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GESSO ACARTONADO.pdf
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!



















No Brasil, o emprego de chapas de gesso acartonado como vedação vertical não é novidade, havendo várias experiências datadas de meados da década de 70; entretanto, apenas recentemente o seu uso está sendo mais difundido entre as empresas construtoras, influenciado por diferentes fatores, dentre os quais destaca-se a oferta dos componentes no mercado nacional, motivada pela instalação de três grandes fábricas, além da abertura de mercado aos produtos importados.
No entanto, ainda que hoje os componentes estejam disponíveis em larga escala, para que seja corretamente utilizada e traga ganhos efetivos para a construção civil brasileira e para o mercado consumidor, esta tecnologia deve ser de domínio do setor , pois a introdução de tecnologias importadas, que se caracterizam como processos construtivos inovadores, deve necessariamente ser precedida de uma adaptação às condições culturais, técnicas, sociais, econômicas e políticas do país, principalmente porque, a inovação , insere-se num processo de produção complexo , com o qual os novos métodos construtivos deverão interagir coerentemente para poderem representar uma solução construtiva eficiente e eficaz.
No Brasil o processo de produção de edifícios é bastante particular, de maneira que as etapas de projeto, planejamento, organização e gestão da produção diferem muito daquelas aplicadas em países desenvolvidos. Dessa maneira, para que uma nova tecnologia venha a ter sucesso, agregando real valor ao produto edifício, deve, ou estar em sintonia com a cultura construtiva local, respeitando as suas particularidades e limitações ou possibilitar a alteração de tal cultura para que possa incorporar as exigências da nova tecnologia.
Os métodos construtivos que empregam as chapas de gesso acartonado enquadram-se nesta problemática. Diversas empresas estrangeiras, com o objetivo precípuo de venderem seus produtos, estão tomando como referência uma tecnologia desenvolvida em países cujas características culturais e tecnológicas diferem muito das do Brasil e, em algumas situações, não conseguem evitar ou até mesmo permitem que sejam suprimidos certos detalhes construtivos e componentes, comumente empregados lá fora, essenciais ao adequado desempenho da vedação, mas cujo custo elevado dificulta a utilização dessa tecnologia no Brasil.
Certamente essas atitudes, num curto espaço de tempo, poderão provocar prejuízos tanto para os fabricantes, com perdas significativas nos investimentos realizados, como para o País, que poderá ver prejudicado o atual processo de modernização do setor, e também para os agentes financeiros e usuários das edificações, que poderão ter de conviver com um produto de inadequado desempenho por muito tempo, a exemplo de outras novas tecnologias introduzidas no país, num passado não muito distante.
São diversos os aspectos importantes que devem ser amplamente conhecidos e dominados sobre essa tecnologia, muitos dos quais ainda precisam ser desenvolvidos para que produzam os benefícios que dela se esperam.
Esse desenvolvimento deverá fazer parte de uma ação conjunta do setor, mas liderado, sobretudo, pelos fabricantes de chapas e componentes, principais interessados no sucesso da tecnologia.
Além das exigências contidas no presente documento, devem ser respeitadas todas as exigências e recomendações de execução dos fornecedores dos produtos relacionados às paredes de gesso acartonado, inclusive aquelas constantes das respectivas Referências Técnicas - IPT.
Para fins de garantia do produto e conforme disposto nos termos de responsabilidade do Construtor e do Fabricante (Anexos 1 e 2), somente será admitido o financiamento de edifícios com vedações verticais em gesso acartonado quando for adquirido o “ Sistema ” completo junto aos fornecedores, assim definido: “o conjunto de produtos essenciais e complementares componentes deste Sistema , tais como as chapas de gesso acartonado (“ Chapas ”), parafusos, buchas, fitas para junta, massas para junta, arremates, perfilados e demais dispositivos construtivos correlatos, produtos estes conjuntamente denominados “ Dispositivos do Sistema ”. Cabe esclarecer que as instalações (hidráulicas, sanitárias e elétricas) não integram o Sistema .”.
Ainda, deverá ser utilizada para execução dos serviços mão de obra de “Empresas Homologadas” pelo fabricante, também conforme os termos de responsabilidade do Construtor e Fabricante (Anexos 1 e 2)
4.1 Exigências de desempenho
Para que uma vedação vertical cumpra adequadamente a função para a qual é projetada e construída, a mesma deverá atender a critérios de desempenho relacionados aos seguintes requisitos:
a) segurança estrutural; b) conforto acústico; c) segurança ao fogo; d) estanqueidade (à água e ao vapor d’água); e) durabilidade e facilidade de manutenção.
