Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


GESSO ACARTONADO.pdf, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Civil

GESSO ACARTONADO.pdf

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 24/09/2019

jandira-6
jandira-6 🇧🇷

4.6

(7)

7 documentos

1 / 26

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Índice
1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2
2 OBJETIVO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3
3 LIMITAÇÕES DE EMPREGO DO SISTEMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3
4 EXIGÊNCIAS PARA EMPREGO DO SISTEMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4
4.1 Exigências de desempenho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4
4.1.1 Segurança estrutural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4
4.1.1.1 Comportamento mecânico da parede . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4
4.1.1.2 Interface com portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4
4.1.2 Desempenho acústico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5
4.1.3 Segurança ao fogo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5
4.2 Exigências de projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5
4.2.1 Exigências quanto à concepção das paredes de gesso acartonado . . . . . . . . .5
4.2.1.1 Especificações dos materiais e componentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5
4.2.1.2 Tipologia das paredes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6
4.2.1.3 Disposições específicas quanto às paredes de gesso acartonado
nas áreas sujeitas à ação da água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7
4.2.1.4 Forros das áreas sujeitas à ação da água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8
4.2.1.5 Disposições específicas quanto aos dispositivos de apoio para cargas
suspensas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8
4.2.2 Exigências quanto às instalações prediais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8
4.2.2.1 Exigências gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8
4.2.2.2 Exigências quanto às instalações elétricas e de comunicação . . . . . . . . . . . . . . .9
4.2.2.3 Exigências quanto às instalações de água fria e quente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .11
4.2.2.4 Exigências quanto às instalações sanitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12
4.2.2.5 Exigências quanto às instalações de gás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .13
4.2.3 Exigências quanto às esquadrias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .14
4.2.4 Exigências quanto à impermeabilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15
4.2.5 Exigências quanto aos revestimentos e pintura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15
4.2.6 Exigências quanto à estrutura do edifício . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .16
4.3 Exigências de execução e controle de recebimento . . . . . . . . . . . . .16
4.3.1 Condições para início dos serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .16
4.3.2 Exigências de execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17
4.3.3 Controle de recebimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
4.3.3.1 Aspecto da superfície . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
4.3.3.2 Planicidade da superfície . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
4.3.3.3 Prumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
5 GARANTIAS E RESPONSABILIDADES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
5.1 DA CONSTRUTORA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
5.2 DO FABRICANTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18
6 VALIDADE DESTE DOCUMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .19
7 BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .19
8 FICHA TÉCNICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
ANEXO 1: TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES
COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO Construtora . . . . . . . .21
ANEXO 2: TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES
COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO Fabricante . . . . . . . . .24
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a

Pré-visualização parcial do texto

Baixe GESSO ACARTONADO.pdf e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

