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Inteligência humana e artificial, Resumos de Psicologia Cognitiva

Conceito de inteligência humana e artificial. Diferenças entre inteligência humana e artificial

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 21/02/2021

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Deolinda da Conceição dos Santos
Domingos Arlindo
Tema: inteligência humana e Artificial
(Curso Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações)
Universidade Rovuma
Nampula
2021
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Deolinda da Conceição dos Santos Domingos Arlindo Tema: inteligência humana e Artificial (Curso Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações) Universidade Rovuma Nampula

Deolinda da Conceição dos Santos Domingos Arlindo Tema: Inteligência humana e Artificial (Curso de Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações) Trabalho de carácter avaliativo da cadeira de Psicologia Cognitiva, curso de licenciatura em Psicologia Social e das Organizações, pós- laboral, IIº Ano, locionado por: Docente:PhD Mussa Abacar Universidade Rovuma Nampula

Introdução A inteligência humana é um objeto de estudo muito complexo por se tratar de um conceito ainda a ser definido. Explicar sua origem, como funciona a concepção de inteligência mudou ao longo da história, e que não existe consenso sobre a sua definição, mensuração e determinantes. Estudo acerca da inteligência desenvolvida pelos seres humanos implica em, necessariamente, discutir a respeito das diferenças individuais, que constituem a diversidade e a pluralidade das formas do existir humano. Neste sentido, há um vasto campo de estudos, com uma imensa gama de conceitos sobre o que seja inteligência.Assim, o presente trabalho justifica-se no sentido em que pretende discutir as diferentes concepções de inteligência, apresentando os pontos de divergência e concordância entre inteligencia humana e Artificial podendo contribuir para compreensão.

Inteligência: aspectos gerais e conceituais De acordo com Passos e Ferreira (2016), o termo “inteligência” se originou do latim intelligentia, derivado das palavras inter que significa “entre” e eligere que quer dizer “escolher”, explicando que a inteligência pode ser considerada como a capacidade de fazer uma escolha que seja julgada a melhor ou mais correta. No dicionário de Psicologia (Associação Psicológica Americana, 2010, p. 521), pode-se encontrar a definição de inteligência como sendo a “capacidade de extrair informações, aprender com a experiência, adaptar-se ao ambiente, compreender e utilizar corretamente o pensamento e a razão”. Para Pinheiro (1996), existem diversos significados para a inteligência, como: habilidade de pensar em termos e ideias abstratas, ponderar acerca da resolução de problemas, capacidade de ajuste ao meio em que está inserido, entre outras. De acordo com Oliveira-Castro (2001), o conceito de inteligência tem sido usado de diversas formas, sendo relacionado tanto às características biológicas dos indivíduos (estrutura e funcionamento do sistema nervoso, como tamanho do cérebro ou consumo de glicose) quanto a processos cognitivos. Ao caracterizar a evolução das teorias da inteligência, Sternberg acaba por abordar os níveis de observação e explicação analítico, holístico, e estrutural (os níveis intra, inter e trans) e, ao mesmo tempo, por descrever para as teorias da inteligência um percurso que corresponde a um processo dialéctico (Sternberg, 1999) de diferenciação-integração; este paralelismo entre o desenvolvimento da inteligência e o desenvolvimento do conhecimento, a lembrar a epistemologia genética de Piaget, constitui exemplo expressivo da reflexão epistemológica que caracteriza a investigação psicológica nas últimas décadas (Kuhn, 1970; Overton, 1984, 2002, 2006a), e em particular no domínio da inteligência humana (Miranda, 1986, 2002, 2003; Sternberg, 1990). É nesta perspectiva que se procede de seguida a uma reconsideração dos paradigmas e das metáforas de investigação da inteligência, reportando-os agora a um quadro de referência epistemológico e ontológico.

