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Conhecido como subgrupo do zinco, o grupo IIIB é constituído pelos cátions que precipitam sob a forma de sulfetos quando tratados pelo sulfeto de hidrogênio, na presença de cloreto de amônia. São eles: Níquel, Zinco, Cobalto e Manganês.
Tipologia: Notas de estudo
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Grupo III B
Introdução:
Conhecido como subgrupo do zinco, o grupo IIIB é constituído pelos cátions que precipitam sob a forma de sulfetos quando tratados pelo sulfeto de hidrogênio, na presença de cloreto de amônia. São eles: Níquel, Zinco, Cobalto e Manganês.
A formação de complexos é característica para os íons de metais de transição deste grupo. Eles podem formar um grande número de compostos porque os metais exibem vários estados de oxidação e capacidade para formar complexos com uma ampla variedade de ligantes. Os compostos formados são coloridos e as cores geralmente resultam de transições eletrônicas nos orbitais d parcialmente preenchidos nestas espécies (SHRIVER, 2003).
Metal de relativa resistência à oxidação e à corrosão, é mais duro que o ferro e forma ligas de diversas utilizações na indústria. O átomo de níquel possui 28 elétrons e, no núcleo, o mesmo número de prótons. O níquel natural corresponde a uma mistura de cinco isótopos estáveis. Seu comportamento ferromagnético se acentua acima de 358o C e reage com lentidão aos ácidos fortes. Cristaliza em duas formas alotrópicas regulares: hexagonal e cúbica.
Uma das principais características do níquel é melhorar as propriedades da maioria dos metais e ligas a que se associa. Ao todo, mais de três mil ligas de níquel encontram aplicação industrial ou doméstica. Cerca de metade da produção do metal é utilizada em ligas com ferro. Os compostos de níquel são úteis na proteção de materiais, em forma de niquelados, e na fabricação de pólos elétricos em cubas eletrolíticas, catalisadores, esmaltes e recipientes de armazenamento dos derivados de petróleo.
Praticamente o único estado de oxidação que apresenta é 2 +.^ Reage
com ácidos não oxidantes passando para o estado de oxidação 2 +^ e liberando hidrogênio, e pode dissolver-se em bases e ácido acético.
O metal apresenta uma grande resistência à deformação plástica a frio que diminui com o aquecimento, obrigando a laminá-lo acima dos 100 °C.
O zinco é empregado na fabricação de ligas metálicas como o latão e o bronze, além de ser utilizado na produção de telhas e calhas residenciais. O zinco é, ainda, utilizado como metal de sacrifício para preservar o ferro da corrosão em algumas estruturas, na produção de pilhas secas e como pigmento em tinta de coloração branca.
moléculas importantes para o metabolismo animal, como a vitamina B 12 (cianocabalamina).
Seus estados de oxidação mais comuns são +2, +3, +4, +6 e +7, ainda que encontrados desde +1 a +7. Os compostos que apresentam manganês com estado de oxidação +7 são agentes oxidantes muito enérgicos. Nos sistemas biológicos, o cátion Mn+2^ compete frequentemente com o Mg +2. É usado em liga com o ferro nos aços e em outras ligas metálicas. Objetivos:
Na etapa 1 ao adicionar a solução de NH (^) 4Cl a solução adquiriu uma coloração marrom e ficou meio que pastosa. Quando se adicionou (NH (^) 4) (^) 2S houve uma reação instantânea com efervescência e um odor desagradável. No retido um ficou os precipitados: NiS↓, CoS↓, MnS↓, ZnS↓ a equação que representa essa reação é a seguinte:
Os sulfetos formados aqui, possuem valores de produtos de solubilidade pequenos (1,4 x 10-24^ para NiS, 3 x 10 -26^ para CoS, 1,4 x 10 -15para MnS e 1 x 10 -23^ para ZnS), portanto, favorece a formação destes sulfetos na presença da concentração de sulfeto que é adicionado.
No filtrado2 da etapa 2, continha os cloretos de manganês (MnCl2) e de zinco (ZnCl2). A equação é:
Sulfato de manganês reagindo com ácido clorídrico, produzindo cloreto de manganês (precipitado) coloração rosa e gás sulfídrico. O precipitado formado é facilmente solúvel em ácidos minerais e em acido acético
Sulfato de zinco reagindo com ácido clorídrico, produzindo cloreto de zinco (precipitado) e gás sulfídrico. O precipitado é branco e insolúvel, é insolúvel em excesso de reagente e em ácido acético, mas dissolve-se em ácidos minerais.
A solução do filtrado 2 foi aquecida afim de que pudesse evitar a perda de sulfeto de zinco e liberar o gás sulfídrico (H (^) 2S). Quando a solução esfriou adiconou-se
a ela NaOH. A equação que representa essa reação é a seguinte:
Cloreto de manganês reagindo com hidróxido de sódio, produzindo hidróxido de manganês (II) (precipitado) e cloreto de sódio. O precipitado é branco e gelatinoso, é insolúvel em excesso de reagente, oxida-se rapidamente em contato com o ar, tornando- se marrom.
Cloreto de zinco reagindo com hidróxido de sódio, produzindo hidróxido de zinco (II) (precipitado) e cloreto de sódio. O precipitado formado, hidróxido de zinco,é gelatinoso, branco é solúvel em ácidos, tem um ligeiro excesso de OH-, uma base dura, se adicionar mais NaOH o precipitado se dissolverá o hidróxido de zinco formando o hidroxicomplexo Zn(OH) 4 2-^ (tetrahidroxizincato).
Quando se filtrou a solução do filtrado 2, obteve-se o:
Retido 3: Mn(OH) 2 ↓, hidróxido de manganês (II), precipitado branco e gelatinoso.
Filtrado 3: Não houve formação de precipitados devido ao fato de algum dos reagentes está fora do prazo de validade não podendo, desse modo, reagir.
Na primeira porção da divisão do retido 2 ao adicionar ácido amílico e agitar houve a formação de uma capa azul indicando a presença do Cobalto. Já na segunda porção adicionou-se a solução de NH4Cl e NH (^) 4OH a solução adquiriu a coloração roxa
indicando a presença do Níquel.
Considerações finais:
De um modo geral, houve uma intertextualidade e coerência entre os resultados alcançados no experimento e os da literatura. Através deste experimento ficou claro as propriedades distintas que os elementos do grupo IIIB apresentam. Houve alguma alteração na ultima etapa do procedimento entre o resultado obtido e o esperado, pois algum dos reagentes não reagiu.
Foram alcançados todos os objetivos propostos inicialmente: Identificou-se os cátions, demonstrou-se as reações que aconteceram durante o experimento, analisou o comportamento distintos dos íons em relação a um dado reagente e separou-se os cátions do grupo IIIB.
Referências Bibliográficas:
[1] MAHAN, B.M. e MYERS, R.J. Química Um Curso Universitário – Editora Edgard Blücher LTDA. 1987. São Paulo – SP [2] SHRIVER, D.F.; ATKINS, P. W. Química Inorgânica. 3. ed. Trad. Maria Aparecida B. Gomes. Bookman. Porto Alegre: 2003
[3] VOGEL, A. I. ; Química Analítica Qualitativa. Editora. Mestre Jou, 1981