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fisioterapia acadêmicos e resumos, Resumos de Neurologia

Tudo sobre fisioterapia Resp e neuro

Tipologia: Resumos

2024

Compartilhado em 03/04/2026

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Revista Ibero- Americana de Humanidades, Ciências e Educação- REASE
Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial]
ISSN - 2675 3375
46
doi.org/10.51891/rease.v1i1.10492
A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA
INFANTIL
Josefa Francielly Matos Santos
1
, Bianca Ribeiro Santos
2
, Nivia Ramos de Carvalho
3
, Camila de
Barros Santos
4
, Natalia de Jesus Santos
5
, Lucas dos Santos Gonçalves
6
, Gabriele Silva Faria
7
,
Ananda Almeida Santana Ribeiro
8
RESUMO: O presente estudo trata de uma revisão integrativa de literatura que objetiva
identificar a importância do lúdico na fisioterapia neurológica infantil. Foram incluídas
publicações brasileiras no período de 2001 a 2016. Destacando a fisioterapia no
atendimento pediátrico, que está associado ao tratamento de crianças com atrasos no
desenvolvimento ou distúrbio nos movimentos, o estudo possibilita a compreensão que
a fisioterapia, utilizando atividades lúdicas, é uma importante ferramenta, se tornando
motivadora para o paciente, cada limitação é avaliada, e através de jogos e brincadeiras,
alcançar o ganho de funcionalidade e melhor qualidade de vida para crianças e seus
familiares, divertindo, brincando e reabilitando, obtendo resultados positivos com
auxílio da atividade lúdica, destacando a importância e os efeitos positivos obtidos por
trabalhar o lúdico dentro da fisioterapia neurológica infantil.
Palavras-chave: Fisioterapia, Neurologia infantil, Lúdico.
Área Temática: Fisioterapia Aplicada a Pediatria.
ABSTRACT: The present study deals with an integrative literature review that aims
to identify the importance of playful activities in children's neurological physiotherapy.
Brazilian publications from 2001 to 2016 were included. Highlighting physiotherapy in
pediatric care, which is associated with the treatment of children with developmental
delays or movement disorders, the study makes it possible to understand that
physiotherapy using recreational activities is an important tool , becoming motivating
for the patient, each limitation is evaluated, and through games and games, achieving a
gain in functionality and a better quality of life for children and their families, having
fun, playing and rehabilitating, obtaining positive results with the aid of the ludic
activity , highlighting the importance and the positive effects obtained by working with
the ludic in children's neurological physiotherapy.
Keywords: Physiotherapy, Child Neurology, Ludic.
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UniAges, Paripiranga, Bahia.
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UniAges, Paripiranga, Bahia.
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UniAges, Paripiranga, Bahia.
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Universidade Federal de Sergipe, Itabaiana, Sergipe.
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UniAges, Paripiranga, Bahia
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UniAges, Paripiranga, Bahia
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Universidade Federal de Sergipe - UFS, Aracaju, Sergipe
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Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 46 doi.org/10.51891/rease.v1i1. A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA INFANTIL Josefa Francielly Matos Santos^1 , Bianca Ribeiro Santos^2 , Nivia Ramos de Carvalho^3 , Camila de Barros Santos^4 , Natalia de Jesus Santos^5 , Lucas dos Santos Gonçalves^6 , Gabriele Silva Faria^7 , Ananda Almeida Santana Ribeiro^8 RESUMO: O presente estudo trata de uma revisão integrativa de literatura que objetiva identificar a importância do lúdico na fisioterapia neurológica infantil. Foram incluídas publicações brasileiras no período de 2001 a 2016. Destacando a fisioterapia no atendimento pediátrico, que está associado ao tratamento de crianças com atrasos no desenvolvimento ou distúrbio nos movimentos, o estudo possibilita a compreensão que a fisioterapia, utilizando atividades lúdicas, é uma importante ferramenta, se tornando motivadora para o paciente, cada limitação é avaliada, e através de jogos e brincadeiras, alcançar o ganho de funcionalidade e melhor qualidade de vida para crianças e seus familiares, divertindo, brincando e reabilitando, obtendo resultados positivos com auxílio da atividade lúdica, destacando a importância e os efeitos positivos obtidos por trabalhar o lúdico dentro da fisioterapia neurológica infantil. Palavras-chave: Fisioterapia, Neurologia infantil, Lúdico. Área Temática: Fisioterapia Aplicada a Pediatria. ABSTRACT: The present study deals with an integrative literature review that aims to identify the importance of playful activities in children's neurological physiotherapy. Brazilian publications from 2001 to 2016 were included. Highlighting physiotherapy in pediatric care, which is associated with the treatment of children with developmental delays or movement disorders, the study makes it possible to understand that physiotherapy using recreational activities is an important tool , becoming motivating for the patient, each limitation is evaluated, and through games and games, achieving a gain in functionality and a better quality of life for children and their families, having fun, playing and rehabilitating, obtaining positive results with the aid of the ludic activity , highlighting the importance and the positive effects obtained by working with the ludic in children's neurological physiotherapy. Keywords: Physiotherapy, Child Neurology, Ludic. (^1) UniAges, Paripiranga, Bahia. (^2) UniAges, Paripiranga, Bahia. (^3) UniAges, Paripiranga, Bahia. (^4) UniAges, Paripiranga, Bahia. (^5) Universidade Federal de Sergipe, Itabaiana, Sergipe. (^6) UniAges, Paripiranga, Bahia (^7) UniAges, Paripiranga, Bahia (^8) Universidade Federal de Sergipe - UFS, Aracaju, Sergipe

