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Exercicios sobre microeconomia, Exercícios de Microeconomia

lista deexercicios de microeconomia - monopolio

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 29/09/2020

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paloma-oliveira-58 🇧🇷

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Universidade de São Paulo
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA/USP
Lista no 4 –EAE 110 - Introdução a Economia para Não Economistas
1º. Semestre de 2017
Professor: José Paulo Zeetano Chahad
Auxiliar Voluntário: Tiago Ferraz
Turmas: Ciências Contábeis/Ciências Atuarias
PARTE I – Questões discursivas
1.Monopólios
1. Qual a diferença substancial entre um mercado de competição perfeita e um mercado
monopolista? Qual é a causa principal que explica a existência de monopólios?
A diferença principal é a presença de “poder de mercado” por parte dos vendedores,
que são poucos. Os vendedores deixam de ser “tomadores de preço” (i.e.: o preço
varia conforme maior quantidade de produtos é ofertada).
A principal causa que explica o surgimento de monopólios são as barreiras à entrada
que acontecem quando, por exemplo, existe somente uma fonte para produzir o bem,
ou no caso de patentes concedidas para privilegiar o inventor da tecnologia, ou no caso
de altos custos fixos (monopólio natural onde uma firma produz com menor custo para
o mercado inteiro do que produziriam várias).
2. Uma empresa defronta-se com a seguinte curva de receita média: (demanda):
P = 100 - 0,01Q
com Q igual a produção semanal e P é o preço, medido em centavos por unidade. A função
de custo da empresa é expressa por C = 50Q + 30.000. Supondo que a empresa maximize
seus lucros:
a. Quais serão, respectivamente, em cada semana, seu nível de produção, seu preço e seu
lucro total?
O nível de produção que maximiza o lucro pode ser obtido igualando-se a receita
marginal ao custo marginal.
Receita total = 100Q-0,01Q2
Rmg= 100-0,02Q
Cmg=50
Q= 2500
Inserindo a quantidade maximizadora de lucros na função de demanda inversa
(=receita média), determina-se o preço: P = 100 - (0,01)(2.500) = 0,75.
O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (75)(2.500) - (30.000 + (50)
(2.500)), ou π = $325 por semana.
b. O governo decide arrecadar um imposto sobre consumidores de $0,10 por unidade de um
determinado produto. Quais deverão ser, respectivamente, o novo nível de produção, o
novo preço e o novo lucro total, em conseqüência do imposto?
A nova função de demanda é P* + T = 100 - 0,01Q, ou P* = 100 - 0,01 Q – T.
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Universidade de São Paulo

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA/USP

Lista no^ 4 –EAE 110 - Introdução a Economia para Não Economistas

1º. Semestre de 2017

Professor: José Paulo Zeetano Chahad

Auxiliar Voluntário: Tiago Ferraz

Turmas: Ciências Contábeis/Ciências Atuarias

PARTE I – Questões discursivas

1.Monopólios

1. Qual a diferença substancial entre um mercado de competição perfeita e um mercado

monopolista? Qual é a causa principal que explica a existência de monopólios?

A diferença principal é a presença de “poder de mercado” por parte dos vendedores, que são poucos. Os vendedores deixam de ser “tomadores de preço” (i.e.: o preço varia conforme maior quantidade de produtos é ofertada). A principal causa que explica o surgimento de monopólios são as barreiras à entrada que acontecem quando, por exemplo, existe somente uma fonte para produzir o bem, ou no caso de patentes concedidas para privilegiar o inventor da tecnologia, ou no caso de altos custos fixos (monopólio natural onde uma firma produz com menor custo para o mercado inteiro do que produziriam várias).

2. Uma empresa defronta-se com a seguinte curva de receita média: (demanda):

P = 100 - 0,01Q

com Q igual a produção semanal e P é o preço, medido em centavos por unidade. A função

de custo da empresa é expressa por C = 50Q + 30.000. Supondo que a empresa maximize

seus lucros:

a. Quais serão, respectivamente, em cada semana, seu nível de produção, seu preço e seu

lucro total?

O nível de produção que maximiza o lucro pode ser obtido igualando-se a receita marginal ao custo marginal. Receita total = 100Q-0,01Q^2 Rmg= 100-0,02Q Cmg= Q= 2500 Inserindo a quantidade maximizadora de lucros na função de demanda inversa (=receita média), determina-se o preço: P = 100 - (0,01)(2.500) = 0,75. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (75)(2.500) - (30.000 + (50) (2.500)), ou π = $325 por semana.

b. O governo decide arrecadar um imposto sobre consumidores de $0,10 por unidade de um

determinado produto. Quais deverão ser, respectivamente, o novo nível de produção, o

novo preço e o novo lucro total, em conseqüência do imposto?