Índice

  • 1 INTRODUÇÃO.
  • 2 OBJETIVO.
  • 3 LIMITAÇÕES DE EMPREGO DO SISTEMA.
  • 4 EXIGÊNCIAS PARA EMPREGO DO SISTEMA.
    • 4.1 Exigências de desempenho.
    • 4.1.1 Segurança estrutural.
    • 4.1.1.1 Comportamento mecânico da parede.
    • 4.1.1.2 Interface com portas.
    • 4.1.2 Desempenho acústico.
    • 4.1.3 Segurança ao fogo.
    • 4.2 Exigências de projeto.
    • 4.2.1 Exigências quanto à concepção das paredes de gesso acartonado.
    • 4.2.1.1 Especificações dos materiais e componentes.
    • 4.2.1.2 Tipologia das paredes. - nas áreas sujeitas à ação da água. 4.2.1.3 Disposições específicas quanto às paredes de gesso acartonado
    • 4.2.1.4 Forros das áreas sujeitas à ação da água. - suspensas. 4.2.1.5 Disposições específicas quanto aos dispositivos de apoio para cargas
    • 4.2.2 Exigências quanto às instalações prediais.
    • 4.2.2.1 Exigências gerais.
    • 4.2.2.2 Exigências quanto às instalações elétricas e de comunicação.
    • 4.2.2.3 Exigências quanto às instalações de água fria e quente.
    • 4.2.2.4 Exigências quanto às instalações sanitárias.
    • 4.2.2.5 Exigências quanto às instalações de gás.
    • 4.2.3 Exigências quanto às esquadrias.
    • 4.2.4 Exigências quanto à impermeabilização.
    • 4.2.5 Exigências quanto aos revestimentos e pintura.
    • 4.2.6 Exigências quanto à estrutura do edifício.
    • 4.3 Exigências de execução e controle de recebimento.
    • 4.3.1 Condições para início dos serviços.
    • 4.3.2 Exigências de execução.
    • 4.3.3 Controle de recebimento.
    • 4.3.3.1 Aspecto da superfície.
    • 4.3.3.2 Planicidade da superfície.
    • 4.3.3.3 Prumo.
  • 5 GARANTIAS E RESPONSABILIDADES. - 5.1 DA CONSTRUTORA. - 5.2 DO FABRICANTE.
  • 6 VALIDADE DESTE DOCUMENTO.
  • 7 BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA.
  • 8 FICHA TÉCNICA. - COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO Construtora. ANEXO 1: TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES - COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO Fabricante. ANEXO 2: TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES

REQUISITOS E CRITÉRIOS MÍNIMOS A SEREM ATENDIDOS

PARA SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO DE EDIFÍCIOS

MULTIFAMILIARES COM VEDAÇÕES VERTICAIS DE GESSO

ACARTONADO JUNTO À CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

1 INTRODUÇÃO

No Brasil, o emprego de chapas de gesso acartonado como vedação vertical não é novidade, havendo várias experiências datadas de meados da década de 70; entretanto, apenas recentemente o seu uso está sendo mais difundido entre as empresas construtoras, influenciado por diferentes fatores, dentre os quais destaca-se a oferta dos componentes no mercado nacional, motivada pela instalação de três grandes fábricas, além da abertura de mercado aos produtos importados.

No entanto, ainda que hoje os componentes estejam disponíveis em larga escala, para que seja corretamente utilizada e traga ganhos efetivos para a construção civil brasileira e para o mercado consumidor, esta tecnologia deve ser de domínio do setor , pois a introdução de tecnologias importadas, que se caracterizam como processos construtivos inovadores, deve necessariamente ser precedida de uma adaptação às condições culturais, técnicas, sociais, econômicas e políticas do país, principalmente porque, a inovação , insere-se num processo de produção complexo , com o qual os novos métodos construtivos deverão interagir coerentemente para poderem representar uma solução construtiva eficiente e eficaz.

No Brasil o processo de produção de edifícios é bastante particular, de maneira que as etapas de projeto, planejamento, organização e gestão da produção diferem muito daquelas aplicadas em países desenvolvidos. Dessa maneira, para que uma nova tecnologia venha a ter sucesso, agregando real valor ao produto edifício, deve, ou estar em sintonia com a cultura construtiva local, respeitando as suas particularidades e limitações ou possibilitar a alteração de tal cultura para que possa incorporar as exigências da nova tecnologia.

Os métodos construtivos que empregam as chapas de gesso acartonado enquadram-se nesta problemática. Diversas empresas estrangeiras, com o objetivo precípuo de venderem seus produtos, estão tomando como referência uma tecnologia desenvolvida em países cujas características culturais e tecnológicas diferem muito das do Brasil e, em algumas situações, não conseguem evitar ou até mesmo permitem que sejam suprimidos certos detalhes construtivos e componentes, comumente empregados lá fora, essenciais ao adequado desempenho da vedação, mas cujo custo elevado dificulta a utilização dessa tecnologia no Brasil.

