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Gestação, Parto e Lactação, Notas de estudo de Medicina Veterinária

Resumo sobre a gestação, parto e lactação dos animais.

Tipologia: Notas de estudo

2021

À venda por 05/10/2024

ana-beatriz-santos-83
ana-beatriz-santos-83 🇧🇷

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Não perca as partes importantes!

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24 horas após a fêmea ser inseminada, seja por
inseminação artificial ou pelo próprio macho (monta
natural), inicia-se a divisão mitótica do zigoto.
A formação do zigoto e a divisão mitótica desse
zigoto que era uma célula apenas e começa a se
dividir formando um organismo cada vez mais
complexo e com mais células, até que ele vai se
dividindo formando um embrião com duas células e
vai continuando até chegar em um estágio
chamado: Mórula (parece uma amora).
Mórula: embrião cuja divisão acaba de ultrapassar o
estágio de 16 células
Conforme a mórula se desenvolve, é formada
uma cavidade no interior desta, que passa a se
chamar blastocisto. A zona pelúcida se rompe nessa
fase
O Blastocisto começa a ter uma aparência mais
próxima do que ele vai se tornar futuramente. O
blastocisto vai formando um aglomerado de células
dorsais e uma barreira de células com uma
cavidade no interior.
Antes do zigoto se tornar mórula e até mesmo
antes dele ser fertilizado (antes de ser um zigoto),
o gameta feminino possui na sua parede externa a
zona pelúcida é uma camada de proteção
formada principalmente por glicopeptídeos
(principalmente por ácido hialurônico), que protege
essa célula.
A zona pelúcida permanece no individuo com o
zigoto, permanece na fase de mórula e na fase de
blastocisto.
A zona pelúcida além de ser uma proteção
contra os próprios espermatozoides (os
espermatozoides tem que fazer a digestão da zona
pelúcida, quando ele tenta passar através de umas
enzimas que ele tem na cabeça, chamadas de
enzimas do acrossomo).
A zona pelúcida também serve para enganar o
sistema imunológico da mãe é uma proteção
contra o sistema imunológico. Como a zona pelúcida
foi secretada pelas próprias células da mãe e aí
uma barreira de ácido hialurônico, ela não causa
sensibilização das células do sistema imunológico, é
como se o gameta / zigoto / mórula / blastocisto
Gestação, Parto e Lactação
Mórula
Blastocisto
Zona
Pelúcida
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→ 24 horas após a fêmea ser inseminada, seja por inseminação artificial ou pelo próprio macho (monta natural), inicia-se a divisão mitótica do zigoto. ⮩ A formação do zigoto e a divisão mitótica desse zigoto que era uma célula apenas e começa a se dividir formando um organismo cada vez mais complexo e com mais células, até que ele vai se dividindo formando um embrião com duas células e vai continuando até chegar em um estágio chamado: Mórula (parece uma amora). Mórula: embrião cuja divisão acaba de ultrapassar o estágio de 16 células → Conforme a mórula se desenvolve, é formada uma cavidade no interior desta, que passa a se chamar blastocisto. A zona pelúcida se rompe nessa fase ⮩ O Blastocisto começa a ter uma aparência mais próxima do que ele vai se tornar futuramente. O blastocisto vai formando um aglomerado de células dorsais e uma barreira de células com uma cavidade no interior. → Antes do zigoto se tornar mórula e até mesmo antes dele ser fertilizado (antes de ser um zigoto), o gameta feminino possui na sua parede externa a zona pelúcida – é uma camada de proteção formada principalmente por glicopeptídeos (principalmente por ácido hialurônico), que protege essa célula. → A zona pelúcida permanece no individuo com o zigoto, permanece na fase de mórula e na fase de blastocisto. → A zona pelúcida além de ser uma proteção contra os próprios espermatozoides (os espermatozoides tem que fazer a digestão da zona pelúcida, quando ele tenta passar através de umas enzimas que ele tem na cabeça, chamadas de enzimas do acrossomo). → A zona pelúcida também serve para enganar o sistema imunológico da mãe – é uma proteção contra o sistema imunológico. Como a zona pelúcida foi secretada pelas próprias células da mãe e aí uma barreira de ácido hialurônico, ela não causa sensibilização das células do sistema imunológico, é como se o gameta / zigoto / mórula / blastocisto

