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A análise de modos de falha e efeitos (fmea) é uma técnica sistemática de análise de riscos que examina componentes individuais para avaliar os efeitos de falhas potenciais em um determinado sistema. A fmea tem a vantagem de relacionar a falha de um equipamento específico com outros equipamentos e o sistema, permitindo a identificação de diversos modos de falha de um equipamento. Ela pode ser usada para identificação de falhas e monitoramento de equipamentos, sendo fundamental no estudo de confiabilidade de sistemas voltados para sistemas de proteção contra acidentes ou definição de configurações de projetos industriais, equipamentos ou produtos. A fmeca é uma variação da fmea que classifica os modos de falha de equipamentos pela probabilidade de falhas, severidades e criticidade da falha para o sistema.
Tipologia: Notas de aula
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Confiabilidade e Manutenção de Sistemas P o . G e al d o G u g el F l h o
A análise de modos e falhas é uma técnica de análise qualitativa e indutiva , ou seja, qualifica as falhas e define os efeitos indesejados a partir da identificação dos equipamentos, seus modos de falhas e efeitos em outros componentes e no sistema. ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (FMEA)
A FMEA tem a vantagem de relacionar a falha de um equipamento específico com outros equipamentos e sistema , possibilita a identificação dos diversos modos de falha de um equipamento permitindo que a prevenção seja mais especifica. Pode ser usada para identificação dos modos de falha e monitoramento de falhas de equipamentos, sendo fundamental no estudo de confiabilidade de sistema voltado para os sistema de proteção contra acidentes ou para definição de configuração de projetos de plantas industriais, equipamentos ou produtos. ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (FMEA)
FMEA de Projeto ou Produto: realizado após a concepção do projeto, identificando cada componente do sistema e os possíveis modos de falha associados, bem como seus efeitos no sistema em questão e no produto como um todo. FMEA de Processo: análise dos sistemas de manufatura que possam inferir sobre a qualidade e confiabilidade do produto, identificando os modos de falhas do processo e seus efeitos sobre o produto. ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (FMEA)
Uma variação do FMEA é a FMECA , conhecida como Análise de modos, falhas e criticidade que qualifica os modos de falha dos equipamentos pela probabilidade de falhas, severidades e criticidade da falha para o sistema. A maior dificuldade da FEMEA é o entendimento e definição dos modos de falha. ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (AMFE)
ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (AMFE)
Exemplo de Tabela – AMFEC ANÁLISE DE MODOS DE FALHAS E EFEITOS (AMFE)
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Análise Crítica dos Modos de Falha e Efeitos (FMECA - Failure Mode Effects & Criticality Analysis).
Níveis de severidade A classificação da severidade ocorre nas categorias (MIL, 1980; MOUBRAY,1997): Catastrófica: falhas com potencial para causar morte, ou grandes danos ao ambiente e ao sistema, ocasionando perda da função principal; Crítica: falhas com potencial para causar ferimentos graves, danos severos ao ambiente e que prejudica completamente o sistema; Marginal: falha que resulta em ferimentos leves, e danos de pequeno porte ao ambiente ou sistema, ou danos que não geram falhas funcionais; Mínimas: falhas que geram danos a segurança, ambiente e sistema, porém abaixo dos níveis máximos estabelecidos legalmente; Insignificantes: falhas cujo efeito é insuficiente para gerar um acidente, um dano ambiental ou ao sistema.
A tabela apresenta um exemplo do nível de frequência para um modo de falha.
Análise de criticidade A abordagem quantitativa consiste na obtenção de um número crítico a partir das taxas de falhas, taxa dos modos de falhas, taxas de efeitos das falhas com valores conhecidos e confiáveis, as normas MIL-STD-1629A e IEC 60812 apresentam métodos e fórmulas para utilização dessa abordagem. O método qualitativo é utilizado quando não há dados disponíveis sobre as falhas, sendo necessário classificar a criticidade de forma subjetiva pelos membros da equipe, sendo comum a adoção desta abordagem em projetos ou instalações em comissionamento, contudo conforme o sistema amadurece é recomendado a coleta de dados e a utilização de métodos quantitativos (IEC, 2006).