Certamente essas atitudes, num curto espaço de tempo, poderão provocar prejuízos tanto para os fabricantes, com perdas significativas nos investimentos realizados, como para o País, que poderá ver prejudicado o atual processo de modernização do setor, e também para os agentes financeiros e usuários das edificações, que poderão ter de conviver com um produto de inadequado desempenho por muito tempo, a exemplo de outras novas tecnologias introduzidas no país, num passado não muito distante.

São diversos os aspectos importantes que devem ser amplamente conhecidos e dominados sobre essa tecnologia, muitos dos quais ainda precisam ser desenvolvidos para que produzam os benefícios que dela se esperam.

Esse desenvolvimento deverá fazer parte de uma ação conjunta do setor, mas liderado, sobretudo, pelos fabricantes de chapas e componentes, principais interessados no sucesso da tecnologia.

4 EXIGÊNCIAS PARA EMPREGO DO SISTEMA

Além das exigências contidas no presente documento, devem ser respeitadas todas as exigências e recomendações de execução dos fornecedores dos produtos relacionados às paredes de gesso acartonado, inclusive aquelas constantes das respectivas Referências Técnicas - IPT.

Para fins de garantia do produto e conforme disposto nos termos de responsabilidade do Construtor e do Fabricante (Anexos 1 e 2), somente será admitido o financiamento de edifícios com vedações verticais em gesso acartonado quando for adquirido o “ Sistema ” completo junto aos fornecedores, assim definido: “o conjunto de produtos essenciais e complementares componentes deste Sistema , tais como as chapas de gesso acartonado (“ Chapas ”), parafusos, buchas, fitas para junta, massas para junta, arremates, perfilados e demais dispositivos construtivos correlatos, produtos estes conjuntamente denominados “ Dispositivos do Sistema ”. Cabe esclarecer que as instalações (hidráulicas, sanitárias e elétricas) não integram o Sistema .”.

Ainda, deverá ser utilizada para execução dos serviços mão de obra de “Empresas Homologadas” pelo fabricante, também conforme os termos de responsabilidade do Construtor e Fabricante (Anexos 1 e 2)

4.1 Exigências de desempenho

Para que uma vedação vertical cumpra adequadamente a função para a qual é projetada e construída, a mesma deverá atender a critérios de desempenho relacionados aos seguintes requisitos:

a) segurança estrutural; b) conforto acústico; c) segurança ao fogo; d) estanqueidade (à água e ao vapor d’água); e) durabilidade e facilidade de manutenção.

Estes requisitos serão aqui apresentados e serão estabelecidas as condições de aceitação, sendo que a comprovação de tais exigências deverá ser feita mediante a apresentação de laudos técnicos emitidos pelo IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológicas) ou por outro laboratório, desde que, credenciado pelo INMETRO, para os ensaios específicos.

4.1.1 Segurança estrutural

4.1.1.1 Comportamento mecânico da parede

As paredes de gesso acartonado devem atender aos requisitos de desempenho estrutural exigidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (sem data de publicação).

4.1.1.2 Interface com portas

As portas, devidamente fixadas aos montantes, deverão resistir às seguintes solicitações:

a) dez operações de fechamento brusco de acordo com o procedimento da NBR 8054 (1983);

A aceitação será feita segundo os critérios estabelecidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (s.d.), que estabelece que após a realização do ensaio de fechamento brusco “o componente não deve apresentar quaisquer danos, tais como rupturas, fissurações, destacamentos no encontro com o marco, cisalhamento nas regiões de solidarização do marco, destacamentos em juntas entre painéis, etc.”;

b) um impacto de corpo mole de 240J aplicado no centro geométrico da folha de porta de acordo com o procedimento da NBR 8051 (1983).

A aceitação será feita segundo os critérios estabelecidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (s.d.), que estabelece que após a realização do ensaio de impacto de corpo mole “não deve haver descolamento ou arrancamento do marco, nem ruptura ou perda de estabilidade da parede. Admite-se, no contorno do marco, a ocorrência de danos localizados, tais como fissurações e estilhaçamentos”.

4.1.2 Desempenho acústico

As paredes de gesso acartonado interiores à unidade devem ter desempenho acústico igual ou superior a 39dB.

