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Análise de Falhas em Projetos e Processos: FMEA, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

A análise de falhas em módulos de ação (fmea), um método utilizado para avaliar projetos e processos, identificar todos os possíveis modos de falha e determinar seus efeitos. O documento discute os princípios básicos da fmea, suas aplicações em projetos e processos, e fornece um exemplo de um produto e seus respectivos modos de falha, causas e efeitos.

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 31/03/2012

augusto-marques-15
augusto-marques-15 🇧🇷

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1
F.M.E.A.
F.M.E.A.
Failure
Failure Mode
Mode and
and Effect
Effect Analysis
Analysis
AN
ANÁ
ÁLISE DOS EFEITOS E
LISE DOS EFEITOS E
MODOS DE FALHAS
MODOS DE FALHAS
Necessidade cliente
Necessidade cliente
Necessidade cliente
Necessidade cliente
TecnologiaTecnologia
PRODUTO
PRODUTO
PRODUTO
PRODUTO
MercadoMercado
Planejamento do
Produto
Requisitos Gerais
Especificações Técnicas
Viabilidade
Concepções
Projeto Básico
Modelagem
Análise de Sensibilidade
Análise de Estabilidade
Otimização
Ensaios
Consolidação
Projeto
Executivo
Programação
Projeto dos Conjuntos
Projeto Componentes e Peças
Protótipos
Certificação do Projeto
Certificação da Fabricação
Criatividade
Técnica
Econômica
Financeira
T
T
É
É
C
C
N
N
I
I
C
C
A
A
S
S
D
D
E
E
A
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P
P
O
O
I
I
O
O
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Baixe Análise de Falhas em Projetos e Processos: FMEA e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Mecânica, somente na Docsity!

F.M.E.A. F.M.E.A.

Failure Mode FailureMode andand EffectEffect AnalysisAnalysis

ANÁ ANÁLISE DOS EFEITOS ELISE DOS EFEITOS E

MODOS DE FALHASMODOS DE FALHAS

Necessidade clienteNecessidade clienteNecessidade clienteNecessidade cliente

TecnologiaTecnologia PRODUTOPRODUTOPRODUTOPRODUTO

MercadoMercado

Planejamento do Produto

99 Requisitos GeraisEspecificações Técnicas

Viabilidade

Concepções

Projeto Básico

99 ModelagemAnálise de Sensibilidade 99 Análise de EstabilidadeOtimização 99 EnsaiosConsolidação

Executivo^ Projeto

99 ProgramaçãoProjeto dos Conjuntos 99 Projeto Componentes e PeçasProtótipos 99 Certificação do ProjetoCertificação da Fabricação

9 Criatividade 99 TécnicaEconômica 9 Financeira

TT ÉÉ CC NN II CC AA SS DD EE AA PP OO II OO

O que é O queé ??

É um método de avaliação de

projetos (de produtos ou

processos) usada para

identificar TODOSTODOS os possíveis

modos potenciais de falha

(internas ou externas) e

determinar o efeito de cada

uma sobre o comportamento

do sistema.

Qual origem? Qual origem?

VW alemã - Década de 50

Recuperada na década de 90 - Indústria

automobilística - Fornecedores

‰Identifica como um Processo pode falhar em atender aos requisitos críticos dos clientes;

‰Estima o risco de causas específicas com relação a estas falhas;

‰Avalia o plano de controle atual, no que diz respeito a prevenção destas falhas;

‰Prioriza as ações que devem ser tomadas para melhorar o processo.

O QUE FAZ UM FMEAO QUE FAZ UM FMEA

TIPOS DE FMEA TIPOS DE FMEA

99 FMEA de ProjetoFMEA de Projeto: para o componente ou o subconjunto do produto.

99 FMEA de ProcessoFMEA de Processo: para as várias fases do processo produtivo.

ˆˆ^ As duas anáAs duas análises são orientadas para eliminar aslises são orientadas para eliminar as causas das falhas que surgem sobre ocausas das falhas que surgem sobre o produto/serviçproduto/serviço na utilizao na utilizaçção pelo cliente e sãoão pelo cliente e são complementares entre si.complementares entre si.

FMEA DE PROJETO FMEA DE PROJETO

A FMEA de projetoFMEA de projeto analisa um projeto,

decompondo-o em partes elementares,

identificando os pontos fracos e as criticidades

que poderão influenciar na confiabilidade e/ou

segurança do produto/serviço, a fim de definir

as melhores ações corretivas/preventivas a

serem implementadas.