A nova função de demanda é P* + T = 100 - 0,01Q, ou P* = 100 - 0,01 Q – T.

Dado que o imposto eleva o preço de cada unidade, a receita total do monopolista diminui em TQ, e a receita marginal, que corresponde à receita obtida de cada unidade adicional, diminui em T. Receita total = 100Q-0,01Q^2 -TQ RMg = 100 - 0,02 Q – T onde T = $0,10. Para determinar o nível de produção que maximiza os lucros após a cobrança do imposto, iguale a receita marginal ao custo marginal: 100 - 0,02 Q - 10 = 50, ou Q = 2.000 unidades. Inserindo Q na função de demanda, obtém-se o preço: P* = 100 - (0,01)(2.000) - 10 = $0,70. O lucro é igual à receita total menos o custo total: $100 por semana. Observação: O preço ao consumidor com o imposto é $0,80. O monopolista recebe $0,70. Portanto, o consumidor e o monopolista pagam, cada um, $0,05 do imposto. Se o imposto fosse pago pelo monopolista, em vez de ser pago pelo consumidor, o resultado seria idêntico.

3. A tabela a seguir mostra a curva de demanda com a qual se defronta um monopolista que

produz com um custo marginal constante igual a $10.

a. Calcule a curva da receita marginal da empresa.

Para calcular a curva de receita marginal, primeiro devemos derivar a curva de demanda inversa. A curva de demanda inversa intercepta o eixo dos preços ao nível de

  1. A inclinação da curva de demanda inversa é dada pela variação no preço dividida pela variação na quantidade. Portanto, a inclinação é -3/2 e a curva de demanda inversa é P =127 -1,5Q. Receita total = 127Q-1,5Q^2. RMg = 27 - 3 Q.

b. Quais são, respectivamente, o nível de produção e o preço capazes de maximizar o lucro

da empresa? Qual é o lucro da empresa?

A produção que maximiza o lucro do monopolista é dada pelo ponto em que a receita marginal é igual ao custo marginal. O custo marginal é constante e igual a $10. Igualando a RMg ao CMg, podemos determinar a quantidade maximizadora de lucros: 27 – 3 Q = 10, ou Q = 5,67. Para determinar o preço que maximiza os lucros, podemos usar o valor de Q obtido acima na equação de demanda: P = 27 – (1,5)(5,67) = $18,5. A receita total é dada pela multiplicação do preço pela quantidade: RT = (18,5)(5,67) = $104,83. O lucro da empresa é igual à receita total menos o custo total; o custo total, por sua vez, é igual ao custo médio multiplicado pelo nível de produção. Dado que o custo marginal é constante, o custo variável médio é igual ao custo marginal. Ignorando a

Portanto, a receita total é $833,33, o custo total é $416,67 e o lucro é $416,67. Logo, a empresa deveria permanecer em atividade.

c. Podemos esperar que o custo marginal da M no curto prazo seja menor do que seu custo

marginal no longo prazo? Explique.

No longo prazo, a MMMT precisa substituir todos os fatores fixos.Portanto, podemos esperar que o CMgLP seja maior do que o CMgCP.

5. Um monopolista defronta-se com a curva de demanda P = 11 - Q, onde P é medido em

dólares por unidade e Q é medido em milhares de unidades. O monopolista tem um custo

médio constante de $6 por unidade.

a. Desenhe as curvas de receita média e de receita marginal e as curvas de custo médio e de

custo marginal. Quais são, respectivamente, o preço e a quantidade capazes de maximizar

os lucros do monopolista? Qual será o lucro resultante? Calcule o grau de poder de

monopólio da empresa utilizando o índice de Lerner.

