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História e filosofia, Resumos de História

Feito esse ano temas de varios filósofos

Tipologia: Resumos

2025

Compartilhado em 22/06/2026

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Diário de Leitura de História e filosofia da
ciência
Professor: Tiago Martins de Morais
Aluna: Nicolly Graciele conãco
2 Semana de leitura:
Resumo:
Nesta semana, a gente começou a quebrar aquela ideia de que a ciência é perfeita, fria e
isolada do mundo. Lendo a Primeira Conferência de Paul Feyerabend, fomos provocados a
olhar para a ciência como um "monstro". Percebemos que, ao mesmo tempo em que a
humanidade faz descobertas incríveis, ela também caminha lado a lado com a violência e
com a destruição. A ideia foi entender que a ciência é feita por pessoas, tem história e
carrega uma responsabilidade ética enorme.
Primeira Citação:
"De um lado, uma descoberta grandiosa e emocionante que afeta, assim parece, toda
humanidade. Do outro, guerra, assassinatos, crueldade. Existe alguma conexão? Existe alguma
maneira de dar sentido às coisas? [...] Com efeito, parece que a desconexão é característica
importante da nossa civilização, talvez até da nossa época." (Feyerabend, 2016, p. 43).
Minha análise:
Essa frase mexeu muito com a turma no debate. O professor Tiago chamou nossa atenção
para o fato de que a gente costuma separar a ciência das coisas ruins do mundo, como se o
cientista trabalhasse num vácuo. No meu caderno, anotei que o Positivismo gerou uma
"confiança absoluta na objetividade", mas Feyerabend bota o dedo na ferida: se a ciência é
tão superior, por que ela não resolve nossos problemas mais urgentes, como a fome e as
guerras? Pensando em mim, como futura professora de Química, entendi que não posso
ensinar fórmulas de um jeito "limpinho", fingindo que o laboratório não tem nada a ver com
a sociedade. As descobertas científicas têm impacto humano e ético real.
Segunda Citação:
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Diário de Leitura de História e filosofia da

ciência

Professor: Tiago Martins de Morais

Aluna: Nicolly Graciele conãco

2 Semana de leitura:

Resumo:

Nesta semana, a gente começou a quebrar aquela ideia de que a ciência é perfeita, fria e isolada do mundo. Lendo a Primeira Conferência de Paul Feyerabend, fomos provocados a olhar para a ciência como um "monstro". Percebemos que, ao mesmo tempo em que a humanidade faz descobertas incríveis, ela também caminha lado a lado com a violência e com a destruição. A ideia foi entender que a ciência é feita por pessoas, tem história e carrega uma responsabilidade ética enorme.

Primeira Citação:

"De um lado, uma descoberta grandiosa e emocionante que afeta, assim parece, toda humanidade. Do outro, guerra, assassinatos, crueldade. Existe alguma conexão? Existe alguma maneira de dar sentido às coisas? [...] Com efeito, parece que a desconexão é característica importante da nossa civilização, talvez até da nossa época." (Feyerabend, 2016, p. 43).

Minha análise:

Essa frase mexeu muito com a turma no debate. O professor Tiago chamou nossa atenção para o fato de que a gente costuma separar a ciência das coisas ruins do mundo, como se o cientista trabalhasse num vácuo. No meu caderno, anotei que o Positivismo gerou uma "confiança absoluta na objetividade", mas Feyerabend bota o dedo na ferida: se a ciência é tão superior, por que ela não resolve nossos problemas mais urgentes, como a fome e as guerras? Pensando em mim, como futura professora de Química, entendi que não posso ensinar fórmulas de um jeito "limpinho", fingindo que o laboratório não tem nada a ver com a sociedade. As descobertas científicas têm impacto humano e ético real.

Segunda Citação:

"Uma visão fria que não busca dar sentido à vida nem explicitar intenções ou descobrir possíveis propósitos ocultos nos eventos do mundo; Ciência como saber objetivo: graças à objetividade nos sabemos o que realmente acontece. A objetividade seria a única fonte autêntica da verdade..." (Feyerabend, 2016, discutindo a visão de Jacques Monod).

Minha análise :

Em aula, a gente confrontou essa imagem com o Racionalismo de Descartes e com o Positivismo de Comte, buscando um "fundamento totalmente seguro" para tudo. A grande sacada foi perceber que a ciência é maravilhosa para explicar como as coisas funcionam, mas ela não consegue dizer qual é o sentido da nossa vida. A objetividade não pode ser a única dona da verdade. Para o futuro, essa discussão me deu um estalo: ensinar ciência não é enfiar verdades absolutas na cabeça dos alunos, mas sim ajudá-los a pensar de verdade, a fazer perguntas e a enxergar o mundo com mais humanidade.