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 47

INTRODUÇÃO

O lúdico é um meio de aprendizagem por meio de brincadeiras, jogos, imagens, músicas, trabalhadas de forma mais leve e com um desenvolvimento significativo. Alguns autores como Kishimoto (2008) e Santos, Ferreira (2013) abordam que o brincar deve ser uma atividade principal do cotidiano de uma criança, pois é um momento de dar a ela o poder da decisão e opinião, podendo expressar sentimentos e valores, outro fator importante é compreender a si mesmo, as pessoas, o mundo ao seu redor, podendo agir de forma prazerosa, aprendendo como expressar suas ações, de usar o corpo, os sentimentos, os movimentos e de solucionar ou criar problemas. Atualmente o lúdico vem sendo muito utilizados em todos os setores pediátricos, sendo em ambientes educacional, como nas escolas, assim como nas clínicas de saúde, para melhor entender e interagir com as crianças, trazendo melhores resultados de aprendizagem e desenvolvimento pessoal. A fisioterapia nos atendimentos pediátricos esta associada em tratamentos de crianças com atrasos no desenvolvimento ou distúrbios nos movimentos; dessa forma o atendimento consiste em avaliar, planejar e desenvolver um programa de intervenção individualizado e humano. Os atendimentos fisioterapêuticos com crianças precisa ser um ambiente alegre, com recursos musicais e visuais atraentes, permitir que o paciente se sinta a vontade no ambiente terapêutico, e se permitindo demonstrar a afetividade ao ser carinhoso, pegar no colo, conversar, acalmar e o essencial sorrir, trazendo segurança, bem-estar e confiança ao paciente. Os objetivos principais nos tratamentos fisioterapêuticos são assegurar a capacidade cognitiva e motora, se desenvolvendo de forma correta e no momento ideal, podendo ingressar essa criança nas tarefas da vida diária, contribuindo e se desenvolvendo junto com as outras crianças em sua faixa etária de idade. A associação do lúdico com a fisioterapia torna o atendimento mais prazeroso, tolerável, leve, descontraído e produtivo, facilitando a interação da criança com o fisioterapeuta. Os atendimentos fisioterapêuticos em clínicas, hospitais ou domiciliar com atividades lúdicas amenizam o dia a dia e as experiências estressantes da criança e dos familiares, transformando os sentimentos e procedimentos negativos em momentos