Dado que a demanda (receita média) pode ser descrita como P = 11 - Q, sabemos que a função da receita marginal é RMg = 11 - 2 Q. Também sabemos que se o custo médio é constante, então, o custo marginal é constante e igual ao custo médio: CMg =

  1. Para calcular o nível de produção que maximiza os lucros, iguale a receita marginal ao custo marginal: 11 - 2 Q = 6, ou Q = 2,5. Isto é, a quantidade que maximiza os lucros é igual a 2.500 unidades. Insira essa quantidade na equação de demanda, a fim de determinar o P = 11 - 2,5 = $8,50. O lucro é igual à receita total menos o custo total, π = RT - CT = (RM)( Q) - ( CM) ( Q), ou π = (8,5)(2,5) - (6)(2,5) = 6,25, ou $6.250. O grau de poder de monopólio é dado pelo Índice de Lerner:

b. Um órgão de regulamentação governamental define um preço teto de $7 por unidade.

Quais serão, respectivamente, a quantidade produzida e o lucro da empresa? O que ocorrerá

com o grau de poder de monopólio?

Para determinar o efeito do preço teto na quantidade produzida, insira o preço teto na equação de demanda. 7 = 11 - Q, ou Q = 4.000. O monopolista optará pelo preço de $7 porque este é o preço mais elevado que ele pode cobrar, e este preço ainda é maior do que o custo marginal constante de $6,

resultando em lucro de monopólio positivo. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (7)(4.000) - (6)(4.000) = $4.000. O grau de poder de monopólio é:

c. Qual é o preço teto que possibilita o nível mais elevado de produção? Qual será este nível

de produção? Qual será o grau do poder de monopólio da empresa para este preço?

Se a autoridade reguladora definisse o preço abaixo de $6, o monopolista preferiria encerrar as atividades em vez de produzir, pois ele não conseguiria cobrir seus custos médios. Para qualquer preço acima de $6, o monopolista produziria menos do que as 5.000 unidades que seriam produzidas em um setor competitivo. Portanto, a agência reguladora deveria estabelecer um preço teto de $6, fazendo, assim, com que o monopolista se defrontasse com uma curva de demanda horizontal efetiva até o nível de produção Q = 5.000. Para assegurar um nível de produção positivo (tal que o monopolista não seja indiferente entre produzir 5.000 unidades ou encerrar as atividades), o preço teto deveria ser estabelecido em $6 + δ, onde δ é um valor pequeno. Sendo assim, 5.000 é o nível máximo de produção que a agência reguladora pode extrair do monopolista utilizando um preço teto. O grau de poder de monopólio é

6. A empresa DD, é monopolista no setor industrial de limitadores de abertura de portas.

Seu custo é C = 100 - 5Q + Q^2 , e sua demanda é P = 55 - 2Q.

a. Que preço a empresa DD deveria cobrar para maximizar lucros e qual a quantidade que

seria, então, produzida? Quais seriam, respectivamente, os lucros e o excedente do

consumidor gerados pela DD?

Com o objetivo de maximizar seus lucros, a DD deveria igualar a receita marginal ao custo marginal. Dada uma demanda de P = 55 - 2 Q, a função de receita total, PQ, é 55Q - 2 Q^2. Derivando a receita total com relação a Q, obtém-se a receita marginal: Rmg=55-4Q. Analogamente, o custo marginal é obtida derivando-se a função de custo total com relação a Q: Cmg=2Q-5. Igualando CMg e RMg, obtém-se a quantidade maximizadora de lucros, 55 - 4 Q = 2 Q - 5, ou Q = 10. Inserindo Q = 10 na equação de demanda, obtém-se o preço ótimo: P = 55 - (2)(10) = $35. O lucro é igual à receita total menos o custo total: π = (35)(10) - (100 - (5)(10) + 102) = $200. O excedente do consumidor é dado pela multiplicação de 1/2 pela quantidade maximizadora de lucros, 10, e pela diferença entre o intercepto da demanda (o preço máximo que qualquer indivíduo está disposto ao pagar) e o preço de monopólio: CS = (0,5)(10)(55 - 35) = $100.

b. Qual seria a quantidade produzida se a DD atuasse como um competidor perfeito, tendo

CMg = P? Que lucro e que excedente do consumidor seriam, respectivamente, gerados?