Dentro da abordagem psicométrica podemos encontrar teorias compósitas, fatoriais e hierárquicas. As teorias compósitas encaram a inteligência como um conjunto integrado de funções mentais que operam na adaptação e resolução de problemas (Almeida, cit. por Almeida et. al, 2009). Esta abordagem mantém-se actual, em parte, porque permite o cálculo do Quociente de Inteligência (QI) do indivíduo, indicador bem entendido, dentro e fora do domínio da Psicologia. Este Quociente pode ser calculado através da idade mental (IM) do indivíduo – nível de habilidade mental e desenvolvimento cognitivo -, dividindo-a pela idade cronologica e multiplicando por 100 – o que origina o QI de razão, ou com recurso às escalas de Wechsler, através das médias e desvios-padrão dos resultados de acordo com os grupos etários – o que dá origem ao QI de desvio. As teorias fatoriais atribuem à inteligência o carácter de traço ou aptidão simples, ou conjunto de traços ou aptidões. O estudo destes fatores é estatístico, o que levou a diferentes tipos de análise, de conclusões, e consequentente de teorias. Dentro deste campo de diferentes interpretações e teorias temos posições que se aproximam mais da existência dum fator geral como fator descritivo da inteligência, como a de Spearman, posições que defendem a existência de diferentes aptidões mentais distintas e relativamente independentes (estatisticamente independentes), como a de Guilford ou Thurstone, e posições conciliatórias, que se situam mais a meio do contínuo geral-específico de aptidões, e que defendem o agrupamento das aptidões mais específicas em aptidões mais gerais, como a Vernon e Cattell. Spearman (cit. por Almeida et. al, 2009). De tal maneira, de forma a avaliar este factor, é importante recorrer a instrumentos cujo desempenho apele pouco à experiência e conhecimentos prévios, centrando-se em funções cognitivas específicas, como o raciocídio indutivo. Thurstone (cit. por Almeida et. al, 2009. De entre as teorias abrangentes da inteligência podem destacar-se a da inteligência emocional, da inteligência social, a teoria triárquica da inteligência, e a teoria da inteligências múltiplas (Almeida et. al, 2009).

Conceito de inteligencia humana Seguindo uma visão tradicionalista, Travassos (2001) afirma que a inteligência já foi conceituada como uma capacidade inata do indivíduo, um atributo do qual o ser humano dispõe para responder a testes de inteligência, como o Q.I. (“Quociente Intelectual”), criado por Alfred Binet, por volta de 1900, na França, com a finalidade de responder a indagações sobre a possibilidade de evidenciar o sucesso ou fracasso escolar de crianças da época que frequentavam as séries iniciais, funcionando como um mensurador, por exemplo. Esta, por sua vez, não sofre grande alteração independente de idade, treinamentos ou experiências, de forma geral, mantendo a mesma estrutura já que nascemos com esse potencial O termo “inteligência humana” fundamenta-se numa de entre múltiplas concepções implícitas da inteligência, as quais se ligam inevitavelmente ao contexto cultural e aos valores dominantes numa sociedade e num momento histórico particular. Comprovam-no diversos estudos (Sternberg, 2004). Um conceito de inteligência que remete para uma multiplicidade de níveis de organização, desde o biológico (genético, bioquímico, fisiológico, neurológico) ao contextual (história pessoal, meio físico, meio social, meio cultural), e para uma visão sistémica e integrada da inteligênciahumana. Mas emerge também, no quadro das modernas neurociências, a marca distintiva da influência de Charles Darwin na compreensão da inteligência humana, mesmo após cerca de 150 anos, o que testemunha o extraordinário valor heurístico da teoria (Travassos, 2001). O conceito de “adaptação”, central na teoria de Darwin, sistémico por definição, coloca em jogo a relação complexa entre a flexibilidade constitucional do organismo, ou da espécie, e a modificação contínua das suas condições de vida; mas este conceito apenas assume um carácter sistémico se “adaptação” for entendida como “processo” e não como “produto”. Ainda que numerosas definições de inteligência remetam para a noção de adaptação, esta distinção nem sempre é completamente clara, ou verdadeiramente consequente. (Brody, 2000). As mais divulgadas e aceites definições de inteligência têm por contexto aquela que se considera habitualmente a primeira abordagem da inteligência humana no quadro de uma psicologia científica: uma nova área das ciências naturais, que veio a ser designada “psicologia diferencial” e cuja origem, nos finais do século XIX, se liga a Sir Francis Galton. Fortemente influenciado

