva as seguintes integrais indefinidas.
a) 4
cos xdx
; b) 33
sen cosxxdx
; c)
3
cotg xdx
;
d) 3
cossec xdx
; e)
43
tg secxxdx
.
Solução:
a)
42 2
1cos2 1cos2 1
cos ( ) ( cos 2 )
22 424
11 11cos4 11 1 1
cos2 ( ) cos2 cos4
42 422 42 8 8
31 1 31 1
cos 2 cos 4 sen 2 sen 4
82 8 84 16
xx
dx dx x dx
x
dx xdx dx dx xdx xdx xdx
dx xdx xdx x x x C
=+ =+ + =
=+ ++ =+ + + =
=+ + =+ + +
∫∫
∫∫ ∫∫
∫∫
b)
33 32
32 35
sen cos sen cos (cos )
sen (1 sen )(cos ) sen sen )(cos )
xxdx xxxdx
xxxdx xxxdx
==
=− =
∫∫
∫∫
Fazendo a mudança de variáveis sen cosuxduxdx=⇒= obtemos
35 35 4 6
11
sen sen )(cos ) ( ) sen sen
46
xxxdxuudu x xC−==+
∫∫ .
c)
32 2
2
cotg cotg cotg cotg (cossec 1)
cotg cossec cotg .
xdx x dx x x dx
xxdxxdx
== =
=−
∫∫
∫∫
Fazendo a mudança de variáveis 2
cotg cossecuxdu xdx=⇒= obtemos
2
22
cotg cossec cotg cotg
11
ln|sec | cotg ln|sec | .
22
x xdx xdx udu xdx
uxC xxC
=− =
=− + =− +
∫∫
docsity.com
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff

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e) Temos

2

4 2 2

x A B C D

x x x^ x x^ x

− +^ −

.

Logo,

2 2 2 2 2

3 2

x Ax x B x Cx x Dx x

A B C x B C D x Ax B

A B C A
B C D B
A C
B D
 +^ +^ =^  =
 −^ +^ =^  =

.

Portanto,

2

4 2 2

x 1 1 1 I dx dx C x x x x

Exercício 21: Resolva as seguintes integrais indefinidas.

a)

4 cos x dx

; b)

3 3 sen x cos x dx

; c)

3 cotg x dx

;

d)

3 cossec x dx

; e)

4 3 tg x sec x dx

.

Solução:

a)

4 1 cos 2^2 1 cos 2^12 cos ( ) ( cos 2 ) 2 2 4 2 4

1 1 1 1 cos4 1 1 1 1 cos 2 ( ) cos 2 cos 4 2 4 2 2 4 2 8 8

3 1 1 3 1 1 cos 2 cos4 sen 2 sen 4 8 2 8 8 4 16

x x dx dx x dx

x dx xdx dx dx xdx xdx xdx

dx xdx xdx x x x C

b)

3 3 3 2

3 2 3 5

sen cos sen cos (cos )

sen (1 sen )(cos ) sen sen )(cos )

x xdx x x xdx

x x xdx x x xdx

Fazendo a mudança de variáveis u = sen xdu = cos xdx obtemos

sen sen )(cos ) ( ) sen sen 4 6

xx xdx = uu du = xx + C

.

c)

3 2 2

2

cotg cotg cotg cotg (cossec 1)

cotg cossec cotg.

xdx x dx x x dx

x x dx xdx

Fazendo a mudança de variáveis

2 u = cotg xdu = − cossec xdx obtemos

2

2 2

cotg cossec cotg cotg

ln|sec | cotg ln|sec |. 2 2

x xdx xdx udu xdx

u x C x x C

d)

3 2 cossec xdx = cossec x (cossec xdx )

2

cossec (^) cossec cotg

cossec cotg

u x (^) du x xdx

dv xdx v^ x

2 2 3 vdu = cossec x cotg xdx = cossec x (cossec x − 1) dx = cossec xdx − cossec xdx