Estes requisitos serão aqui apresentados e serão estabelecidas as condições de aceitação, sendo que a comprovação de tais exigências deverá ser feita mediante a apresentação de laudos técnicos emitidos pelo IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológicas) ou por outro laboratório, desde que, credenciado pelo INMETRO, para os ensaios específicos.
4.1.1 Segurança estrutural
4.1.1.1 Comportamento mecânico da parede
As paredes de gesso acartonado devem atender aos requisitos de desempenho estrutural exigidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (sem data de publicação).
4.1.1.2 Interface com portas
As portas, devidamente fixadas aos montantes, deverão resistir às seguintes solicitações:
a) dez operações de fechamento brusco de acordo com o procedimento da NBR 8054 (1983);
A aceitação será feita segundo os critérios estabelecidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (s.d.), que estabelece que após a realização do ensaio de fechamento brusco “o componente não deve apresentar quaisquer danos, tais como rupturas, fissurações, destacamentos no encontro com o marco, cisalhamento nas regiões de solidarização do marco, destacamentos em juntas entre painéis, etc.”;
b) um impacto de corpo mole de 240J aplicado no centro geométrico da folha de porta de acordo com o procedimento da NBR 8051 (1983).
A aceitação será feita segundo os critérios estabelecidos pelo documento Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social – IPT (s.d.), que estabelece que após a realização do ensaio de impacto de corpo mole “não deve haver descolamento ou arrancamento do marco, nem ruptura ou perda de estabilidade da parede. Admite-se, no contorno do marco, a ocorrência de danos localizados, tais como fissurações e estilhaçamentos”.
4.1.2 Desempenho acústico
As paredes de gesso acartonado interiores à unidade devem ter desempenho acústico igual ou superior a 39dB.
Para paredes entre unidades distintas e entre unidades e áreas comuns exige-se desempenho acústico igual ou superior a 45dB.
Esse valor poderá ser reavaliado tomando-se como parâmetro o desempenho de uma parede de blocos cerâmicos de 9 cm de espessura e revestimento de argamassa de 2 cm em ambas as faces, sendo que esse desempenho deve ser comprovado através de ensaio de campo, segundo estabelece a norma ASTM E336-97 (1998).
4.1.3 Segurança ao fogo
No que se refere à segurança ao fogo, as paredes de gesso acartonado deverão apresentar as características exigíveis pela normalização brasileira em vigor.
4.2 Exigências de projeto
4.2.1 Exigências quanto à concepção das paredes de gesso acartonado
4.2.1.1 Especificações dos materiais e componentes
a) chapas de gesso acartonado
As chapas de gesso acartonado utilizadas pelo sistema são a standard, a resistente à umidade (RU) e a resistente ao fogo (RF) e devem obedecer às especificações das normas brasileiras vigentes.
A espessura mínima admitida para as chapas de gesso acartonado é de 12,5 mm.
b) chapas cimentícias
As chapas cimentícias utilizadas pelo sistema devem ser garantidas pelo fabricante do sistema ou devem possuir Referência Técnica específica emitida pelo IPT.
A espessura mínima admitida para as chapas cimentícias é de 12,5 mm.
Figura 1 Tipologias das paredes entre unidades e entre unidades e áreas comuns
c) paredes internas às unidades
Para as paredes internas às unidades a largura da estrutura deve ser definida em função da necessidade arquitetônica e de desempenho sendo que deve-se adotar, no mínimo, montantes e guias com 70 mm de largura e chapas de 12,5 mm de espessura.
4.2.1.3 Disposições específicas quanto às paredes de gesso acartonado nas áreas sujeitas à ação da água
a) banheiros
Não será admitida a utilização de paredes de gesso acartonado em banheiros com chuveiro sem ventilação natural direta, incluídos aí os banheiros com ventilação voltada para áreas de serviço.
Na face interna das paredes que delimitam os boxes de banheiro deverão ser empregadas chapas cimentícias. Na face externa deverá ser empregada a chapa de gesso acartonado RU.
Alternativamente, na face interna das paredes que delimitam os boxes de banheiro pode-se utilizar chapas de gesso acartonado do tipo RU, devidamente tratadas em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento. Quando empregada essa alternativa é possível o emprego da chapa standard na face externa ao banheiro.
