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Tipologia: Exercícios
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Universidade Federal de Alfenas-UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP 37130- Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-
Tabela Pronomes Pessoais, extraído de . Acesso em 25 set. 2018.
Pronome: classe gramatical que desempenha na oração as funções equivalentes às exercidas pelos elementos nominais. Servem, portanto, para representar um substantivo (pronome substantivo) ou para acompanhar um substantivo, determinando-lhe a extensão do significado (pronome adjetivo).
Clítico: Diz-se de ou pronome pessoal de uma só sílaba (como o, me, lo, lhe, se) que não tem acentuação própria e que por isso depende do acento da palavra que está imediatamente antes ou depois, geralmente um verbo.
Pronomes pessoais: denotam as três pessoas gramaticais: quem fala (1ª pessoa), com quem se fala (2ª pessoa) e de quem se fala (3ª pessoa); podem representar, quando na terceira pessoa, uma forma nominal anteriormente expressa; variam de forma segundo a função (reto ou oblíquo) e a acentuação (átono ou tônico).
Formas átonas a) objeto direto: o, a, os, as; b) objeto indireto: lhe, lhes; c) objeto direto e indireto: me, te, nos e vos.
(^1) Material didático produzido com base nas gramáticas tradicionais de Cunha & Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, e de Cegalla, Novíssima Gramática da Língua Portuguesa.
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Objeto direto: é o complemento verbal que não vem acompanhado de uma preposição. Tem a função de completar o verbo transitivo, que sozinho não consegue fornecer informação com sentido completo.
Objeto indireto: é o complemento verbal que exige a presença de uma preposição. Assim como o objeto direto, tem a função de completar o verbo transitivo, que sozinho não consegue fornecer informação com sentido completo.
Lembrando: Preposições
Tabela de Preposições, extraído de . Acesso em 25 set. 2018.
Emprego dos pronomes átonos a) objeto direto; b) objeto indireto; c) sujeito de infinitivo; d) emprego enfático (realce ao objeto direto); e) pronome de interesse; f) valor possessivo; g) complemento de verbos de regência distinta.
Valores e empregos do pronome se a) objeto direto; b) objeto indireto; c) sujeito de um infinitivo; d) pronome apassivador; e) símbolo de indeterminação do sujeito; f) palavra expletiva;
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Uso da mesóclise A mesóclise é utilizada apenas com os verbos do futuro do presente ou do futuro do pretérito.
Exemplo: Orgulhar-me-ei dos meus alunos.
Uso da ênclise
Exemplo: Depois de terminar, chamem-nos.
2. Verbo no infinitivo impessoal.
Exemplo: O seu maior sonho é casar-se.
3. Verbo iniciando a oração
Exemplo: Acordei e surpreendi-me com o café da manhã.
Exemplo: Vivo a vida encantando-me com suas surpresas.
Formas o , lo e no do pronome oblíquo
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Locução verbal
locuções verbais em que o verbo principal está no infinitivo ou no gerúndio pode dar-se: 1º) sempre ênclise ao infinitivo ou ao gerúndio; 2º) próclise ao verbo auxiliar, quando ocorrem as condições exigidas para a anteposição do pronome a um só verbo, isto é: a) quando locução verbal vem precedida de palavra negativa, e entre elas não há pausa; b) orações iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos; c) orações iniciadas por palavras exclamativas, bem como nas orações que exprimem desejo (optativas); d) nas orações subordinadas desenvolvidas, inclusive quando a conjunção está oculta. 3º) a ênclise ao verbo auxiliar, quando não se verificam essas condições que aconselham a próclise.
Quando o verbo principal está no particípio, o pronome virá proclítico ou enclítico ao verbo auxiliar.
Colocação dos pronomes átonos no Brasil a) possibilidade de se iniciarem frases com pronomes átonos, especialmente a forma me; Ex.: Me desculpe se falei demais. b) preferência pela próclise nas orações absolutas, principais e coordenadas não iniciadas por palavra que exija ou aconselhe tal colocação; Ex.: Se vossa Reverendíssima me permite, eu me sento na rede. c) próclise ao verbo principal nas locuções verbais. Ex.: Será que o pai não ia se dar ao respeito?
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Me dá um cigarro.
(ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.)
“Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”. (CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.)
Comparando a explicação dada pelos autores sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos:
a) Condenam essa regra gramatical.
b) Acreditam que apenas os esclarecidos sabem essa regra.
c) Criticam a presença de regras na gramática.
d) Afirmam que não há regras para uso de pronomes.
e) Relativizam essa regra gramatical.
Uma revista utilizou em sua capa a seguinte frase, típica da linguagem coloquial:
“Me aqueça neste inverno”.
Nessa frase, a colocação pronominal está em desacordo com a norma culta, que estabelece: “É proibido iniciar período com pronome oblíquo”.
Se forem feitas alterações na estrutura da frase, qual delas estará também em desacordo com a norma culta?
a) Quero que me aqueça neste inverno.
b) É preciso que me aqueça neste inverno.
c) Quando me aquecerá neste inverno?
d) Aquecer-me-á no inverno?
e) Não aqueça-me neste inverno.
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(Retirado de Cegalla - Novíssima Gramática da Língua Portuguesa) Anexe corretamente os pronomes oblíquos aos verbos: a) chamar + o = b) conhecer + a = c) levem + o = d) indispõe + a = e) convidam + o = f) seguimos + os = g) vimos + as = h) fez + os =
Referências
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa.
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 5. Ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
"clitico". In: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa , 2008-2013. Disponível em: . Acesso em 25 set. 2018.