Para paredes entre unidades distintas e entre unidades e áreas comuns exige-se desempenho acústico igual ou superior a 45dB.

Esse valor poderá ser reavaliado tomando-se como parâmetro o desempenho de uma parede de blocos cerâmicos de 9 cm de espessura e revestimento de argamassa de 2 cm em ambas as faces, sendo que esse desempenho deve ser comprovado através de ensaio de campo, segundo estabelece a norma ASTM E336-97 (1998).

4.1.3 Segurança ao fogo

No que se refere à segurança ao fogo, as paredes de gesso acartonado deverão apresentar as características exigíveis pela normalização brasileira em vigor.

4.2 Exigências de projeto

4.2.1 Exigências quanto à concepção das paredes de gesso acartonado

4.2.1.1 Especificações dos materiais e componentes

a) chapas de gesso acartonado

As chapas de gesso acartonado utilizadas pelo sistema são a standard, a resistente à umidade (RU) e a resistente ao fogo (RF) e devem obedecer às especificações das normas brasileiras vigentes.

A espessura mínima admitida para as chapas de gesso acartonado é de 12,5 mm.

b) chapas cimentícias

As chapas cimentícias utilizadas pelo sistema devem ser garantidas pelo fabricante do sistema ou devem possuir Referência Técnica específica emitida pelo IPT.

A espessura mínima admitida para as chapas cimentícias é de 12,5 mm.

  • parede constituída de estrutura simples, como ilustra a Figura 1B, com montantes espaçados a cada 20 cm, dupla chapa em cada face e isolante mineral, conforme especificações do item 1.2.1.1.

Figura 1 Tipologias das paredes entre unidades e entre unidades e áreas comuns

c) paredes internas às unidades

Para as paredes internas às unidades a largura da estrutura deve ser definida em função da necessidade arquitetônica e de desempenho sendo que deve-se adotar, no mínimo, montantes e guias com 70 mm de largura e chapas de 12,5 mm de espessura.

4.2.1.3 Disposições específicas quanto às paredes de gesso acartonado nas áreas sujeitas à ação da água

a) banheiros

Não será admitida a utilização de paredes de gesso acartonado em banheiros com chuveiro sem ventilação natural direta, incluídos aí os banheiros com ventilação voltada para áreas de serviço.

Na face interna das paredes que delimitam os boxes de banheiro deverão ser empregadas chapas cimentícias. Na face externa deverá ser empregada a chapa de gesso acartonado RU.

Alternativamente, na face interna das paredes que delimitam os boxes de banheiro pode-se utilizar chapas de gesso acartonado do tipo RU, devidamente tratadas em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento. Quando empregada essa alternativa é possível o emprego da chapa standard na face externa ao banheiro.

Nas demais paredes que delimitam os banheiros (excetuando-se as paredes dos boxes) deve-se empregar chapas de gesso acartonado RU tanto nas

espaçamento 40cm

espaçamento 20cm B

A

faces internas quanto nas faces externas. Alternativamente, a chapa RU da face externa poderá ser substituída pela chapa de gesso standard quando a superfície da chapa interna receber tratamento em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento.

b) cozinhas e áreas de serviço

Nas paredes das cozinhas e áreas de serviço deve-se utilizar chapas resistentes à umidade (RU). Na face externa admite-se o uso de chapa standard, desde que os ambientes contíguos sejam áreas secas.

c) regiões adjacentes à pia da cozinha e tanque

Nas regiões adjacentes à pia da cozinha e tanque as chapas devem ser tratadas em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento.

4.2.1.4 Forros das áreas sujeitas à ação da água

Quando se optar pela utilização das chapas de gesso acartonado nos forros das áreas sujeitas à ação da água, deve-se utilizar obrigatoriamente chapas de gesso acartonado tipo RU.