3 Semana de leitura:

Resumo:

Nessa semana, a gente entrou no coração da disputa sobre o que faz um conhecimento ser considerado científico e válido. O professor Tiago dividiu as aulas para apresentar duas grandes correntes que tentam legitimar a ciência: o Empirismo (que aposta tudo na experiência dos sentidos e nos fatos) e o Racionalismo (que defende que a verdade vem da razão e do pensamento lógico). Foi uma semana para entender que a ciência não é neutra, mas sim um campo de disputa sobre como alcançamos a verdade.

Primeira Citação:

"Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel em branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela chega a ser decorada? [...] A isso respondo, numa palavra: da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva em última instância." (Locke, John. Ensaio sobre o Entendimento Humano , 1689).

Minha análise:

Essa ideia de Rubem Alves é muito legal porque ela desmistifica o cientista, mostrando que ele não pensa melhor do que ninguém, só é especialista em uma coisa. Ele defende que a ciência e o senso comum usam as mesmas capacidades básicas, como observar e comparar. Mas o que mais me chamou a atenção na aula foi quando discutimos sobre o ensino de

submetido a um rigoroso controle de qualidade." (Alves, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras, 2018).

Minha análise:

Essa ideia de que a gente nasce como uma "tábula rasa" ou folha em branco é fantástica para pensar no laboratório de Química. O empirismo defende que a ciência tem que começar do particular (da observação de uma reação química real, que brilha ou muda de cor) para depois criar uma lei geral. Em aula, discutimos como Francis Bacon deu o empurrão metodológico nisso com a experimentação. Trazendo para a minha vida de futura professora, isso me mostra que não dá para ensinar química só jogando teorias abstratas no quadro; os alunos precisam ver, testar e experimentar o mundo físico para construir o conhecimento real na mente deles.

Segunda Citação:

"Mas, logo depois, adverti que, enquanto queria pensar assim que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pensar, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa [...] julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da filosofia que procurava." (Descartes, René. Discurso do Método, 1637).

Minha análise :

O Racionalismo. Enquanto o empirismo confia nos olhos e no toque, Descartes desconfia dos sentidos porque eles podem nos enganar. No meu caderno, anotei que o Racionalismo usa a "dúvida como ferramenta" para achar uma verdade indestrutível através da razão. O debate em sala foi muito rico porque nos fez ver que a própria Química precisa dessa lógica racionalista; afinal, os modelos atômicos que a gente estuda e ensina não podem ser vistos a olho nu ou tocados no laboratório, eles são grandes construções intelectuais e matemáticas da nossa mente. Ensinar ciência é equilibrar essas duas forças: o fato que a gente observa e a razão que explica o porquye daquilo acontecer.

5 Semana de leitura:

Resumo:

Essa semana foi mais curta porque a segunda aula foi feriado escolar, mas a primeira aula rendeu bastante. A gente discutiu o Positivismo, que é uma corrente que levou a sério aquela ideia de que a ciência precisa ser totalmente neutra, focada apenas em fatos que a gente consegue ver e medir, sem espaço para achismos ou religião. Lendo o texto da

semana, deu para entender como o Positivismo tentou organizar o mundo através de leis fixas, tratando a ciência como a única dona da verdade absoluta.

Primeira Citação:

"A ciência positivista, herdeira do iluminismo, concebe o mundo como uma ordem mecânica e imutável, onde os fatos sociais e naturais devem ser explicados por leis rigorosas, baseadas exclusivamente na observação e na experimentação, livres de qualquer especulação metafísica." (Filho, M. M. F; Chaves, S. M. L. F. A ciência positivista: o mundo ordenado, 2000).

Minha análise:

Essa ideia bate direitinho com o que eu tinha guardado no meu caderno sobre Augusto Comte e a "ordem imutável da natureza". O positivista quer que o cientista seja quase um robô: ele olha para o fato, faz o experimento de forma totalmente neutra e dita uma lei. Na sala de aula, o professor Tiago nos fez notar que a nossa própria mentalidade na Química às vezes é muito positivista. Quando entramos no laboratório com aquele roteiro de aula prática super rígido, onde tudo tem que dar um resultado exato e se der errado parece que o mundo acabou, estamos reproduzindo essa pressa positivista por ordem e controle.Como futura professora, essa aula me deu um estalo humano: a ciência tem regras e observação rigorosa sim, mas ela é feita por pessoas, em épocas diferentes, e o erro também faz parte do aprendizado. Eu não quero que meus futuros alunos decorem a tabela periódica como se ela fosse uma bíblia sagrada e imutável, mas sim que entendam que a Química é viva e foi construída com muito suor e debate ao longo da história.

