Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Hardware - Apostilas - Informática Part2, Notas de estudo de Informática

Apostilas de Informática sobre Hardware, as Fontes de Alimentação, Sinal Power Good, Placas Mãe, Microprocessadores, Tipos de co-processadores numéricos, Memória, Slots, Barramento, Bus.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 27/08/2013

Garoto
Garoto 🇪🇸

4.6

(121)

1 / 17

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA
DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA
Página: 18
TRACK BALL
E uma variação do mouse. Consiste em uma bola que pode ser
movimentada pelas mãos. A conexão do track ball ao computador e similar ao
do mouse.
JOYSTICK
E um acessório praticamente especifico para jogos, conectado a uma
porta especifica na multi-IO.
CANETA ÓPTICA
A caneta óptica nada mais é do que um sensor óptico, que ao ser
apontada na tela do monitor, a coincidência da varredura no ponto onde está a
caneta provoca um mapeamento da tela, e portanto, permite desenhar
diretamente na tela.
DISCOS MAGNÉTICOS
Dois importantes componentes no computador são os dispositivos de
armazenamento de massa: o disco magnético e o acionador de disco (disk
drive). Daí, na seqüência, temos outros dispositivos de armazenamento de
programas e dados manipuláveis pelo usuário os discos rígidos (winchester),
unidades de fita magnética e CD-ROM.
O floppy disk ou disco flexível é um disco de material plástico revestido
por uma camada de óxido de ferro que lhe garante receptividade de campo
magnético, tal qual numa fita cassete. Este disco é colocado e fechado dentro
de uma proteção chamada jaqueta.
DISCO DE 5 ¼
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Hardware - Apostilas - Informática Part2 e outras Notas de estudo em PDF para Informática, somente na Docsity!

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 18

TRACK BALL

E uma variação do mouse. Consiste em uma bola que pode ser movimentada pelas mãos. A conexão do track ball ao computador e similar ao do mouse.

JOYSTICK

E um acessório praticamente especifico para jogos, conectado a uma porta especifica na multi-IO.

CANETA ÓPTICA

A caneta óptica nada mais é do que um sensor óptico, que ao ser apontada na tela do monitor, a coincidência da varredura no ponto onde está a caneta provoca um mapeamento da tela, e portanto, permite desenhar diretamente na tela.

DISCOS MAGNÉTICOS

Dois importantes componentes no computador são os dispositivos de armazenamento de massa: o disco magnético e o acionador de disco (disk drive). Daí, na seqüência, temos outros dispositivos de armazenamento de programas e dados manipuláveis pelo usuário os discos rígidos (winchester), unidades de fita magnética e CD-ROM. O floppy disk ou disco flexível é um disco de material plástico revestido por uma camada de óxido de ferro que lhe garante receptividade de campo magnético, tal qual numa fita cassete. Este disco é colocado e fechado dentro de uma proteção chamada jaqueta.

DISCO DE 5 ¼

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 19

Embora o disco e a jaqueta sejam flexíveis, não devem ser dobrados e procure não vincar a jaqueta escrevendo ou deixando embaixo de objetos pesados. Por isso, antes de rotular o disco, escreva na etiqueta de identificação ou se a etiqueta estiver no disco, escreva com ponta de lápis mole ou caneta de ponta porosa. Isto porque as paredes internas do invólucro são revestidas com tecido sintético especial, que tem a função de limpar a superfície do disco, retirando a poeiras eventuais cargas estáticas. E deve permitir livre movimento do disco. Uma marca nesta parede além de dificultar o movimento do disco, pode reter mais sujeira riscar o disco, inutilizando-o. Hoje em dias os discos de 8 polegadas estão em desuso. Já estão disponíveis discos com tamanho menor, de 3½ polegadas, e de maior capacidade de armazenamento. Atualmente, estão disponíveis discos de dupla face, ou seja, as duas faces do disco podem ter informações, de capacidade de 360 Kbytes e 1,2 Mbytes, para o formato de 5¼. Para o formato de 5¼. Para o formato de 3½ , as capacidades são de 720 Kbytes e 1,44 Mbytes, todos eles formatados pelo padrão IBM-PC. A maior capacidade e conseguida com material de revestimento diferente como dióxido de cromo, e melhor uniformidade de fabricação. Os discos de 3½ polegadas são protegidos contra poeira com um tampa que se abre quando inserido no acionador.

DISCO DE 3 ½

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 21

a formatação. Se não houver formatação ou esta região do disco estiver danificada, o computador acusará erro de acesso ao disco. Uma vez identificada a formatação, e consultado o diretório. O diretório e o conjunto de dados que informa a lógica de controle que arquivos estão gravados no disco, bem como em que trilhas e setores estão localizados estes arquivos. De posse dessa localização, a cabeça de leitura e movimentada sobre a trilha correspondente e o dado gravado e lido. Durante uma gravação, o diretório informa se há espaço disponível para lógica de controle e processa a gravação, acusando erro se faltar espaço, mas e conveniente consultar o diretório para saber se ha espaço suficiente antes de gravar, pois certos processos podem destruir dados se faltar espaço no disco, como durante um descompactação de arquivo. Resumimos dessa maneira o que e um disco magnético e de que forma funciona. A partir disso, pode se saber como conservar os discos para que eles possam armazenar eficientemente os dados. Quando você compra uma caixa de discos, são impressas na caixa informações sobre cuidados básicos e necessários a se tomar no manuseio e estocagem de disco magnéticos. São instruções muito importantes e devem ser seguidas. Geralmente são estas:

Guardá-lo sempre no envelope que o acompanha depois de retirado do acionador de disco. Não dobrar Inserir o disco no acionador (drive) com cuidado Nunca tocar na superfície magnética pela abertura de acesso da cabeça de leitura escrita

Além desses cuidados básicos, deve tomar outros para que a vida útil do disquete seja aumentada. Use sempre discos de boa procedência. Custa mais caro os dados contidos em um disco do que o próprio disco. Evite escrever na etiqueta sobre o disco com caneta esferográfica. Use de preferência ponta porosa, para não vincar a jaqueta e marcar o disco. Não deixe os discos perto de aparelhos de televisão e monitores de vídeo. Evite ligar e ou desligar o computador com o disco inserido. Transitórios podem provocar correntes elétricas nas cabeças e podem apagar dados. Evite que os discos passem nas máquinas de raios X dos aeroportos. Guarde-os na inspeção manual. Motores e fios elétricos percorridos por correntes intensas geram campos magnéticos que podem apagar dados de um disco. Mantenha seus discos afastados destes equipamentos.

Saiba quando você deve, por prevenção, substituir um disco:

Inspecione visualmente a superfície do disco. Se este apresentar riscos fortes ou manchas, salve os dados em outro disco e descarte-o, pois num dado

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 22

momento pode não permitir a leitura de dados. Além do que irregularidades na superfície do disco podem danificar a cabeça. Se você notar que durante a formatação o acionador faz muito ruído, como se tentando formatar várias vezes, o disco pode estar com algum defeito na camada magnética e, embora a formatação identifique setores não utilizáveis, evite usar o disco, pois toda a camada magnética pode estar comprometida. Copie imediatamente em outro disco um disco com qualquer risco ou irregularidade na borda (região da trilha zero), sob pena de perder todo o disco se as informações contidas nestas trilhas não puder ser lida. Guarde bem os discos de programa originais, faça e mantenha guardado um back-up destes programas também, bem como os arquivos de autoexec e config para se prevenir de eventual perda. Faça e mantenha periodicamente back up’s dos dados. Se um disco está visivelmente muito usado, é bom trocá- lo por um novo. Lembre-se que os mesmos cuidados devem ser tomados para guardar discos de computador como as fitas de áudio e vídeo, que tem importantes gravações.

Com todas estas precauções você garante a integridade de seus programas e dados. A quantidade de cópias e o tempo em que ficarão guardadas dependerá da importância das informações contidas nos discos.

ACIONADORES DE DISCO FLEXÍVEL

Os acionadores de disco, ou disk-drives são componentes eletromecânicos que tem por finalidade gravar e ler informações de um disco magnético. Já que o acionador de disco, ou simplesmente drive, é um componente que depende de uma certa construção e precisão mecânica, é esta a parte de um computador que apresenta o maior número de problemas. Antes de apontar soluções, devemos conhecer um pouco do funcionamento deste dispositivo. O drive é composto basicamente de 4 elementos que realizam funções distintas: O motor que faz o disco girar, o motor que posiciona a cabeça de leitura e escrita sobre o disco, a cabeça de leitura e escrita propriamente dita e a placa de comando. Todo este conjunto está arranjado em um chassi para conferir resistência mecânica ao conjunto. O disco deve gira em torno de 300 rpm, dependendo do tipo de computador. Atualmente o motor de acionamento é do tipo direct-drive, o mesmo tipo usado em toca discos de boa qualidade. A sua velocidade é controlada eletronicamente e portanto, é preciso. Em acionadores mais antigos, é empregado um motor CC e correia de transmissão. O ajuste e a conferência da velocidade de rotação do disco é feita neste caso a partir de faixas estroboscópicas pintadas no capstan e ajustadas em 60 ou 50 Hz, funcionado sob iluminação de qualquer lâmpada fluorescente alimentado pela rede elétrica local. Quando o disco é inserido, um sensor detecta o disco e liga o motor para que quando você fechar o drive, a abertura de tração do disco tenha um

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 24

alta densidade poderá causar problemas de leitura em unidades de baixa densidade por problemas de nível de gravação. Um disco de alta densidade 5¼ pode ser diferenciado pela cor do disco. (marrom para o comum e esverdeado ou azulado para o de alta, tal como a diferença entre a fita de óxido de ferro com a de dióxido de cromo). O acionador não pode diferenciar o disco a menos que esteja formatado. Por isso, ao formatar o disco, observe as diferenças. Outra maneira e que os discos de baixa densidade tem um anel de reforço no furo de acionamento enquanto que nos de alta não. Um disco de alta densidade 3½ difere do comum pela presença de um furo a mais, além do de proteção de escrita, que serve como guia para que o acionador identifique automaticamente a capacidade do disco. Como a diferença de capacidade e apenas o dobro, discos de 3½ simples podem ser furados para enganar o acionador e formatar em alta densidade. Embora funcione, não é prática recomendável pois os dados correm riscos de serem perdido e o pó resultante do furo pode riscar o disco e danificar as cabeças.

CUIDADOS COM O ACIONADOR DE DISCO

Como pudemos verificar, o acionador de disco é um componente eletromecânico que realiza diversas operações para que seja feita um leitura ou gravação de informações. Para tanto, seu funcionamento dever ser preciso e seguro. Como todo aparelho eletromecânico, a limpeza é fundamental para seu perfeito funcionamento. A sujeira que se acumula nas partes móveis dificulta seu movimento. Sujeira nas cabeças impede gravação e reprodução eficiente dos dados. Mau trato na operação pode danificar partes móveis. Por mais limpo que seja o ambiente onde está o equipamento, a sujeira no cabeçote e inevitável. Durante um operação do drive, o disco em contato e atrito com a cabeça, libera partículas de material magnético que se acumula na cabeça como ocorre nos gravadores de fita cassete comuns. A cabeça fica com a característica coloração amarronzada e, dependendo da quantidade de material depositada, não consegue mais ler nem escrever dados no disco. A limpeza é simples. Da mesma forma que no gravador cassete, um algodão embebido com um pouco de álcool resolve o problema, mas certos cuidados devem ser tomados para o caso dos drives.

Para se ter acesso as cabeças, nos drives recentes e necessário remover placas e blindagens, e mesmo assim o acesso e dificultado. Para limpeza de rotina, adquira um disco especial de feltro e embeba o fracamente com álcool e deixe rodar no acionador por alguns segundos. O mesmo vale para os acionadores de 3½. Se a limpeza por fora não resolver, tenha segurança ao desmontar parte do drive. Na incerteza, consulte um técnico. Use sempre álcool isopropílico. Esse tipo de álcool não contem água e não ataca borrachas e resinas.

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 25

Evite o uso de discos abrasivos. Descuidos no seu uso podem lixar a cabeça. Recomendação igual no que tange as fitas abrasivas para limpeza de cabeçotes de áudio e vídeo. Acionadores de um face, apesar de exigir remoção da placa, o acesso para a limpeza da cabeça e fácil. Cuidado ao remover o conector de alimentação da placa de drive. Normalmente a conexão e firme para evitar mau contato e se forçar sua retirada ou inserção você pode danificar a placa. Note que este conector tem uma posição correta de encaixe. No cabo de dados, normalmente um cabo plano (flat-cable) o pino 1 aquele cujo fio é marcado com uma cor diferente. Preste atenção a posição dos conectores.

Para este tipo de limpeza, é interessante ter uma idéia do intervalo de tempo entre cada limpeza. Se você usa seu computador pelo menos 6 horas por dia, a limpeza deve ser semanal. Se usa diariamente, de mês em mês. Poucas vezes ao dia, de dois em dois meses. E se você liga seu computador eventualmente, de 6 em 6 meses. E evidente que esta regra é uma média. O uso de disquetes de boa qualidade aumentam o período. E como a maioria dos computadores tem unidades de disco rígido, a freqüência de uso do drives e muito pequena. Mais danoso para as cabeças são partículas de poeira que se depositam na superfície do disco e vão se acumulando dentro das jaqueta. Se as partículas forem suficientemente grandes, podem riscar a superfície do disco e até mesmo a cabeça, comprometendo seu desempenho. O maior responsável pela poeira no interior do computador é o ventilador. Quando faz o ar circular no interior do equipamento, deixa sobre os componentes a poeira em suspensão. Como a abertura do drive permite a circulação de ar, o pó se acumula neste equipamento. Se o pó e problema em ambientes fechados para evitar o pó, imagine num ambiente normal. O pó ainda engripa as partes mecânicas. Uma medida relativamente eficaz neste caso e instalar filtros de ar na entrada de ar antes do ventilador. Observe, porém, que esse filtro não deve reduzir em demasia o fluxo de ar e não pode se esquecido. Deve ser inspecionado e limpo freqüentemente. Se não pode colocar um filtro, você deve retirar os drivers periodicamente e espaná-los com um pincel limpo e seco. Abra seu computador de vez em quando para avaliar o acumulo de pó e fazer uma eventual limpeza. Você pode lubrificar os guias por onde desliza as cabeças apenas embebendo um pouco de algodão com óleo spray. Tal prática não é recomendada pois o sistema já é auto-lubrificante e dispensa lubrificação, mas em determinadas condições de uso, um pouco de óleo faz bem. Lembre-se que o excesso de óleo causa acúmulo de poeira. Opere o drive com cuidado. Movimentos bruscos e violentos podem danificar partes mecânicas do componente. A maior causa de falhas no drive e operação inadequada.

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 27

UNIDADES DE DISCOS RÍGIDOS

As unidades de disco rígido tem sua operação semelhante aos dos acionadores de disco flexível, porém, como o nome diz, os discos aso rígidos. Os discos são feitos depositando uma camada magnética sob um base de alumínio. A grande diferença está na quantidade de informação que pode ser armazenada. Devido a alta capacidade, a concentração de dados é enorme e portanto as trilhas sâo tão finas e próximas uns dos outros quanto possível. Isto exige um complicado mecanismo, de alta precisão e operando em um ambiente isento de quaisquer partículas. O nome Winchester e um remanescente da primeira unidade que utilizou essa tecnologia. Construída pela IBM, ela foi a princípio chamada de 3030 por ter dois lados, cada um deles com capacidade para armazenar 30 megabytes. Como esse código lembrava o famoso rifle de repetição Winchester 3030, que, segundo as lendas, conquistou o Oeste Americano, o nome Winchester acabou sendo incorporado a unidade de disco. O apelido fez tanto sucesso que acabou sendo generalizado e passou a identificar a própria tecnologia com a qual a unidade foi construída. Uma outra história conta que o nome Winchester nasceu do fato de que a técnica de cabeçotes livres foi desenvolvida nos laboratórios da IBM em Winchester, na Inglaterra. Entretanto, quando consultada, em 1987, a IBM ratificou oficialmente o fato de que o nome deriva do rifle de repetição.

COMPREENDENDO OS DISCOS RÍGIDOS (WINCHESTER)

Nem todos os discos rígidos nascem iguais. Ha vários modelos de discos rígidos, construídos com diversos materiais usando tecnologias diferentes e obedecendo padrões distintos. Como conseqüência, o desempenho, a capacidade e o preço dos discos rígidos cobrem uma larga faixa que vai de algumas centenas a muitos milhares de dólares. Entendendo essas diferenças, você estará melhor preparado para avaliar a qualidade e valor de qualquer unidade de disco rígido. Você entendera também oque é preciso fazer para que uma unidade de disco rígido funcione e se mantenha funcionando sem problemas. Em geral, os discos rígidos giram a cerca de 3600 rpm, aproximadamente dez vez mais rápido que os disquetes. Ao contrário das unidades de disquete, as lâminas dos discos rígidos giram constantemente (quando o computador está ligado), pois obter uma velocidade giratória estável para todo o conjunto de lâminas é um processo lento, que demora entre dez a trinta segundos. Esse giro constante resulta em uma das duas maiores vantagens dos discos rígidos: os dados podem ser acessados quase

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 28

instantaneamente. Por outro lado, os disquetes precisam esperar cerca de meio segundo para atingir a velocidade operacional. A maior velocidade das lâminas dos discos rígidos significa também que os dados podem ser gravados e lidos com mais rapidez. Um giro mais rápido significa que uma quantidade maior das informações contidas no disco passam pelo ponto de leitura ou gravação num mesmo período de tempo.

INTERIOR DO WINCHESTER

Um dos principais determinantes da capacidade de armazenamento de um disco rígido é o número de lâminas que a unidade contém. Em termos simples, quanto maior a área disponível para armazenamento de dados, maior a capacidade.

DESEMPENHOS DOS DISCOS RÍGIDOS

As variáveis principais dos discos rígidos dizem respeito a velocidade e a capacidade, e essas características se ligam diretamente as alternativas de projeto do mecanismo da unidade. O atuador e o maior responsável pela velocidade na qual os dados podem ser lidos no disco; o número de lâminas tem um efeito menor. A capacidade do disco rígido e influenciada pelo número de lâminas, pelo material magnético das lâminas e pelo conjunto dos cabeçotes.

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 30

distribuídos em cada trilha. Os programas de formatação em baixo nível normalmente perguntam pelo interleave que será usado no processo de formatação. O interleave (intercalação, ou entrelaçamento) de setores e usado por que os dados aso gravados e lidos nos discos rígidos com mais rapidez do que a maioria dos computadores consegue processa los. Na realidade, o interleave e usado para retardar a operação do disco rígido a fim de que o computador possa alcançá-lo.

Buffer de Trilhas

Um número cada vez maior de discos rígidos vem adotando o fator de interleave 1:1, entre eles grande parte das unidades IDE e algumas unidades mais antigas cujas controladoras empregam a técnica de buffer de trilhas (track buffering). Essas controladoras lêem uma trilha inteira do disco de cada vez, armazenam todos esses dados na memória, e só remetem para o computador principal o setor requisitado pelo DOS.

Inclinação dos Cilindros (Cylinder Skewing)

Embora o fator de interleave 1:1 possa parecer o mais adequado, ele enfrenta problemas peculiares. Depois que o cabeçote do disco termina a leitura de uma trilha, ele tem que ser delicadamente reposicionado para ler a trilha seguinte. A exemplo de qualquer movimento mecânico, esse reposicionamento leva algum tempo. Embora curto, o período de reposicionamento e significativo, e se o cabeçote tentasse ir do fim de uma trilha ao inicio da outra ele acabaria chegando atrasado. Em conseqüência, você teria que esperar pela passagem da trilha inteira sob o cabeçote até que ele conseguisse ler o início da segunda trilha. Este problema é resolvido com facilidade evitando-se o alinhamento dos pontos iniciais de todas as trilhas ao longo da mesma linha radial. Deslocado- se ligeiramente o início de cada trilha com relação ao fim da trilha anterior, o tempo de percurso do cabeçote pode ser compensado. Como início do primeiro setor de cada trilha e de cada cilindro acabam ficando mais ou menos inclinados, essa técnica é chamada de inclinação de setores ou inclinação de cilindros (cylinder skewing).

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 31

QUANDO DEVEMOS ESTACIONAR AS CABEÇAS DO DISCO RÍGIDO (PARK).

O PARK ou estacionamento das cabeças é um procedimento para posicionar as cabeças numa trilha segura do disco. Isto porque, a cabeça quando em operação não chega a encostar no disco, devido ao colchão de ar formado pela rotação do disco. Uma vez que a cabeça não encostar na superfície do disco, não há problemas de sujeira por partículas magnéticas soltas. Porém, quando o disco para de girar, não há mais o colchão de ar e a cabeça encosta no disco. Numa movimentação do computador, a cabeça pode chocar-se contra a sensível camada magnética e danificar a região afetada. Por isso, são deslocadas para a última trilha do disco e aí permanecem, estacionadas. Os Winchester mais novos estacionam a cabeça acima da camada magnética evitando problemas de choques mecânicos, não sendo necessário nenhum software de PARK.

UNIDADES DE FITA MAGNÉTICA

Aso dispositivos de acesso lento, mas que podem suportar um grande quantidade de informações. A fita cassete comum de áudio era uma alternativa de baixo custo para pequenos usuários de computadores pessoais. O funcionamento dos drives de fita e semelhante aos gravadores de rolo, exceto por algumas particularidades. O carregamento da fita e manual, o início lógico da fita e identificado por uma tarja espelhada que reflete a luz sobre um sensor ótico, e quando a fita e carregada, o acionador para a fita quando encontrar a marca.

UNIDADE DE FITA STREAMER OU CARTUCHO

Tem a capacidade de armazenar as informações de um disco winchester. Portanto, e uma fita para alta densidade de gravação, e isso acarreta a necessidade de um elevada precisão mecânica do conjunto fita unidade de acionamento e alta qualidade da fita. A vantagem de backup em fitas do tipo STREAMER e que ocupam um reduzido espaço de armazenamento enquanto que o mesmo só poderia ser feito em discos flexível, usando vários discos. Já são comuns no mercado fitas de backup utilizando fitas DAT (Digital Áudio Tape), cujo mecanismo e semelhante a de um videocassete e grava dados digitais, comportando ate 1,3 Gbytes de informação.

MONITOR DE VÍDEO

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 33

O mais antigo entre os sistemas geradores de imagens ainda em uso é o tubo de raios catódicos. Seu nome é puramente descritivo. Ele se baseia num tipo especial de tubo de vácuo, um frasco de vidro parcialmente esvaziado e depois preenchido com um gás inerte a baixíssima pressão. O catodo (o mesmo que eletrodo negativo) do tubo emite um feixe ou raio de elétrons em direção a um eletrodo positivo (anodo). Como os elétrons têm carga negativa, eles são naturalmente atraídos pelos potenciais positivos. Por funcionar como uma espécie de obus eletrônico, o catodo de um tubo de raios catódicos ou (CRT) costuma ser chamado de canhão de elétrons. No final do curto trajeto dos elétrons, do canhão na parte estreita do tubo até a parte interna de sua face plana, há uma camada de compostos de fósforo com uma propriedade maravilhosa - eles brilham quando atingidos por um feixe de elétrons. Para movimentar o feixe de um lado a outro da face do tubo (de modo que o feixe de elétrons não ilumine apenas um ponto min~usculo no centro da tela), um grupo de eletroimãs poderosos, dispostos em torno do tubo, desviam o feixe de elétrons no meio do percurso. O campo magnético produzido por esses ímãs é controlado cuidadosamente, e faz com que o feixe varra todas as linhas do vídeo, da primeira à última. Para que ocorra o mínimo de fadiga e perigo à visão, os tubos de raios catódicos para informática são contruídos com algumas diferenças. Num tubo de TV, para melhorar o brilho, a parte posterior da tela é aluminizada, de forma que a luz que sai para trás não seja perdida. No de informática, o fundo é enegrecido para qua a luz não reflita. Num tubo de informática a superfície interna e externa do vidro é granulada e de vidro especial, para evitar ao máximo a reflexão de luz. O tubo de TV é liso devido ao custo. Em alguns monitores nacionais, para que custem menos, é utilizado uma tela de nylon preta para esta função. Num tubo de TV, a persitência é pequena, ou seja, depois que o elétron atingiu a tela, o ponto luminoso continua ainda por um certo tempo e apaga antes da próxima varredura. No de informática, alguns tubos são revestidos de material de alta persitência, ou seja, se desligar o monitor a imagem ainda permanece por algum tempo, como nos radares. Isto diminui a fadiga pois a imagem não fica piscando. A cor dos monitores monocromáticos é importante. Há três tipos disponíveis: O verde, o âmbar o laranja e o branco, conhecido também como page white. A cor é característica do material da camada fosforescente do tubo. O de cor verde, mais comum, oferece boa visibilidade com pouca fadiga para qualquer intensidade de luz ambiente. Já o âmbar é o que menos cansa em ambiente escuro, tanto que hoje painéis de automóveis e toca-fitas para carro preferem usar iluminção amarela. E o branco, mais cansativo, é mais apropriado para ambientes de editoração eltrônica. CUIDADOS COM O MONITOR

Para a manutenção preventiva domonitor, não há muito oque fazer. Um detalhe muito importante é não esquecer o monitor ligado, e não obstruir furos de ventilação do monitor com folhas ou capa. Eis alguns procedimentos que aumentam a vida útil do monitor e diminuem a fadiga de operação.

CENTRO DE COMPUTAÇÃO ELTRÔNICA DIVISÃO DE MICROINFOMÁTICA Página: 34

Limpe o monitor periodicamente, pois a alta tensão de trabalho atrai partículas de pó. Cubra-o com capa de proteção de pó ao fim das atividades. Instale-o em local em que pontos luminos não reflitam na tela para o operador. Trabalhe com o menor brilho possível, para aumentar a vida útil do tubo. No caso de monitores coloridos, evite deixar a imagem com muito contraste. É cansativo. No trabalho com texto, procure deixar um fundo branco. Evite trabalhar em ambientes muito iluminados. Para os monitores com filtro ou tela de nylon, tome muito cuidado com o pó e fumaça de cigarro. O pó vai se acumulando nos furinhos da tela e fecha cada vez mais a imagem da tela. Evite passar pano, principalmente umidecido, pois a sujeira pode se prender nos furos da tela. Use um pincel limpo. Em alguns monitores, a tela pode ser removida e lavada com água e sabão. Em outros, a tela é colada e o recurso é, se houver muita sujeira, lavar com cuidado, com o tubo desmontado. Esses procedimentos devem ser feitos por técnicos especializados, pois exigem desmontagem parcial do monitor. A melhor solução é adequar o ambiente de trabalho. É interessante de vez em quando retirar o excesso de pó do interior do monitor de vídeo com um pincel e aspirador. Faça esta operação com cuidado, pois mesmo desligado pode haver carga elétrica nos componentes e cuidado para não soltar fios. Se o monitor permitir, reajustar a linearidade, altura e posição vertical, pois com o tempo estes parâmetros se alteram e a imagem se desloca do campo visível da tela. Ajustes de brilho interno podem ser feitos.

LOCALIZAÇÃO DOS DEFEITOS

A principal dificuldade que se tem na localização de defeitos é isolar problema, com o intuito de facilitar classificam-se os defeitos como: defeitos sinalizados de software, defeitos sinalizados de hardware, defeitos não sinalizados.