Gestação, Parto e Lactação

Mórula

Blastocisto

Zona

Pelúcida

estivessem com uma capa protetora contra o sistema imunológico da fêmea – isso tudo ocorre lá na ampola da tuba uterina (região mais dilatada). O embrião até a fase do blastocisto ainda vai permanecer na tuba uterina, só depois ele vai conseguir sair da tuba uterina e ir pro corno do útero (ainda com a proteção da zona pelúcida, porque o ambiente uterino é um ambiente estranho) → O embrião em desenvolvimento permanece nas tubas uterinas 2-4 dias após a concepção, porque dá tempo da progesterona produzida pelo corpo lúteo estimula o endométrio à produção do “leite uterino” (líquido rico em carboidratos) para a nutrição do embrião / embriões Leite Uterino = glicogênio ⮩ É uma camada de glicogênio que as células do endométrio secretam como se fosse um liquido muito cheio de glicogênio. → O embrião é muito rudimentar, a placenta ainda não foi formada, a zona pelúcida acaba sendo uma barreira para as células que estão dentro conseguirem os nutrientes do meio externo – a zona pelúcida isola o indevido. ⮩ Quando o blastocisto cai dentro do endométrio, ele consegue bastante glicogênio (na superfície do endométrio) para poder se nutrir (ter energia) São células que estão em altíssima atividade, vão se multiplicando, até uma hora que elas vão se multiplicar tanto que não cabem mais na zona pelúcida – a zona pelúcida passa a ser um empecilho (como se fosse uma jaula) – aí o embrião vai destruir a zona pelúcida (vulnerável), a partir do momento que ele destrói a zona pelúcida, ele tem que ter capacidade de se associar ao endométrio e formar placenta. O embrião usa o glicogênio para se manter vivo, até que ele possa conseguir os próprios nutrientes da mãe através da placenta Ele precisa do leite uterino inicialmente, pois ele ainda não tem como formar placenta. → É feito um protocolo de super ovulação em uma fêmea, pode ser em uma vaca ou em uma égua, de altíssimo valor zootécnico (animal com uma genética de ponta, que o dono não quer que a fêmea tenha só as crias que ela mesma pode gerar) Ex: Uma égua normalmente vai ovocitar um folículo, com o protocolo de super ovulação, ela ovocita uns quatro folículos Ela vai apresentar essa ovocitação bastante numerosa, ela vai ser inseminada ou coberta por um garanhão também de altíssimo valor zootécnico, e nas tubas uterinas dessa égua vão ser formados quatro embriões, ela poderia gerar esses quatro? Não, ela poderia gerar no máximo dois, logo os outros dois seriam reabsorvidos, porém quatro receptoras (barriga de aluguel) poderiam gerar esses embriões. Essas receptoras não precisam ser de mesma raça dessa fêmea, podem ser mulas, jumentas. Tanto faz o genótipo dessas fêmeas, elas só precisam ser boas mães, precisam ter boa aptidão materna (carinhosa, que tem bastante leite, que cria bem o potro) → Então deve pegar os blastocistos que acabaram de chegar ao corno do útero dessa égua e coleta- los – TEM QUE SER NA FASE DE BLASTOCISTO INICIAL- porque ainda está com a zona pelúcida, se ele estiver em forma de blastocisto expandido (zona pelúcida rompida) não dá mais para coletar (ele não sobrevive na receptora) Forma inativa da glicose Esse sufixo quer dizer forma inativa

Qual é a proximidade parte fetal da placenta e da parte materna dela – a placenta é formada pelo epitélio do embrião e do feto posteriormente e pelo epitélio da mãe → Pode ser classificada quanto às partes materna e fetal que se relacionam em três tipos principais:

  • Placenta Epitéliocorial – epitélio do útero justaposto ao córion fetal sendo a placenta observada em éguas, porcas e ruminantes. Circulação materna e fetal estão separadas por 6 camadas celulares Contato de duas camadas de tecido epitelial, proteína grande não passa ⮩ Esse animal quando nasce, nasce sem anticorpos nenhum da mãe – esse animal não sobrevive sem o colostro (as chances do animal sobreviver são baixíssimas)
  • Placenta Endotéliocorial – epitélio uterino é digerido e córion fetal se une ao endotélio dos vasos do endométrio uterino. Circulação materna e fetal estão separadas por 5 camadas celulares. Cadelas e gatas ⮩Nesse caso tem passagem de anticorpos da mãe para o feto
    • Placenta Hemocorial – placenta de maior intimidade. Neste caso, apenas 3 camadas celulares impedem a mistura do sangue fetal com o materno. Este tipo de placenta ocorre nas primatas e roedoras ⮩Descolamento de placenta é grave O epitélio marrom – é a parte mais externa da parte fetal (parte embrionária) da placenta – parte que entra em contato com a da mãe O epitélio amarelo – é a parte materna → Quanto ao modo em que se estabelecem a união córion ao endométrio, a placenta pode ser classificada como:
    • Difusa – Éguas e Porcas: córion está aderido em qualquer local na superfície endometrial ⮩ Apresenta diversos pontos de fixação (como se fosse um velcro), não precisa se preocupar com o descolamento de certos pontos, pois os outros seguram – O sangramento é mínimo nessas espécies quando estão parindo, porque a placenta além de ser epitéliocorial (quase não tem vaso exposto) também é difusa, ou seja, é uma placenta que descola com muita facilidade
    • Cotiledonária – Ruminantes: córion destes animais possui estruturas ovais denominadas de cotilédones. Os cotilédones do córion ligam-se à carúncula uterina, dando origem ao placentoma. Os cotilédones estão dispostos espaçadamente e por toda a superfície da membrana coriônica

⮩ No endométrio da cabra e da ovelha existem estruturas chamadas carúnculas uterinas – são pontos específicos aonde a placenta se fixa ⮩ A parte materna é a carúncula uterina e a parte fetal é o cotilédone, as duas estruturas juntas formam o placentoma Para ver o placentoma completo teria que pegar o útero gestante, abrir na parede do útero, aí daria pra ver, parece um velcro → Parto Distócico – Parto que precisa de intervenção humana (não vai ocorrer naturalmente) → Parto Eutócico – Parto que ocorre naturalmente