Então,

3 `

3

3

cossec cossec cotg cossec cossec

2 cossec cossec cotg cossec

cossec cossec cotg cossec 2 2

1 1 cossec cotg ln|cossec cotg | 2 2

xdx x x xdx xdx

xdx x x xdx

xdx x x xdx

x x x x C

e)

4 3 I = tg x sec xdx

4 2 2 2 2 4 2 tg x = (tg x ) = (sec x − 1) = sec x − 2sec x + 1

4 2 2 7 5 3 I = (sec x − 2sec x + 1)sec xdx = sec xdx − 2 sec xdx + sec xdx

Para cada integral acima usamos integração por partes com

2 dv = sec xdxv = tg x.

(^5 )

2

sec (^) 5sec sec tg

sec tg

u x (^) du x x xdx dx

dv x v^ x

 =^  =

7 5 4

∫ sec^ xdx^ =^ sec^ x^ tg^ x^ −∫tg^ x^ (5sec^ x^ sec^ x^ tg^ xdx )

3 2 I = sec dx = sec x sec x dx

2

sec (^) sec tg

sec tg

u x (^) du x xdx dx dv x v^ x

2

3

sec tg tg sec

sec tg sec (sec 1)

sec tg sec sec

I x x x x dx

x x x x dx

x x x dx x dx

3

3

2 sec sec tg sec sec tg ln|sec tg |

sec (sec tg ln|sec tg |) 2

x dx x x dx x x x x C

x dx x x x x C

2

2

2

3 2 cos 3 3 cossec

4 2sen^ 2 cos^2

ln|cossec cotg | ln| | 2 2 / 2 / 2

ln| | 2

I dx d d

x x

x C C x x

x C x x

θ θ θ θ θ θ

θ θ

b) Fazendo a substituição de variáveis

2

2 2

2

5, 5 tg sen

5

5 sec , 5 5 sec cos

5

x a x

x

dx d x

x

θ θ

θ θ θ θ

obtemos

2

2

2 2

5 sec 1 1 cos

5 5 tg^ 5 sec^5 cos^ sen

1 1 cossec ln|cossec cotg | 5 5

ln| | ln| | 5 5

dx I d d

x x

d C

x x C C x x x

θ θ θ θ θ θ θ^ θ

θ θ θ θ

c) Fazendo a substituição de variáveis

2 2

6sec , 6sec tg

36 6tg , sen

x dx d

x x x

θ θ θ θ

θ θ

Obtemos

2 2 2

2

2 12sec tg 1 cos

3 36 3 36sec^ 6 tg^54

sen 54 54

I dx d d

x x

x C C x

θ θ θ θ θ θ θ

θ

− ⋅^ ⋅^ ⋅

d) Fazendo a substituição de variáveis

2 2

5sec , 5sec tg

25 5tg , sen

x dx d

x x x

θ θ θ θ

θ θ

obtemos

2

2

2 2

5 sec 25 5sec tg 25 sec 25tg

25 5tg

x I dx d d C

x

x C x C

θ θ θ θ θ θ θ θ

e) Temos 2 2 2 2

I dx dx dx

x x x

.

Fazendo a substituição de variáveis

(^2 ) 2 49 9 9

sec , sec tg 3 3

tg , sen , cos 3

x dx d

x x x x

θ θ θ θ

θ θ θ

Obtemos

7 2 49 3 9 7 3

1 sec^ tg 1 1 1 3 sec ln|sec tg | ln| | 3 tg 3 3 3 7 7/

x^ x I d d C C

θ θ θ θ θ θ θ θ

f) Temos (^3 3 2 ) (^2 2 3 )

dx dx dx I

x x x

Fazendo a substituição de variáveis

2 x = sec θ, dx = sec θ tg θ d θ, x − 1 =tgθ

obtemos

2

3 2 2

1 1 1 sec 1 cos 1 sec tg 8 tg 8 tg 8 sen cos

I d d d

θ θ θ θ θ θ θ θ θ θ θ

.