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 49 caráter qualitativo e natureza descritiva, a partir de publicações científicas, tais como artigos, livros, dissertações e teses, disponíveis nas bases de dados Google Acadêmico, Scientific Electronic Library Online (Scielo) e PubMed. As buscas serão realizadas com base nos descritores “Fisioterapia”, “Fisioterapia Pediátrica” e “Atividade Lúdica”. Em seguida, os artigos serão selecionados de acordo com os seguintes critérios de inclusão: i) publicações realizadas a partir de 2001; ii) publicações em português, inglês ou espanhol; e iii) publicações na íntegra. Sendo destacado aqui as informações mais relevantes disponíveis na literatura científica acerca da temática em questão. RESULTADOS E DISCUSSÃO Ao total foram encontrados 13 artigos, e após analise foram eliminados 5 por não atenderem as expectativas e não utilizar de referências bibliográficas, o estudo finalizou com a inclusão de 8 artigos, destinados, exclusivamente, para os resultados. A reabilitação neurológica infantil é visto como um desafio para a fisioterapia. Durante o tratamento são necessários diversos estímulos para que ocorra uma interação e/ou participação efetiva da criança com atividades propostas. O que exercícios forçados não trazem benefícios à terapia, pois o paciente muitas vezes demostra restrição e insatisfação para desenvolver, dificultando o tratamento, se faz necessário adotar formas de condutas especificas e direcionada a esse público, assim obtendo respostas eficaz por parte do paciente (FUJISAWA, D. S. & MANZINI, E. J., 2006). O estudo feito por Apoloni, Lima e Vieira (2013) objetiva estabelecer um modelo lúdico de intervenção no paciente com Down, buscando certificar a eficácia de um programa de exercícios em cama elástica realizado com crianças. Com isso, foi comprovado que a intervenção lúdica, constituída por atividades em cama elástica, brincar, correr, saltar, sendo desenvolvido por 12 semanas, foi capaz de proporcionar melhoras positivas de controle postural, e na promoção significativa das atividades de vida diária desses pacientes. Devido às particularidades de cada faixa etária considerada na infância, sendo que na infância o desenvolvimento normalmente acontece de forma progressiva, os serviços pediátricos e os profissionais envolvidos devem considerar as especificidades anatômicas, fisiológicas e do desenvolvimento infantil, nessa fase quando comparado aos adultos, as

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 50 crianças desenvolvem condições clinicas e necessidades distintas (POUNTNEY, 2008; SCHENKEL et al., 2013). Na fisioterapia em neuropediatra, os exercícios terapêuticos, apresentam como objetivo a melhora da coordenação motora, ADM, funcionalidade, visando otimizar desempenho da criança em participação e atividades propostas. (Bailes et al.,2010). Algumas pesquisas abordaram, também, o lúdico como coadjuvante, a inclusão da realidade virtual (RV), em pacientes com disfunções neurológicas e exercícios lúdicos criados para fins terapêuticos na fisioterapia respiratória. Também foi incluído em crianças com Paralisia Cerebral e foi observado evolução no equilíbrio estático e dinâmico, na melhora do desempenho físico e cognitivo, na motivação e diversão, o lúdico trata e diverte, mostrando muitos benefícios (SCHENKEL et al., 2013; SILVA; IWABE-MARCHESE, 2015), (SILVA e IWABE-MARCHESE, 2015). A atividade lúdica deve ser sempre, associada ao processo de reabilitação, o brincar faz parte da infância. Com isso, vincular a atividade lúdica e a terapia, melhora a relação do terapeuta com o seu paciente infantil, sendo observado a evolução no tratamento para cognição motora, sensorial e social; proporcionar a humanização durante o processo, faz o diferencial (BRUNELLO, 2001; AZEVEDO, 2007; SCHENKEL et al., 2013). Dirigir a atividade lúdica, para situações adversas, é uma oportunidade oferecida a criança, e assim oferecendo uma maior aprendizagem. (BOMTEMPO et al., 2008). Segundo Favazza e Siperstein (2016), é de grande relevância incluir os familiares na experiência do tratamento lúdico desenvolvido pelo profissional, uma vez que tenham o papel positivo durante as brincadeiras, que trabalhem o aspecto motor do paciente, influenciando de forma favorável. De acordo com Maluf (2003) brincando a criança desenvolve suas capacidades físicas, verbais e intelectuais. Quando não brinca com a criança, deixa de estimular a mesma, atrasando no processo de desenvolvimento das suas capacidades. O brincar proporciona aprendizados fundamentais para a formação dessa criança, em todas a etapas da sua vida. Com isso, é importante pontuar que o lúdico na fisioterapia é uma das mais importantes ferramentas no processo de desenvolvimento infantil, realizando avaliação fisioterapêutica,

