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lista deexercicios de microeconomia - monopolio
Tipologia: Exercícios
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A diferença principal é a presença de “poder de mercado” por parte dos vendedores, que são poucos. Os vendedores deixam de ser “tomadores de preço” (i.e.: o preço varia conforme maior quantidade de produtos é ofertada). A principal causa que explica o surgimento de monopólios são as barreiras à entrada que acontecem quando, por exemplo, existe somente uma fonte para produzir o bem, ou no caso de patentes concedidas para privilegiar o inventor da tecnologia, ou no caso de altos custos fixos (monopólio natural onde uma firma produz com menor custo para o mercado inteiro do que produziriam várias).
O nível de produção que maximiza o lucro pode ser obtido igualando-se a receita marginal ao custo marginal. Receita total = 100Q-0,01Q^2 Rmg= 100-0,02Q Cmg= Q= 2500 Inserindo a quantidade maximizadora de lucros na função de demanda inversa (=receita média), determina-se o preço: P = 100 - (0,01)(2.500) = 0,75. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (75)(2.500) - (30.000 + (50) (2.500)), ou π = $325 por semana.
A nova função de demanda é P* + T = 100 - 0,01Q, ou P* = 100 - 0,01 Q – T.
Dado que o imposto eleva o preço de cada unidade, a receita total do monopolista diminui em TQ, e a receita marginal, que corresponde à receita obtida de cada unidade adicional, diminui em T. Receita total = 100Q-0,01Q^2 -TQ RMg = 100 - 0,02 Q – T onde T = $0,10. Para determinar o nível de produção que maximiza os lucros após a cobrança do imposto, iguale a receita marginal ao custo marginal: 100 - 0,02 Q - 10 = 50, ou Q = 2.000 unidades. Inserindo Q na função de demanda, obtém-se o preço: P* = 100 - (0,01)(2.000) - 10 = $0,70. O lucro é igual à receita total menos o custo total: $100 por semana. Observação: O preço ao consumidor com o imposto é $0,80. O monopolista recebe $0,70. Portanto, o consumidor e o monopolista pagam, cada um, $0,05 do imposto. Se o imposto fosse pago pelo monopolista, em vez de ser pago pelo consumidor, o resultado seria idêntico.
Para calcular a curva de receita marginal, primeiro devemos derivar a curva de demanda inversa. A curva de demanda inversa intercepta o eixo dos preços ao nível de
A produção que maximiza o lucro do monopolista é dada pelo ponto em que a receita marginal é igual ao custo marginal. O custo marginal é constante e igual a $10. Igualando a RMg ao CMg, podemos determinar a quantidade maximizadora de lucros: 27 – 3 Q = 10, ou Q = 5,67. Para determinar o preço que maximiza os lucros, podemos usar o valor de Q obtido acima na equação de demanda: P = 27 – (1,5)(5,67) = $18,5. A receita total é dada pela multiplicação do preço pela quantidade: RT = (18,5)(5,67) = $104,83. O lucro da empresa é igual à receita total menos o custo total; o custo total, por sua vez, é igual ao custo médio multiplicado pelo nível de produção. Dado que o custo marginal é constante, o custo variável médio é igual ao custo marginal. Ignorando a
Portanto, a receita total é $833,33, o custo total é $416,67 e o lucro é $416,67. Logo, a empresa deveria permanecer em atividade.
No longo prazo, a MMMT precisa substituir todos os fatores fixos.Portanto, podemos esperar que o CMgLP seja maior do que o CMgCP.
