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Processo de concepção de redes de computadores e a internet.
Tipologia: Resumos
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**Prof. Thiago Dutra **
Turma : TMS – 20171.3.01112.1M 2
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n Modelos de Comunicação n Serviços de Entrega
n Comutação de Circuitos n Comutação de Pacotes n Comutação de Circuitos x Comutação de Pacotes n Roteamento 4
n A Internet pode ser vista de um ângulo diferente n Uma infraestrutura que provê serviços a aplicações n Utilizando a infraestrutura de comunicação da Internet as aplicações distribuídas podem realizar a troca de dados n As aplicações são a única parte da Internet “visível” aos usuários n www n e-mail n VoIP n … (^7)
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n ICANN – Internet Corporation for Assigned Names and Numbers n Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números n Responsável pela alocação do espaço de endereços e nomes da Internet n https://www.icann.org n IANA – Internet Assigned Numbers Authority n Autoridade para Atribuição de Números na Internet n Responsável pela coordenação global do DNS Root, endereçamento IP e outros recursos de protocolo da Internet n https://www.iana.org n IETF – Internet Engineering Task Force n Força Tarefa de Engenharia da Internet n Desenvolvimento aberto de padrões para protocolos e arquitetura da Internet n https://www.ietf.org (^9)
n W3C – World Wide Web Consortium n Consórcio da WWW n Desenvolvimento de padrões e protocolos comuns para promover a evolução e interoperabilidade da Web n http://www.w3.org
n União Internacional de Telecomunicações n Agência da ONU para coordenação, padronização e desenvolvimento das operações de redes e serviços de telecomunicações n http://www.itu.int
n Centro de Informação de Rede da Internet n Efetuar o registro de domínios da Internet n https://www.internic.net 10
n Constituído pelo Ministério das Comunicações (MC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) em maio de 1995 n Principais atribuições: n A proposição de normas e procedimentos relativos à regulamentação das atividades na Internet; n A recomendação de padrões e procedimentos técnicos operacionais para a Internet no Brasil; n O estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil; n A promoção de estudos e padrões técnicos para a segurança das redes e serviços no país; n A coordenação da atribuição de endereços Internet (IPs) e do registro de nomes de domínios usando <.br>; n A coleta, organização e disseminação de informações sobre os serviços Internet, incluindo indicadores e estatísticas. 13
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n Aplicações n Clientes n Servidores
n Roteadores n Redes de redes
n Enlaces de comunicação 15
n Sistemas finais (hosts) n Executam programas de aplicação n Encontram-se nas extremidades da rede n Ex.: Web, e-mail n Modelo Cliente/Servidor n O cliente toma a iniciativa enviando pedidos que são respondidos por servidores n Ex.: Browser, Web service n Modelo peer-to-peer (P2P) n Mínimo (ou nenhum) uso de servidores dedicados n Ex.: Gnutella, KaZaa 16
n Usa um canal dedicado para cada conexão n Recursos fim-a-fim são reservados por chamada n Não há compartilhamento do recurso n Exige o estabelecimento da conexão n Desempenho garantido n Ex.: Rede de telefonia 19
n Capacidade de transmissão dividida em “pedaços” n Cada conexão aloca um “pedaço” n “Pedaço” desperdiçado se não estiver em uso durante a conexão
n Divisão em frequência (FDM) n Divisão temporal (TDM) 20
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n Comutação de Pacotes n Cada fluxo de dados fim-a-fim é dividido em pacotes n No destino os pacotes são reagrupados para remontar a mensagem n Os recursos da rede são compartilhados em bases estatísticas n Permite que mais usuários usem a mesma rede n Cada pacote usa toda banda disponível ao ser transmitido n Recursos são usadas na medida do necessário n Transmissão do tipo armazena-e-reenvia (store-and-forward) 22 n Pacotes se movem um “salto” por vez n O nó recebe o pacote completo antes de encaminhá-lo
n O próximo “salto” é determinada em cada roteador n Rotas podem mudar durante uma sessão n Analogia: dirigir perguntando o caminho
n Cada pacote leva um número (virtual circuit ID) que determina o próximo “salto” n O caminho é fixo e escolhido no instante de estabelecimento da conexão, permanece fixo durante toda a conexão n Analogia: dirigir por percurso planejado previamente com mapa 25
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n KUROSE, J. F. e ROSS, K. - Redes de Computadores e a Internet – 6a Ed., Pearson, 2013. n KUROSE, J. F. e ROSS, K. - Redes de Computadores e a Internet – 5a Ed., Pearson, 2010. n TANENBAUM, A. S. – Redes de Computadores – 5a Ed., Pearson,
**Prof. Thiago Dutra **
Turma : TMS – 20171.3.01112.1M