Segunda Citação:

"O positivismo liberta a ciência de qualquer especulação metafísica ou religiosa, buscando o positivo: o que é certo frente ao incerto, limitando o conhecimento apenas àquilo que pode ser testado e comprovado empiricamente." (Filho, M. M. F; Chaves, S. M. L. F. A ciência positivista: o mundo ordenado, 2000, p. 73).

Minha análise :

Essa passagem mostra como o positivista se apega apenas ao que consegue tocar, ver e medir, ignorando qualquer outra explicação que pareça abstrata ou subjetiva. Trazendo isso para a minha realidade na Licenciatura, percebo que esse apego ao "certo frente ao incerto" é o que nos faz decorar tabelas e fórmulas como se fossem verdades absolutas e intocáveis. Essa discussão me deu um estalo humano: como futura professora, não quero que meus alunos olhem para a Química desse jeito engessado. Quero que eles entendam que o conhecimento exige teste e comprovação, sim, mas que ele é construído por pessoas reais que também hesitam e erram.

7 Semana de leitura:

Resumo:

Se a semana anterior foi a calmaria da ciência normal, esta semana foi o caos das "Revoluções Científicas". Kuhn explica que, conforme os cientistas vão pesquisando, começam a aparecer problemas que o paradigma atual simplesmente não consegue explicar (as chamadas anomalias). Quando essas anomalias se acumulam, a ciência entra em crise. A crise só se resolve quando a comunidade científica abandona o modelo antigo e adota um paradigma totalmente novo, que é o que ele chama de Revolução Científica.

Primeira Citação:

"O surgimento de novas teorias é precedido por um período de insegurança profissional profunda, gerada pelo fracasso persistente dos quebra-cabeças da ciência normal em funcionar como deveriam." (Kuhn, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas, Cap. 6, 2018).

Segunda Citação:

"As revoluções científicas são aqui consideradas como aqueles episódios de desenvolvimento não-cumulativo nos quais um paradigma mais antigo é total ou parcialmente substituído por um novo, incompatível com o anterior." (Kuhn, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas, Cap. 9, 2018).

Terceira Citação com base em sala:

"A ciência normal não visa novidades factuais ou teóricas e, quando bem sucedida, não encontra nenhuma. A transição para um novo paradigma é uma revolução porque destrói as velhas certezas e exige uma nova visão de mundo." (Anotações do Caderno, 16/04).

Minha análise:

A aula dessa semana foi muito rica porque nos fez perceber o lado humano dos cientistas: eles sentem uma "insegurança profissional profunda" quando as teorias começam a falhar. Como anotei no meu caderno, a mudança de paradigma não é um processo fofo e puramente matemático; é uma briga feia, porque os cientistas mais velhos resistem a largar suas velhas certezas. Pensando na Química, isso clareia muito a história dos modelos atômicos, onde o modelo de Dalton teve que ser quebrado para dar espaço ao de Thomson por causa das anomalias da eletricidade. Levar isso para a sala de aula vai ser incrível para mostrar aos meus futuros alunos que o erro e a crise são os verdadeiros motores da ciência, e não algo para se ter medo.

8 Semana de leitura:

Resumo:

Essa semana começou com o feriado nacional de Tiradentes na terça-feira, mas a aula de quinta-feira foi o nosso primeiro contato com o pensador mais rebelde da filosofia da ciência: Paul Feyerabend. O professor Tiago nos apresentou a vida intelectual dele e o contexto em que ele escreveu seu livro mais famoso, Contra o Método. Deu para sacar que Feyerabend veio para chocar, questionando essa imagem quase sagrada e intocável que a sociedade tem da ciência.

Primeira Citação:

"A ideia de um método que contenha princípios firmes, imutáveis e absolutamente vinculantes para conduzir os negócios da ciência sofre sérias dificuldades quando confrontada com os resultados da pesquisa histórica." (Feyerabend, Paul. Contra o Método, Introdução, 2011).

Segunda Citação:

"Descobrimos, então, que não há uma única regra, por mais plausível que seja e por mais firmemente baseada na epistemologia que esteja, que não seja violada em uma ocasião ou outra." (Feyerabend, Paul. Contra o Método, Capítulo 1, 2011).

Terceira Citação com base em sala:

""Feyerabend não quer destruir a ciência, mas sim tirar ela do pedestal de dona absoluta da verdade, mostrando que os grandes cientistas da história só avançaram porque tiveram a coragem de quebrar as regras metodológicas da sua época."

Minha análise:

Essa aula foi um verdadeiro soco no estômago para quem faz faculdade de Química e passa horas no laboratório seguindo regras rígidas. Como o professor Tiago explicou, Feyerabend nos mostra através da história que se os cientistas fossem bitolados em seguir regras perfeitas, muitas descobertas incríveis nunca teriam acontecido. Para mim, que estou me formando como professora, isso tira um peso enorme das costas: a ciência é feita de criatividade, erros e caminhos tortuosos, e não de uma receita de bolo infalível que a gente só decora e repete.