  • Zonária – Cadelas e Gatas: estes animais também possuem vilosidades coriônicas, porém elas ficam restritas na região equatorial formando um cinturão. Um ponto de fixação só
  • Discóide – As primatas e roedores possuem este tipo de placenta. As vilosidades coriônicas ficam dispostas formando um círculo ou disco. Um ponto de fixação só A placenta está representada de vermelho → A placenta é um órgão fundamental de troca de nutrientes, de gases entre a mãe e o feto → A energia é fornecida ao feto na forma de glicose (gera energia), aminoácidos (estrutura proteica – para que ele possa formar estrutura celular dele), vitaminas hidrossolúveis B e C (para que ele possa formar a estrutura conjunta com os aminoácidos) e esteroides. O feto é capaz de produzir proteínas e vitaminas lipossolúveis (feitas pelo próprio fígado desse animal) Vitaminas lipossolúveis – A, D, E, K ⮩ Capazes de se difundir através da membrana plasmática Hormônios proteicos (insulina, glucagon) imunoglobulinas (anticorpos – proteínas grandes) não são transmitidos da mãe para o feto em qual tipo de placenta? Nas fêmeas que tem Placenta Epitéliocorial – Égua, Ruminantes e Porcas. Nas outras espécies tem passagem → Progesterona: inibe contrações uterinas, mantém a contratilidade da cérvix (fica fechada impedindo a entrada de qualquer microrganismo) e estimula a produção do “leite uterino” pelas glândulas endometriais → Vaca, cabra, cadela, gata e porca: Corpo Lúteo produz a maior parte da progesterona que mantém a gestação, apesar da placenta produzir um pouco
    • Até o fim da gestação → Égua e ovelha: a progesterona produzida pelo Corpo Lúteo é essencial à gestação dessas espécies até 50-70 dias de gestação. Após esse tempo, a placenta produz a maior parte da progesterona que irá manter a prenhez Uma égua prenha é diagnosticada com um tumor maligno no ovário, ela está com 200 dias de gestação, o ovário dela pode ser retirado? Sim, pois quem produz a progesterona é a placenta e não o corpo lúteo. Na vaca não pode ser retirado, pois o corpo lúteo produz a progesterona até o final da gestação
  • Maturidade do feto – capacidade física do animal de poder sobreviver no ambiente extrauterino, principalmente o desenvolvimento finais dos pulmões e do fígado (vai funcionar como uma grande reserva de glicogênio) do animal
  • Iniciação da lactação – produção e secreção de leite – antes mesmo do feto nascer
  • Expulsão da placenta – depois que os fetos já foram expulsos Observar se a fêmea não teve retenção de placenta no pós parto, é uma patologia muito complicada que pode levar a fêmea a óbito ou a perda reprodutiva dela – pode acontecer na vaca, égua e pequenas ruminantes (não costuma acontecer nas carnívoras e nas suínas)
  • Estabelecimento da ligação entre mãe e recém-nascido → Quem é que vai dar o gatilho inicial para o parto? A queda da progesterona, assim que a progesterona diminuir significa que a fêmea vai parir Um feto de 50kg dentro de um útero que já está apertado, pois ele cresceu bem. O útero começa a incomodar o feto, pois ali já está muito apertado, o feto já não consegue mais se esticar, não consegue ficar mais confortável – esse desconforto do feto tem que acontecer, assim que o feto se estressar (um estresse natural), ele vai liberar cortisol, a glândula adrenal vai começar a secretar cortisol → Há um aumento da secreção de cortisol pelo feto, aí a estrona nesse momento vai começar a ser mais produzida do que a progesterona pela placenta – a placenta troca violentamente a dominância do hormônio que ela estava secretando ⮩ O cortisol fetal vai estimular o desenvolvimento final do trato respiratório do feto e o deposito de glicogênio no fígado dele, aumentando sua reserva energética → Agora que a estrona está em alta concentração, ela vai estimular a produção de PGF2α pelo endométrio → A PGF2α que vai estimular as contrações do miométrio, são as contrações iniciais que começam a incomodar bastante a fêmea uns 2 dias antes do parto – são contrações leves que servem para o feto se acomodar (ajeitar – se acomodar no canal do parto) para sair → A PGF2 α que vai provocar a luteólise, nas fêmeas que o corpo lúteo foi mantido até o final da gestação, reduzindo a progesterona e o bloqueio exercido por ela na contratilidade do útero ⮩ Durante a luteólise, ocorre a secreção de relaxina na porca e na vaca. Esse hormônio permite que não ocorram contrações uterinas imediatas, permitindo o desenvolvimento final do feto → Atuando juntamente com a estrona, a relaxina estimula a distensibilidade da cérvix e o aumento da elasticidade dos ligamentos pélvicos (expansão do canal do parto) → A estrona atua como um sincronizador de contrações uterinas (contração em sincício – ocorre de forma ordenada), permitindo que todas as fibras musculares lisas do miométrio se contraiam ao mesmo tempo e mesmo ritmo. ⮩ A estrona também estimula a secreção de ocitocina (provoca contrações muito fortes) e a estrona já preparou o miométrio para ter esse tipo de contração A PGF2α é um abortivo muito conhecido que se usa nos animais de grande porte, principalmente em vacas, cabras, éguas Lutalyse – indicado para controlar a sincronização do cio, indução do aborto ou parto, entre outras situações – quebra de corpo lúteo A ocitocina, que antes era inibida pela progesterona, agora começa a ser estimulada pela estrona – A ocitocina é produzida pela neuro-hipófise
    • Úbere = conjunto de glândulas mamarias bem localizados e desenvolvidos – tem na a vaca, égua, cabra, ovelha

