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arquivo 01 de aula de produção de sementes
Tipologia: Notas de aula
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condições adequadas, dava origem a uma planta igual àquela que a formou.
importância para a tranqüilidade e prosperidade dos povos (antes nômades – caça).
progresso, devido ao crescimento da mecanização e dos transportes.
problemas. As adulterações para venda eram comuns, mas foi somente a partir do século XIX que foram tomadas as primeiras providências efetivas para coibir abusos desse tipo. O início da organização deu-se na Suíça e Inglaterra.
1816 – Berna, Suíça – 1º decreto proibindo venda de sementes de trevo adulterada (mistura c/ areia lavada e colorida).
1869 – Tharandt, Alemanha – criado o 1º laboratório, chefiado por Friederick Nobbe (botânico e geneticista) – elaborou 1º manual de análise (1876).
1897 – Jenkins, norte-amaricano, lança um manual de análise mais completo.
1893 – Alemanha – 40 laboratórios
1905 – EUA – 130 laboratórios
Nesta época, produtores, compradores, analistas e pesquisadores de sementes já estavam conscientes de que a padronização da análise era de extrema importância.
1906 – Hamburgo, Alemanha – 1ª Conferência Européia para Análise de Sementes – como resultado da conferência foi criada uma Associação Européia.
1908 – EUA - os profissionais ligados a sementes uniram-se e fundaram a Association of Offical Seed Analystis (AOSA).
1909 – Copenhague, Dinamarca – Associação Européia foi transformada na International Seed Testing Association (ISTA).
1931 – ISTA editou as Regras internacionais para análise de sementes.
1956 – Brasil – Iniciativa da Divisão de Sementes e Mudas, Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo – Engº Agrº Oswaldo Bacchi – organizou o 1º Manual de Regras para Análise de Sementes.
1967 – As Regras para Análise de Sementes passaram a ter validade nacional (1ª Regras Oficiais - Brasil).
1992 – última atualização da RAS (com base nas normas da ISTA + as incorporações nacionais).
1965 - Lei 4.727 de 13/06/65 - instituiu a Fiscalização do Comércio de Sementes e
Mudas em todo território nacional.
1977 - Lei 6.507, de 19/12/77 - o governo passou a exercer o controle preventivo,
atuando nas fases do processo produtivo, instituindo a Inspeção e Fiscalização da
Produção e do Comércio de Sementes em território brasileiro, tendo o objetivo de
garantir com base em padrões oficiais a qualidade do material produzido e
comercializado, estabelecendo as condições mínimas indispensáveis ao
desenvolvimento da indústria de sementes no Brasil.
1970 - o controle da produção e fiscalização de sementes foi introduzido em Mato
Grosso.
1970 à 1978 - ano da divisão do Estado de Mato Grosso. Constam nos livros da
DFAARA/MT, os registros de 102 produtores, dentre estes, 82 estabelecidos em
municípios do hoje Estado de Mato Grosso do Sul, e apenas 20 em municípios que
continuaram a pertencer ao Mato Grosso.
2003 - LEI Nº 10.711, DE 5 DE AGOSTO DE 2003, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas. Mudança na legislação introduz novas classes de sementes.
2007 - Hoje o Estado conta com elevado número de Empresários, possuidores de
ótimas instalações de beneficiamento e armazenamento de sementes; laboratórios
para se efetuar as análises de controle de qualidade dos lotes; profissionais de alto
nível; investimentos em pesquisas, e no setor produtivo como um todo.