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Apresentação da função financeira
Tipologia: Notas de estudo
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COMPONENTES: JOSÉ RAMOS O. NETO LENI SANTOS BRITO MARCOS DANIEL
Finanças Classificação das fontes de recursos à disposição de uma empresa Organização da função financeira Valor, empresa e mercado de capitais Estrutura financeira da empresa Fatores que influenciam a composição da estrutura financeira de uma empresa Análise de demonstrações financeiras Índices financeiros
Principais áreas de decisão na
administração financeira de uma
empresa
Investimento
Financiamento
Utilização do lucro líquido
Algumas definições
Capital físico
Capital financeiro
Custos
Principais Objetivos da
Função Financeira
Modelo Sistêmico da Função
Financeira
Fontes de Fundos
a) EMPRÉTIMO DE CAPITAL DE TERCEIROS: É considerado como empréstimo a curto prazo e é proveniente de bancos, outras empresas e agências governamentais.
b) EMISSÃO DE TÍTULOS: Debêntures são títulos representativos de dívida geral a longo prazo, com custo fixo de juros, prevendo uma escala de resgate do valor corrigido.
FONTE DE CAPITAL PRÓPRIA:
Fontes de Fundos
FATORES QUE INFLUENCIAM A COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA
FINANCEIRA DE UMA EMPRESA
Efeito sobre o lucro líquido residual, ou seja, o lucro do acionista;
Adequação ou compatibilidade entre os prazos necessários para a geração de recursos nas aplicações e os prazos de vencimento dos financiamentos dessas aplicações;
Risco para os acionistas ou proprietários;
Facilidade de acesso disponível à empresa para que seja possível ajustar as fontes de recursos às mudanças de suas necessidades financeiras.
ANÁLISE DE
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS
A análise do objeto recorre a:
demonstrações financeiras primárias (Balanço Patrimonial e Demonstrações de Resultados),
secundárias (Demonstrações de Origens e Aplicações de recursos),
métodos de análises (horizontal e vertical) e
índices que são grandezas relativas construídas a partir dos números contidos nas demonstrações primárias.
Balanço Patrimonial: é a representação sintética dos elementos constituintes do patrimônio de empresa.
Demonstração de Resultados: utiliza-se um relatório em que a empresa indica os resultados das suas atividades num período especificado.
Demonstrações de Origens e Aplicações de Recursos:
São origens aquelas variações de saldos que representam acréscimos de recursos recebidos pela empresa, seja por fornecimento direto da sua origem, seja pela liquidação de investimentos anteriores ou, ainda, por deduções escriturais que não representam saídas de recursos.
São aplicações as variações de saldos de contas representativas de novos investimentos com os recursos obtidos.
Demonstrações Financeiras
Secundárias
Utilidade da demonstração de origens e aplicações de recursos
Indicar comportamento desproporcional entre o investimento em ativos e a evolução das vendas, tanto no passado quanto com base em projeção para o futuro;
Permitir estimativas de necessidades de recursos a fontes internas e externas, bem como um equilíbrio mais apropriado entre elas;
Examinar relações entre dividendos e lucros, ligando-se às exigências de fundos da empresa;
Apontar a proporcionalidade entre o crescimento das vendas e o financiamento dos ativos correspondentes, que resultam do volume de vendas;
As relações de adequação entre as fontes de curto e longo prazos e as aplicações de maturação correspondente.
Métodos de Análise
Análise horizontal: acompanhamento da evolução, no tempo, de um dado item de uma demonstração. Ela envolve o cálculo de porcentagens de variação de cada item considerado, entre um ano e outro, quando se trata de Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultados.
Análise vertical: refere-se a uma data ou a um período, embora deva ser mencionado o aspecto de complementaridade dos dois enfoques (horizontais e verticais).
Índices de Liquidez
Índice de liquidez corrente: relaciona, através de um quociente, os ativos e passivos de mesmo tempo (curto prazo) de vencimento, sendo uma das medidas mais utilizadas para avaliar a capacidade de uma empresa para saldar os seus compromissos em dia.
Índice de liquidez seco: A formulação deste índice corresponde a uma tentativa de sanar as deficiências do índice de liquidez corrente, excluindo do ativo circulante o item “estoques”, ou seja, o ativo de realização mais problemática dentro desta categoria.
ILS = Ativo circulante – estoque / Passivo circulante
ILI = Disponibilidade + Aplicações Temporárias / Passivo Circulante
Capital de giro: Esta relação corresponde à mesma noção subjacente ao índice de liquidez corrente, ou seja, à proporção de ativos transformáveis em dinheiro da empresa para saldar os compromissos com vencimento em curto prazo.