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Indutores e capacitores, Notas de estudo de Eletrônica

Indutores e capacitores

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 15/05/2012

Gisele
Gisele 🇧🇷

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Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES
CAPACITORES
E INDUTORES
CAPITULO 04
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Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPACITORES

E INDUTORES

CAPITULO 04

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

4.1 INTRODUÇÃO

Destina-se o presente capítulo a apresentar o comportamento dos indutores e capacitores como elementos essenciais da grande maioria dos circuitos elétricos e eletrônicos. Procuraremos dar uma abordagem qualitativa desses elementos abordando os principais aspectos relativos ao armazenamento de energia para em seguida apresentar as principais relações matemáticas que definem o comportamento desses elementos e suas propriedades. Veremos ainda o conceito de dualidade, a obtenção de circuitos duais, a obtenção das equações íntegro-diferenciais, de malha e de nó dos circuitos contendo indutores.

4.2 O INDUTOR

O indutor é um elemento passivo capaz de armazenar e fornecer quantidades finitas de energia. Ao contrário de uma fonte ideal, eles não podem fornecer quantidades ilimitadas de energia ou manter o fornecimento de uma determinada potência média. Vamos definir indutor e indutância estritamente do ponto de vista de circuitos, por sua relação tensão-corrente. Quando a corrente que atravessa um condutor varia, o fluxo magnético que o envolve também varia. Esta variação de fluxo magnético ocasiona a indução de uma voltagem num circuito próximo ao condutor. Esta voltagem induzida é proporcional à razão de variação da corrente geradora do campo magnético com o tempo. Essa constante de proporcionalidade é chamada indutância e é simbolizada pela letra L. A relação é, portanto:

(4.1)

A unidade de indutância é Henry ( H ).

Figura 4.1 – O indutor ideal.

O indutor cuja indutância é definida pela expressão (4.1), é um modelo matemático; é um elemento ideal que pode ser usado para aproximar o comportamento de um dispositivo real. Fisicamente, um indutor pode ser construído enrolando-se um pedaço de fio na forma de bobina.

Um indutor, ou bobina, com a forma de hélice de passo muito pequeno, possui uma indutância, em Henry (H) dada por,

(((( ))))

di t (( )(( )))

v t L

dt

v(t)

i(t)

L

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

c)

Figura 4.2 – Efeito de variação da corrente sobre um indutor de 3H.

4.3 RELAÇÃO PARA CORRENTE E ENERGIA NO INDUTOR

Da equação de definição do indutor podemos escrever:

Fazendo a integração de t 0 a t:

Para t 0 = 0- :

(4.3)

A equação (4.3) nos fornece a corrente em função da voltagem e i(0 - ) pode ser considerada como a corrente existente no indutor em t = 0 -^ antes da aplicação da voltagem v(t). Para um problema real, a seleção de t 0 = -∞ assegura a não existência de corrente ou energia inicial no indutor. Assim se i(t 0 ) = i(-∞) = 0, então:

(4.4)

O fluxo magnético num indutor atravessado por uma corrente i(t) é dado por:

(4.5)

Vamos deter nossa atenção para potência e energia. A potência absorvida é dada pelo produto tensão-corrente.

(4.6)

(((( ))))

l

di v t dt

L

(( )(( ))) (((( ))))

(((( ))))

(( )(())) (((( )))) (((( ))))

0 0

0

i t t i t t t (^0) t

l

di v t dt

L

l

i t i t v t dt

L

∫∫∫∫ ∫∫∫∫

∫∫∫∫

(( )(( ))) (^) (((( )))) (((( ))))

t 0

l

i t i 0 v t dt

L

−−−−

∫∫∫∫

(( )(())) (((( ))))

l^ t

i t v t dt

L −∞−∞−∞−∞

==== (^) ∫∫∫∫

φφφφ (^) (((( ) t (^) ))) ==== L i t ⋅⋅⋅⋅ (((( ) (^) ))) Wb

(((( )))) (((( )))) (((( )))) (((( ))))

di t (((( ))))

p t v t i t L i t W

dt

t(s)

0 1 2 t(s)

i(t) (A)

v(t) (V) ∞

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

A energia ωL recebida pela indutância é armazenada pelo campo magnético no intervalo de tempo desejado.