Nas demais paredes que delimitam os banheiros (excetuando-se as paredes dos boxes) deve-se empregar chapas de gesso acartonado RU tanto nas
espaçamento 40cm
espaçamento 20cm B
A
faces internas quanto nas faces externas. Alternativamente, a chapa RU da face externa poderá ser substituída pela chapa de gesso standard quando a superfície da chapa interna receber tratamento em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento.
b) cozinhas e áreas de serviço
Nas paredes das cozinhas e áreas de serviço deve-se utilizar chapas resistentes à umidade (RU). Na face externa admite-se o uso de chapa standard, desde que os ambientes contíguos sejam áreas secas.
c) regiões adjacentes à pia da cozinha e tanque
Nas regiões adjacentes à pia da cozinha e tanque as chapas devem ser tratadas em toda a sua altura com uma película de impermeabilização acrílica de uso específico, fornecida e garantida pelo fornecedor do sistema, antes da aplicação do acabamento.
4.2.1.4 Forros das áreas sujeitas à ação da água
Quando se optar pela utilização das chapas de gesso acartonado nos forros das áreas sujeitas à ação da água, deve-se utilizar obrigatoriamente chapas de gesso acartonado tipo RU.
4.2.1.5 Disposições específicas quanto aos dispositivos de apoio para cargas suspensas
No caso dos ambientes de cozinha e salas deverão ser previstos reforços para a fixação de armários e outras cargas suspensas, considerando-se as prescrições das Referências Técnicas relativas às paredes de gesso acartonado no que se refere ao dimensionamento de tais reforços.
Caso se utilize reforços de madeira deve-se seguir as especificações do item 1.2.1. quanto à madeira a ser utilizada.
Nos casos específicos de pias de banheiro ou de cozinha deverão ser fixadas a montantes próprios (independentes dos montantes das vedações verticais), posicionados nas guias superior e inferior.
Nos casos em que a construtora empregar algum outro sistema de fixação, a mesma deverá submeter a sua solução a ensaio prévio seguindo a normalização vigente à época quanto aos critérios de aceitação^1.
4.2.2 Exigências quanto às instalações prediais
4.2.2.1 Exigências gerais
O projeto das instalações prediais (dimensionamento e especificações) deverá respeitar as exigências da normalização técnica vigente.
Quando se fizer o uso de “shafts“, os mesmos deverão ser, obrigatoriamente, vedados horizontalmente em todos os andares, devendo-se empregar materiais resistentes ao fogo, cujo desempenho seja devidamente comprovado por meio de resultados de ensaios de resistência ao fogo.
(^1) No caso de não se ter normalização específica para as divisórias de gesso acartonado, poderão ser utilizados, alternativamente, os critérios estabelecidos pela norma NBR 11678/90 - Divisórias leves internas moduladas: verificação do comportamento sob ação de cargas provenientes de peças suspensas.
Figura 3 Tipo de fixação exigida para as caixas de interruptores e tomadas
Figura 4 Forma de fixação de caixas de tomadas e interruptores
fixação
montante
A
fixação fixação emduas faces
travessa
travessa
B
10 cm mínimo
caixa de tomada ou interruptor
4.2.2.3 Exigências quanto às instalações de água fria e quente
O projeto das instalações de água fria e quente para as vedações verticais de gesso acartonado deve atender às seguintes exigências:
Figura 5 Vedação das frestas com selante (mástique elastomérico)
chapa de gesso
ponto de saída de água
mástique elastomérico
Figura 8 Colocação de instalações sanitárias em parede com dupla estrutura
4.2.2.5 Exigências quanto às instalações de gás
O projeto das instalações de gás para as vedações de gesso acartonado deve atender as seguintes exigências:
4.2.3 Exigências quanto às esquadrias
O projeto das esquadrias deve prever:
Figura 9 Soluções admitidas para reforço dos montantes de portas
Figura 10 Soluções admitidas para fixação dos batentes de portas
reforço de madeira
montante duplo
parafuso
espuma de poliuretano
reforço de madeira
montante duplo
Outros revestimentos deverão ser objeto de análise específica pelos técnicos da Caixa Econômica Federal, mediante comprovação através de ensaios da ade- quação do produto, durabilidade e facilidade de manutenção.
4.2.6 Exigências quanto à estrutura do edifício
O projeto da estrutura do edifício deve atender às seguintes exigências:
a) módulo de elasticidade do concreto:
b) inércia da laje igual a 50% da inércia integral da seção de concreto antes da fissuração, desprezadas as armaduras, a título de consideração da fissuração;
c) efeito da fluência do concreto através de um multiplicador 3 aplicado à parcela do deslocamento proveniente das ações permanentes e de longa duração.