Sob competição perfeita, o lucro é máximo no ponto em que o preço é igual ao custo marginal (onde preço é dado pela curva de demanda): 55 - 2 Q = -5 + 2 Q, ou Q = 15. Inserindo Q = 15 na equação de demanda, obtém-se o preço:

1. A receita total de um monopólio maximizador de lucro vale:

4. Para um monopólio maximizador de lucro, o lucro sobre uma unidade vendida

  • a. P 3 x Q
  • b. P 2 x Q
  • c. (P 3 – P 0 ) x Q
  • d. (P 3 – P 0 ) x Q
  • a. (P 1 – P 0 ) x Q 2. O custo total de um monopólio maximizador de lucro vale:
  • b. P 0 x Q
  • c. P 0 x Q
  • d. P 0 x Q
  • a. P 3 x Q 3. O lucro de um monopólio maximizador de lucro vale:
  • b. P 2 x Q
  • c. (P 3 – P 0 ) x Q
  • d. (P 3 – P 0 ) x Q
  • a. P 2 – P vale:
  • b. P 2 – P
  • c. P 3 – P
  • d. P 3 – P
  • a. Receita marginal vale P 5. No nível de produção maximizador do lucro do produto:
  • b. Custo marginal vale P
  • c. Receita média vale P
  • d. Custo total médio vale P

6. Um monopolista encara a seguinte curva de demanda

Preço Quantidade Demandada

O monopolista tem um custo fixo total de $40 e custo marginal constante de $5.

No nível de produção maximizador de lucro, o custo total médio do monopolista

é:

a. $9,

b. $7,

c. $6,

d. $5,

2. Oligopólios

1. Compare as estruturas de mercado oligopólio e monopólio. Mostre as suas principais

características.

Podemos utilizar 5 fatores para caracterizar as estruturas de mercado oligopólio e monopólio: a) Quanto ao número de empresas: no monopólio existe apenas uma empresa enquanto que no oligopólio o número de empresas é pequeno. b) Quanto ao produto: no monopólio o produto não apresenta substituto próximo, no oligopólio o produto pode ser homogêneo ou diferenciado. c) Quanto ao controle das empresas sobre os preços: no monopólio a empresa tem grande poder para manter preços relativamente elevados, sobretudo quando não há intervenções restritivas do governo (leis antitruste); no oligopólio, embora dificultado pela interdependência entre as empresas, estas tendem a formar cartéis controlando preços e quotas de produção.

estejam exatamente equilibrados, tomando a produção das demais empresas como dada. Por fim, quanto maior for o número de vendedores, cada um deles se preocupará menos com seu próprio impacto sobre o preço de mercado. Ou seja, conforme o tamanho do oligopólio aumenta, a magnitude do efeito preço diminui. Quando o oligopólio se torna muito grande, o efeito preço desaparece completamente, o que significa que a decisão de produção de uma única mepresa não terá mais nenhum efeito sobre o preço de mercado. Nesse caso extremo, cada empresa seguirá o preço de mercado quando decidir a quantidade a ser produzida. Ela aumentará a produção desde que o preço seja superior ao custo marginal. Percebe-se então, que um grande oligopólio é essencialmente um grupo de empresas competitivas. Ou seja, à medida que o número de vendedores em um oligopólio aumenta, o mercado oligopolista fica cada vez mais parecido com um mercado competitivo. O preço se aproxima do customarginal e a quantidade produzida se aproxima do nível socialmente eficiente.

5. O que é dilema dos prisioneiros e o que ele tem a ver com o oligopólio?

O dilema dos prisioneiros é uma história sobre dois criminosos que foram capturados pela polícia. A polícia dispõe de provas suficientes para condená-los por um crime menor, o de porte ilegal de arma, de modo que cada um passaria um ano na cadeia. A polícia também suspeita que os dois tenham cometido um assalto a um banco juntos, mas não tem evidências concretas para condená-los por esse crime maior. Então a polícia propõe a cada um deles (separadamente) o seguinte acordo: se ambos permanecerem em silêncio (não confessando o assalto a banco), ficarão presos por 1 ano devido à acusação de porte ilegal de armas. Se um deles confessar o assalto e o outro não, o que confessou ficará livre e o outro ficará preso por 20 anos. Se ambos confessarem, os dois serão presos por 8 anos. O que acaba ocorrendo é que ambos confessam e cada um fica preso por 8 anos. (confessar é estratégia dominante para ambos). Porém, esse não é o melhor resultado para eles, se ambos tivessem permanecido em silêncio, eles teriam sido presos por apenas um ano cada um. Ao perseguirem seus interesses próprios, os dois chegam juntos a um resultado que é pior para ambos.

criminoso 1

criminoso 2

confessa não confessa

confessa (8,8) (0,20)

não

confessa (20,0) (1,1)