Logo,

Considerando que em t 0 a energia seja zero:

(4.8)

Vamos agora fazer uma lista das principais características de um indutor e que resultam da sua equação de definição.

  1. A voltagem num indutor é zero se a corrente que passa através dele for independente do tempo. Uma indutância é, portanto, um curto-circuito para corrente contínua.
  2. Uma quantidade finita de energia pode ser armazenada num indutor, mesmo que a voltagem na indutância seja zero, caso em que a corrente é constante.
  3. É impossível alterar instantaneamente, de um valor finito a corrente num indutor, pois isto requer um valor infinito de voltagem.
  4. Um indutor ideal nunca dissipa energia, apenas armazena.

Exemplo:

Determine a corrente em um indutor de 5H se a tensão for de (((( ))))

30t ,^2 t 0 v t 0, t < 0

Determine também, a energia armazenada em 0 < t < 5s.

Solução:

Como (((( )))) (((( ))))

0

t t^0

i v t dt i t L

==^ ==^ ∫∫∫∫ ++++ e^ L = 5H ,

t 3 2 3 0

1 t i 30t .dt 0 6 2t A 5 3

== == (^) ∫∫∫∫ ++++ ==== ×××× ====

A potência é a p ==== v.i ==== 60t^5 e a energia armazenada é, portanto, 65 (^5 ) 0 0

t w p.dt 60t .dt 60 156, 25kJ 6

==== (^) ∫∫∫∫ ==== (^) ∫∫∫∫ ==== ====

(((( ))))

(((( )))) 0 0 0

t t i t t t i t

di

p dt L i dt L i di

dt

∫∫∫∫ ⋅⋅⋅⋅^ ====^ ∫∫∫∫ ⋅⋅⋅⋅^ ⋅⋅⋅⋅^ ====^ ∫∫∫∫ ⋅⋅⋅⋅

(((( )))) (((( )))) (((( )))) (((( ))))

2 2 L L 0 0

t t L i t i t J

ωωωω − ω− ω− ω− ω ==== ⋅⋅⋅⋅ ^ −−−− 

(((( )))) (^) (( )(( )))

2 L

t L i t J

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

Para o ar ou vácuo:

Várias características importantes do capacitor podem ser analisadas através da sua equação de definição. Uma voltagem constante através de um capacitor requer que uma corrente nula passe por ele, logo o capacitor é um circuito aberto para corrente contínua. É também evidente que uma mudança brusca de tensão implica numa corrente infinita. Como não existe dispositivo físico real que forneça uma corrente infinita, o capacitor não permite uma mudança instantânea da tensão sobre ele aplicada. Esta restrição será retirada quando admitirmos a existência de correntes impulsivas.

4.5 RELAÇÕES PARA TENSÃO E ENERGIA NO CAPACITOR

A voltagem num capacitor pode ser obtida através da equação (4.9).

Integrando de t 0 a t:

Quando t 0 = 0- :

(4.11)

Considerando o capacitor descarregado em t = 0-, isto é, v(0 -^ ) = 0 e como a integral da corrente é a carga armazenada sobre as placas do capacitor:

Logo:

(4.12)

A similaridade entre as várias equações integrais introduzidas nesta seção e as que aparecem na discussão sobre indutância é enorme e sugere que a dualidade pode ser aplicada entre indutâncias e capacitâncias. Considere o exemplo da figura 4.4 em que uma tensão v(t) é aplicada sobre um capacitor de 5μF e observe a corrente resultante.