FMEA DE PROJETO FMEA DE PROJETO

  • Aplica- Aplicaççãoão --

A FMEA de projeto deve ser redigida para:

9 Todos os novos componentes;

9 Componentes existentes utilizados em novo emprego; 9 Componentes existentes a serem

melhorados, sejam eles de produção interna ou de fornecimento externo.

MODO DE FALHA POTENCIAL MODO DE FALHA POTENCIAL

9 Descrição da forma como uma etapa do processo ou do projeto não funciona segundo os objetivos estabelecidos;

9 Investigação da forma como o projeto e/ou processo pode errar (do ponto de vista técnico).

Como este produto ou processo pode fracassar?

EFEITO POTENCIAL DA FALHA EFEITO POTENCIAL DA FALHA

9 São as formas como os modos de falha afetam o desempenho do sistema que está sendo analisado, do ponto de vista do cliente;

9 Deve-se descrever qual a conseqüência da ocorrência da falha, seja ela percebida ou não pelo cliente;

9 Um modo de falha pode ter mais de ummais de um efeito e todostodos devem ser registrados.

Identificar possíveis causas e eliminá-las?

P/S P/S CC

Modo ou Tipo de Falha

=

CAUSAS CAUSAS

P/S P/S CC

Modo ou Tipo de Falha

==

Especificação

1)1) Parafuso de fenda, auto-atarraxante.

Bitola 2,5 mm e comprimento 19 mm.

    1. Parafuso de fenda, auto-atarraxante. Material: aço tratado Acabamento: zincado claro Bitola 2,5 mm e comprimento 19 mm Conforme DIN7972 e DIN 267 Consumo mensal previsto: 2. Prazo de reposição: 5 dias Uso: descrito no desenho de conjunto anexo.

CAUSAS CAUSAS

P/S P/S CC

Função

Modo ou Tipo de Falha

OCORRÊNCIA DETECÇÃO SEVERIDADE

=

Risco = Ocorrência x Detecç Risco = Ocorrência x Detecção x Severidadeão x Severidade

Como funciona (méComo funciona (método) ?todo)?

FORMULFORMULÁÁRIO DE FMEARIO DE FMEA

  • Parte 1- Parte 1 --

Função Modode Falha

Efeito da Falha Severidade

Causa da Falha Ocorrência

Controles Atuais do Processo DetecçãoI.P.R.

ÍNDICE DE SEVERIDADE ÍNDICE DE SEVERIDADE

9 Reflete a gravidade do efeito da falha sobre o cliente, assumindo que o tipo de falha ocorra;

9 A atribuição deste índice deve ser feita tomando por base o efeito da falha e avaliando o quanto ele pode incomodar o cliente;

9 Uma falha poderá ter tantos índices de severidade quantos forem os seus efeitos.

ÍNDICE DE SEVERIDADE ÍNDICE DE SEVERIDADE

EFEITOEFEITO CRITÉCRITÉRIORIO ÍÍNDICENDICE

Nenhum Cliente provavelmente não percebe a ocorrência de falha. Efeitos sobreproduto/processo quase não são percebidos. 11 Muito Pequeno Cliente discriminatório percebe a falha mas não dará importância. Pequenoretrabalho para não afetar o desempenho do produto e operações posteriores.^22 Pequeno A falha provocará pequena insatisfação no cliente, notada pela média dosclientes. Ligeira deterioração no desempenho do produto/sistema/processo. 33 Muito Baixo A falha é percebida pela maioria dos clientes. Pode haver necessidade deseleção das peças de retrabalho em 100% da produção.^44 Baixo O cliente experimenta alguma insatisfação. Alguns itens de conforto eutilidade do produto operáveis com nível reduzido de desempenho. 55 Moderado O cliente experimenta desconforto. Alguns itens de conforto e utilidade doproduto tornam-se inoperantes. 66 Alto Cliente insatisfeito. Produto operável mas com nível reduzido de desempenho.Uma parcela menor que 100% do produto pode ser sucateada sem seleção. 77 Muito Alto Grande insatisfação do cliente. Deterioração do produto pode levá-lo a inope-rância, mas não afeta a segurança do cliente. Pode interromper a produção.^88 Perigoso c/ Advertência

Colapso do processo. Afeta a segurança do cliente ou infringe lei provocandodanos pessoais ou a bens. A falha ocorre com advertência. 99 Perigoso s/ Advertência

Colapso do processo. Afeta a segurança do cliente ou infringe lei provocandodanos pessoais ou a bens. A falha ocorre sem advertência. 1010

ÍÍNDICE DE OCORRÊNCIANDICE DE OCORRÊNCIA

9 É uma estimativa das probabilidades

combinadas de ocorrência de uma causa de falha;

9 Deve ser estabelecido um índice de

ocorrência para cada causa de falha.