O jogo dos oligopolistas que tentam atingir um resultado monopolista é semelhante ao jogo dos dois criminosos no dilema dos prisioneiros. No caso de um determinado grupo de produtores de um oligopólio que após negociação determinaram a quantidade a ser produzida por todos, de maneira que o preço fique alto e consigam obter o lucro máximo. Após concordarem com níveis de produção, no entanto, cada um deve decidir se coopera, ou se ignora o acordo e produz um nível mais alto. Vamos supor que o oligopólio é formado por dois produtores (produtor 1 e 2) de água que acordaram um nível de produção de 30 galões cada um. Cada produtor tem também a possibilidade de produzir 40 galões cada um desrespeitando o acordo. Se cada um deles pensar somente nos interesses próprios, irão produzir 40 galões (estratégia dominante para ambos) cada um recebendo R$ 1600 – um resultado pior do que se tivessem mantido o acordo original de 30 galões quando teriam um resultado de R$ 1800 cada um. Esse exemplo mostra por que os oligopólios têm dificuldade para manter lucros monopolistas. O resultado do oligopólio é racional para o oligopólio como um todo, mas cada oligopolista tem um incentivo para trapacear,

produtor 1

produtor 2

40 galões 30 galões

40 galões (1600, 1600) (2000, 1500)

30 galões (1500, 2000) (1800, 1800)

6. Uma grande parte da oferta mundial de diamantes vem da Rússia e da África do Sul.

Suponhamos que o custo marginal da produção de diamantes seja constante, de R$ 1 mil por

diamante, e que a demanda por diamantes seja a descrita pela tabela a seguir:

Preço quantidade

a. Se houvessem muitos fornecedores de diamantes, quais seriam o preço e a quantidade?

P=1000 (P=RMg=CMg) e Q=

b. Se só houvesse um fornecedor de diamantes, quais seriam o preço e a quantidade?

P=7000 e Q=

c. Se a Rússia e a África do Sul formassem um cartel, quais seriam o preço e a quantidade?

Se os países dividissem o mercado por igual, quais seriam a produção e o lucro da África

do Sul? O que aconteceria com o lucro da África do Sul se ela aumentasse a sua produção

em mil unidades enquanto a Rússia se mantivesse fiel ao acordo de Cartel?

No caso de um cartel, e África e Rússia entrassem em um acordo, o P=7000 e Q=6000. Se dividissem o mercado por igual a produção da África seria Q=3000 e lucro R$ 21.000.000. Se a África aumentar a sua produção em mil unidades, Q=4000 e L=24.000.000 (desde que a Rússia mantenha o acordo de produzir Q=3000).

d. Use sua resposta da parte (c) para explicar por que os acordos de cartel frequentemente

são malsucedidos.

Existe sempre uma tensão entre a cooperação e o interesse próprio no oligopólio. Vide explicação questão 5.

7. As questões 1 a 5 são referentes às informações abaixo:

Duas lojas de ponta de estoque, Super Barato e Baratíssimo, estão interessadas

em aumentar seu mercado. Ambas estão interessadas em aumentar o tamanho

a. Aumentar a loja e o estacionamento

b. Não aumentar a loja e o estacionamento

c. Ser mais competitivo na disputa pelo mercado

d. Apresentar o contexto da discussão ao CADE

PARTE II – Testes

1. Monopólios

1. A característica que define um monopólio natural é:

a. custo marginal constante.

b. economias de escala.

c. retornos constantes de escala.

d. deseconomias de escala.

A Figura abaixo ilustra o custo e a receita de uma firma monopolista. Baseando-se nela,

responda os testes de 2 a 7.

2. A curva de demanda para uma firma de monopólio é dada pela curva:

a. A

b. B

c. C

d. D

3. A curva de custo marginal para uma firma monopolista é dada pela curva:

a. A

b. B

c. C

d. D

4. A curva de custo médio total para uma firma monopolista é dada pela curva:

a. A

b. B

c. C

d. D

5. Se a firma monopolista produz Q 3 unidades e decide reduzir a quantidade, o que acontece

com seu lucro?

a. não muda.

b. cai.

c. aumenta se o novo nível de produção for dado por Q3.

d. aumenta se o novo nível de produção for dado por Q1.

6. Se a firma monopolista quer maximizar seu lucro, deve produzir:

a. Q1.

b. Q2.

c. Q3.

d. Q4..

7. O lucro será maximizado quando o preço for de:

a. P0.

b. P1.

c. P2.

d. P3.

2. Oligopólio

1. Um oligopólio é um mercado no qual:

a. existem poucos vendedores, cada um oferecendo um produto similar ou idêntico

aos produtos oferecidos pelas demais firmas do mercado.