Fazendo a substituição de variáveis

sen

cos

u

du d

θ

θ θ

obtemos

(^2 2 )

8 8 8sen (^1 8 ) 8

x I du C C C C u u x x

x

θ

.

Exercício 23: Mostre que o volume do cone circular reto de altura h e raio da base r^ é dado por

π r h.

Sugestão: Rotacione um triângulo retângulo adequado, cujos catetos estão sobre os eixos coordenados.

Solução:

0 x

y

h

r

h m r

h y h x r

h y x h r

obtidos, respectivamente, pela revolução das regiões R 1 e R 2 ao redor do eixo Oy. Expresse, mas não

calcule, o volume dos sólidos S 1 (^) x , S 1 (^) y , S 2 (^) x e S 2 (^) y mediante o uso de integrais. Faça isso de duas

maneiras, com integrações na variável x e na variável y.

Solução:

5/2^ x

5/

r

y

(5/2,5/2)

y=x ou x=y

R (^1)

y=x+5 ou x=-y+

1^ x

1

r

y

y=2x ou x=y/

R (^2) y=3- x ou x=3-y

2

2 y=x/2 ou x=2y

Integração em x

5 2 5 2 2 1 0 5 2

V S ( (^) x ) = π x dx + π( − x +5) dx

5 2 5 2 1

0 5 2

V S ( (^) y ) = π x x dx ( ) + π x ( − x +5) dx

1 2 2 1 2 2 1 2 (^2 2 ) 0 1

V S ( x ) = ∫ π[(2 x ) − ( x ) ] dx + ∫π[(3 − x ) −( x ) ] dx

1 2 1 1 (^2 2 ) 0 1

V S ( y ) = ∫ 2 π x ( 2 x − x dx ) + ∫ 2 π x (3 − x − x dx ).

Integração em y

5 2

1 0

V S ( (^) x ) = π y [( − y + 5) −( y )] dy

5 2 2 2 1

0

V S ( (^) y ) = π[( − y + 5) −( y ) ] dy

1 2 1 1 (^2 2 )

0 1

V S ( (^) x ) = 2 π y [(2 y ) − ( y )] dy + 2 π y [(3 − y ) −( y )] dy

1 2 2 1 2 2 1 2 (^2 2 ) 0 1

V S ( (^) y ) = 2 π y [(2 y ) − ( y ) ] dy + π y [(3 − y ) −( y ) ] dy

.

Exercício 26: Considere a região R, limitada pelas curvas:

2 y = x + 1 , y = x − 2 , x = 0 e x = 5.

Considere o sólido S obtido pela revolução de R ao redor do eixo Oy. Expresse, mas não calcule, o volume

de S mediante o uso de integrais. Faça isso de duas maneiras, com integrações na variável x e na variável y.

Solução:

5^ x

1

y

3 y=x-2 ou x=y+

0

26

2 y = x + 1 ou x = y − 1

Integração em x :

5 2

0

∫^2 π^ x^ [(^ x^ +^ 1)^ −^ (^ x^ −2)] dx

Integração em y :

1 3 236 2 2 2 2 2

2 1 3

π x [( y 2) ] dy π[( y 2) ( y 1) ] dy π[(5) ( y 1) ] dy

∫ −^ +^ ∫ +^ −^ −^ +^ ∫ −^ −

Exercício 27: Calcule o volume do sólido S, situado entre os planos perpendiculares ao eixo Ox em x = 0

e em x = 4 , com a base no plano x y , limitada pela parábola

2 x = y , sabendo que suas seções transversais

são quadrados.

Solução:

0^ x 4

y

2 x = y

A base do sólido S é a região do plano xy limitada pela parábola

2 x = y e a reta x = 4.

Fazendo a mudança de variável

4 9

4 9

u x

du dx

x u

x u

 =^ ⇒^ =
 =^ ⇒^ =

obtemos

( )

(^3 2 )

10 4 4 2 8 8 9 9 3 27 27 1

s = udu = ⋅ 10 − 1 = (10 10 − 1) ≅ (31,62 − 1) ≅9, 07 unidades

Exercício 30: Encontre o comprimento do arco sobre o gráfico da função

3 1 ( ) 6 2

x f x x

= + do ponto de

abscissa 1 ao ponto de abscissa 3.