4.2.1.5 Disposições específicas quanto aos dispositivos de apoio para cargas suspensas

No caso dos ambientes de cozinha e salas deverão ser previstos reforços para a fixação de armários e outras cargas suspensas, considerando-se as prescrições das Referências Técnicas relativas às paredes de gesso acartonado no que se refere ao dimensionamento de tais reforços.

Caso se utilize reforços de madeira deve-se seguir as especificações do item 1.2.1. quanto à madeira a ser utilizada.

Nos casos específicos de pias de banheiro ou de cozinha deverão ser fixadas a montantes próprios (independentes dos montantes das vedações verticais), posicionados nas guias superior e inferior.

Nos casos em que a construtora empregar algum outro sistema de fixação, a mesma deverá submeter a sua solução a ensaio prévio seguindo a normalização vigente à época quanto aos critérios de aceitação^1.

4.2.2 Exigências quanto às instalações prediais

4.2.2.1 Exigências gerais

O projeto das instalações prediais (dimensionamento e especificações) deverá respeitar as exigências da normalização técnica vigente.

Quando se fizer o uso de “shafts“, os mesmos deverão ser, obrigatoriamente, vedados horizontalmente em todos os andares, devendo-se empregar materiais resistentes ao fogo, cujo desempenho seja devidamente comprovado por meio de resultados de ensaios de resistência ao fogo.

(^1) No caso de não se ter normalização específica para as divisórias de gesso acartonado, poderão ser utilizados, alternativamente, os critérios estabelecidos pela norma NBR 11678/90 - Divisórias leves internas moduladas: verificação do comportamento sob ação de cargas provenientes de peças suspensas.

  • deve-se fixar as caixas de tomada ao próprio montante e em uma travessa entre dois montantes posicionada especificamente para este fim. A fixação deverá ser feita, sempre, em pelo menos duas faces da caixa, como ilustra a Figura 3B;

Figura 3 Tipo de fixação exigida para as caixas de interruptores e tomadas

  • as caixas de tomadas ou de interruptores de dois ambientes adjacentes NÃO devem ser locadas em posições coincidentes; isto é, as faces posteriores das caixas não podem estar em contato, devendo as mesmas estarem afastadas entre si pelo menos 10cm (medido de face a face) (Figura 4);

Figura 4 Forma de fixação de caixas de tomadas e interruptores

  • é obrigatória a colocação de protetores plásticos nos furos dos montantes, no caso de se utilizar eletrodutos corrugados flexíveis; alternativamente a esta solução, podem ser utilizados eletrodutos que possuam sua face interna lisa e, neste caso, pode-se dispensar a colocação dos protetores plásticos.

fixação

montante

A

fixação fixação emduas faces

travessa

travessa

B

10 cm mínimo

caixa de tomada ou interruptor

4.2.2.3 Exigências quanto às instalações de água fria e quente

O projeto das instalações de água fria e quente para as vedações verticais de gesso acartonado deve atender às seguintes exigências:

  • as instalações de água fria e quente devem ser posicionadas externamente à parede nos casos em que as tubulações e conexões forem rígidas, sendo obrigatória a adoção de soluções para que as mesmas não fiquem visíveis;
  • somente será permitida a colocação das instalações de água fria e quente no interior da parede quando se utilizar tubulação flexível, com desempenho e qualidade comprovados devidamente encamisada, com instalação do tipo “ponto a ponto”, em que não há conexões no interior da parede;
  • os pontos de utilização devem ser fixados em montantes ou em travessas metálicas ou travessas de madeira fixadas entre dois montantes;
  • NÃO será permitida a fixação dos pontos de utilização diretamente na chapa de gesso acartonado;
  • as frestas entre as chapas de gesso acartonado e os pontos de utilização e peças de utilização (registros) devem ser vedadas, como ilustra a Figura 5, com selante (mástique elastomérico), conforme especificações do item 1.2.1.1;

Figura 5 Vedação das frestas com selante (mástique elastomérico)

  • deve-se prever que as extremidades da tubulação nos pontos de utilização estejam ressaltadas em torno de 2 mm em relação ao revestimento final e devidamente vedadas, conforme item anterior (Figura 6).

chapa de gesso

ponto de saída de água

mástique elastomérico

  • a colocação das instalações sanitárias internamente à parede será permitida somente nos casos em que for adotada parede com dupla estrutura (Figura 8);

Figura 8 Colocação de instalações sanitárias em parede com dupla estrutura

  • os pontos de coleta de esgoto devem ser fixados em montantes ou em travessas metálicas ou travessas de madeira fixadas entre dois montantes;
  • não será permitida a fixação dos pontos de coleta diretamente na chapa de gesso acartonado;
  • todas as frestas ao redor dos pontos em que haja passagem de tubulação de esgoto através da parede deverão ser devidamente vedadas, com mástique elastomérico, conforme especificações do item 1.2.1.1.

4.2.2.5 Exigências quanto às instalações de gás

O projeto das instalações de gás para as vedações de gesso acartonado deve atender as seguintes exigências:

  • as prumadas de gás deverão, preferencialmente, ficar externas ao edifício sendo terminantemente proibido passar a tubulação de gás por “shaft” que tenha qualquer tipo de continuidade com o ambiente interno, ou continuidade ao longo de sua altura;
  • em nenhuma situação é permitido o embutimento de tubulações de gás na parede de gesso acartonado.

4.2.3 Exigências quanto às esquadrias

O projeto das esquadrias deve prever:

  • colocação obrigatória de reforços nos montantes aos quais será fixado o marco de porta , admitindo-se duas soluções (Figura 9):
    • reforço de madeira tratada, conforme especificação do item 1.2.1.1;
    • duplo montante metálico.

Figura 9 Soluções admitidas para reforço dos montantes de portas

  • quando se utilizar reforço de madeira a fixação dos marcos aos montantes poderá ser feita com parafusos ou espuma de poliuretano, sendo que, neste caso, a junta entre o marco da porta e o montante deverá estar totalmente preenchida pela espuma de poliuretano (Figura 10);

Figura 10 Soluções admitidas para fixação dos batentes de portas

  • quando se utilizar reforço com montantes metálicos duplos a fixação dos marcos aos montantes deve ser feita com espuma de poliuretano;
  • nos casos em que se empregar montantes duplos, somente admite-se a utilização de fixação através de parafuso quando se utilizar montante reforçado, com chapa de pelo menos 0,95 mm de espessura (chapa 20);

reforço de madeira

montante duplo

parafuso

espuma de poliuretano

reforço de madeira

montante duplo

Outros revestimentos deverão ser objeto de análise específica pelos técnicos da Caixa Econômica Federal, mediante comprovação através de ensaios da ade- quação do produto, durabilidade e facilidade de manutenção.

4.2.6 Exigências quanto à estrutura do edifício

O projeto da estrutura do edifício deve atender às seguintes exigências:

  • a ação do vento deverá ser verificada para edifícios acima de 12 m uma vez que as paredes de gesso acartonado não contraventam a estrutura;
  • verificação obrigatória de critérios de estabilidade global para edifícios com altura superior a 5 pavimentos, como prevê a atual NBR 6118 (ABNT, 1980). A partir da vigência da NBR 6118 revisada, a mesma deverá ser tomada como referência;
  • as deformações das lajes, após a colocação das chapas de gesso acartonado, devem ser limitadas a 1/700 do vão, com valor máximo de 1 cm;
  • a parcela lenta do maior deslocamento vertical das lajes que dão suporte a paredes de gesso acartonado, deve estar limitada a 1/250 da distância entre o ponto de deslocamento máximo e o apoio mais próximo indeslocável verticalmente. Para obtenção do campo de deslocamentos das lajes, na falta de modelos mais precisos ou de dados mais restritivos, utilizar-se de modelo elástico e linear com os seguintes parâmetros:

a) módulo de elasticidade do concreto:

b) inércia da laje igual a 50% da inércia integral da seção de concreto antes da fissuração, desprezadas as armaduras, a título de consideração da fissuração;

c) efeito da fluência do concreto através de um multiplicador 3 aplicado à parcela do deslocamento proveniente das ações permanentes e de longa duração.

