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isolante termico-G4, Notas de estudo de Engenharia Civil

Isolantes termico, isolante industriais e outros

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 18/05/2013

eddy-mauro-10
eddy-mauro-10 🇧🇷

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Materiais de

construção II

Grupo 4

Isolantes Térmicos

Isolantes Térmicos

Subtemas:

 (^) Resistência aos agentes químicos e biológicos  Comportamento ao fogo e a humidade  Condições de utilização

Quando são aplicados segundo as suas funções e propriedades submetem-se a agressões de alguns agentes, que podem ser químicos e biológicos. Neste trabalho estaremos abordando em torno destes aspectos bem como, as condições de utilização dos mesmos.

Resistência aos agentes químicos e biológicos Os isolantes, enquanto elementos envolventes, estão frequentemente expostos a acções exteriores, que podem provocar reacções, que nem sempre são conhecidas. No entanto, os isolantes devem ser suficientemente resistentes a degradações por elas provocadas. Entre as acções exteriores destacam-se a chuva, radiação solar (pode provocar envelhecimento e descoloração), neve, vento, ciclos de congelação/descongelação, fungos, bactérias, roedoras, insectos, aves. Para combater a acção dos agentes exteriores os isolantes podem incluir na sua composição, aditivos específicos contra aqueles.

No caso do aços inox que contem no mínimo 11% de cromo, produto químico que garante ao material elevada resistência à corrosão. Mas, quando cromo entrar em contacto com o oxigénio do ar, forma uma camada fina, contínua e resistente de óxido sobre a superfície do aço, protegendo-o contra ataques corrosivos do meio ambiente. Mesmo quando o aço sofre algum tipo de dano, sejam arranhões, amassamentos ou cortes, o oxigénio do ar imediatamente combina-se com o cromo, formando novamente o firme protector.

No caso reações quimica, a compatibilidade é importante quando o isolante se encontra ligado a outros materiais, isto defacto, no obriga conhecer, por exemplo, o PH, a resistência a ácidos, alcalis e a possibilidade de corrosão de metais (ex.: teores em sulfatos e cloretos, aditivos de ignifugação), A utilização de materiais higroscópicos, hidrófilos ou com propensão para o suporte de agentes biológicos pode agravar a degradação de materiais confinantes com os isolantes (ex.: madeira).

Comportamento ao

Fogo

Ter conhecimento do comportamento dos isolantes termicos em relação ao fogo é fundamental, principalmente em situações que põem em perigo as pessoas. No âmbito de estudos de comportamento dos isolantes termicos quanto ao fogo visam sempre visualizar caracteristicas tais como:  A reacção ao fogo,  O risco de deflagração,  A temperatura limite de utilização  (^) A libertação de gases tóxicos (ex.: dióxido de carbono, monóxido de carbono, cloreto e cianeto).

Do ponto de vista de segurança contra incêndio um isolante pode ser classificado:

  • (^) na categoria M0, isto é, uma substância incombustivel.
  • (^) na categoria M1, isto é, uma substância não inflamável.
  • (^) na categoria M2, isto é, uma substância dificilmente inflamável.
  • (^) na categoria M3, isto é, uma substância mediamente inflamável.
  • (^) na categoria M4, isto é, uma substância facilmente inflamável.
  • (^) na categoria M5, isto é, uma substância muito facilmente inflamável. Deverá portanto, isolantes de categoria M3, M4 e M5 devem receber um tratamento especial para resistir ao fogo. Em muitos caso de incêndio, esses isolantes liberta gases tóxicos, em especial o ácido clorídrico, o qual pode pôr em risco o pessoal de luta contra incêndio.

É importante conhecer também se o isolante liberta substâncias físicas durante a combustão que possam propagar o incêndio ou provocar danos físicos nas pessoas. O isolante pode ter na sua constituição aditivos ignífugos que dificultem a combustão. O tratamento com produtos ignífugos aumenta a resistência ao fogo Consequentemente, atraves de estudos cientificos, demostra-se que as espumas orgânicas não têm nenhum grau de resistência ao fogo, mas podem ter diversas reacções ao fogo, ao serem todas materiais combustíveis.

Comportamento a Humidade O conhecimento do comportamento dos isolantes termicos em relação ao vapor de água ou a humidade em que é exposta, é fundamental para uma correcta concepção da envolvente. Por princípio, a resistência à difusão de vapor de água e proporcional à massa volúmica. São poucos os estudos feitos, e ainda menos os publicados, sobre experiências reais de obras em que se tenha analisado o comportamento a longo prazo de um isolamento térmico e a durabilidade das suas prestações.

Nas fibras ou lãs minerais, a estrutura é 100% porosa. O resultado é a máxima facilidade da água ou, mais ainda, do vapor de água, para introduzir-se através dos interstícios e poros destes produtos. Na acústica, é uma propriedade útil das fibras e lãs, utilizada para obter absorção acústica, mas no que respeita à térmica, pode ser um inconveniente nos locais onde é possível ocorrerem “ataques” de humidade, o que implica uma protecção cuidadosa destes isolamentos térmicos.

Quanto maior for o nível de humidade em uma material isolante, menos isolará. Além disso, pode-se acelerar a degradação do produto – até à sua destruição inclusive – se se combinar, por exemplo, com solicitações mecânicas excessivas para a resistência à compressão do produto. Ao que apresentam uma grande permeabilidade ao vapor de água, sendo, normalmente, a sua utilização apenas possível como isolamento primário, em conjunto com uma barreira anti-vapor.