9 12 0

F 10 F

m 36 m

−−−−

ε = εε = εε = εε = ε ==== ×××× −−−− ====

(( )(( ))) (((( ))))

dv t i t dt

C

(((( )))) (((( )))) 0

t t^0

v t i t dt v(t )

C

==^ ==^ ∫∫∫∫ ⋅⋅⋅⋅^ ++++

(((( )))) (^) (((( )))) (((( ))))

t 0

v t v 0 i t dt

C −−−−

∫∫∫∫

(((( ))))

q (^) (((( ) t )))

v t

C

q (^) (((( ) t (^) ))) ==== C v t ⋅⋅⋅⋅ (( )(( )))

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

Figura 4.4 – Efeito de variação da tensão sobre um capacitor de 5μF.

Para determinação da energia armazenada num capacitor ao qual é ligada uma fonte de tensão, consideremos a potência entregue ao capacitor.

A energia é a integral da potência.

Se a energia armazenada é nula em t 0 :

(4.13)

Vamos fazer agora uma lista das principais características de um capacitor.

  1. Se a voltagem num capacitor não varia com o tempo, então a corrente será nula. Um capacitor é circuito aberto para corrente contínua.
  2. Uma quantidade finita de energia pode ser armazenada num capacitor, mesmo quando a corrente através do capacitor é nula.
  3. É impossível alterar, instantaneamente, a voltagem em um capacitor, pois requer uma corrente infinita.
  4. Um capacitor nunca dissipa energia, apenas armazena. Embora isto seja verdadeiro para um modelo matemático, não é verdadeiro para um capacitor real.

(((( )))) (((( )))) (((( )))) (((( ))))

dv t (((( ))))

p t v t i t C v t

dt

(( )(( ))) (( )(()))

(((( )))) (((( )))) (( )(( ))) (((( ))))

(((( )))) (((( )))) (((( ))))

(((( )))) (((( )))) (((( )))) (((( (^) ))))

0 0 0

t t v t (^2 ) t t v t^0 2 2 C C 0 0

dv t 1

p t dt C v t dt C v t dv t C v t v t

dt 2

t t C v t v t

==== ⋅⋅⋅⋅ ==== ==== ^ −−−− 

ωωωω − ω− ω− ω− ω ==== ^ −−−− 

∫∫∫∫ ∫∫∫∫ ∫∫∫∫

(((( )))) (( )(( )))

2 C

t C v t

0 1 2 3 4 t(ms)

v(t) (V) i(t)(mA) 20

-1^0 1 2 3 4 t(ms)

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

4.6 ASSOCIAÇÃO DE INDUTÂNCIAS E CAPACITÂNCIAS

Vários indutores em série são somados diretamente dando como resultado um indutor equivalente.

Figura 4.5 – Associação de indutores em série.

Indutores em paralelo são associados para formar um indutor equivalente da mesma forma que resistências em paralelo.

Figura 4.6 – Associação de indutores em paralelo.

(( (( ))))

1 2 N s 1 2 N 1 2 N

s 1 2 N

s eq eq 1 2 N

di di di

v v v ...... v L L ......L

dt dt dt

di

v L L ...... L

dt

di

v L ; L L L ...... L

dt

L 1 L 2

L (^) N L (^) eq vs vs

i i

v1 v

vN

+ -^ + -

i (^) s v L 1 L 2 L (^) N L (^) eq

i (^) s v

i 2 i (^) N

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

Para dois indutores em paralelo: ‘ (4.16)

Capacitores em série são associados para formar um capacitor equivalente de maneira similar a indutores em paralelo.

Figura 4.7 – Associação de capacitores em série.

Capacitores em paralelo são associados para formar um capacitor equivalente somando-se diretamente os valores dos capacitores.