Solução: Temos

3 2 2 1 1 1 2 1 2 6 2 2 2 2

f x ( ) x^ x f ´( x ) x x ( x x )

− − − = + ⇒ = − = −. Assim o comprimento do arco

desejado é dado por

(^2 4 )

4 4 4 4 4 8 4

(^4 8 4 ) 2 2 2 2

3 2 3 3 1 2 1 4 4 1 2 4 4 2 4 1 1 1

3 3 3 3 1 2 1 4 4 1 2 1 2 4 4 4 2 2 1 1 1 1

3 3 3 3 3 1 2 1 1 (^ 1)^1 11 2 2 2 2 1 1 1 1 1

x x

x x x x x x x

x x x x x x x x

s x x dx x x dx dx

dx dx x x dx dx

dx dx dx dx x dx

− −

− −

    • − + +
= + ^ −  = + − + = + − + =

3

3

3 3 1 1 (^2 1 )

1 1 3 1 128 14 2 3 3 3 2 3 3

1 unidades

x x

dx

  =^ −^  +^ =
 ^  
  ^ 
= ^ − + + − = =

Exercício 31: Calcule a área da superfície obtida ao rotacionarmos o arco do gráfico de f ( x )= x entre

os pontos (1,1) e (4, 2) ao redor do eixo Ox.

Solução: A curva é parte de uma parábola e, ao ser rotacionada ao redor do eixo Ox, gera o parabolóide,

conforme a figura a seguir.

0 1 4^ x

1

2

y

y = x

0 1 4^ x

y

4 4 4 (^2 1 ) 4 4 1 1 1

dy dx x

A = π x + dx = π x + dx = π x + dx

Fazendo a mudança de variável

1 4

5 4

17 4

u x

du dx

x u

x u

temos

( ) (^) ( )

( ) ( )

17 4 17 (^3 2 43 2 )

5 5 4 4

2 4 17 5 4 17 17 5 5 3 3 4 4 3 4 4 4 4

4 17 5 3 8 8 6

17 5 17 17 5 5 30,8 unidades quadradas.

A udu u

π π

π π

= π = π  = − = − = 

Exercício 32: Considere o arco do gráfico de

3 f ( x )= x entre os pontos (1,1) e (2,8). Calcule a área da

superfície obtida ao girarmos esse arco ao redor do eixo Ox.

Solução:

A curva e a superfície de revolução estão representados a seguir.

0 1 2^ x

1

8

y

y=x

3

(^0 1 2) x

1

8

y

y=x^3

2 2 3 2 2 3 4

1 1

A = 2 π∫ x 1 + (3 x ) dx = 2 π∫ x 1 + 9 x dx

Fazendo a mudança de variável

4

3

u x

du x

x u

x u

 =^ ⇒^ =
 =^ ⇒^ =

temos

(^3 2 3 2 )

145 145 2 36 18 3 10 27 27 10

27

(145 12, 04 10 3,16) 199, 35 unidades quadradas

u A du u

π π π

π

= π =  = − = − = 

Exercício 33: Esboce a região identificada com a integral imprópria do Exemplo 48.

x

y

O 1

dx

y = 1/x

Observe que:

. espessura do disco: dx ; . raio do disco:

1 x

;

. volume do disco: 12 π ( (^) x ) ⋅ dx.

Assim, (^2 )

1 1 1 1 1 1 1

lim lim lim ( 1)

b b

x (^) b x (^) b x b b

V π dx π dx π π π

+∞

→∞ →∞ →∞

.

Exercício 36: Determine se a integral imprópria é convergente ou divergente e, no caso de ser convergente,

calcule o valor da integral.