  • numa mesma prumada vertical, a diferença destes deslocamentos entre dois pisos não deve exceder 1cm;
  • caso a modelagem, para obtenção dos deslocamentos, seja feita pelo méto- do dos elementos finitos ou similares, toda região de momentos solicitantes cuja grandeza exceda o momento fletor crítico de fissuração da seção, dev- erá ter suas rigidezes reduzidas para a metade (prescindindo-se neste caso do item b);
  • a memória de cálculo deverá ser apresentada.

4.3 Exigências de execução e controle de recebimento

4.3.1 Condições para início dos serviços

A colocação das chapas de gesso acartonado somente poderá ser iniciada quando:

  1. a execução da cobertura estiver concluída;
  2. as aberturas das fachadas estiverem devidamente protegidas contra a entrada de água;
  3. os revestimentos de argamassa, inclusive contrapiso, estiverem concluídos.

A construtora deverá elaborar um planejamento da produção tal que as paredes de gesso acartonado não venham a sofrer danos causados pela água, seja de chuva, acidental, de infiltração por “shafts” ou de outra origem.

A logística específica para a montagem das paredes de gesso acartonado deve ser equacionada pelo construtor, respeitando-se as características da tecnologia. O orçamento deve, portanto, contemplar tais características.

4.3.2 Exigências de execução

Os pontos de execução que obrigatoriamente devem ser cumpridos são apresentados a seguir, sendo que alguns deles já foram abordados quando da enumeração das exigências de projeto, mas, dada à sua importância para o desempenho e durabilidade das paredes, serão aqui repetidos:

  • as bases para a fixação das guias superior e inferior devem ter regularidade superficial suficiente para permitir que a guia fique totalmente em contato com a banda sonora e esta, por sua vez, em contato com a base, sem que existam frestas entre as interfaces;
  • as guias devem ser contínuas ao longo de todo o comprimento da parede, não se permitindo o corte de suas abas em nenhuma situação;
  • não é permitido rasgo contínuo na alma da guia com mais de 10 cm de comprimento;
  • o comprimento dos montantes deve ser 1 cm menor que o pé-direito, deixando-se a folga junto à guia superior;
  • é permitido fazer furos adicionais nos montantes, desde que:
    • os furos sejam centrados na alma do montante;
    • o diâmetro seja, no máximo, igual ao dos furos de usinagem do perfil;
    • o número de furos adicionais seja no máximo dois furos entre os furos de usinagem, limitando-se a, no máximo, quatro furos adicionais por montante.
  • o espaçamento entre furos nas guias, para a passagem de eletrodutos, deve ser de, no mínimo, duas vezes o diâmetro do furo e é obrigatória a colocação de dois pontos de fixação ao lado dos furos;
  • o espaçamento entre os montantes deve ser de no máximo 40 cm para todas as paredes que receberem revestimento cerâmico;
  • é obrigatória a colocação de protetor plástico nos furos dos montantes para a passagem de eletroduto corrugado flexível;
  • todas as frestas ao redor dos pontos de saída de água ou em que haja passagem de tubulação através da parede de gesso acartonado devem ser devidamente vedadas com selantes (mástique elastomérico), conforme especificações do item 1.2.1.1;
  • o montante deve ser fixado na guia superior com ponteamento e na guia inferior com parafuso. Não é permitida a fixação com parafusos nas duas extremidades;
  • deve-se deixar uma folga de 1 cm entre a chapa e a superfície horizontal tanto na parte superior quanto na parte inferior da parede;
  • as caixas de tomadas e interruptores NÃO devem ser locadas em posições coincidentes na mesma parede, em dois ambientes adjacentes e devem estar distantes entre si pelo menos 10 cm, de face a face;
  • é obrigatória a colocação de reforços (cantoneiras metálicas) nos cantos externos das paredes;
  • é obrigatório o tratamento das juntas entre as chapas de gesso acartonado com a aplicação de massa específica, fornecida pelos fabricantes das chapas, e fita de papel, respeitando-se as recomendações do fabricante do sistema;
  • quando da aplicação de revestimentos cerâmicos nas áreas sujeitas à ação da água, deve-se utilizar argamassa colante do tipo III ou pastas de resina com aplicação de rejunte polimérico.