Figura 4.8 – Associação de capacitores em paralelo.

eq

1 2 N

L

L L L

1 2 eq 1 2

L L

L

L L

eq

1 2 N

C

C C C

v1 v

vs CN vs (^) Ceq

C 1 C 2
+ -^ + -
C 1 C 2 CN

i (^) s v Ceq

v

i 1 i (^2) i (^) N

i (^) s

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

4.7 EQUAÇÕES ÍNTEGRO-DIFERENCIAIS PARA CIRCUITOS COM INDUTORES E
CAPACITORES

Vamos escrever as equações nodais para o circuito da figura 4.9.

Figura 4.9 – Uma rede RLC com nós e voltagens identificadas.

Para o nó central:

Para o nó da direita:

Reescrevendo as duas equações:

Estas são as equações íntegro-diferenciais para o exemplo da figura 4.9.

(((( )))) (((( )))) 0

t (^1 2 ) t^1 s^ L^0

1 v v dv

v v dt i t C 0

L R dt

−−^ −−

∫∫∫∫ −−−−^ ++++^ ++++^ ++++^ ====

(((( (^) 2 s )))) 1 2 1 s

d v v v v

C i 0

dt R

−−−− −−−−^ ====

(((( )))) 0 0

1 1 t^2 t (^2) t 1 t s L 0

1 2 2 s 1 1 s

v dv 1 v 1

C v dt v dt i t

R dt L R L

v v dv dv

C C i

R R dt dt

∫∫∫∫ ∫∫∫∫

C 1
C 2
L R

vs

vs

v v

i (^) s

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

4.8 DUALIDADE

Definiremos em termos de equações de circuitos. Dois circuitos são duais se a equação de malhas que caracteriza um deles tem a mesma forma matemática que a equação nodal que caracteriza o outro. Eles serão chamados duais exatos se cada equação de malha de um for numericamente idêntica à correspondente equação nodal do outro. Para o circuito da figura 4.10 vamos obter as equações de malha e depois escrever as duais e tentar obter o circuito dual.

Figura 4.10 – Exemplo para obtenção do dual.

c^ (((( ))))

1 2 1

1 2 2 2

v 0 10V

di di 3i 4 4 2cos 6t dt dt di di 1 4 4 i dt 5i 10 dt dt 8

−−−− ++++ ++++ (^) ∫∫∫∫ ++++ = −= −= −= −

As equações duais são obtidas substituindo-se as correntes por tensões.

1 2 1

1 2 2 2

dv dv 3v 4 4 2cos 6t dt dt dv dv 1 4 4 v dt 5v 10 dt dt 8

−−−− ++++ ++++ (^) ∫∫∫∫ ++++ = −= −= −= −

3 Ω^ 8F

2cos 6t V (^) 4H^5 Ω i 1 i^2

+ vc -

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

4.10 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO
  1. A um indutor perfeito sem energia armazenada aplica-se em t = 0 uma tensão contínua de 10V. Sabe-se que ao fim de 1μs a energia armazenada é de 0,5μJ. Qual o valor da indutância?

Solução:

t 0

p t v t .i t v t v t dt L

==== ==== ⋅⋅⋅⋅ (^) ∫∫∫∫

Como v t (((( ) )))==== V ==== 10 Volts

(( )(()))^ (((( ))))

6

6

(^2) t 2 0 t 2 t 0 0 10 0 2 10 6 0 4

V V

p t dt t L L V w t p t dt t.dt L 100 w t t.dt L

100 t 0, 5 10 L 2 L 10 H

−−−−

−−−− −−−−

−−−−

×××× ==== 

∫∫∫∫

∫∫∫∫ ∫∫∫∫

∫∫∫∫

  1. O circuito LC da figura que segue começou a operar em t = 0, quando a corrente era nula e o capacitor tinha uma carga de 5C. Sabendo-se que o valor máximo de corrente é igual a 3A, determinar a indutância L.

i 0 (((( ))) )==== 0

L 2,5F

i(t)

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

Solução:

A tensão inicial no capacitor:

0

q 5 v 2V C 2, 5

A corrente será máxima no instante em que a energia armazenada no capacitor for totalmente transferida ao indutor.