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 52 facilitar sua compreensão a respeito do que ocorrerá e; o Brinquedo Terapêutico Capacitador de Funções Fisiológicas é utilizado para capacitar a criança para o autocuidado, de acordo com seu desenvolvimento, condições físicas e prepará-la para aceitar sua nova condição de vida. A Fisioterapia Neurológica Pediátrica tem como objetivo estimular ao máximo o desenvolvimento neuropsicomotor das crianças que possuem acometimentos por problemas neurológicos, com estímulos cognitivos e motores em ambientes terapêuticos lúdicos, assim o fisioterapeuta realiza condutas de tratamento associadas a brincadeiras. De acordo com Weinert (2011) Os estimulação sensório-motora realizada por um fisioterapeuta é capaz de potencializar o processo de neuroplasticidade e a recuperação das funções motoras comprometidas e o desenvolvimento neuropsicomotor da criança. No sistema nervoso em desenvolvimento é extremamente plástico e pode se adaptar a lesões ocorridas durante os primeiros anos de vida. Para tanto, é fundamental a estimulação apropriada para cada etapa do desenvolvimento. Dessa maneira é possível perceber que cada recurso lúdico será adaptado para cada tipo de patologia, assim se faz necessário uma avaliação bem detalhada para traçar condutas especificas para um desenvolvimento eficaz para cada tipo de paciente. São diversas as patologias associadas a pacientes com problemas neurológicos, sendo, paralisia cerebral, distrofias musculares, síndrome de Down, lesões medulares, ataxias, paralisia facial, tumores cerebrais e medulares e espinha bífida mais conhecida como mielomeningocele. Weinert (2011) aborda que o sistema nervoso é composto pelo cérebro, medula espinhal e nervos; lesões nestas estruturas podem resultar em diversos prejuízos ao movimento voluntário, como fraqueza muscular, espasticidade, incoordenação motora, dificuldades para andar, equilibrar. Criança que sofre uma lesão no sistema nervoso pode sofrer atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor, mas a estimulação adequada por meio da fisioterapia e também pelos familiares pode minimizar este atraso, e possibilitar o paciente realizar atividades do seu cotidiano, onde cada realização é uma conquista significativa e emocionante. Para isso se faz necessário a parceria entre paciente, família e terapeuta para melhores condutas de tratamento. De acordo com Vygotsky (2007) O desenvolvimento de habilidades motoras nos primeiros anos de vida constitui o alicerce para permitir que a criança controle seu corpo e

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 53 interaja com o meio ambiente, assim, realiza movimentos cada vez mais complexos fundamentais para as atividades diárias. Essa complexidade envolvida no controle motor é conduzida não apenas pela maturação do sistema nervoso central, mas também requer suporte do ambiente ou contexto em que a criança está inserida, bem como, das oportunidades para adquirir e aperfeiçoar tais habilidades. A escolha dos jogos e brincadeiras em tratamentos fisioterapêuticos precisa ser levado em consideração a partir da avaliação realizada pelo profissional, sendo inclusa a faixa etária de idade da criança, as condições funcionais e de saúde; é de suma importância conhecer a criança, analisar o que a mesma gostar de fazer, de usar para um melhor desempenho. Um exemplo de recursos utilizados para treinos respiratórios é as bolinhas em sabão, a criança treina a expiração do momento de soprar as bolas. Foi possível analisar durante os estudos de casos e as pesquisas tecnológicas por meio de artigos, que muitos achados clínicos sobre o lúdico está vinculado a meios tecnológicos, como os jogos eletrônicos, como o gameterapia, nasceu no Canadá em 2006 para foco em tratamentos emocionais e físicos, assim foi sendo adaptado, é um método que vem sendo muito utilizado nos centro de reabilitação, sendo um método que utiliza o vídeo game nas sessões, sendo que a escolha dos jogos adicionados depende muito do problema de cada paciente. O jogo tem os seguintes objetivos, como melhora no controle corporal, melhora na concentração, aumento da autoestima, alívio do estresse, estímulos neurológicos e fortalecimento muscular, além disso, tornando a sessão mais prazerosa e menos dolorosa em alguns casos. Na neuroreabilitação, o raciocínio científico para sua utilização baseia-se em alguns conceitos relevantes para a aprendizagem motora: repetição, feedback e motivação, ensina (SOARES, 2014). Nos grande parte dos hospitais hoje existem hospitais com brinquedotecas, onde crianças que são internadas passam alguns minutos do dia no ambiente com outras crianças e com profissionais e familiares para melhor adaptação da criança no ambiente. Um estudo realizado por Carvalho (2016) verificou que 97,8% dos familiares referiram melhora no estado emocional da criança ao participar das atividades oferecidas em ambientes lúdicos. Entende-se que diminuir o estresse e melhorar o bem-estar influenciam de maneira geral no

Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 55 indispensáveis para que o paciente infantil obtenha o desenvolvimento de forma pertinente, dentro do aspecto emocional, físico e cognitivo que lúdico pode promover. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APOLONI, B.F.; LIMA, F.E.B.; VIEIRA, J.L.L. Efetividade de um programa de intervenção com exercícios físicos em cama elástica no controle postural de crianças com Síndrome de Down. Rev. bras. educ. fís. Esporte, São Paulo, v. 27, n. 2, p. 217-223, 2013. Disponível em:. Acesso em: 20 maio 2016. AZEVEDO, D.M. et al. O brincar como instrumento terapêutico na visão da equipe de saúde. Ciência, cuidado e saúde, Maringá, v.6, n.3, p.335-341, 2007. Bailes, A.F.; Greve, K. & Schmitt, L.C., Changes in two children with cerebral palsy after intensive suit therapy: a case report. Pediatric Physical Therapy, 22(1):76–85, 2010 BOMTEMPO, E.; ANTUNHA, E.G., OLIVEIRA, V.B. Brincando na escola, no hospital, na rua… Rio de Janeiro: Wak, 2008. BORGES, E.P.; NASCIMENTO, M.D.S.B.; SILVA, S.M. Benefícios das atividades lúdicas na recuperação de crianças com câncer. Boletim Academia Paulista de Psicologia, São Paulo, v.2, n.2, p.211-221, 2008. Physical Therapy, 22(1):76–85, 2010. BRUNELLO, M.I.B. Ser lúdico: promovendo a qualidade de vida na infância com deficiência 2001. Tese (Doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano) - Instituto de psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001. CARVALHO, M.C., A importância do brincar na construção de conhecimento de crianças na pré-escola. Universidade Fernando Pessoa, Porto, 2016. CINTRA, S.M.P.; SILVA, C.V., RIBEIRO, C.A. O ensino do brinquedo/brinquedo terapêutico nos cursos de Graduação em Enfermagem no Estado de São Paulo. Rev. Bras. Enferm, Brasília, n. 59, p. 497-501, jul./ago. 2006. Acesso em:16 dezembro 2022. FAVAZZA, P.C.; SIPERSTEIN, G.N. Motor skill acquisition for young children with disabilities In: REICHOW, B. (Ed.). Handbook of Early Childhood Special Education. Springer, Cham, 2016. FUJISAWA, D. S.; MANZINI, E. J. Formação acadêmica do fisioterapeuta: a utilização das atividades lúdicas nos atendimentos de crianças. Rev. bras. educ. espec., Marília , v. 12, n. 1, Apr. 2006. Available from. access on 27 Aug. 2013. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-

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Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v.1.n.01. jun. 2023 - [Edição Especial] 56 SILVA, R.R.; IWABE-MARCHESE, C. Uso da realidade virtual na reabilitação motora de uma criança com paralisia cerebral atáxica: estudo de caso. Fisioterapia e pesquisa, São Paulo, v.22, n.1, p.97-102, 2015. SCHENKEL, I.C.; et al. Brinquedo terapêutico como coadjuvante fisioterapêutico de crianças com afecções respiratórias. Revista Psicologia: teoria e prática, São Paulo, v.15, n.1, p.130-144, 2013. SOARES, M.D. Wii reabilitação e fisioterapia neurológica: uma revisão sistemática. Rev. Neurocienc., v. 23, n. 1, p. 81-88, 2014. SOUZA, Vera Vieira de. O brincar e a comunicação alternativa ampliada. In: NUNES, Leila Regina d’Oliveira de Paula; PELOSI, Miryan Bonadiu; WALTER, Cátia Crivelenti de Figueiredo. (Orgs.). Compartilhando experiências: ampliando a comunicação alternativa. Marília: ABPEE, 2011. REIS, et al. O uso do lúdico e do simbólico na Paralisia Cerebral. Rev. Saúde. Com., Jequié- Ba, n. 3, p. 10-18, 2007. Acesso em: 16 dezembro 2022. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: a formação dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. WEINERT, L.C; BELLANI. Fisioterapia em Neuropediatria. Curitiba: Omnipax, 2011.