Dado que a demanda (receita média) pode ser descrita como P = 11 - Q, sabemos que a função da receita marginal é RMg = 11 - 2 Q. Também sabemos que se o custo médio é constante, então, o custo marginal é constante e igual ao custo médio: CMg =
Para determinar o efeito do preço teto na quantidade produzida, insira o preço teto na equação de demanda. 7 = 11 - Q, ou Q = 4.000. O monopolista optará pelo preço de $7 porque este é o preço mais elevado que ele pode cobrar, e este preço ainda é maior do que o custo marginal constante de $6,
resultando em lucro de monopólio positivo. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (7)(4.000) - (6)(4.000) = $4.000. O grau de poder de monopólio é:
Se a autoridade reguladora definisse o preço abaixo de $6, o monopolista preferiria encerrar as atividades em vez de produzir, pois ele não conseguiria cobrir seus custos médios. Para qualquer preço acima de $6, o monopolista produziria menos do que as 5.000 unidades que seriam produzidas em um setor competitivo. Portanto, a agência reguladora deveria estabelecer um preço teto de $6, fazendo, assim, com que o monopolista se defrontasse com uma curva de demanda horizontal efetiva até o nível de produção Q = 5.000. Para assegurar um nível de produção positivo (tal que o monopolista não seja indiferente entre produzir 5.000 unidades ou encerrar as atividades), o preço teto deveria ser estabelecido em $6 + δ, onde δ é um valor pequeno. Sendo assim, 5.000 é o nível máximo de produção que a agência reguladora pode extrair do monopolista utilizando um preço teto. O grau de poder de monopólio é
Com o objetivo de maximizar seus lucros, a DD deveria igualar a receita marginal ao custo marginal. Dada uma demanda de P = 55 - 2 Q, a função de receita total, PQ, é 55Q - 2 Q^2. Derivando a receita total com relação a Q, obtém-se a receita marginal: Rmg=55-4Q. Analogamente, o custo marginal é obtida derivando-se a função de custo total com relação a Q: Cmg=2Q-5. Igualando CMg e RMg, obtém-se a quantidade maximizadora de lucros, 55 - 4 Q = 2 Q - 5, ou Q = 10. Inserindo Q = 10 na equação de demanda, obtém-se o preço ótimo: P = 55 - (2)(10) = $35. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (35)(10) - (100 - (5)(10) + 102) = $200. O excedente do consumidor é dado pela multiplicação de 1/2 pela quantidade maximizadora de lucros, 10, e pela diferença entre o intercepto da demanda (o preço máximo que qualquer indivíduo está disposto ao pagar) e o preço de monopólio: CS = (0,5)(10)(55 - 35) = $100.
Sob competição perfeita, o lucro é máximo no ponto em que o preço é igual ao custo marginal (onde preço é dado pela curva de demanda): 55 - 2 Q = -5 + 2 Q, ou Q = 15. Inserindo Q = 15 na equação de demanda, obtém-se o preço:
Podemos utilizar 5 fatores para caracterizar as estruturas de mercado oligopólio e monopólio: a) Quanto ao número de empresas: no monopólio existe apenas uma empresa enquanto que no oligopólio o número de empresas é pequeno. b) Quanto ao produto: no monopólio o produto não apresenta substituto próximo, no oligopólio o produto pode ser homogêneo ou diferenciado. c) Quanto ao controle das empresas sobre os preços: no monopólio a empresa tem grande poder para manter preços relativamente elevados, sobretudo quando não há intervenções restritivas do governo (leis antitruste); no oligopólio, embora dificultado pela interdependência entre as empresas, estas tendem a formar cartéis controlando preços e quotas de produção.
estejam exatamente equilibrados, tomando a produção das demais empresas como dada. Por fim, quanto maior for o número de vendedores, cada um deles se preocupará menos com seu próprio impacto sobre o preço de mercado. Ou seja, conforme o tamanho do oligopólio aumenta, a magnitude do efeito preço diminui. Quando o oligopólio se torna muito grande, o efeito preço desaparece completamente, o que significa que a decisão de produção de uma única mepresa não terá mais nenhum efeito sobre o preço de mercado. Nesse caso extremo, cada empresa seguirá o preço de mercado quando decidir a quantidade a ser produzida. Ela aumentará a produção desde que o preço seja superior ao custo marginal. Percebe-se então, que um grande oligopólio é essencialmente um grupo de empresas competitivas. Ou seja, à medida que o número de vendedores em um oligopólio aumenta, o mercado oligopolista fica cada vez mais parecido com um mercado competitivo. O preço se aproxima do customarginal e a quantidade produzida se aproxima do nível socialmente eficiente.