Tipos de inteligência Para Dalgalarrondo (2008, p. 281-282), “o indivíduo é um ser social, reflexivo, que participa ativamente de seu ambiente e visa objectivos coerentes com tal ambiente. Os processos cognitivos mais importantes se desenvolvem em relação estreita com o mundo em que se vive”. Neste entendimento, o autor apresenta outras duas manifestações da inteligência humana: O inteligência social – “os comportamentos cognitivos, por serem intimamente conectados com o contexto social, só podem ser compreendidos a partir também da análise de tais contextos” (ibid.); O inteligência intrapessoal – refere-se à habilidade em poder apreender e ponderar a respeito de “si mesmo de forma precisa. Abrange, de certa forma, a inteligência social e a emocional, incluindo a capacidade de se interrelacionar com os outros de forma compatível com o auto- entendimento” Teoria de Inteligências Múltiplas Gardner (1995) define e categoriza num primeiro momento sete tipos de inteligência, logo após isso, Gardner (1996) percebeu a necessidade da adição de dois novos, sendo eles o naturalista e o existencialista, totalizando noveformas de manifestação da inteligência: 1-Lógico-matemática: O raciocínio lógico-matemático permite que um indivíduo resolva um problema rapidamente, onde uma possível solução é encontrada antes mesmo de sua verbalização. Graças a essa inteligência o homem pode raciocinar, compreender e formular esquemas sobre os modelos que lhe proporcionam socialmente, e após vivenciar esses modelos impostos, será capaz de mantê-los ou modificá-los.Quando uma criança desenvolve este raciocínio, apresenta facilidade em cálculos mentais e pode formular exemplos práticos de seu raciocínio. No cérebro, esta inteligência está localizada no Centro de Broca. 2- Linguística: Quando o homem interage com o ambiente em que vive com suas práticas físicas modificando aquilo que é natural dá origem ao que chamamos de relação homem/natureza, dessa forma ele desenvolve e se expressa com linguagem própria, criando sua própria perspectiva de natureza. É como a característica que poetas apresentam. Quando uma criança desenvolve esse raciocínio, se torna capaz de contar experiências vividas, histórias, etc.

3- Naturalista: O homem desenvolve essa habilidade através de sua interação e vivência com a natureza, a partir disso torna-se capaz de classificar seus elementos, como vegetais, minerais, animais, etc., dessa forma pode se reconhecer como participante de um ecossistema. 4- Interpessoal: É a capacidade que o homem desenvolve de compreender os outros indivíduos com quem se relaciona, estabelecendo uma relação de empatia, aplicando valores como respeito, solidariedade, e outros, interpretando as expressões e linguagem corporais alheias, se antecipando em relação ao que o outro está sentindo ou ao que está intencionado a fazer e distinguindo temperamentos até mesmo quando estão implícitos no indivíduo. Quando uma criança desenvolve esse raciocínio, pode facilmente liderar outras, já que são extremamente sensíveis as necessidades e sentimentos. 5- Intrapessoal : É a inteligência mais pessoal até o momento, que permite ao indivíduo se reconhecer integrante de um mundo, como um ser com características únicas, fazendo planos, sonhos, sendo consciente de sua interferência pessoal nesses elementos, podendo ou não modificá-los através de sua conduta no cotidiano. 6- Espacial: É a inteligência que nos permite abstrair um espaço e a partir desse modelo elaborado em mente, realizar modificações no espaço concreto, na realidade, permite que nos situemos no espaço em que estamos. Está localizada no hemisfério direito do cérebro e seu processamento é realizado pelo mesmo, se caso o indivíduo sofrer alguma lesão nesta área, poderá ter dificuldades pra encontrar um determinado local, lembrar de imagens, etc. 7- Corporal-cinestésico: É a inteligência que nos permite realizar os diversos movimentos corporais, como por exemplo, quando um indivíduo nada, movimenta seus braços e pernas alternadamente, ou quando toca bateria, designa funções aos seus membros e estes por sua vez realizam os movimentos correspondentes ao comando. Quando uma criança desenvolve essa habilidade e determina seu lado dominante poderá ter vantagens em situações em que utilizamos a coordenação motora e movimentos para solucionar problemas ou elaborar produtos. 8- Musical: É a capacidade que o ser humano desenvolve e que o permite se expressar através dos sons e relacioná-los com o meio, relacionando-os a sentimentos, a elementos visuais e sensações. Está localizada no hemisfério direito do cérebro, o qual é ativado para produzir e