Para a CAIXA e Construtora, o Fabricante estenderá a Garantia quanto ao desempenho do Sistema até o prazo de 11 anos, contado a partir da data da entrega do material à Construtora, para o caso de ocorrerem deficiências em diversas unidades de um mesmo empreendimento.

Para formalização de tais Garantias e esclarecimento de Responsabilidades a Construtora deverá apresentar à CAIXA o documento “TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO – Fabricante”, cujo modelo é apresentado no anexo 2 deste documento.

6 VALIDADE DESTE DOCUMENTO

Este documento é válido enquanto não forem propostas e validadas alterações significativas na tecnologia e somente serão analisadas as alterações propostas a partir de um ano da data de entrada em vigor do presente documento.

7 BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA

AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. Building codes requirements for structural concrete - ACI 318-95. In: AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. Manual of concrete practice. Detroit, Farmington Hills, 1997. v.3. 369p.

AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. Standard test method for measurement of airborne sound insulation in buildings - ASTM E336-97. Annual Book of ASTM Standards , v.04.06, p.793-801, 1998.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Chapas de gesso acartonado: especificação - PN 18:107.01-001. Rio de Janeiro, 2000.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Divisórias leves internas moduladas : verificação do comportamento sob ação de cargas provenientes de peças suspensas - NBR 11678. Rio de Janeiro, 1990.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Porta de madeira de edificação: verificação da resistência a impactos da folha – NBR 8051. Rio de Janeiro, 1983.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Porta de madeira de edificação: verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais – NBR 8054. Rio de Janeiro, 1983.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de obras de concreto armado – NBR 6118. Rio de Janeiro, 1980.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Saídas de emergência em edifícios. - NBR 9077. Rio de Janeiro, 1993.

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social. IPT/FINEP/PBQP. São Paulo.

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema Lafarge Gypsum: paredes pré–fabricadas em chapas de gesso – Referência Técnica – 005. São Paulo, 1997.

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema Placostil: paredes em chapas de gesso acartonado – Referência Técnica – 006. São Paulo, 1998.

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema de construção a seco Knauf: paredes em chapas de gesso – Referência Técnica – 012. São Paulo, 2001.

8 FICHA TÉCNICA

Responsabilidade Geral:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

DIURB - Diretoria de Desenvolvimento Urbano SUDUR - Superintendência Nacional de Desenvolvimento Urbano SUPAR - Superintendência Nacional de Parcerias GEPAD - Gerência de Normas e Padrões de Engenharia GIDUR/SP - Gerência de Filial de Desenvolvimento Urbano de São Paulo

Coordenação Técnica

Fernando Henrique Sabbatini (Escola Politécnica da USP) Magda Ramos Jardim (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Mércia Maria Semensato Bottura de Barros (Escola Politécnica da USP)

Equipe Técnica

Alexandre D. Alvico (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Antonio Papazoglo (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Cláudio José Goldstein (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Gerson A. Chaluppe (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Júlio César Sabadini de Souza (Escola Politécnica da USP) Luiz Guilherme de Matos Zigmantas (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Luiz Henrique Ceotto (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Marco Aurélio Martins de Mello Tonus (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Silmar Samis Fattori (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP)

Empresas fabricantes de gesso acartonado que participaram das discussões do conteúdo Técnico

KNAUF DO BRASIL (Omair Roberto Zorzi) LAFARGE GYPSUM (Salvador Duarte e Amedeo Salvatore) PLACO DO BRASIL (Carlos Roberto de Lucca)