4.3 Exigências de execução e controle de recebimento
4.3.1 Condições para início dos serviços
A colocação das chapas de gesso acartonado somente poderá ser iniciada quando:
A construtora deverá elaborar um planejamento da produção tal que as paredes de gesso acartonado não venham a sofrer danos causados pela água, seja de chuva, acidental, de infiltração por “shafts” ou de outra origem.
A logística específica para a montagem das paredes de gesso acartonado deve ser equacionada pelo construtor, respeitando-se as características da tecnologia. O orçamento deve, portanto, contemplar tais características.
4.3.2 Exigências de execução
Os pontos de execução que obrigatoriamente devem ser cumpridos são apresentados a seguir, sendo que alguns deles já foram abordados quando da enumeração das exigências de projeto, mas, dada à sua importância para o desempenho e durabilidade das paredes, serão aqui repetidos:
Para a CAIXA e Construtora, o Fabricante estenderá a Garantia quanto ao desempenho do Sistema até o prazo de 11 anos, contado a partir da data da entrega do material à Construtora, para o caso de ocorrerem deficiências em diversas unidades de um mesmo empreendimento.
Para formalização de tais Garantias e esclarecimento de Responsabilidades a Construtora deverá apresentar à CAIXA o documento “TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA O SISTEMA DE PAREDES COM CHAPA DE GESSO ACARTONADO – Fabricante”, cujo modelo é apresentado no anexo 2 deste documento.
6 VALIDADE DESTE DOCUMENTO
Este documento é válido enquanto não forem propostas e validadas alterações significativas na tecnologia e somente serão analisadas as alterações propostas a partir de um ano da data de entrada em vigor do presente documento.
7 BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA
AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. Building codes requirements for structural concrete - ACI 318-95. In: AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. Manual of concrete practice. Detroit, Farmington Hills, 1997. v.3. 369p.
AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. Standard test method for measurement of airborne sound insulation in buildings - ASTM E336-97. Annual Book of ASTM Standards , v.04.06, p.793-801, 1998.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Chapas de gesso acartonado: especificação - PN 18:107.01-001. Rio de Janeiro, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Divisórias leves internas moduladas : verificação do comportamento sob ação de cargas provenientes de peças suspensas - NBR 11678. Rio de Janeiro, 1990.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Porta de madeira de edificação: verificação da resistência a impactos da folha – NBR 8051. Rio de Janeiro, 1983.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Porta de madeira de edificação: verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais – NBR 8054. Rio de Janeiro, 1983.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de obras de concreto armado – NBR 6118. Rio de Janeiro, 1980.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Saídas de emergência em edifícios. - NBR 9077. Rio de Janeiro, 1993.
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social. IPT/FINEP/PBQP. São Paulo.
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema Lafarge Gypsum: paredes pré–fabricadas em chapas de gesso – Referência Técnica – 005. São Paulo, 1997.
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema Placostil: paredes em chapas de gesso acartonado – Referência Técnica – 006. São Paulo, 1998.
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Sistema de construção a seco Knauf: paredes em chapas de gesso – Referência Técnica – 012. São Paulo, 2001.
Responsabilidade Geral:
DIURB - Diretoria de Desenvolvimento Urbano SUDUR - Superintendência Nacional de Desenvolvimento Urbano SUPAR - Superintendência Nacional de Parcerias GEPAD - Gerência de Normas e Padrões de Engenharia GIDUR/SP - Gerência de Filial de Desenvolvimento Urbano de São Paulo
Coordenação Técnica
Fernando Henrique Sabbatini (Escola Politécnica da USP) Magda Ramos Jardim (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Mércia Maria Semensato Bottura de Barros (Escola Politécnica da USP)
Equipe Técnica
Alexandre D. Alvico (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Antonio Papazoglo (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Cláudio José Goldstein (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Gerson A. Chaluppe (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Júlio César Sabadini de Souza (Escola Politécnica da USP) Luiz Guilherme de Matos Zigmantas (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Luiz Henrique Ceotto (SECOVI-SP / SINDUSCON-SP) Marco Aurélio Martins de Mello Tonus (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP) Silmar Samis Fattori (Caixa Econômica Federal - GIDUR/SP)
Empresas fabricantes de gesso acartonado que participaram das discussões do conteúdo Técnico
KNAUF DO BRASIL (Omair Roberto Zorzi) LAFARGE GYPSUM (Salvador Duarte e Amedeo Salvatore) PLACO DO BRASIL (Carlos Roberto de Lucca)