provavelmente terão filhos com alta inteligência. Mas pais com alta inteligência provavelmente oferecerão ambiente intelectualmente estimulante para seus filhos. No que diz respeito às bases neuroanatômicas da inteligência, a Teoria da Integração ParietoFrontal tem sido uma das mais aceitas, segundo a qual regiões parientais e frontais são as mais associadas às medidas de capacidade cognitivas (Flores-Mendoza, 2010). Roazzi e Souza (2012) afirmam que a abordagem psicométrica presume que a inteligência é uma habilidade mental abstrata e geral, fixa e inata, cujo grau pode ser medido por desempenho em testes que são compostos por uma série de problemas e tarefas a serem resolvidos pelo indivíduo. Inteligência Humana e Inteligência Artificial A Inteligência Humana, caracteriza-se por “funções psicológicas ou conjuntos de funções graças às quais o organismo se adapta ao seu meio produzindo combinações originais de condutas, adquire e explora conhecimentos novos e, eventualmente, raciocina e resolve os problemas de uma maneira conforme às regras destacadas pelas formalizações da lógica” (Doron & Parot, 2001). Dito por outras palavras, a inteligência é um conjunto de funções que o homem inatamente possui, que ao longo da vida vai desenvolvendo e crescendo, que o ajudam a adaptar-se ao meio em que vive bem como a tomar decisões e a escolher perante os obstáculos que se apresentam. O raciocínio, a memória, a linguagem e a emoções são componentes da inteligência humana, sem os quais o humano não se tornaria autónomo e apto a sobreviver. A Inteligência Artificial por seu lado é uma nova ciência, que “bebe” teorias tanto da informática como das experiências da psicologia cognitiva, tendo como objectivo geral reproduzir por meio de máquinas, nomeadamente computadores, actividades humanas qualificadas como inteligentes. Cabe assim à inteligência artificial o tratamento de informações simbólicas não numéricas utilizando heurísticas, a resolução geral de problemas, o reconhecimento de formas e o reconhecimento automático da linguagem natural (Sternberg, 2000).