Estágio 1: contrações do miométrio (PGF2α) com dilatação da cérvix (relaxina) – comandado principalmente pela PGF2α – contrações leves (para colocar os fetos na posição certa) Estágio 2: expulsão do feto através do canal do parto dilatado – comandado pela ocitocina – neuro-hormônio produzido pela neuro-hipófise e hipotálamo Estágio 3: expulsão da placenta + outros anexos fetais – comandado pela ocitocina Estágios 2 e 3 ocorrem ao mesmo tempo em espécies que tem ninhadas Fêmeas polítocas – vários fetos - estagio 2 e 3 acontecem juntos Fêmeas monótocas – somente um feto – estagio 2 acontece primeiro e depois vai acontecer o estágio 3 Contrações uterinas ocorrem em intervalos de acordo com a espécie e promovem a rotação do feto, de modo que ele se apresente de maneira correta à cérvix materna

Estágio 1

→ Inquietação, sudorese (produção de suor), isolamento e/ou afastamento, anorexia (não tem fome), polipneia (aumento da frequência respiratória), muco sobre a vulva (perda do tampão mucoso cervical)

Dilatação da Cérvix

→ Ocorre inicialmente pela interação entre a estrona, relaxina e PGF2 α , se intensifica posteriormente pela pressão exercida pelo feto, que inicia o estágio 2 do parto → Quando o feto penetra a cérvix, as terminações nervosas locais são estimuladas. Por via aferente, um estímulo nervoso chega ao hipotálamo, que estimulará a hipófise anterior a produzir ocitocina → A ocitocina irá agir como um estimulante às contrações intensas do miométrio, que irão forçar mais ainda o feto para a pelve. Isso também estimula as contrações abdominais ritmadas em intervalos menores

Estágio 2

→ À medida que o feto avança pela vagina, a membrana corioalantóide ou saco amniótico (esbranquiçada nas espécies maiores e translucida nas espécies menores – reveste o feto) se rompe devido à pressão criada pelo mesmo. → O líquido liberado aqui fornece lubrificação para o canal do parto. A superfície lisa do saco amniótico desliza por esse líquido e é expelido junto com o feto, que é liberado sem ter contato com o canal do parto → O saco amniótico pode permanecer intacto, porém, é rompido pelo feto ou pela mãe após o nascimento → Nas espécies polítocas, as placentas são expelidas logo após cada feto, já nas espécies monótocas, a placenta é expelida algumas horas após o parto

Estágio 3

→ O cordão umbilical deve ser rompido se não ocorrer de maneira natural. Quando isso ocorre, os vasos umbilicais sofrem retração para que não ocorra hemorragia → A placenta já vem se separando do útero e se desfazendo durante o estágio 2 devido às contrações do miométrio, que abrem as criptas endometriais onde ocorria a(s) conexão(ões) → As contrações uterinas continuam após o parto para que o restante dos líquidos fetais e a placenta sejam expulsos e o útero involua para seu estado não-gravídico Todas as espécies, com exceção da égua, ingerem sua placenta A expulsão da placenta sofre retardo no caso de prematuridade do neonato ou de infecção no útero

O tamanho do úbere na vaca, não influencia na quantidade de leite → Vaca: Apresenta 4 glândulas mamárias individuais chamadas de quartos mamários. Os quartos mamários são unidades glandulares completamente independentes Úbere tem revestimento piloso e o teto é completamente sem pelo → A capacidade de produção não está totalmente relacionada com o tamanho já que a relação parênquima (tecido secretório) e estroma (tecido conjuntivo) variam amplamente → É o processo de preparação da glândula mamária para a produção de leite, no qual ocorre a diferenciação e multiplicação das células alveolares mamárias → O primeiro estágio consiste em diferenciação parcial enzimática e citológica das células alveolares e coincide com a pouca secreção de leite → O segundo estágio começa com a secreção copiosa de todos os componentes do leite na proximidade com o parto e permanece por diversos dias → No final da gestação, com a queda da progesterona e a presença de prolactina e glicocorticóides, ocorre a lactogênese