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inteligencia, motivação, personalidade
Tipologia: Resumos
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O que é a inteligência? Inteligência – capacidades mentais gerais (linguagem, raciocínio, percepção, memória, competências sensoriais e motoras). Inteligência = raciocínio; atingir um fim a partir de certas premissas – Descartes (1596-1650) Inteligência = raciocínio, compreensão, julgamento – Alfred Binet (Binet & Simon, 1916). Anos 20-60 (sec. XX): ser-se inteligente é ser-se culto (cultura como o conjunto dos conhecimentos, baseando-se na memória e nas aprendizagens). Teorias da inteligência:
Perspetiva Diferencial-Psicométrica: Predominante até 1960, centra-se no estudo das diferenças individuais no âmbito intelectual e na busca de instrumentos para medir essas diferenças. Assenta em três pontos básicos:
A motivação extrínseca aplica-se à noção de comportamento determinado por drives (forças/impulsos) fisiológicos e pela aprendizagem estímulo-resposta (Lemos, 1996). Na motivação extrínseca o sujeito age quase exclusivamente em vista à recompensa, seja ela qual for. Os fatores motivadores não são inerentes ao sujeito ou à tarefa, dependendo de contingências alheias ao sujeito. A motivação intrínseca aplica-se à actividade realizada como resultado de uma decisão do organismo que age, decisão que tem em consideração o objectivo do organismo e a situação (Lemos, 1996). Segundo Lemos (1996, p. 6), o conceito de motivação intrínseca chama a atenção para vários fatores: (a) as pessoas são motivadas pela curiosidade e pela novidade; (b) as pessoas precisam de sentir responsabilidade pelas suas ações; e (c) a autonomia e autodeterminação levam as pessoas a agir de formas que frequentemente ultrapassam as instruções inscritas no seu sistema nervoso pelos genes e pela aprendizagem. De acordo com Csikszentmihalyi e Nakamura (1981, citados por Lemos, 1996), a experiência de envolvimento em actividades intrinsecamente motivadas pode ser descrita com base em alguns indicadores, tais como: (1) espírito e corpo totalmente absorvidos no que se faz; (2) concentração profunda; (3) saber o que se quer fazer; (4) saber qual o nível de desempenho (se a actividade está a ser bem realizada); (5) ausência de preocupação com o insucesso ou fracasso na realização da actividade; (6) percepção de que o tempo passa rapidamente; e (7) ausência da consciência de si mesmo e das preocupações habituais. Abordagem Comportamental: Os comportamentalistas acreditam que o comportamento é determinado por contingências reforçadoras e procuram explicar a motivação através da identificação das pistas que provocam o comportamento e dos reforços que o mantêm.
Abordagem Cognitivista: As teorias cognitivistas da motivação dão ênfase ao facto de que a forma como os indivíduos pensam acerca do que lhes acontece condicionará o seu comportamento posterior. Perceção dos acontecimentos presentes como determinante do comportamento futuro: