Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Ancylostoma caninum: Ciclo de Vida, Morfologia e Patogenia, Resumos de Parasitologia

helmintos e protozoários - ciclo de vida , morfologia, patogenia, transmissão

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 17/08/2021

angelicavieira
angelicavieira 🇧🇷

2 documentos

1 / 2

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Ancylostoma caninum
Filo. Nematelminto.
Classe. Nematoda (Secernentea.)
Superfamília. Ancylostomatoidea.
LOCALIZAÇÃO: INTESTINO DELGADO (CÃO e GATO)
MORFOLOGIA:
ADULTA
- Hematófagos - Cápsula bucal proeminente com
03 pares de dentes na porção anterior,
01 par de dentes na porção ventral,
- esôfago musculoso
- Verme pequeno e postura em forma de gancho
- Macho (bolsa copuladodra)
OVOS: (leve)
- Aspecto OVÓIDE
- Membrana DELGADA
-Massa germinativa tipo MORULAR
HOSPEDEIROS:
-HD: Canídeos e felídeos
-HE:Homem (Larva migrans cutânea)
- FORMA ACIDENTAL (não completam o ciclo de vida)
CICLO EVOLUTIVO:
-DIRETO (monoxeno) - 2 fases: livre e parasitária
-NO AMBIENTE: Ovos nas fezes L1 L2 L3 (forma infectante)
-NO HD: L3 ( intestino delgado) L4 L5 ADULTOS (machos e fêmeas) CÓPULA
OVOS nas fezes reiniciando o ciclo
EPIDEMIOLOGIA:
-TRANSMISSÃO: Fecal oral, percutânea. Transmissão transplacentária em gestantes e
transmamária em lactantes
-ORAL: A L3 vai ultrapassar a mucosa intestinal, encista para desenvolvimento da L4. A L4
vai migrar pela circulação ou linfa. Durante a migração a larva de 4º estádio pode afetar
(causar dano) em diferentes órgãos. Retornando para o intestino delgado para formar novo
cisto e desenvolver para L5 se desenvolvem em adultos. Os adultos, permanecem
parcialmente ligados na mucosa intestinal, porém a porção posterior em cópula. As
fêmeas fertilizadas produzirão os ovos e liberarão no lúmen intestinal, sendo carreados
para o ambiente junto com as fezes
-PERCUTÂNEA: A L3 encista e permanece em hipobiose, mas após desenvolvimento da L4,
esta vai migrar e conforme supracitado atingirá órgãos e chegará ao intestino delgado
onde se desenvolverá para L5 até adultos.
- Fêmeas eliminam os ovos no lúmen intestinal e os ovos serão eliminados no ambiente
junto com as fezes.
pf2

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Ancylostoma caninum: Ciclo de Vida, Morfologia e Patogenia e outras Resumos em PDF para Parasitologia, somente na Docsity!

Ancylostoma caninum

Filo. Nematelminto. Classe. Nematoda ( Secernentea.) Superfamília. Ancylostomatoidea. LOCALIZAÇÃO: INTESTINO DELGADO (CÃO e GATO) MORFOLOGIA: ADULTA

  • Hematófagos - Cápsula bucal proeminente com 03 pares de dentes na porção anterior, 01 par de dentes na porção ventral, - esôfago musculoso
  • Verme pequeno e postura em forma de gancho
  • Macho (bolsa copuladodra) OVOS: (leve)
  • Aspecto OVÓIDE
  • Membrana DELGADA
  • Massa germinativa tipo MORULAR HOSPEDEIROS:
  • HD : Canídeos e felídeos
  • HE : Homem (Larva migrans cutânea)
  • FORMA ACIDENTAL (não completam o ciclo de vida) CICLO EVOLUTIVO:
  • DIRETO (monoxeno) - 2 fases: livre e parasitária
  • NO AMBIENTE : Ovos nas fezes ⇒ L1 ⇒ L2 ⇒ L3 (forma infectante)
  • NO HD : L3 ( intestino delgado) ⇒ L4 ⇒ L5 ⇒ ADULTOS ⇒ (machos e fêmeas) ⇒ CÓPULA ⇒ OVOS nas fezes reiniciando o ciclo EPIDEMIOLOGIA:
  • TRANSMISSÃO : Fecal oral, percutânea. Transmissão transplacentária em gestantes e transmamária em lactantes
  • ORAL : A L3 vai ultrapassar a mucosa intestinal, encista para desenvolvimento da L4. A L vai migrar pela circulação ou linfa. Durante a migração a larva de 4º estádio pode afetar (causar dano) em diferentes órgãos. Retornando para o intestino delgado para formar novo cisto e desenvolver para L5 se desenvolvem em adultos. Os adultos, permanecem parcialmente ligados na mucosa intestinal, porém a porção posterior em cópula. As fêmeas fertilizadas produzirão os ovos e liberarão no lúmen intestinal, sendo carreados para o ambiente junto com as fezes
  • PERCUTÂNEA : A L3 encista e permanece em hipobiose, mas após desenvolvimento da L4, esta vai migrar e conforme supracitado atingirá órgãos e chegará ao intestino delgado onde se desenvolverá para L5 até adultos.
  • Fêmeas eliminam os ovos no lúmen intestinal e os ovos serão eliminados no ambiente junto com as fezes.

DIAGNÓSTICO:

EXAME DIRETO:

  • OVOS : Técnica de WILLIS-MOLLAY ⇒ **Lamínula
  • LARVAS (L3):** Técnica de ROBERTS E O’SULLIVANCoprocultura
    • identificação de gênero EXAME INDIRETO:
  • PCR Humano ⇒ diagnóstico clínico - epidemiológico, hemograma (eosinofilia). PATOGENIA Alterações histológicas ⇒ pontos inflamatórios com predominância de eosinófilos, macrófagos e plasmócitos. Alterações macroscópicas ⇒ petéquias ao longo da extensão do intestino devido à alta carga parasitária e predação do parasito. Em casos mais graves de alta carga parasitária: os achados demonstram pontos hemorrágicos e de necrose ⇒ Adultos. No momento da inflamação há perda de vilosidade intestinal, diminuindo a área de absorção de nutrientes, além disso a presença de parasitos comprovam que haverá perda de nutrientes, também. Levando em consideração carga parasitária, idade do animal (debilidade imunológica) os Sinais clínicos observados (animais ADULTOS)
  • Pelos arrepiados, opacos e quebradiços, perda de peso (leve - emaciação a grave - caquexia), hipoproteinemia, diarreia ou em alguns casos menos grave fezes pastosas com presença de fios de sangue e muco. Edema (local, regional e generalizado - anasarca)