De facto, a inteligência artificial assemelha-se em muitas coisas à inteligência humana, pois outros dos seus domínios é o desenvolvimento de sistemas à base de representação de conhecimento e a modelização de raciocínios. Assim, tal como a inteligência humana, também a inteligência artificial utiliza o raciocínio lógico, a memória e a linguagem, mas falta-lhe um componente bastante importante da inteligência humana, a emoção. Esta por sua vez é factor principal da inteligência humana, pois não é à toa que se fala cada vez menos de Q.I. (coeficiente de inteligência) e mais de Q.E. (coeficiente emocional). Pode parecer que a emoção nada tem que ver com inteligência, mas tem e muito (Sternberg, 2000). No âmbito da psicologia a capacidade adaptativa do ser humano, é doseada pela inteligência e pela emoção, se um indivíduo for demasiado racional a sua adaptação ao meio social torna-se mais difícil, pois todas as suas acções e comportamentos estão condicionados por uma avaliação lógica e fria, por outro lado se esse mesmo indivíduo for demasiado emocional, também condiciona a sua capacidade adaptativa, pois este passa adar muita importância aos seus sentimentos e menos importância à razão, o que o torna mais fraco e frágil. De facto ser inteligente é ser capaz de se adaptar a qualquer situação ou meio ambiente, e para isso é necessário saber articular a razão e a emoção. A inteligência artificial está cada vez mais próxima da razão humana, mas ainda está bastante afastada da emoção humana (Sternberg, 2000). A inteligência artificial está cada vez mais próxima da razão humana, mas ainda está bastante afastada da emoção humana. O exemplo seguinte, que é o filme intitulado Inteligência Artificial do realizador Steven Spielberg ilustra bem o quanto a inteligência artificial poderá evoluir mas também realça o quanto a emoção artificial é difícil de atingir. Inteligência artificial estuda as semelhanças entre a vida artificial e a vida humana, é a robótica, ou seja, é a ciência que estuda a maneira pela qual as máquinas inteligentes poderão interagir (fisicamente) com o mundo real e com os humanos. Na inteligência artificial existem duas teorias que se aproximam muito à potencialidade da “máquina” se emocionar e se relacionar com os humanos. Arquitectura de Aceitação, criada por Rodney Brooks, e consiste em arquitectar um sistema virtual, onde são definidas camadas de comportamentos que ajudam os robots a decidir e ao mesmo tempo a interagir com o mundo. Essas camadas são a representatividade de um

Conclusão Apos a revisão da literatura que abordam a inteligência como sendo um “processamento da informação” ou, ainda, como uma função promovida no contacto do ser humano com seu meio ambiente.Nesse sentido, com a evolução histórica do conceito de inteligência, e de suas concepções e tipologia a inteligência humana não significa apenas uma representação de alguma atividade mental humana ou a capacidade de executá-la. É um conceito amplo e diversificado que abrange não apenas funções cerebrais, porém o funcionamento de toda estrutura corporal e psicológica do ser humano. A inteligência artificial está cada vez mais próxima da razão humana, mas ainda está bastante longe em atingir emoção humana, visto que o ser humano tem capacidade adaptativa, e que é doseada pela inteligência e pela emoção, se um indivíduo for demasiado racional a sua adaptação ao meio social torna-se mais difícil, pois todas as suas acções e comportamentos estão condicionados por uma avaliação lógica e fria, por outro lado se esse mesmo indivíduo for demasiado emocional, também condiciona a sua capacidade adaptativa, pois este passa adar muita importância aos seus sentimentos e menos importância à razão, o que o torna mais fraco e frágil.

Referência bibliográfica Almeida, L. S., Guisande, M. A., & Ferreira, A. IInteligência: Perspectivas Históricas. Coimbra. Almedina,2009. DORON, Roland e PAROT, Françoise, Dicionário de Psicologia, Lisboa, Climepsi Editores,

GARDNER, H. Inteligências Múltiplas: a Teoria na Prática.Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. ___________. A Criança pré-escolar: como pensa e como a Escola pode ensiná-la. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. ___________.Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Petrópolis: Vozes,

  1. LELORD, François; ANDRÉ, Christophe. A Força das Emoções, Cascais, Editora Pergaminho, Lda. (2001), MELLO, S. A. A Escola de Vygotsky. In: CARRARA, K. Introdução à Psicologia da Educação. São Paulo: Avercamp, 2004. STERNBERG, Robert J., Psicologia Cognitiva, Porto Alegre, Artmed Editora, 2000. STERNBERG, R. J. Inteligência para o Sucesso Pessoal. Rio de Janeiro: Campus, 2000.