O dilema dos prisioneiros é uma história sobre dois criminosos que foram capturados pela polícia. A polícia dispõe de provas suficientes para condená-los por um crime menor, o de porte ilegal de arma, de modo que cada um passaria um ano na cadeia. A polícia também suspeita que os dois tenham cometido um assalto a um banco juntos, mas não tem evidências concretas para condená-los por esse crime maior. Então a polícia propõe a cada um deles (separadamente) o seguinte acordo: se ambos permanecerem em silêncio (não confessando o assalto a banco), ficarão presos por 1 ano devido à acusação de porte ilegal de armas. Se um deles confessar o assalto e o outro não, o que confessou ficará livre e o outro ficará preso por 20 anos. Se ambos confessarem, os dois serão presos por 8 anos. O que acaba ocorrendo é que ambos confessam e cada um fica preso por 8 anos. (confessar é estratégia dominante para ambos). Porém, esse não é o melhor resultado para eles, se ambos tivessem permanecido em silêncio, eles teriam sido presos por apenas um ano cada um. Ao perseguirem seus interesses próprios, os dois chegam juntos a um resultado que é pior para ambos.
O jogo dos oligopolistas que tentam atingir um resultado monopolista é semelhante ao jogo dos dois criminosos no dilema dos prisioneiros. No caso de um determinado grupo de produtores de um oligopólio que após negociação determinaram a quantidade a ser produzida por todos, de maneira que o preço fique alto e consigam obter o lucro máximo. Após concordarem com níveis de produção, no entanto, cada um deve decidir se coopera, ou se ignora o acordo e produz um nível mais alto. Vamos supor que o oligopólio é formado por dois produtores (produtor 1 e 2) de água que acordaram um nível de produção de 30 galões cada um. Cada produtor tem também a possibilidade de produzir 40 galões cada um desrespeitando o acordo. Se cada um deles pensar somente nos interesses próprios, irão produzir 40 galões (estratégia dominante para ambos) cada um recebendo R$ 1600 – um resultado pior do que se tivessem mantido o acordo original de 30 galões quando teriam um resultado de R$ 1800 cada um. Esse exemplo mostra por que os oligopólios têm dificuldade para manter lucros monopolistas. O resultado do oligopólio é racional para o oligopólio como um todo, mas cada oligopolista tem um incentivo para trapacear,
P=1000 (P=RMg=CMg) e Q=
P=7000 e Q=
No caso de um cartel, e África e Rússia entrassem em um acordo, o P=7000 e Q=6000. Se dividissem o mercado por igual a produção da África seria Q=3000 e lucro R$ 21.000.000. Se a África aumentar a sua produção em mil unidades, Q=4000 e L=24.000.000 (desde que a Rússia mantenha o acordo de produzir Q=3000).
Existe sempre uma tensão entre a cooperação e o interesse próprio no oligopólio. Vide explicação questão 5.
As informações na tabela baixo mostram a demanda total por assinaturas de TV digital. Em um mercado pequeno. Assuma que cada empresa de TV digital pague um custo fixo de R$100,000 (por ano) e custo marginal igual a zero. Quantidade Preço (anual) 0 $ 3,000 $ 6,000 $ 80 9,000 $ 60 12,000 $ 40 15,000 $ 20 18,000 $ 0
Uma empresa monopolista apresenta as seguintes características de custo e receita. Custos Receitas Quantidade Produzida Custo total ($) Custo marginal Quantidade demandada Preço ($/unidade) Receita Total Receita Marginal 0 100 -- 0 170 -- 1 140 1 160 2 184 2 150 3 230 3 140 4 280 4 130 5 335 5 120 6 395 6 110 7 475 7 100 8 565 8 90