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Básico, artigo mini papper, Teste de turing e linguagens de programação
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Itapiranga, SC 2019
Trabalho apresentado como requisito para a aprovação na disciplina de metodologia científica do Curso de gestão da tecnologia da informação do Centro Universitário FAI. Professor Orientador: Fabiana Raquel Mühl Itapiranga, SC 2019
A inteligência artificial vem sendo cada vez mais presente em projetos; Todos os desenvolvedores dessa área estão trabalhando na criação e na conversão de máquinas simples em máquinas inteligentes, que são capazes de perceber, pensar, se adaptar e evoluir de acordo com informações recebidas. Segundo E. Rich (17) "Inteligência Artificial é o estudo de como fazer computadores realizarem tarefas para as quais, até o momento, o homem faz melhor". Uma definição descomplicada mas que retrata com muita clareza o propósito da IA. Diante disso, o presente artigo tem como objetivo realizar uma pesquisa sobre artificial intelligence (IA), buscando entender conceitos, destacar abordagens, obter e propagar informações sobre suas possíveis aplicações em vários setores da tecnologia. Também abordaremos o famoso Teste de Turing, que trata da questão: as máquinas podem pensar? E por fim buscaremos explicar o funcionamento básico dessa tecnologia. Segundo Figueredo, [...] Um dos destaques da tecnologia nos tempos atuais é a inteligência artificial. O relatório Digital Dividends, publicado pelo Banco Mundial, mostra que dois terços dos postos de trabalho dos países em desenvolvimento enfrentam a real possibilidade de serem automatizados. A velocidade dessa substituição, aponta o estudo, é incerta e depende do ritmo da disrupção tecnológica de cada país. Em contra partida, traz consigo uma disuptura social, como qualquer outra revolução. Nesse contexto surgem inúmeras questões e desafios que terão que ser encarados, mas o principal deles é: como o ser humano tende a se adaptar em meio a esse novo e desconhecido universo?
Segundo o site Cetax a inteligência Artificial hoje é conhecida como IA (ou IA fraca), na medida em que é projetada para executar uma tarefa estreita (por exemplo, apenas reconhecimento facial ou apenas pesquisas na Internet ou apenas a conduzir um carro). No entanto, o objetivo a longo prazo de muitos pesquisadores é criar IA geral (AGI ou IA forte). Enquanto a IA estreita pode superar os seres humanos em qualquer tarefa específica, como jogar xadrez ou resolver equações, a AGI superaria os humanos em quase todas as tarefas cognitivas. Waterman (1985) define IA como "uma subárea da Ciência da Computação que objetiva desenvolver programas computacionais inteligentes. Esses programas são: solucionadores de problemas, programas que melhoram sua própria performance, programas que interpretam linguagens, programas que reconhecem esquemas visuais, enfim que se comportam de maneira que seria considerada inteligente se observada num homem". A IA pode ser entendida como a automação de atividades que nós associamos ao pensamento humano, atividades com tomada de decisão, resolução de problemas e o aprendizado. De acordo com Azevedo (2005), existem três principais linhas de pesquisa no ramo da inteligência artificial: a linha conexionista, a linha simbólica e a linha evolutiva. A linha conexionista propõe a modelagem da inteligência humana por meio de simulações dos neurônios e suas interligações; A linha simbólica utiliza formalismo do tipo lógico para simular o comportamento inteligente expresso através de linguagem; Já a linha evolutiva, também chamada de computação evolutiva, se baseia na observação de mecanismo evolutivos encontrados na natureza, tais como a auto-organização e comportamento adaptativo. A IA está presente no dia-a-dia das pessoas e empresas, um exemplo disso são recursos de reconhecimento de voz, de face e sugestões de escrita disponíveis nos smartphones de hoje (Makridakis, 2017). Com essa popularização é possível afirmar que a IA se encontra em novo estágio evolutivo, e que alguns denominam de IA 2.0 (Pan, 2016). Onde mais observamos isso é nos recursos Google, podemos citar como exemplo: Google assistente mais fluido, Google duplex, Edições do Google Fotos, Google Lens, Android mais adaptativo e Google news. Atualmente a principal meta da IA é produzir um relato científico completo da inteligência humana, animal e das maquinas que mostre os princípios que permeiam todas as três. O problema com isso, deve-se admitir, é que sabemos muito pouco, se é que sabemos, desses princípios comuns nesse momento.
O artigo realizou um levantamento bibliográfico visando conceituar a inteligência artificial, destacando exemplos de aplicação e linguagens associadas. Observou-se que não há uma definição consensual, pois existem diversas visões sobre o assunto, muitas delas complementares, porém outras com abordagens diferenciadas. Acredita-se que essa diversidade de definições seja em razão do fato da tecnologia se renovar a cada dia e a inteligência artificial ser um ramo de estudo em evolução. Uma das grandes dificuldades encontradas para a elaboração do artigo foi encontrar visões que fossem totalmente coerentes entre si para que houvesse melhor compreensão do assunto, pois o tema é bastante abrangente e existem diferentes opiniões.
Referências FETZER, J. H. Computers and Cognition: Why Minds are not Machines. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 2001. WHITBY, Blay. Inteligência artificial - um guia para iniciantes. São Paulo: Madras, 2004. ROVER, josé. Informática no direito- Inteligência Artificial. São Paulo: Jurua, 2016. Russel, Stuart; Norvig, Peter: Inteligência Artificial. Campus São Paulo, 2003. 1040p Bittencourt, Guilherme: I nteligência Artificial – Ferramentas e Teorias. Editora da UFSC. 2ª. Edição. Florianópolis, 2001. 362p RUSSELL, Stuart, e NORVIG, Peter. Inteligência Artificial ; trad. Vandenberg D. de Souza