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Isolamento de Leveduras, Notas de estudo de Engenharia Química

Isolamento de leveduras.

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 30/05/2011

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camila-teixeira-1 🇧🇷

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EQ422 – Microbiologia Industrial, 2011.1 11/05/2011
isolamento de leveduras do caldo de cana
Camila Maria Teixeira de Almeida
Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Pernambuco, CEP 50.740-540, Cidade
Universitária, Recife – PE, Brasil.
Resumo: O caldo de cana foi usado como meio de cultivo para o crescimento de leveduras. Após o período de
incubamento observaram-se, microscopicamente, células ovaladas, algumas em brotamento, presença de
vacúolos e cultura pura.
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EQ422 – Microbiologia Industrial, 2011.1 11/05/

isolamento de leveduras do caldo de cana

Camila Maria Teixeira de Almeida

Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Pernambuco, CEP 50.740-540, Cidade Universitária, Recife – PE, Brasil.

Resumo: O caldo de cana foi usado como meio de cultivo para o crescimento de leveduras. Após o período de incubamento observaram-se, microscopicamente, células ovaladas, algumas em brotamento, presença de vacúolos e cultura pura.

INTRODUÇÃO

Leveduras são definidas como fungos que têm a fase unicelular como predominante em seu ciclo de vida, nos quais a reprodução se dá por brotamento ou por fissão. Embora haja fungos que apresentem uma fase leveduriforme em seu ciclo de vida, esta tem que ser predominante para que um fungo possa ser classificado como levedura. Porém, o termo levedura não tem nenhum significado taxonômico, denotando apenas uma forma de crescimento de fungos. A maioria das espécies de leveduras ocorre na natureza em exudatos açucarados de plantas, e no néctar das flores, também há muitas espécies que ocorrem na superfície de frutas frescas ou em frutas apodrecidas. Em comum, todos os habitats contêm altas concentrações de açucares. Como as leveduras têm grande capacidade de resistência ao estresse osmótico, é comum encontrá-las como contaminantes em produtos industrializados derivados de frutas ou em salmouras de conservas de alimentos. Há também leveduras associadas a águas doces e salgadas,

solos, excrementos e trato digestivo de animais. Existem ainda leveduras associadas a insetos, que as dispersam.

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

1º dia: Com uma alça de platina, foi depositada uma gota do caldo na superfície do meio contido na placa de Petri. Foram feitas estrias por esgotamento. A placa foi incubada à temperatura ambiente por 48 horas.

2º dia: Foram observadas as colônias que cresceram e escolhidas colônias típicas de leveduras. Na escolha da colônia foram anotados aspectos macroscópicos, tais como: tamanho, cor, forma, bordos, consistência, brilho, presença de pigmento solúvel. Foi transferida, com alça de platina, parte da colônia para um tubo com GA e o mesmo foi incubado.

3º dia: Foi retirado material do tubo e o mesmo foi inoculado em tubo com caldo glicosado para observar se a levedura é fermentativa. Foi realizada uma observação “in vivo” e os resultados observados.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Após incubação e realização de estrias por esgotamentos, foram observadas as colônias na figura abaixo:

Figura 1- Colônias de leveduras.

Os aspectos macroscópicos observados na colônia escolhida foram:

- Tamanho: pequeno; - Cor: branca (verso e reserva); - Forma: arredondada; - Bordas: brancas e regulares;

Na observação in vivo observaram-se as seguintes características: Células ovaladas, algumas em brotamento, presença de vacúolos, cultura pura. Observou-se também que as leveduras eram fermentativas, visto que havia bolhas no tubo de Duhan.

CONCLUSÃO

Nesta prática, foi possível isolar leveduras do caldo de cana, através do cultivo de uma amostra do caldo na superfície do meio contido na placa de Petri. Numa observação microscópica in vivo, observaram-se características, como células ovaladas, algumas em brotamento, presença de vacúolos e cultura pura. Além disso, verificou-se que as leveduras eram fermentativas, visto que havia bolhas no tubo de Duhan.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] ALVES, M. F.; CAVALCANTI-MATA, M. E. R.

M; SCOTTI, M. T. Departamento de Tecnologia Química e de Alimentos da Universidade Federal da Paraíba. (2009).

[2] ANDRIETTA, M. G. S.; RODRIGUES, M. I.

Controle da fermentação alcoólica através de testes microbiológicos e bioquímicos. Faculdade de Engenharia de Alimentos/Unicamp. Disponível em: http://www.fea.unicamp.br/extensaão. Acesso em: 08/05/2011.