ÍÍNDICE DE OCORRÊNCIANDICE DE OCORRÊNCIA PROBABILIDADEPROBABILIDADEDE OCORRÊNCIADE OCORRÊNCIA ÍÍNDICENDICE REMOTA:REMOTA: A falha é pouco provável 11 MUITO BAIXA:MUITO BAIXA: Relativamente poucas falhas 22 BAIXA:BAIXA: Poucas falhas 33 44 MODERADA:MODERADA: Falhas Ocasionais 55 66 77 88 99 1010

OCORRÊNCIAOCORRÊNCIA (^) No. DE PEÇNo. DE PEREL. FALHA/REL. FALHA/ÇASAS Excepcional Excepcional (^) ≤ 1 : 1.500. Muitas Poucas Vezes Muitas Poucas Vezes (^) ≤ 1 : 150. Poucas VezesPoucas Vezes^ ≤^ 1 : 15.

Algumas VezesAlgumas Vezes

≤ 1 : 2. ≤ 1 : 400 ≤ 1 : 80 ALTA:ALTA: Falhas Repetidas FreqFreqüüenteente

≤ 1 : 20 ≤ 1 : 8 MUITO ALTA:MUITO ALTA: Falha Certamente Ocorrerá InevitáInevitávelvel ≤ 1 : 3 ≤ 1 : 2

ÍNDICE DE PRIORIDADE ÍNDICE DE PRIORIDADE DE RISCODE RISCO

9 É o produto das pontuações dadas aos índices

de gravidade, ocorrência e detecção;

9 As causas com IPR mais alto e com gravidade

mais elevada devem ser consideradas prioritárias;

9 Sobre elas deve ser feito um plano de ação para

o estabelecimento de providências (ações corretivas ou preventivas).

ÍNDICE DE PRIORIDADE ÍNDICE DE PRIORIDADE DE RISCODE RISCO

ÍNDICE DE SEVERIDADE ÍNDICE DE SEVERIDADE DA FALHADA FALHA VALOR DO I.P.R.VALOR DO I.P.R.

1 a 31 a 3

4 a 64 a 6

7 a 87 a 8

9 a 10 (cr9 a 10 (crííticas)ticas)

≥≥ 150150

≥≥ 120120

≥≥ 100100

≥≥ 4040 (TABELA DE INTERVENÇÃO INDICATIVA)

  1. Para cada Entrada Crítica de Produto/função (valor alto), determine como a entrada pode dar errado (Estes são os Modos de Falha)
  2. Para cada Modo de Falha associado às entradas, determine os Efeitos

Estes efeitos são os requisitos internos para a próxima etapa.

  1. Identifique as Causas potenciais de cada Modo de Falha Na maioria das vezes, haverá mais do que uma Causa para um Modo de Falha.

Etapas de Execução

Etapas de Execução

  1. Atribua classificações para os índices de Severidade, Ocorrência e Detecção
  2. Relacione os Controles Atuais para cada Causa
  3. Calcule o Índice de Prioridade de Risco
  4. Estabeleça o plano de ações (ações, responsável e prazo)
  5. Implemente as ações e recalcule os índices de Severidade, Ocorrência e Detecção
  6. Proponha ações de aperfeiçoamento

☺Desenvolve uma lista de falhas em potencial, ordenada de acordo com o índice de risco, estabelecendo assim um sistema de prioridades para melhorias do projeto e programas de desenvolvimento (histórico); ☺Provê uma referência futura para análise de problemas de campo; ☺Provê uma tabela de ações recomendadas e respectivos responsáveis pela implementação das ações que reduzam riscos de falha.

Quais as vantagens ?Quais as vantagens?

/ Exige grande esforço inicial

/ Necessita contemplar vários

pontos de vista (multifuncional)

/ No caso de produtos inovadores é

difícil estabelecer o índice de

detecção e ocorrência

Quais as limitaç Quais as limitações?ões?

Quais as limitaç Quais as limitações?ões?

/ A não priorização pode levar ao

excesso de itens;

/ Exige uma boa infra estrutura de

testes;

/ Exige histórico de campo; / Exige experiência e vontade dos

envolvidos.

Onde usar? Onde usar?

~ Identificação das falhas

críticas em cada componente,

suas causas e conseqüências;

~ Hierarquizar as falhas;

~ Análise da confiabilidade do

sistema.