Resumo:

Nessa semana, a gente continuou acompanhando os pensamentos de Feyerabend, mas agora vendo como a teoria dele se aplica na prática da história da ciência. O professor dividiu as aulas para mostrar como os "fatos" que a gente tanto defende na ciência não são tão puros assim; eles já vêm carregados das teorias que a gente acredita. Para provar isso, estudamos o famoso "Caso Galileu Galilei", mostrando que Galileu não venceu seus oponentes apenas com experimentos óbvios, mas sim usando muita persuasão, truques psicológicos e mudando a forma de interpretar o que as pessoas viam.

Primeira Citação:

"A história da ciência não consiste apenas de fatos e de conclusões extraídas deles. Contém também ideias, interpretações de fatos, problemas criados por interpretações conflitantes, erros e assim por diante. Em uma análise mais cuidadosa, descobrimos que a própria ciência não conhece 'fatos nus', mas que os fatos que entram em nosso conhecimento já são vistos de uma certa maneira." (Feyerabend, Paul. Contra o Método, Capítulo 5, 2011).

Segunda Citação:

"Galileu prevalece por causa de seu estilo e de suas brilhantes técnicas de persuasão, porque ele escreve em italiano e não em latim, e porque apaga as objeções que poderiam fazer com que as pessoas hesitassem em aceitar suas ideias." (Feyerabend, Paul. Contra o Método, Capítulo 5, 2011).

Terceira Citação com base em sala:

"Os dados do telescópio de Galileu, na época, eram cheios de distorções e borrões; quem olhava pelo aparelho via coisas muito confusas. Galileu precisou primeiro convencer as pessoas sobre como interpretar aquelas imagens para só depois transformar o que viram em um fato científico válido."

Minha análise:

A gente cresce aprendendo na escola que Galileu apontou o telescópio para o céu, viu as luas de Júpiter e todo mundo aceitou porque era a "verdade factual". Feyerabend abre os nossos olhos para o lado humano e político da ciência: os dados de Galileu eram ruins e contestáveis na época, e ele ganhou a briga usando uma baita lábia e escrevendo para o público geral, e não apenas para os cientistas tradicionais.

Trazendo isso para a minha vivência nos laboratórios, me fez pensar muito sobre como lemos os nossos aparelhos e experimentos. O resultado que sai de uma balança de precisão ou de uma titulação não é um "fato nu"; a gente só aceita aquele número porque já fomos ensinados a confiar na teoria por trás do aparelho.

11 Semana de leitura:

Resumo:

Essa semana teve uma dinâmica diferente: a primeira aula foi uma "zona de leitura" em que o professor Diego liberou a turma para ler o texto em casa e, na segunda aula, entramos com tudo no pensamento de Gaston Bachelard. A discussão girou em torno de como o "espírito científico" se forma. Bachelard defende que a gente não chega na ciência com a mente zerada; nós trazemos conhecimentos prévios e opiniões do dia a dia que, na verdade, funcionam como "obstáculos epistemológicos" isto é, barreiras que atrapalham o aprendizado real e que precisam ser quebradas para a ciência avançar.

Primeira Citação:

"Quando se procuram as condições psicológicas do progresso da ciência, logo se chega à seguinte convicção: é em termos de obstáculos que o problema do conhecimento científico deve ser colocado. E não se trata de considerar obstáculos externos, como a complexidade ou a fugacidade dos fenômenos [...]: é no ato mesmo de conhecer, intimamente, que aparecem, por uma espécie de necessidade funcional, lentidões e perturbações." (Bachelard citado em VILAS BÔAS, C. S. N. A epistemologia de bachelard e a aprendizagem... , p. 52, 2020).

Segunda Citação:

"A opinião pensa mal; ela não pensa: traduz necessidades em conhecimentos. Ao designar os objetos pela utilidade, ela se proíbe de conhecê-los. Não se pode basear nada na opinião: antes de tudo, é preciso destruí-la. O espírito científico proíbe que tenhamos uma opinião sobre questões que não compreendemos..." (Bachelard citado em VILAS BÔAS, C. S. N. A epistemologia de bachelard e a aprendizagem..., p. 53, 2020).

Terceira Citação com base em sala:

"O mapa mental sobre Bachelard precisa mostrar que o conhecimento científico não é uma continuação do senso comum, mas sim uma ruptura com ele. Para aprender ciência de verdade, a mente precisa fazer uma faxina e superar os próprios preconceitos." (Professor Diego, Notas de Aula e orientações da Semana 11).

Minha análise:

Essa aula do professor Diego deu luz a minha mente, principalmente na hora de montar o mapa mental. A gente costuma achar que ensinar ciência é só ir empilhando conteúdos