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Forjamento Cálculos., Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Mecânica

Conceitos Básicos do Processo de Forjamento Controle de Parâmetros no Processo de Forjamento

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 19/10/2019

alisson-silveira
alisson-silveira 🇧🇷

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Parâmetros Envolvidos nos Cálculos de Forjamento:

1.2. Valores recomendados para a espessura da garganta da rebarba:

h = 0,015 ·  Ape Onde: Ape = Área da peça forjada, projetada num plano perpendicular a direção de forjamento, sem incluir a rebarba. Quando esta área for circular, pode se usar: h = 0,015 · Dpe Onde: Dpe = Diâmetro da área projetada, sem rebarba.

Ape (mm) h (mm) b/h Recalque Alargamento Ascensão  1.800 0,6 8 10 13 1.800 a 4.500 1,0 7 8 10 4.500 a 11.200 1,6 5 5,5 7 11.200 a 28.000 2,5 4 4,5 5, 28.000 a 71.000 4,0 3 3,5 4 71.000 a 180.000 6,3 2 2,5 3 180.000 a

10,0 1 2 2, As pré formas constituem a fase mais difícil e mais crítica do projeto do forjamento. Um projeto adequado garante um escoamento sem defeitos, o preenchimento total da matriz e a mínima perda de material por rebarba.

Wreb = p  a  b   Onde: p = Perímetro da rebarba; a = Largura média da rebarba; b = Espessura média da rebarba;  = Peso específico do material a ser forjado. 1.3.4- Determinação das perdas de material: 1.3.4.1 - Perdas devido ao corte na ponta superior: (Wps) Wps = 14% a 25% do peso do forjado para os aços ao carbono; Wps = 35% do peso do forjado para os aços liga.

1.3.4.2 - Perdas devido ao corte na ponta inferior: (Wpi) Wpi = 5% a 7% do peso do forjado para os aços ao carbono; Wpi = 7% a 10% do peso do forjado para os aços liga. 1.3.4.3 - Perdas devido a carepa: (Wc) Wc = 2% a 3% do peso do lingote para um único aquecimento; Wc = 1,5% a 2% para cada aquecimento subsequente. 1.3.4.4 - Perdas devido ao corte e entalhes: (Wco) (a) - Para forjamento em prensas:

10 a) - Se a peça forjada for feita por estiramento, “sem recalcamento”, as dimensões da secção transversal do lingote ou tarugo laminado deve assegurar um coeficiente de redução de 1,3 a 1,5 para blocos e de 1,1 a 1,3 para tarugos laminados. b) - Se o forjamento for feito por recalque a relação máxima entre o comprimento do lingote e seu diâmetro ou altura, deve ser: L / d = 2 a 2,5 para peças cilíndricas; L /  = 2 a 2,5 para peças quadradas ou retangulares. 1.3.5- Requisitos para selecionar um lingote:

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Procedimentos para Determinação do

Processo de Forjamento a Quente

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  1. Seqüência das Etapas de Fabricação De acordo com o tipo de forjado a ser obtido deve ser apresentadas algumas etapas de fabricação:
  • Cortes dos tarugos
  • Pré-aquecimento
  • Etapas de limpeza
  • Forjamento
  • Tratamento Térmico Posterior (quando necessário)

14 Dentre estas etapas, são encontradas etapas de conformação que devem ser definidas relacionadas segundo alguns aspectos de projeto:

  • Evitar grandes movimentações de material a forjar no interior da matriz.
  • Prever etapas de forjamento em que níveis de deformação do tarugo não resultem em tensões que levem à falha do material.
  • Buscar um número de etapas de conformação de forma que durante o processo, o tarugo não esteja a temperaturas inferiores ao limite do intervalo recomendado para o material a ser forjado.

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  1. Dimensionamento da peça Forjada A partir das dimensões da peça final, deve-se considerar alguns itens importantes para dimensionamento do forjado:

4.1 Escolha do sobremetal - Relacionado às incertezas do

projetista quanto à rigidez da máquina utilizada, à conformidade dos materiais escolhidos para a peça e matriz, bem como à fabricação dessas matrizes (dimensão e propriedades). Nas tabelas - 1 e 2 são apresentados os valores recomendados para sobremetais (s) na espessura , para casos de forjamento livre e em matrizes fechadas respectivamente, segundo ( ROSSI, pp.44,45 e 110).

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4.2 Tolerâncias Dimensionais – Devem ser previstos no projeto

do forjado considerando o desgaste acarretado nas matrizes após várias utilizações. Essas tolerâncias têm por base cada dimensão da peça final já adicionado o sobremetal, conforme especificado na tabela - 3, segundo Rossi, p 110.

19 Tolerâncias Dimensionais para o Forjado

20 Outra tolerância dimensional diz respeito à excentricidade permitida entre duas partes da matriz (Figura 1) que deve ser limitada a valores que não conduzem à existência de um momento de tombamento quando do forjamento. Estes valores podem ser observados na Tabela-4 e b para a excentricidade transversal (e1) e longitudinal (e) de acordo com as dimensões do forjado já obtidas (ROSSI, p. 114) Figura 1 – Excentricidade transversal e longitudinal para forjados