4. A indústria de cigarros consiste de firmas grandes que compete vigorosamente através

de propaganda direcionada a criar fantasia e imagem. Os economistas tenderiam a

caracterizar tal indústria como:

a. concorrência perfeita.

b. competição monopolística.

c. oligopólio.

d. a monopólio.

5. Em relação à tabela abaixo responda: assuma que existam duas empresas de TV digital

que maximizam lucros operando no mercado. Assuma também que elas não conseguem

entrar em acordo sobre o preço e quantidade de venda de assinaturas a serem praticados.

Quantas assinaturas serão vendidas quando este mercado atingir um equilíbrio de Nash?

a. 3,

b. 6,

c. 9,

d. 12,

As informações na tabela baixo mostram a demanda total por assinaturas de TV digital. Em um mercado pequeno. Assuma que cada empresa de TV digital pague um custo fixo de R$100,000 (por ano) e custo marginal igual a zero. Quantidade Preço (anual) 0 $ 3,000 $ 6,000 $ 80 9,000 $ 60 12,000 $ 40 15,000 $ 20 18,000 $ 0

6. Qual será o preço praticado quando este Mercado atingir o equilíbrio de Nash?

a. $

b. $

c. $

d. $

7. Enquanto um grupo, os oligopolistas atingem os maiores lucros quando eles:

a. atingem um equilíbrio de Nash.

b. produzem uma quantidade total de produto menor do que a quantidade em

equilíbrio de Nash.

c. produzem uma quantidade total de produto maior que a quantidade em equilíbrio de

Nash.

d. praticam um preço menor que o preço em equilíbrio de Nash.

8. A quantidade de equilíbrio em mercados oligopolista é:

a. maior do que em mercados monopolistas e maior do que em mercados de concorrência

perfeita.

b. maior do que em mercados monopolistas e menor do que em mercados de

concorrência perfeita.

c. menor do que em mercados monopolistas e maior do que em mercados de concorrência

perfeita.

d. menor do que em mercados monopolistas e menor do que em mercados de concorrência

perfeita.

9. O preço de equilíbrio em mercados de oligopólio é:

a. maior do que em mercados monopolistas e maior do que em mercados de concorrência

perfeita.

b. maior do que em mercados monopolistas e menor do que em mercados de concorrência

perfeita.

c. menor do que em mercados monopolistas e maior do que em mercados de

concorrência perfeita.

d. menor do que em mercados monopolistas e menor do que em mercados de concorrência

perfeita.

10. Uma característica de oligopólio é:

a. as firmas que compõe a indústria são tipicamente caracterizadas por diversas linhas de

produtos.

b. as firmas que compõe a indústria tem algum poder de mercado.

c. os produtos são vendidos por um preço que reflete seu custo marginal de produção.

d. as ações de um vendedor não tem impacto sobre a lucratividade dos outros vendedores.

  1. Quando o preço de Mercado é P 1 , a Receita total da firma maximizadora pode ser representada pela área a. P (^1) × Q 2. b. P 2 × Q 2. c. P (^3) × Q 2. d. P (^1) × Q 3.
  2. Quando o preço de Mercado é P 4 , o custo total da firma maximizadora pode ser representado pela área a. P (^4) × Q 1 b. P (^4) × Q 4 c. P (^2) × Q 4 d. Não pode ser determinada com as informações da figura.
  3. Quando o preço de Mercado é P 1 , o lucro ou perda da firma maximizadora pode ser representado pela área a. P (^1) × Q 3 ; lucro b. (P 3 – P 1 ) (^) × Q 2 ; perda c. (P 2 – P 1 ) (^) × Q 1 ; perda d. Não podemos dizer por não termos os custos fixos
  4. Quando a firma está lucrando, esses lucros podem ser representados pela área: a. P (^) × Q. b. (MC – AVC) (^) × Q. c. (P – ATC) (^) × Q. d. (P – AVC) (^) × Q.

Uma empresa monopolista apresenta as seguintes características de custo e receita. Custos Receitas Quantidade Produzida Custo total ($) Custo marginal Quantidade demandada Preço ($/unidade) Receita Total Receita Marginal 0 100 -- 0 170 -- 1 140 1 160 2 184 2 150 3 230 3 140 4 280 4 130 5 335 5 120 6 395 6 110 7 475 7 100 8 565 8 90