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História e evolução da embalagens para alimentos
Tipologia: Notas de estudo
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Necessidade do homem: deterioração dos
alimentos.
Recursos disponíveis (transporte e a guarda
dos alimentos): bexigas e estômagos de animais,
sacos de couro, folhas de
plantas, pedaços de bambu
e de ocos de arvores, chifres,
cabaças,
vasos de barro
cozido, cestos de cipó,
Vidro: mais popular
material empregado em
embalagens, na forma de
garrafas e de recipientes
sob vários
modelos.
Recipientes de vidro,
artisticamente decorados, foram elaborados há
mais de 2 mil anos a.C., especialidade na qual se
tornaram famosos, os egípcios.
Papel: para a escrita, foram os egípcios que o
conseguiram, no ano de 2.200 a.C., transformando a
cana de papirus do Nilo, em folhas de fibras
comprimidas; no ano 123 a.C. os chineses
obtiveram o papel, com fibra de seda; o chinês T’sai
Lun, no ano 105, fabricou papel com a celulose da
casca da amoreira.
Incrementada sua produção, o papel, de há muito
tem sido utilizado como material para envoltórios.
No século XIX: a fabricação industrial do papel o
tornou a embalagem popularmente mais usada.
Plástico: A utilização de embalagens só foi
possível em 1907. A chamada era do plástico, só
tomou verdadeiro impulso, com a fabricação e
escala comercial do polietileno (1942), apesar de
sua descoberta ter ocorrido em 1930.
Avanços tecnológicos → inúmeros matérias
plásticos.
Quebra da bolsa de Nova York (1929):
supermercados.
Importância nos dias atuais: em sua variedade e
sofisticação, adquiriram, intenso prestígio, não só
pelos serviços que prestam, como pela estreita
intimidade que com elas mantemos, através de sua
presença constante e eficiente.
“A embalagem é uma companheira diária”
Embalagem: Homem → “embalagem” perfeita;
frutas; animais.
“É qualquer forma pela qual o
alimento tenha sido acondicionado,
guardado, empacotado ou
envasado”.
Significa “enfardar, empacotar,
encaixotar, acobertar um produto”,
na presunção de proteger alguma
coisa.
Com esse sentido, a designação “embalagem”, se
adapta à vários tipos de acondicionantes.
São receptáculos com a finalidade
de abrigar por
período variável: matéria-prima alimentar, alimentos
“in natura”, produtos alimentícios ou produtos
intermediários, para fins industriais ou de
distribuição em entidades de alimentação.
São cobertas ou invólucros protetores,
que revestem as embalagens, recipientes,
envases ou o próprio produto.
São vasos destinados a abrigar líquidos ou
sólidos, com sistema de tamponamento ou não.
Embalagem é todo o acondicionante
que exerça funções de proteção do
alimento “in natura”, da matéria-prima
alimentar ou do produto alimentício,
temporária ou permanentemente, no
decorrer de suas fases de obtenção,
elaboração e armazenamento”.
Quanto ao acondicionamento
Primárias: contato direto com o
produto.
Secundária: contato com a
embalagem primária.
Terciária: transporte do
produto na cadeia de distribuição.
As embalagens não são importantes apenas por
protegerem os alimentos.
Consumidores: elas atendem aos interesses do
consumidor, cumprindo suas metas técnicas.
Produtores: veículo de comunicação, de
distribuição e difusão do produto, dentro dos
planos operacionais mercadológicos, relacionados
com os lucros, perdas e vendas da organização.
A embalagem é a ponta de lança que abre para a
empresa, o caminho de suas finalidades lucrativas.
“ Dentro de boa embalagem só cabe o bom
produto ”.
Dentro dessa concepção, duas realidades existem:
Consumidores: o freguês exige, na embalagem
perfeita, o produto correspondente em excelência.
Produtores: diante da embalagem apresentada,
opina sobre o valor do produto e através dela,
demonstra a consideração que dispensa ao cliente.
As principais funções das embalagens são:
conservação;