2 2

2 2

L.i C.v 2 2 C.v 2, 5 4 L i 9 L 1,1H

××××
  1. Para o circuito que segue determine o dual e escreva as equações íntegro-diferenciais de malha do circuito resultante.

L C

i 0 2A v 0 2V

==^ ==

i (^) X ==== i 1

0,01μF 30mH

30mF

0,01μH

2k

2kΩ

10 -3^ cos 10^4 t A

10 -3^ vx

10 -3^ i (^) x

10 -3^ cos 10^4 t V

i (^) x

vx

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A carga total com os capacitores em paralelo:

(((( ))))

1 2 1 2 1 2 1 1 2 2 6 1

1 2

q q q 1333, 34 C q q C C C q q C 20 q 666, 67 10 40 q 444, 33 C q 888, 67 C

−−−−

====^ ++++ ====^ μμμμ

====

==== ××××

==== μμμμ ====^ μμμμ

  1. A corrente através de uma capacitor de 0,2μF é iC (^) (((( ) t (^) ))) ==== 60cos 10 t ((((^4 ++++ 36 DDDD^ )))) mA para todo t. A

tensão média no capacitor é zero.

a) Qual o valor máximo de energia armazenado no capacitor? b) Qual é o primeiro instante t, não negativo, em que a energia máxima é armazanada?

Solução:

C^ (((( ))))^ ((((^^4 ))))

4

C 0, 2 F i t 60cos 10 t 36 mA 2 T período 10

==== μμμμ ==== ++++ ππππ ====

DD DD

C

i (^) c

FACULDADE DE ENGENHARIA - FENG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA – DEE CIRCUITOS I

(( )(())) (^) (((( )))) (( )(()))

(( )(())) (^) (((( )))) (((( ))))

(( )(()))^ (((( )))) (((( ))))

2 C t C C (^0)

6 t 4 3 C C (^0) 4 C C

w C.v t 2 1 v t v 0 i t .dt C v t v 0 5 10 60cos 10 t 36 .dt 10

v t v 0 30sen 10 t 36 V

−−−−

−−−− −−−−

−−−−

==== ++++ ×××× ++++ ××××

∫∫∫∫

∫∫∫∫

DDDD

DDDD

Como a tensão média deve ser zero.

(((( )))) (((( ))))

(((( )))) (((( ))))

4

4

2 10 4 0 C 4 2 4 10 C 4 0

Vméd v 0 30.sen 10 t 36 dt T

10 30 0 v 0 cos 10 t 36 2 10

ππππ −−−−

ππππ −−−−

==== ^ ++++ ++++ 
= ^ − + 

ππππ  

∫∫∫∫

DDDD

DDDD

(( (( )))) (((( ))))

(((( )))) (((( )))) (((( ))))

(((( ))))

(( )(())) (^) (((( ))))

4 C (^4 4 4 )

C

C 4 C

v 0 cos 10 36 cos 36 10 10 10 10 30 30 v 0 cos 360 36 cos 36 2 2 v 0 0V

v t 30sen 10 t 36 V

−−−−

−−−−

−−−−

ππππ  ππππ  ×××× ==== (^)  ×××× ++++ (^) −−−−  

==== ++++ −−−− ππππ ππππ ====

==== ++++

DD DD DDDD

DDDD DDDD DDDD

DDDD

a) A energia máxima é obtida para vC (((( ) t ))) máx ==== 30V.

6 2 6 C

W 0, 2 10 30 90 10 90 J

==== ×××× ×××× −−−−^ ×××× ==== ×××× −−−− ==== μμμμ

b) O instante em que a tensão é máxima corresponde ao arco em que 10 t^4 2

ππππ ++++ DDDD^ ====.

10 t^4 0, 6283rad 1, 5708rad t 94, 3 s

==== μμμμ