(a) 0

sen x dx

+∞

; (b)

0 2 5

x x dx

; (c) 0

x xe dx

+∞ (^) −

;

(d) 1

ln x dx

+∞

; (e)

4

0 2 2 3

dx

xx

; (f)

2 ln

e

dx

x x

+∞

;

(g) 0

ln

e x dx

; (h) 0

ln x dx

+∞

.

Solução:

a) (^) ] 0 0 0

sen lim sen lim cos lim (cos cos 0) lim (1 cos )

b b

b b b b

x dx x dx x b b

+∞

→∞ →∞ →∞ →∞

. Como b assume

todos os valores de n π e 2 n π , então cos b assume todos os valores de − 1 a 1. Portanto, lim cos b

b →∞

não

existe. Consequentemente a integral imprópria diverge.

b)

2 2

0 0

5 lim 5

x x

a a

x dx x dx

− −

→−∞ −∞

. Inicialmente vamos resolver a integral

2

0

5

x

a

x dx

. Fazendo a mudança

de variável

2

2

u x

du xdx

x a u a

x u

 =^ ⇒^ = −
 =^ ⇒^ =

obtemos

2 0 2 2 2

2 2

0 0 0 1 1 5 1 5 5 1 1 2 2 ln 5 2 ln 5 ln 5 ln 25 ln 25

x u u^ a a a

a a a

x dx du

− − − −

− −

Portanto,

2 2

0 1 1 ln 25 ln 25

5 lim [ (5 1)]

x a

a

x dx

− −

→−∞ −∞

c)

x xe

0 0

lim

b x x

b

xe dx xe dx

+∞ − −

→∞

. Fazendo a mudança de variável x x

u x du dx

dv e v e

− −

 = −^ ⇒^ =
 =^ ⇒^ = −

obtemos

x x x x x x x xe dx xe e dx xe e dx xe e

− − − − − − − = − − − = − + = − −

.

Portanto,

0 0

b b x x x b b b xe dx xe e e b be e

.

Assim,

1

0

lim ( 1) lim (^) b lim (^) b 1

x b b (^) b

b b e^ b e

xe dx be e

+∞ − − − (^) −

→∞ →∞ →∞

∫ =^ −^ −^ +^ =^ −^ +.

Observe que lim (^) b

b

b e

→∞

é uma indeterminação do tipo

∞ ∞

e, neste caso, podemos aplicar a regra de L´Hospital,

isto é, lim (^) bb lim (^) b^10 b e^ b e

− −

→∞ →∞

= =. Logo,

1

0

lim (^) b lim (^) b 1 0 0 1 1

x (^) b

b e^ b e

xe dx

+∞ − (^) −

→∞ →∞

∫ =^ −^ +^ =^ −^ +^ =.

d)

1 1

ln lim ln

b

b

x dx x dx

+∞

→∞

. Resolvendo a integral por partes temos

1 ln x

u x du dx

dv dx v x

 =^ ⇒^ =

e

1 ln ln ln ln x

x dx = x xx dx = x xdx = x xx

.

Logo,

] 1

1

ln ln ln (0 1) ln 1

b b x dx = x xx = b bb − − = b bb +

Assim,

1

ln lim ( ln 1) b

x dx b b b

+∞

→∞

. Portanto a integral diverge.

h) 0 0 0

ln ln ln lim ln lim ln

e e b

a b e a e

x dx x dx x dx x dx x dx

+∞ +∞

→ →+∞

. Vamos calcular inicialmente a

integral 0

lim ln

e

a a

x dx

→ +∫^

.

] 0 0 0 0 0

lim ln lim ln lim [ 0 (ln 1)] lim ln lim ln

e e

a a a a a a a

x dx x x e a a a a a → +^ → +^ → +^ → +^ →+

Pela resolução do item g), tem-se que 0

lim ln 0 a

a a

=. Logo 0

lim ln 0

e

a a

x dx

.

Vamos calcular agora lim ln

b

b e

x dx

lim ln lim (ln 1) ] lim (ln 1) 0

b b

b b e b e

x dx x x b b e →+∞ →+∞ →+∞

.

Portanto, a integral imprópria

0

ln x dx

+∞

diverge.